Netbook X110, da LG, vai de rede 3G

Micrinho vendido pela Vivo dá show de design e conectividade, com suporte a HSUPA


Marco Aurélio Zanni, de INFO Online 1 de dezembro de 2008
Marcelo Kura

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Leia também:
X110 Ficha técnica
  • Atom N270 1,6 GHz > 512 MB de RAM > HD de 80 GB > Tela de 10” > XP Home Premium > Suporte a 3G
O minilaptop X110, da LG, é o primeiro do Brasil a sair de fábrica com HSUPA, um protocolo de rede 3G que eleva as velocidades de upload ao mesmo patamar do download – 1 Mbps nominal. Por enquanto, a tecnologia e o equipamento serão oferecidos por aqui apenas pela Vivo, a partir desde mês. A maquininha já passou pelo INFOLAB e mostrou ser forte nos pontos que mais interessam para um netbook: tem design caprichadíssimo e conectividade acima da média.

Nos testes, as taxas de upload com HSUPA foram 8,2 vezes maiores que a média registrada nos serviços da TIM e da Claro, que usam HSDPA. Também não tivemos problemas relevantes de queda de sinal durante o uso na região de Pinheiros, em São Paulo. Mas é importante saber: esses números refletem a realidade atual, uma rede com pouquíssimos usuários para disputar a banda.

O preço do equipamento ainda não está definido, mas a Vivo deverá vendê-lo com subsídio, no mesmo esquema que faz com os celulares. Se comprado em caráter promocional, o netbook virá bloqueado para trabalhar somente com a operadora pelo prazo de um ano. Se você pagar o preço normal na loja, a empresa é obrigada a desbloquear o aparelho gratuitamente, de acordo com as regras da Anatel.

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Netbook X110, da LG, vai de rede 3G

Marco Aurélio Zanni, de INFO Online

1 de dezembro de 2008


O minilaptop X110, da LG, é o primeiro do Brasil a sair de fábrica com HSUPA, um protocolo de rede 3G que eleva as velocidades de upload ao mesmo patamar do download – 1 Mbps nominal. Por enquanto, a tecnologia e o equipamento serão oferecidos por aqui apenas pela Vivo, a partir desde mês. A maquininha já passou pelo INFOLAB e mostrou ser forte nos pontos que mais interessam para um netbook: tem design caprichadíssimo e conectividade acima da média.

Nos testes, as taxas de upload com HSUPA foram 8,2 vezes maiores que a média registrada nos serviços da TIM e da Claro, que usam HSDPA. Também não tivemos problemas relevantes de queda de sinal durante o uso na região de Pinheiros, em São Paulo. Mas é importante saber: esses números refletem a realidade atual, uma rede com pouquíssimos usuários para disputar a banda.

O preço do equipamento ainda não está definido, mas a Vivo deverá vendê-lo com subsídio, no mesmo esquema que faz com os celulares. Se comprado em caráter promocional, o netbook virá bloqueado para trabalhar somente com a operadora pelo prazo de um ano. Se você pagar o preço normal na loja, a empresa é obrigada a desbloquear o aparelho gratuitamente, de acordo com as regras da Anatel.

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Botando pra fritar

A configuração do netbook não é muito diferente daquela que você já viu aos montes por aí: processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, disco de 80 GB e, infelizmente, apenas 512 MB de RAM. É o suficiente para rodar Windows XP Home Edition e aplicativos de escritório numa boa.

O surpreendente foi que, mesmo tendo apenas 64 MB compartilhados de memória para vídeo, o X110 bateu todos os minilaptops já avaliados pelo INFOLAB nesse quesito. Ele foi o único que conseguiu rodar o AquaMark3, atingindo um total de 5 341 pontos neste benchmark.

Nos testes que dependem mais do processador, o notebook também teve desempenho superior ao de outros produtos já testados aqui: demorou 75 segundos para girar uma imagem em alta definição no Photoshop – é claro que não é uma beleza, mas essas máquinas não são voltadas a esse tipo de tarefa. A maior reclamação fica por conta do som, agudo demais na maior parte do tempo.

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O acabamento é show

Só de pegar o equipamento, com tela de 10 polegadas, nota-se que a carcaça é mais parruda que o normal para um netbook. Ele passa a impressão de ser bem resistente. O efeito colateral é que o minilaptop fica também mais pesado – tem 1,2 quilo, mas está longe de ser desconfortável na mochila.

O acabamento do X110 é superior ao encontrado normalmente no mercado. Dá para ver que é um produto de grife, planejado com cuidado – ou seja, o trabalho do fabricante não foi simplesmente o de pegar várias peças e juntá-las numa carcaça qualquer.

O plástico branco na parte de dentro contrasta com o preto brilhante da tampa – que é muito bonito, mas fica sempre melecado com aquelas marcas de dedos. O teclado é confortável, bem parecido com o do Acer Aspire A150. O ruim é que ele está no padrão americano, sem cedilha e acentos nos devidos lugares. Outro ponto fraco é o touch pad pequeno demais.