O antivírus da empresa russa Kaspersky tem se destacado nos testes comparativos realizados pela INFO nos últimos anos por sua capacidade de detecção de malware. E na avaliação da versão 2009, não foi diferente. Para testar sua eficácia, abrimos um pacote com exatos 6 mil arquivos maliciosos para ver quantos ele era capaz de pegar. O software chegou a encontrar mais de um programa daninho em cada documento.
Entre os pacotes de antivírus deste ano, o Kaspersky foi o que executou o esquadrinhamento mais minucioso, identificando 10 435 programas nocivos, entre cavalos-de-troia (81% do total), vírus (11,5%) e outras categorias. Outros concorrentes que mandaram bem foram o McAfee, com 9 691 itens detectados, e o AVG, com 10 339.
Em contrapartida, o antivírus não foi dos mais rápidos na hora de fazer uma varredura completa no micro. Ele demorou 77 minutos procurando as ameaças num desktop limpo, apenas com o Windows Vista e o pacote de maldades instalados. O campeão nesse quesito é o NOD32, fabricado pela tcheca ESET, que levou 29,5 minutos para completar a mesma tarefa.
Como o Kaspersky indica em qual arquivo reside o malware, foi possível observar que alguns arquivos representam verdadeiros coquetéis de programas nocivos. Produtos indesejáveis como os de adware podem vir na garupa de cavalos-de-troia.
O Kaspersky 2009 também oferece uma página de estatística, mostrando as ameaças detectadas em números e em gráficos. Se os relatórios são detalhados, a interface do produto é simples e objetiva, feita para não confundir o usuário.
Já usei vários antivírus e atualmente uso o Avira ,o assunto não é para leigos,efetivamente acredito que o melhor antivírus seja aquele que esteja mais atualizado.
Tenho usado o linux e utilizo esses antivirus somente na máquina virtual como teste.
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enviado por: Marcelo Pereira em 13/11/2009 - 10:52
Muitas pessoas acham q o avast!é muita coisa!Pois ele tem um defeito se a pessoa q o possiu naum souber operalo acaba se "ferrando" pois ele detecta virus no arquivo Win32 e isso é um arquivo do windows se for escluido acaba dexando o sistema com defeitos! enviado por: luan victor regert de freitas em 23/07/2009 - 18:01
O Kaspersky é um anti virus terrível, pesado, que dá mais trabalho que o próprio virus.
Na nossa rede tivemos uma experiência lastimável com esse software, que prejudicou a conexão dos micros com a Internet e corrompeu arquivos de sistema do Windows, simplesmente porque ele decidiu se "atualizar". Várias instâncias de conexão eram abertas insistentemente, janelas que não se fechavam nem mesmo ao comando do Ctrl Alt Del e pra piorar, ainda não permitia que pudéssemos desinstalá-lo da máquina!
Teria sido melhor deixar a máquina à mercê dos vírus e malwares à tê-lo instalado... Fora que, após sua (sofrida) desinstalação, colocamos o Avast! e uma tonelada de vírus foi removida com sucesso do micro. Preciso dizer mais? enviado por: Álan Machado Mesquita em 14/07/2009 - 15:15
Pelo amor de Deus... parece que algumas pessoas nao leem as materias, ou nao entenderam metade do que leram... prestem atençao nos comentarios pelo menos que antes de falar besteira seria interessante pelo menos entender do assunto, ja que quando nao se tem conhecimento sobre o assunto o minimo a fazer seria pesquisar, parece que muita coisa que postam em comentario e piada pelo nivel de ausencia de conhecimento, ou poderia definir como inteligencia? vamos tentar de novo, re-leia a materia e reveja sua matematica, ou conceito de como funciona um virus porque acredito que sua matematica nao vai ajudar contra um virus oO
Obrigado a todos =) enviado por: Marcelo Motta em 10/07/2009 - 14:00
Gostaria de dizer aos amigos em relação a dúvida qto a qtidade de programas por arquivos, acontece que ao infectar um arquivo o trojan, pode trazer consigo um ad-ware, spyware e variantes do mesmo trojan, criando bats nos arquivos de acordo com a engenharia do trojam que infecta a maquina, qto aos antivirus por teste concordo com a qualificação do avira que pode ser lida em , pude comprovar em pesquisa de remoção, a unica falha que encontrei foi não ter sido citado o Panda antivirus, que tbem se mostra muito eficiente...abraços a todos. enviado por: Márcio Sudário da silva em 07/07/2009 - 17:49
