T220M, o monitor do quarto conectadoLCD Samsung de 22" recebe sinal de TV analógica e tem uma penca de entradas
Marco Aurélio Zanni, de INFO Online 9 de junho de 2009
Marcelo Kura
![]() SyncMaster T220M
Fugindo da tendência de telas brilhantes, o display usa a boa e velha superfície fosca – infelizmente, uma raridade nesses produtos voltados para multimídia. A parte boa é que o equipamento não reflete demais as luzes do ambiente, a ruim é uma certa limitação no seu ângulo de visão. Imaginemos que você queira curtir uns filmes deitadão na cama. Dependendo da sua posição, isso não será possível, pois o painel utilizado pelo monitor limita a visualização vertical a um ângulo muito fechado (sabe aquele efeito típico dos caixas eletrônicos? É mais ou menos isso). Ao rodarmos um vídeo em Blu-ray, nos testes do INFOLAB, notamos uma qualidade de imagem muito boa, mas nada de espetacular. A nitidez fica acima da média e, com pequenos ajustes, as cores ficam na medida certa. Os comandos para regulagem são simples, assim como a interface, logo conseguimos a melhor configuração com poucos minutos de uso. Para os mais exigentes, uma sangria muito leve de backlight (quando uma luz verde vaza na região próxima às bordas) chega a incomodar. Quanto às especificações do produto, não há nada de fenomenal: brilho de 300 cd/m², contraste dinâmico de 20 000:1, estático de 1 000:1 e tempo de resposta de 2 milissegundos. Tudo como no seu irmão mais modesto, o T220. Comentários
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Papelada, coisa nenhuma! No quarto de um geek, são os gadgets que não deixam espaço nem para a cama. TV então, só pendurando no teto. Para dar uma limpada no ambiente, que tal ligar videogame, player de Blu-ray ou DVD, computador, TV analógica e a cabo, tudo ao mesmo tempo, numa telona de 22 polegadas? Quem manda muito bem nessa tarefa é o Samsung T220M, um monitor com design caprichado, pronto para exibir imagens de ótima qualidade na resolução de 1 650 por 1 050 pixels e com portas de sobra até para reproduzir conteúdo diretamente de uma filmadora.
Fugindo da tendência de telas brilhantes, o display usa a boa e velha superfície fosca – infelizmente, uma raridade nesses produtos voltados para multimídia. A parte boa é que o equipamento não reflete demais as luzes do ambiente, a ruim é uma certa limitação no seu ângulo de visão. Imaginemos que você queira curtir uns filmes deitadão na cama. Dependendo da sua posição, isso não será possível, pois o painel utilizado pelo monitor limita a visualização vertical a um ângulo muito fechado (sabe aquele efeito típico dos caixas eletrônicos? É mais ou menos isso).
Ao rodarmos um vídeo em Blu-ray, nos testes do INFOLAB, notamos uma qualidade de imagem muito boa, mas nada de espetacular. A nitidez fica acima da média e, com pequenos ajustes, as cores ficam na medida certa. Os comandos para regulagem são simples, assim como a interface, logo conseguimos a melhor configuração com poucos minutos de uso. Para os mais exigentes, uma sangria muito leve de backlight (quando uma luz verde vaza na região próxima às bordas) chega a incomodar. Quanto às especificações do produto, não há nada de fenomenal: brilho de 300 cd/m², contraste dinâmico de 20 000:1, estático de 1 000:1 e tempo de resposta de 2 milissegundos. Tudo como no seu irmão mais modesto, o T220.
|quebra|
Existem anúncios malandros na internet referentes ao Samsung T220M. Vários sites de comércio eletrônico dizem que o produto está preparado para a TV digital, mas as letras minúsculas avisam: basta comprar um set-top box. Logo, ele só vem com TV analógica mesmo. Além disso, afirmam que o modelo é full HD, outra pegadinha. Na verdade, como já dito aqui, sua resolução máxima é de 1 680 por 1 050 pixels, passando bem longe do 1 080p. Enfim, se o monitor já é tão bacana, por que ficar ludibriando os outros?
No design, o telão segue o estilo dos televisores Samsung mais novos, como o UN55B7000, avaliado recentemente por aqui. Ele tem pintura preta brilhante, com acrílico transparente na borda e detalhes em vermelho dando um toque de sofisticação. Aparentemente, o material é rígido, mas a peça testada por nós teve sua borda solta após alguns dias de uso. E olha que nem chegamos a jogar o monitor na parede para vermos se ele era resistente mesmo. Outra coisa enche o saco: embora o botão para ligar e desligar seja sensível ao toque (e bem sensível), a máquina demora alguns segundos para acender.
Quando se fala em ajustes de posição, o T220M não é dos mais versáteis. É possível mexer na sua inclinação para cima ou para baixo, e só. Não dá para girá-lo para ter um acesso melhor às conexões laterais de vídeo composto, S-Video e áudio estéreo, protegidas por uma tampa. Mas isso nem chega a ser um problema, pois a base é tão levinha que não há dificuldade em levantá-la para ver até a parte de trás, onde ficam uma interface HDMI, uma DVI, uma de vídeo componente e a entrada para antena, além de áudio digital e uma D-Sub.
>> Veja o Samsung T220M em ação na TV INFO.
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