Chip Apple A4, de 1 GHz > 16 GB > 256 MB de RAM > Wi-Fi > Bluetooth > aGPS > LCD de 9,7" > Duração de bateria: 665 minutos
Assim que terminou a badalada apresentação do iPad, começaram a circular na internet montagens de Steve Jobs segurando vários iPhones, colados uns aos outros por fita adesiva. A equipe da Apple até pode ter usado esse artifício bem-humorado para visualizar sua ideia fisicamente pela primeira vez. Mas o conceito por trás do tablet passa longe dos smartphones, embora os tenha usado como inspiração. Ele ataca a velha combinação de mouse, teclado e monitor, apresentando uma nova maneira de interagir com a máquina e seu conteúdo. Só isso já vale o barulho causado – favorável ou contrário.
É prematuro dizer que um produto como esse tem condições de impor o final da era dos computadores pessoais como a conhecemos. Mesmo porque não é possível fazer simples edições de imagem no Photoshop com desenvoltura por meio dele. Mas o aparelho quebra o paradigma da mobilidade, ainda que de maneira embrionária, cheia de falhas e destinada a usuários que não precisam rodar aplicações pesadas ou planilhas imensas no Excel.
O iPad brilha mesmo é como plataforma para conteúdo digital. Tudo o que se pode ler, assistir, escutar ou jogar (ou, ainda, tudo isso junto) fica irresistível nessa tela de 9,7 polegadas. Mas convém lembrar: o produto está nas lojas há menos de uma semana e, obviamente, fica devendo uma variedade maior de aplicativos que promovam essa integração de maneira competente. Alguns programas, inclusive gratuitos como o USA Today, dão uma boa amostra do que os desenvolvedores podem preparar com o uso de widgets. O jornal de papel torna-se algo interativo e divertido de usar.
Nas clássicas atividades de escritório, a limitação de realizar uma tarefa por vez é algo muito mais grave do que no iPhone. Afinal, presume-se o uso do aparelho como computador, no qual você precisa alternar com frequência entre editor de texto, planilha e navegador, por exemplo. Obstáculos desse tipo devem ser derrubados em futuras versões. Mas outros, como a falta de suporte a Flash ou a impossibilidade de expandir a memória, têm ligação com a política e o modelo de negócios restritivos da Apple.
Nas próximas páginas, confira nosso teste completo com o iPad e descubra o que tem feito o mundo babar pela novidade da Apple – ou detestá-la.
Estou postando este comentário de um Ipad 64G que comprei e debulhei em uma semana. Não sou fã do Jobbs não, só gosto de tudo que é tipo de gadget. É bonito e chama a atenção sua tela de alta qualidade com o teclado excelente para digitar. Recomendo um mais para quem goste de ler livros, ter comodidade e conveniência ao ler jornais matinais, revistas de fim de semana, estas coisas ele faz melhor que computadores comuns ou os pod's, porėm, é pesado para colocar no kit viagem de cabine nas viagens de avião. A falta do modem 3G frustra pq vc só pode navegar na web onde tem WI-FI. Ao contrário do iphone, tem pouca coisa legal free no apple store. A interface de email é idêntica a do iphone. Os recursos da agenda são bons e os geotags do organizador de fotos é perfeito. Basta sincronizar as fotos de seu iphone por exemplo, que o software distribui as fotos no mapa mundi com alfinetes. Quem pode vai curtir. enviado por: Paulo Turibio
em 10/05/2010 - 23:42
Vamos corrigir o termo "O iPad é muito mais que um" iPodão e não iphone pois, onde eu sei, o mesmo não é capaz de fazer ligações, logo, trata-se de um ipodão, ou super ipod como uns dizem.
Outro termo "errata" é "tablet". Ele não é e nunca será um tablet, quem tem um sabe.. inclusive o até o Jobs está tentando criar uma nova categoria para incluí-lo. De resto eu não posso opinar, mas prefiro aguardar por mais concorrentes e por uma nova geração de iPad, cada geração de um produto Apple inclui uma ou duas melhorias apenas, então, melhor esperar a 4 geração. Mas uma coisa me incomoda: um novo aparelho cheio de restrições e limitações semelhante as limitações do iphone. Será que seremos obrigados a recorrer ao jailbreak no ipodão? A resposta todo mundo que tem Apple, iPod, iPhone.. já sabe. enviado por: Dmitriy R
em 21/04/2010 - 10:24
Que venha o HP Slate... Aí sim deverá ser bem mais útil. USB, SD slot, Windows ou Linux, apesar de talvez uma menor autonomia. E quando chegar algum desses na plataforma ION...o iPad: "pad" pra sair. enviado por: Nuca Recifense
em 18/04/2010 - 19:49
O Mac OS X cairia muito bem no Ipad! enviado por: Bernardo Porto Veronese
em 13/04/2010 - 18:43
Eu particularmente não gosto de apple não compro apple e nem quero, prefiro um note ao ipad e qualquer android ao iphone, como já li em muitos comentários, só mesmo os abitolados pela marca o compram, totalmente restrito, nem câmera isso tem. na boa essa historia de experiencia de uso é besteira, já tive iphone na mão, um ipad, não vi nada diferente a não ser o toque preciso de tela que pra mim nao vale o preço cobrado. e o que mais gostei foi um suporte que transforma o ipad num suporte de livro, essa é uma boa ultilidade pra ele. enviado por: Paulo Fernando Alves Dos Reis
em 13/04/2010 - 14:10
"tanta gente morrendo de fome no mundo" Euri. Se não houvesse necessidade deste tipo de aparelho, não existiria tablets, o que acontece é que cada pessoa tem suas necessidades, se achar viável compre. Por exemplo netbooks, leitores digitais, etc. Não adianta ficar difamando a Apple dizendo que é um aparelho inútil, pois teria que dizer de todos os tablets, netbooks... enviado por: Thiago Henrique
em 12/04/2010 - 17:06
Cara, gostaria muito de chegar em alguem que tem um iPad e perguntar: "Voce sabe o que ele faz?"
