HP Pavilion MS210br, o tudo-em-um basicãoMicro dispensa o touchscreen, mas tem visual bacana e boa ergonomia
Marco Aurélio Zanni e Fernando Wiek, da INFO 19 de novembro de 2009
Marcelo Kura
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Pavilion MS210br
Em todos os detalhes, o PC é uma versão bem mais modesta do TouchSmart. O material usado nele é um plástico simples, que até faz rangidos quando você dá uma leve torcida na tela. Seu acabamento é preto brilhante nas bordas, constrastando com a ótima tela fosca de 18,5 polegadas. Esse detalhe mostra que o computador não é mesmo para atividades multimídia, como ver filmes, mas sim para trabalhar e usar no dia-a-dia. O conjunto pode não ser forte como gostaríamos, mas é bonitinho. Assim como na maioria dos tudo-em-um, a única regulagem possível no modelo da HP é a de altura. Mas, como o hardware é leve, dá para girá-lo tranquilamente sobre a mesa. Os acessórios que acompanham o produto são bons, mas têm fio. O teclado é o padrão da HP, sem botões para controle de conteúdo multimídia, mas bastante confortável para quem costuma digitar muito. O mouse é preciso, mas leve demais. Comentários
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Desktop tudo-em-um não é mais um formato exclusivo para aquelas centrais multimídia caríssimas. E o HP Pavilion MS210br é o primeiro modelo desse tipo, de uma grande marca, a chegar ao Brasil por um preço razoável. Para custar 2.299 reais, o micro abre mão de coisas como tela sensível ao toque, processador forte e placa de vídeo dedicada. Ou seja, tem pinta de media center, mas é feito para quem deseja apenas economizar espaço e ter desempenho para rodar, sem sufoco, o Windows 7 e aplicações de escritório.
Em todos os detalhes, o PC é uma versão bem mais modesta do TouchSmart. O material usado nele é um plástico simples, que até faz rangidos quando você dá uma leve torcida na tela. Seu acabamento é preto brilhante nas bordas, constrastando com a ótima tela fosca de 18,5 polegadas. Esse detalhe mostra que o computador não é mesmo para atividades multimídia, como ver filmes, mas sim para trabalhar e usar no dia-a-dia. O conjunto pode não ser forte como gostaríamos, mas é bonitinho.
Assim como na maioria dos tudo-em-um, a única regulagem possível no modelo da HP é a de altura. Mas, como o hardware é leve, dá para girá-lo tranquilamente sobre a mesa. Os acessórios que acompanham o produto são bons, mas têm fio. O teclado é o padrão da HP, sem botões para controle de conteúdo multimídia, mas bastante confortável para quem costuma digitar muito. O mouse é preciso, mas leve demais.
|quebra|
Um dos segredos do baixo custo do Pavilion MS210br é o processador AMD Athlon X2, de apenas 1,5 GHz. Embora não seja poderoso como os modelos Core 2 Duo, ao menos entrega desempenho melhor do que um Intel Atom, feito para os netbooks e os chamados nettops, que estão fazendo sucesso fora do Brasil. O restante da configuração não decepciona: tem 4 GB de memória e disco rígido de 320 GB. A controladora de vídeo é a integrada ATI Radeon HD 3200, com 256 MB de memória dedicada.
Nos testes realizados pelo INFOLAB, as versões 05 e Vantage do PCMark até rodaram, mas não exibiram notas, por falta de base de comparação – poucas máquinas usam o Athlon X2, logo os programas não conseguem saber se o modelo da HP é bom ou não. Na conversão de um vídeo, o micro demorou 325 segundos, enquanto os tudo-em-um avançados fizeram o mesmo serviço em pouco mais de 60 segundos. Já no 3DMark06, que mede o desempenho com gráficos em 3D, a máquina anotou 1.049 pontos. Confira, nos gráficos abaixo, a comparação entre ela e outros modelos.
Conversão de WMV para MP4 (em segundos)
Arquivo de 81 MB em 320 x 240 pixels
Barras menores indicam melhor desempenho geral
3DMark06 (em pontos)
Barras maiores indicam melhor desempenho de vídeo
Uma coisa que não dá para entender em alguns desses computadores é a falta de saídas de vídeo. Não estamos exigindo HDMI, para transferir áudio e imagens ao mesmo tempo, mas pelo menos DVI ou VGA são itens obrigatórios. O Dell Studio One 19, já avaliado aqui, sofre do mesmo mal. O micro da HP tem seis portas USB, sendo duas na lateral, Gigabit Ethernet, Wi-Fi no padrão 802.11g e leitor de cartões de três tipos. O gravador de DVD, com tecnologia Lightscribe, não é daqueles tipo fenda, e sim um modelo comum, com aquela bandeja frágil.