Olha Bruno, concordo com o Marco Aurélio quanto a respeito dos números. Um virus é um programa que pode conter vários arquivos e um arquivo só é ele e pronto. Quando se fala que foram encontrados 10.000 malware (programas nocivos aos arquivos em geral) é porque 10 malware podem estar atacando um só arquivo de uma certa extensão. Portanto para você e o Anselmo é bom ler e analisar antes de criticar, ou pelo ao menos saber o que é um virus de computador. Um exemplo claro está relacionado a saúde, uma pessoa (arquivo) poderá estar infectado por várias doenças de virus diferentes (malware). Valeu pela reportagem INFOLAB e continue fazendo o bom trabalho que tem feito durante anos. enviado por: Fabio de Sousa em 25/06/2009 - 09:56
Sou profissional de Informática e já testei e muito todas as versões de Antivírus que apareceram nos testes inclusive com meus clientes, atualmente utilizo o Kaspersky 2009 e é o melhor da atualidade na minha opinião, o NOD32 é bom tb mas o kaspersky é mais simples e objetivo e não pesa o micro quando ativo, cansei de usar antivírus gratuito pois não são tão eficientes, o melhor dos gratuitos é o AVAST mas prefiro pagar uma licença mesmo, futuramente migrarei para o Kaspersky Internet Security pois o firewall é melhor do que o firewall do XP enviado por: Rômulo Rangel da Silva em 23/06/2009 - 11:25
Uma revista do porte da INFO precisa ter mais cuidado com o que os seus editores escrevem. O resumo do teste parece ter sido feito em cima da coxa, no modo do "embrulha e manda", com erros crassos até nos números. Encontrar 10 mil programas em 6 mil arquivos é um absurdo, que até o porteiro do prédio percebe. No enche linguiça, deu uma de agradar a gregos e troianos, elogiando todos os AV; e o tal resultado final, na seção Reviews, é propaganda descarada em prol do Kaspersky. Enfim, disse muito, mas não disse nada.
Anselmo (ancorol@bol.com.br). enviado por: ANSELMO CORDEIRO DE OLIVEIRA em 17/06/2009 - 20:13
Gostei do software. Puxei a versão de 30 dias. Gostaria de adquiri-lo, mas não encontrei nenhum site brasileiro para efetuar compra? como devo me proceder? quando eu coloco para adquirir a licença ele cai em um site americano. enviado por: Marcelo Camargo em 04/05/2009 - 08:23
Este trecho "Versão 2009 da suÃte obteve ótimo desempenho nos testes do INFOLAB, detectando mais de 10 mil programas nocivos em 6 mil arquivos infectados" foi o mais interessante sobre a notÃcia.
Foi detectado 10 mil arquivos nocivos entre 6 mil arquivos, matematicamente impossÃvel. enviado por: Bruno Augusto Ferreira Coelho em 16/02/2009 - 00:00
O antivírus da empresa russa Kaspersky tem se destacado nos testes comparativos realizados pela INFO nos últimos anos por sua capacidade de detecção de malware. E na avaliação da versão 2009, não foi diferente. Para testar sua eficácia, abrimos um pacote com exatos 6 mil arquivos maliciosos para ver quantos ele era capaz de pegar. O software chegou a encontrar mais de um programa daninho em cada documento.
Entre os pacotes de antivírus deste ano, o Kaspersky foi o que executou o esquadrinhamento mais minucioso, identificando 10 435 programas nocivos, entre cavalos-de-troia (81% do total), vírus (11,5%) e outras categorias. Outros concorrentes que mandaram bem foram o McAfee, com 9 691 itens detectados, e o AVG, com 10 339.
Em contrapartida, o antivírus não foi dos mais rápidos na hora de fazer uma varredura completa no micro. Ele demorou 77 minutos procurando as ameaças num desktop limpo, apenas com o Windows Vista e o pacote de maldades instalados. O campeão nesse quesito é o NOD32, fabricado pela tcheca ESET, que levou 29,5 minutos para completar a mesma tarefa.
Como o Kaspersky indica em qual arquivo reside o malware, foi possível observar que alguns arquivos representam verdadeiros coquetéis de programas nocivos. Produtos indesejáveis como os de adware podem vir na garupa de cavalos-de-troia.
O Kaspersky 2009 também oferece uma página de estatística, mostrando as ameaças detectadas em números e em gráficos. Se os relatórios são detalhados, a interface do produto é simples e objetiva, feita para não confundir o usuário.