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Smartphones

HTC Magic tem o DNA do Google

Primeiro smartphone brasileiro com Android é uma beleza para navegar na web

Por Marco Aurélio Zanni, de INFO Online, de INFO Online
• 3 de julho de 2009
Foto: Marco Aurélio Zanni
Avaliação
/10
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nossa avaliação

prós
contras
conclusão

ficha técnica

Não sei você, mas quando eu vi o Android pela primeira vez, fiquei pensando: “Isso aí numa carcaça com estilão de iPhone faria o maior estrago”. Pois o competente, porém desengonçado, HTC G1 acabou de ganhar um irmão fininho e sem teclado físico para estragar sua elegância. O nome dele é Magic, mas pode chamar de G2. Afinal, a evolução não ficou só no design. Mais rápido e com mudanças sutis na interface, o smartphone com sistema operacional do Google está pronto para desembarcar no Brasil. Ou melhor, quase pronto. Nos últimos três dias, testei uma versão beta nacional sem previsão para chegar às lojas, nem preço definido – esse valor da tabela ao lado é de modelos gringos vendidos no mercado alternativo. Pequenas alterações de hardware e software ainda podem acontecer, mas falta pouco para o aparelho ficar redondinho. Dá uma olhada.

Começando pelo que está na parte de dentro, o celular saltou de 192 para 288 MB de memória RAM. Isso o deixou visivelmente mais rápido que seu antecessor nas atividades como mostrar o menu principal, abrir programas, carregar páginas da web e, principalmente, girar a tela para visualizar aplicativos na vertical. Quando liguei o cronômetro para verificar o tempo de boot, foi batata: um minuto e quatro segundos para o G1 contra 53 segundos para o Magic (e, convenhamos, os dois são tempos altos). Ainda falando em números, pedi para o pessoal do INFOLAB fazer algumas ligações e medir a duração da bateria, que melhorou bastante, passando de 266 para 381 minutos.

Confesso que senti falta do belo QWERTY do G1. Mas, para compensar isso, o teclado virtual do Magic ficou mais espaçoso, com inspiração no iPhone. O método para predição de palavras, do que não sou muito adepto, aqui também ganhou em eficiência. Os cinco botões físicos na base do aparelho continuam fundamentais para a navegação, pois os menus não possuem opção para voltar à tela anterior, por exemplo. Um detalhe curioso é que o design deles é diferente do visto nas fotos do aparelho vendido no exterior – dando força à tese de que a carcaça pode ser modificada antes do lançamento.

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Magic
  • HTC
    Pesquisa INFO de Marcas - Reputação: Excelente
  • Prós: Boa integração com os serviços do Google, interface touch screen intuitiva e design mais fino que o do G1
  • Contras: Não grava vídeos e possui menus multimídia sem muito capricho; o teclado QWERTY também faz falta
  • Conclusão: Smartphone excelente para levar a experiência da web 2.0 à telinha, com interface bonita e fácil de usar
  • Avaliação técnica: 8,5
  • Preço: 2 100 reais
Ficha técnica
  • GSM/3G > Android > 528 MHz > 1 GB (microSD) > Tela de 3,2" > Câmera de 3,2 MP > Wi-Fi > GPS > 116 g > Duração da bateria: 381 minutos