Aposto que a maioria, não vai usar nem sequer uns 30% do que realmente isso foi proposto. Compram por puro modismo. Se jobbs der um peido e por a venda, eles compram. Já usei, sim, um produto da maçã, mas comprar um produto pra ler, ouvir musica, jogar, entrar na internet? Eu faço isso em casa e muito feliz. Não preciso sair por ia na rua, com um treco na mão, mostrando pra todo mundo que eu posso entrar na net com wi-fi e bla bla bla. fala sério. tanta gente morrendo de fome no mundo, e gastam dinheiro com um produto que não vai acrescentar em nada na sua vida. enviado por: Alan da Silva Martinelli
em 12/04/2010 - 15:36
Não adianta falar, é um iPhonão sim, e como o Carlos lembrou bem, menos, pq não liga. enviado por: Fabin
em 12/04/2010 - 15:29
Bom, peguei um iPad nas mãos. Só tem um defeito, muito sério: não era meu. O treco é ducacete! Mexi numa planilha que deixei no iWork.com e é uma experiência quase surreal. Podem falar mal. EU ADOREI! Como diz o caminhão, inveja é uma meleca fedida. enviado por: Alexandre Mello
em 12/04/2010 - 10:53
Realmente, achei impressionante como a Apple faz coisas super simples que qualquer aparelho faz, ficar impressionante e maravilhoso, como ver fotos, videos, jogar games e ler. enviado por: Thiago
em 12/04/2010 - 08:27
O sr. Gustavo Borghi, já utilizou de verdade, algum equipamento da apple ? Manda o currículo para o pessoal da INFO, eles podem te ensinar o que o MAC-OS é capaz de fazer. Podem te apresentar o melhor gadget já inventado que é o Iphone. E espera a versão madura do IPad para ver o que ele será capaz de fazer. Use apple, depois fale algo com conhecimento. Repare que agora toda a indústria vai correr para lançar Tablets. Aprenda com a INFO e seja mais feliz nas suas análises. enviado por: Marcos Mesquita
em 12/04/2010 - 00:44
@Igor - Chegamos a questionar várias vezes se a nota não merecia ser menor. Mas o peso do critério usabilidade é alto e neste caso é muito difícil dar uma nota baixa. Até a aplicação de leitura de livros (iBooks) é melhor do que o da Amazon. O da Marvel é um sonho para quem gosta de HQ. Em termos de tecnologia ele pode melhorar (apesar do processador impressionante). Até o momento é superior aos concorrentes (poucos tablets neste formato lançados). Acredito que veremos ao longo do ano vários tablets, aí talvez a avaliação técnica dele (quesito temporal) baixe. Veja quem são os próximos: http://info.abril.com.br/forum/viewtopic.php?f=279&t=7497 enviado por: Luiz Henrique dos Santos Cruz
em 11/04/2010 - 09:35
Achei incongruente a nota do gadget. Principalmente porque a Info foi bastante profissional ao listar os (vários) pontos negativos do aparelho e, neste sentido, a avaliação - para condizer com o texto - deveria ter sido menor do que 8,9 ao meu ver. enviado por: Igor Ribeiro
em 10/04/2010 - 12:47
É, definitivamente o Gustavo Borghi pegou pesado, apesar que esta questão de fidelidade ao produto em si, nos seus teste é questionável sim, agora entre criticar a metodologia de teste, ou até mesmo desconfiar de corporativismo (afinal a democracia existe para que possamos questionar mesmo), é uma coisa, agredir verbalmente a integridade profissional de um time de uma instituição é completamente diferente. enviado por: Daniel Cevidanes
em 10/04/2010 - 00:57
Gustavo Borghi, e aí? Mandou já o currículo? enviado por: Marcos Oliveira
em 09/04/2010 - 20:54
No mais, o iPad não é um produto perfeito, é verdade. Mas acho que foi um importante passo para evoluir para uma idéia de computador móvel. Gostaria de ver um iPad com opção de stylos rodando um software de edição de imagem pesado como o Photoshop. Assim, os designers, que são os principais consumidores de Mac, poderiam produzir seus desenhos de qualquer lugar. enviado por: Samuel Diniz Casimiro
em 09/04/2010 - 18:30
Gostaria de falar apenas do problema de Wi-Fi intermitente relatado por alguns usuários. Não sei se acontece com todo mundo, mas esse é um problema que acontece COM FREQUÊNCIA no meu iPod Touch e já vi ocorrer em vários outros iPods/iPhones de amigos e colegas. A impressão que tenho é que a forma como seguramos o aparelho pode afetar a qualidade de recepção da antena. No caso do iPad, não haveria razão para isso ocorrer, já que o aparelho é bem maior e supostamente comportaria uma antena, quem sabe, maior. Ou talvez o problema da recepção do sinal Wi-Fi esteja simplesmente relacionado com a mobilidade em si. Se isso for verdade, a intermitência do Wi-Fi não seria um privilégio apenas dos produtos da Apple. No meu notebook isso não acontece, mas ele fica sempre imóvel em cima da mesa. enviado por: Samuel Diniz Casimiro
