Eee PC made in Brazil, o 1000H faz bonitoNetbook tropicalizado da Asus tem 2 GB de memória RAM e teclado em português
Marco Aurélio Zanni e Airton Lopes, da INFO 7 de abril de 2009
Marcelo Kura
![]() Eee PC 1000H
A maior vantagem da tropicalização é que o teclado dessa máquina já vem em português, com cedilha e acentos em seus devidos lugares. Porém, ele não segue completamente o padrão ABNT2, exigindo uma combinação de teclas para digitar alguns caracteres, como barra e ponto de interrogação. No quesito ergonomia, esse teclado também não faz feio. Ele é bem mais confortável que os usados nos modelos de 8,9 polegadas, com botões largos e macios. A configuração não tem muitas surpresas. O que merece destaque mesmo é a memória de 2 GB no padrão DDR2. O minilaptop usa ainda o processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, e um disco rígido comum, com 160 GB de espaço para armazenar arquivos e velocidade de 5 400 RPM. Com esses componentes, a máquina até aguentaria rodar o Windows Vista com alguma desenvoltura, mas ela vem mesmo é com uma versão customizada do Linux. Comentários
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Pegue o design dos primeiros Eee PCs, coloque uma tela de 10 polegadas, teclado em português e um pouquinho mais de memória. Pronto, você terá o 1000H, o primeiro netbook da Asus fabricado no Brasil. Esse irmão turbinado da família não é tão sofisticado quanto os importados 1002HA e S101, mas tem configuração mais parruda, com 2 GB de RAM. O resultado é um belo micrinho para quem dá mais valor a desempenho e custo/benefício.
A maior vantagem da tropicalização é que o teclado dessa máquina já vem em português, com cedilha e acentos em seus devidos lugares. Porém, ele não segue completamente o padrão ABNT2, exigindo uma combinação de teclas para digitar alguns caracteres, como barra e ponto de interrogação. No quesito ergonomia, esse teclado também não faz feio. Ele é bem mais confortável que os usados nos modelos de 8,9 polegadas, com botões largos e macios.
A configuração não tem muitas surpresas. O que merece destaque mesmo é a memória de 2 GB no padrão DDR2. O minilaptop usa ainda o processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, e um disco rígido comum, com 160 GB de espaço para armazenar arquivos e velocidade de 5 400 RPM. Com esses componentes, a máquina até aguentaria rodar o Windows Vista com alguma desenvoltura, mas ela vem mesmo é com uma versão customizada do Linux.
|quebra|
O micrinho não é mais parrudo que a média apenas na configuração. Segurando a máquina, você percebe uma construção robusta. Porém, o visual é simples de tudo, com tampa brilhante e interior basicão, todo fosco. O ponto negativo vai para o peso de 1,4 quilo, enquanto alguns concorrentes têm 1,2 quilo. Pode parecer pouco, mas quando isso está na sua mochila, certamente faz diferença.
Com display fosco de 10 polegadas, o 1000H exibe imagens com ótima nitidez. A escolha é a mais acertada, seguindo caminho contrário ao da moda, que são as telas brilhantes. Porém, para esse tipo de micro, o melhor é mesmo a boa e velha tela sem reflexos, pois um portátil assim geralmente é usado no colo, e não numa posição considerada ideal, com apoio sobre a mesa.
Em relação à conectividade, o Eee PC 1000H não tem nada demais: são três portas USB 2.0, um leitor de cartões e wireless no padrão 802.11n. Ficaram faltando a interface Bluetooth e um slot para receber chip 3G. Uma vantagem importante do modelo é a autonomia admirável da bateria. Durante os testes realizados pelo INFOLAB, o notebook trabalhou em ritmo pesado por 193 minutos longe da tomada.