GPS Garmin nüvi 1300 economiza gasolinaAparelho de 1 299 reais escolhe o caminho para fazer o combustível render
Marco Aurélio Zanni, de INFO Online 26 de agosto de 2009
Marcelo Kura
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nüvi 1300
Quando você escolhe o modo de navegação econômica, no menu de configurações, o aparelho prioriza as pistas de velocidade média. Isso evita que o motorista ande nas marchas rápidas ou fique freando e acelerando o tempo todo. Na prática, o caminho mescla ruas pequenas e avenidas, sem passar pelas marginais. As outras opções de rota são as tradicionais curta, rápida e fora-de-estrada, na medida para os aventureiros. Outro aplicativo instalado no aparelho, o ecoRoute, ajuda a monitorar o comportamento do carro no gasto de combustível e na emissão de carbono na atmosfera. Basta cadastrar o preço da gasolina e a autonomia do veículo. Aí o GPS começa a marcar esses números, de acordo com o tipo de carro usado. Nada fantástico, mas interessante para quem viaja. ![]() Como navegador, propriamente dito, o equipamento não decepciona. Ele funciona em 495 cidades brasileiras e tem 600 mil endereços úteis cadastrados. Um de seus diferenciais seria falar os nomes das ruas, por meio do text-to-speech, mas o recurso não é dos melhores, como explicamos a seguir. O mais triste é que coisas legais disponíveis no exterior, como alertas de trânsito, radar e acidentes, estão indisponíveis no Brasil. |
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Com o Garmin nüvi 1300, você tem um jeito de poupar combustível mais moderno do que ficar andando na banguela. Esse GPS de 1 299 reais calcula qual é o melhor caminho para gastar menos gasolina e mostra dicas de condução econômica. Na ótima tela de 4,3 polegadas, ainda aparecem menus intuitivos e mapas num estilão de videogame. O único pecado é a locutora com voz robótica tentando dizer os nomes das ruas.
Quando você escolhe o modo de navegação econômica, no menu de configurações, o aparelho prioriza as pistas de velocidade média. Isso evita que o motorista ande nas marchas rápidas ou fique freando e acelerando o tempo todo. Na prática, o caminho mescla ruas pequenas e avenidas, sem passar pelas marginais. As outras opções de rota são as tradicionais curta, rápida e fora-de-estrada, na medida para os aventureiros.
Outro aplicativo instalado no aparelho, o ecoRoute, ajuda a monitorar o comportamento do carro no gasto de combustível e na emissão de carbono na atmosfera. Basta cadastrar o preço da gasolina e a autonomia do veículo. Aí o GPS começa a marcar esses números, de acordo com o tipo de carro usado. Nada fantástico, mas interessante para quem viaja.

Como navegador, propriamente dito, o equipamento não decepciona. Ele funciona em 495 cidades brasileiras e tem 600 mil endereços úteis cadastrados. Um de seus diferenciais seria falar os nomes das ruas, por meio do text-to-speech, mas o recurso não é dos melhores, como explicamos a seguir. O mais triste é que coisas legais disponíveis no exterior, como alertas de trânsito, radar e acidentes, estão indisponíveis no Brasil.
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Quando você começa a dirigir guiado pelo aparelho, logo leva um susto com a voz lusitana robótica que passa as instruções, emendando palavras e ignorando acentos. É que a Garmin fez a bobagem de usar a função text-to-speech em todas as falas, e não apenas para ler os nomes das ruas cadastradas no banco de dados. Com o recurso ativado, é impossível navegar sem olhar para o mapa, somente pelos comandos da locutora.
O melhor é passar nas configurações e selecionar a narradora brasileira que não diz os nomes das ruas. Aí as instruções ficam mais claras, antecipando manobras e emitindo comandos como “mantenha-se à direita”. No entanto, às vezes o GPS é um tanto preguiçoso: quando fomos para a Avenida Paulista, em São Paulo, ele disse corretamente que nosso destino estava do outro lado da rua, mas não indicou um caminho para retornarmos. O pior foi pedir para fazermos uma conversão proibida na Lapa.
Uma das vantagens do aparelho é a precisão. O sinal manteve-se forte até mesmo embaixo de pequenos viadutos. Só não funcionou quando passamos por um túnel grande na Avenida Juscelino Kubitschek. Nessa situação, o carrinho na tela continuou andando na velocidade em que estávamos para simular nosso percurso até o GPS reencontrar os satélites, tarefa para a qual levou menos de 10 segundos. Quando erramos o caminho, ele gastou o mesmo tempo para recalcular a rota.
|quebra|
Mesmo sendo bonito e fácil de visualizar, o mapa exibido na interface da Garmin não é a melhor opção para quem gosta de planejar o caminho antes de sair de casa. Faltam informações relevantes, como nomes de algumas ruas, pontos de interesse e radares. Também não é possível arrastar o mapa com o dedo durante o percurso (quando você tenta fazer isso, ele muda automaticamente para o modo 2D e interrompe a navegação).
Quase um terço da tela é ocupado por uma espécie de cockpit, com informações de rota como tempo gasto e distância percorrida. Isso tira espaço do mapa, mas é interessante para você saber qual é o melhor caminho para um lugar, por exemplo. Se você quiser se desesperar ainda mais com o trânsito da cidade, o GPS mostra quanto tempo o carro ficou parado e quanto ficou andando, além de indicar a velocidade média.

Quando passa das 18 horas, a tela do aparelho muda seu perfil de cores, para ficar mais fácil de enxergar as informações sem a luz do sol. Você pode escolher um estilo fixo ou manter o modo automático ativado. Existe ainda a opção de personalizar a navegação, escolhendo um mapa com mais ou menos detalhes ou ainda selecionando qual carrinho vai ficar passeando na tela durante o percurso, num estilo que até lembra videogame.

|quebra|
Com botões grandes e intuitivos, o sistema de menus do Garmin é um dos melhores entre os usados nos navegadores, mas ainda é disposto em várias camadas. Em geral, não é difícil chegar às configurações que você precisa editar. Embora o aparelho aceite o comando de deslizar com o dedo para rolar as listas, a tela resistiva não funciona muito bem (as extremidades são menos sensíveis). O melhor é usar as setinhas no canto direito.
O sistema de sugestão de endereços é uma beleza. Quando você digita “Gua” no campo “Cidade”, ele puxa “Guarulhos” no banco de dados, agilizando o trabalho. Mas poderia haver uma opção para digitar um texto livremente. Exemplo: “Avenida Paulista, 900, São Paulo – SP”. Isso economizaria o tempo de escrever rua, número, cidade e estado em campos separados. Outra reclamação vai para o abuso do português lusitano nos menus. Palavras como “acerca”, “activar”, e “ecrã” estão espalhadas por todo lado.

Há poucos recursos adicionais no Garmin nüvi 1300. Falta um tocador de MP3, por exemplo, presente na maioria dos navegadores GPS. Ele tem apenas um visualizador de imagens. Os programas mais importantes são o Locate e o Lock: o primeiro grava a localização, quando você retira o aparelho do suporte para vidro, enquanto o segundo permite colocar uma senha para bloquear o navegador. O último destaque vai para o ícone “Onde estou?”, que mostra o número da rua e o bairro onde você se encontra e indica os hospitais, unidades policiais e postos de combustível mais próximos.

>> Veja o Garmin nüvi 1300 em ação na TV INFO.