6 ultrabooks de 13 polegadas

Separamos seis modelos de notebook que podem ser classificados como ultrabooks

• 1 de junho de 2012
Desde que publicamos nosso último comparativo de ultrabooks, muito mudou no universo dessas máquinas finos e potentes. Ontem a Intel lançou oficialmente a linha de processadores de baixo consumo de energia da nova arquitetura Ivy Bridge. Mas não chegou o momento de discutirmos o Ivy Bridge em detalhes: as primeiras máquinas com a desejada CPU ainda estão a caminho do INFOlab. Por enquanto, que baste lembrarmos que o novo chip tornará os ultrabooks ainda mais atraentes graças à maior eficiência energética e ao processamento gráfico superior ao dos processadores Sandy Bridge.

Paralelamente a essa notícia de suma importância, a Intel divulgou novas diretrizes para guiar fabricantes que aspiram lançar notebooks sob o selo “ultrabook”. Embora a lista de pré-requisitos tenha aumentado, na prática a Intel apenas incorporou certas características que já vinham sendo adotadas por boa parte das empresas. Com poucas exceções, a maioria dos ultrabooks já se valia de pelo menos uma porta USB 3.0 ou, no caso do MacBook Air, de uma Thunderbolt. A determinação segundo a qual o notebook precisa apenas responder com rapidez aos comandos do usuário, sem qualquer menção específica ao uso de SSD, também confere um aval oficial para várias soluções de armazenamento diferentes. Duas das alternativas possíveis são o uso de HD híbridos ou de SSD dedicados aos arquivos do sistema operacional.

Aqui no Brasil o cenário dos ultrabooks também mudou muito desde nosso último comparativo. Testamos quatro modelos novos desde então, dois deles notáveis por divergirem da norma de maneira sutil, porém marcante. Além dos lançamentos, um programa de isenção de impostos promete provocar mudanças ainda mais profundas nesse segmento. Isto, é claro, se o imbróglio em torno da importação de SSD for resolvido. Enquanto o Ivy Bridge e os ultrabooks brasileiros não chegam, vamos revisitar as máquinas que já passaram pelo INFOlab.

O XPS 13 é um dos ultrabooks que ousou se desviar da fórmula de design estabelecida pelo MacBook Air. Em vez de tentar criar um notebook em duas dimensões, a Dell preferiu um projeto mais ergonômico que aborda a estética típica dos ultrabooks sob outro ângulo. Como beleza pura e simples não basta em uma máquina, o XPS 13 também oferece uma configuração excelente. Tão excelente, na verdade, que foi capaz de quebrar vários recordes da categoria nos benchmarks que utilizamos no INFOlab. Infelizmente, a falta de conexões e a bateria decepcionante prejudicam a nota geral da máquina.

A HP faz jus à sua tradição fornecedora de computadores para empresas ao lançar uma máquina tão pragmática quanto o Folio. Dentre os modelos testados pelo INFOlab, este é o ultrabook que mais se aproxima dos notebooks corporativos. Além das características típicas da categoria, o Folio possui um chip TPM de criptografia de dados e uma porta ethernet dedicada. Contudo, o desempenho gráfico em geral poderia ser melhor.

Ultrabooks podem ser máquinas admiráveis, mas a etiqueta de preço que costuma acompanha-los pode provocar reações como risadas sarcásticas ou olhos arregalados. O Aspire S3 procura contornar esse obstáculo ao se apresentar como uma alternativa mais econômica para quem não pode gastar tanto dinheiro. Mas a economia também tem seu preço: a performance e o acabamento desse ultrabook são significativamente inferiores às do resto da categoria.

O Zenbook UX31 é o modelo de 13 polegadas do ultrabook da Asus. Como seu irmão menor, o UX21, ele leva a estética do design estreito ao extremo. O resultado é muito agradável para os olhos mas não tanto para os punhos. Enquanto o design pode dividir opiniões, a configuração é um ponto de unanimidade: trata-se de uma seleção de alto nível. Mesmo com todo esse poder de fogo, ele também surpreendeu ao aguentar 3 horas de uso intenso no nosso teste de bateria.

Guia de compras

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Comentários

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10 Impecável. O produto é perfeito. Não há nada a ser melhorado.
9,0 - 9,9 Ótimo. Qualidade excepcional. É difícil, mas não impossível, aperfeiçoar alguma coisa.
8,0 - 8,9 Muito bom. Satisfaz as necessidades do usuário e é bastante superior à média do mercado.
7,0 - 7,9 Bom. Atende bem às necessidades do usuário, embora tenha alguns pontos fracos.
6,0 - 6,9 Médio. Seus pontos fortes superam as falhas e ele atende à maioria das necessidades.
5,0 - 5,9 Regular. Pode ser uma solução satisfatória para alguns usuários.
4,0 - 4,9 Fraco. Embora possa ser útil em algumas situações, o produto tem problemas substantivos.
3,0 - 3,9 Muito Fraco, As falhas são graves, anulando os eventuais pontos fortes.
2,0 - 2,9 Ruim. Não há atrativos a destacar; só pontos fracos.
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