comentários

  • @vonparaski - Boom Boom Pow!
    enviado por: Daniel von Paraski em 24/05/2010 - 21:25
  • Comprei o Magic na alemanha (amazon.de), eviei para Holanda, e um compadre me trouxe (em 10/06/2009). Aproveitando, vou repetir: o Market é muito bom! Tem de tudo lá para deixar seu celular igual ao PC. Recomendo o novo Samsung Ominia 3, Android tb, mas com multimedia excepcional. Abs! Ps: escrevo do próprio HTC. Repare que mesmo sendo do exterior, o teclado já permite acentuações. PS2: Josir, quem me dera poder viver de resenhas de widgets! Eu adoraria! :) Já ouviu falar no Archos (google it)? Forte abraço.
    enviado por: Daniel von Paraski em 15/08/2009 - 23:32
  • Enquanto no Japão existem celulares com recursos incríveis e preços absurdamente baixos, ficamos esperando (ainda) celulares que não passam de releituras de modelos já existentes (este HTC é sem dúvida bastante influenciado pelo iPhone, onde o autor diz "DNA do Google" deveria dizer "DNA do iPhone").
    enviado por: Anônimo em 15/08/2009 - 17:38
  • Bom telefone, mas prefiro o G1 mesmo.... Algo a se notar é que o preço dele é BEM salgado. Nos EUA chamam ele de Touch 3G...
    enviado por: Henrique dos Santos Rodriguez em 06/08/2009 - 10:51
  • Pessoal, acho que vocês deveriam contratar o Daniel von Paraski para trabalhar aí. A resenha dele ficou melhor que a original ! Daniel, fala aí pra gente como você já comprou o Magic.
    enviado por: JOSIR CARDOSO GOMES em 13/07/2009 - 13:15
  • Fantastico este aparelho... ta na hora de vender o meu HTC G1
    enviado por: marco antonio pavan em 07/07/2009 - 19:23
  • Caro Anônimo, todas as coisas no mundo têm prós e contras. Para o design de um smartphone como esse, o QWERTY seria ruim, pois deixaria o aparelho mais espesso e pesado. Mas, no quesito usabilidade, não há como negar que um teclado físico faz falta. Aí vai do usuário escolher o que é mais importante. Um abraço e obrigado pelo comentário.
    enviado por: Marco Aurélio Zanni em 06/07/2009 - 13:33
  • No início do texto ele disse que era uma boa não ter um teclado QWERTY, pra "não estragar a elegância". Porém, na parte dos "Contras", disse que o mesmo faz falta. Não dá pra entender...
    enviado por: Anônimo em 06/07/2009 - 11:33
  • o Browser não ignora solenemente páginas em flash. Apenas aplicação num diabo de versão "FLASH 9" (Dã). You tube ele roda, e vários itens do http://noob.us também. É possivel inclusive brincar com alguns jogos feitos em flash, para Web. É só saber escolher direitinho. A interface de Gmail, GCalendar e outros, são fantásticas. Já estou à espera do Google Wave. A multimedia dele não é boa mesmo, mas é possível sim gavar vídeos, e a aplicação já vem instalada. Talvez não esteja "traduzida" ainda, só isso. Porém, você não comentou sobre o pior: o fone de ouvido! Bem como o sistema Bluetooth. O Magic veio com uma trava presente no primeiro iPhone, que não permite de tranferencia de arquivos por Bluetooth (e eu sempre achei uma babaquice). Outra coisa é seu fone de ouvido, com conecxão "tipo USB". Já sabem né ? É desconfortável colocar no bolso e usar de MP3 player e, se perder, contacte a HTC para pagar uma nota por outro fone. Fora isso, com sua única saída multifuncional na base, permite me dizer que este é o celular mais bonito dos últimos tempos (o branco). O Market é perfeito. As aplicações do G1 funcionam 100% no G2. As poucas que não funcionam, estão recebendo atualizações - nesta última semana eu presenciei várias. Em suma... se você precisa do telefone para trabalhar, e já utiliza a interface do Google (Agenda, email ou qualquer coisa), este celular vai facilitar sua vida. Ahg! O telclado QWERTY NÃO faz falta. Digitar com ele deitado é uma maravilha. O bloqueio para inclusão de RINGTONES também enche o saco. Mas nada que o Market não dê um jeito com dois ou três cliques. Ainda não testei com arquivos MP3, pois o padrão de RINTONES do Magic é OGG. Mas creio que funciona normalmente. Faltou o FRING para Android, porque o MEEBO não é tão interessante. Mas isso já vem desde o "primeiro G". Aplicações para transformar seu HTC em um controle remoto para o PC (inclusive como controle remoto para apresentações) são indispenssáveis - também requer dois ou três cliques lá no Market. Ahg tá! Alguém já disse que o sistema de GPS dele é fenomenal ? Pois é, é! Até mesmo na garagem dos prédios, aonde Nokia's e outros não funcionam, o bixinho tá lá, direcoinando você à uma vaga (bom, nem tanto para vaga). Abs!
    enviado por: Daniel von Paraski em 04/07/2009 - 09:32

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10 Impecável. O produto é perfeito. Não há nada a ser melhorado.
9,0 - 9,9 Ótimo. Qualidade excepcional. É difícil, mas não impossível, aperfeiçoar alguma coisa.
8,0 - 8,9 Muito bom. Satisfaz as necessidades do usuário e é bastante superior à média do mercado.
7,0 - 7,9 Bom. Atende bem às necessidades do usuário, embora tenha alguns pontos fracos.
6,0 - 6,9 Médio. Seus pontos fortes superam as falhas e ele atende à maioria das necessidades.
5,0 - 5,9 Regular. Pode ser uma solução satisfatória para alguns usuários.
4,0 - 4,9 Fraco. Embora possa ser útil em algumas situações, o produto tem problemas substantivos.
3,0 - 3,9 Muito Fraco, As falhas são graves, anulando os eventuais pontos fortes.
2,0 - 2,9 Ruim. Não há atrativos a destacar; só pontos fracos.
1,0 - 1,9 Bomba. O produto é tão ruim que é difícil achar utilidade para ele.
0 - 0,9 Lixo. Você não deve aceitar esse produto nem de graça.
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