em 09/04/2010 - 18:27
... e anti-reflexiva. enviado por: Carlos Alberto
em 09/04/2010 - 18:22
Ainda faltou o 3G e a tela oleofóbica. enviado por: Carlos Alberto
em 09/04/2010 - 14:27
Desculpem a nosa falha: 8,9x2=17,8! enviado por: Carlos Alberto
em 09/04/2010 - 14:25
Acho que qdo implantarem a multitarefa, as entradas e saidas USB e HDMI, o telefone, aumentarem a resolução da tela para pelo menos 1280X720 para reproduzir o HD mais simples, implantarem uma tela e-ink colorida ultra rápida, diminuirem o peso de tal forma que o gadget possa ser continuamente sustentado pelos braços por um longo período de tempo, permitirem ao dono do aparelho rodar qqer programa no iPad e não apenas aqueles permitidos pela Apple, a nota da INFO deveria pelo menos duplicar: passaria a ser de 16,8! enviado por: Carlos Alberto
em 09/04/2010 - 14:21
Gustavo Borghi, muito obrigado pela franqueza com que expressou sua opinião. Entretanto, não é a primeira vez que você posta comentários agressivos contra à INFO. Todos os gadgets que aqui aparecem são testados no INFOLAB e baseados em critérios, que estão no http://info.abril.com.br/reviews/notas.shtml. Com relação às suas ofensas pessoais contra o time da INFO, felizmente temos uma equipe animada, qualificada e elogiada por muita gente. Caso queira fazer parte dela, nos mande seu currículo através do contateinfo@abril.com.br. Dessa forma, poderemos conferir todas as suas qualificações. Grande abraço, enviado por: Virgilio Sousa, Gestor de Comunidades INFO
em 09/04/2010 - 13:40
Kim Jong-il monopolizou a Internet na Coreia do Norte, inclusive construindo um Sistema Operacional exclusivo. Steve Jobs quer fazer o mesmo com o mundo! enviado por: Daniel Cevidanes
em 09/04/2010 - 13:23
Agora, eu gostaria muito de conhecer estes critérios da INFO, já que 8,9 é uma nota que beira a perfeição de qualquer hardware, segundo seus critérios, e muitas máquinas mais potentes(ou revolucionarias se vc preferir assim) já foram classificadas por muito menos que esta média ai, sinceramente, acho que a INFO está "arrastando uma sardinha" pro pessoal da Apple. Deve ser alguma coisa, ou é marketing comprado, ou tem um "fanzoca doido" da APPLE nas dependências da ABRIL. enviado por: Daniel Cevidanes
em 09/04/2010 - 12:58
Gustavo Bonato Abrão, veja bem, o tablet faz basicamente as mesmas coisas que um netbook faz, e ainda o netbook tem outras coisas que o tablet ainda não tem, sinceramente, plataforma de consumo ou não, é inútil já que tem outra coisa melhor no mercado, e pelo que pude ver ele (o ipad) é meio pesadinho... A única coisa que eu vejo que seria legal mesmo em PADS, é a questão da tela grande, da funcionalidade Touch, pelo fato de ser especifico pra leitura, otima ferramenta pra quem assina zilhões de revistas, jornais e tal, ótima forma de acabar com a poluição dos papéis, de mais a bateria é algo que realmente surpreende, do mais, o netbook faz coisas até melhor, e tem entradas até pra HDMI... Então eu acho que dependendo que uso vc fará, eu tenho certeza que o PAD é ideal, agora, tenho mais certeza ainda que quase todo mundo tem mais coisas pra fazer do que ficar lendo uma revista ou um jornal online ou não, então mais um ponto pro netbook. enviado por: Daniel Cevidanes
em 09/04/2010 - 12:50
Acho que comentarios como os do Leandro são bem vindos. Se a pessoa não gostou de algo, deve expressar sua opnião e apresentar os argumentos validos. Já comentários como o do Gustavo ai em baixo são extremamente desnecessarios... enviado por: Anderson Martins de Araujo
em 09/04/2010 - 10:22
"Não gosta, ignora" é argumento típico de regimes autoritários. Creio que a liberdade de expressão existe justamente pra você criticar o que quiser. enviado por: Leandro
em 09/04/2010 - 09:47
Eu só queria entender por que tanta gente se preocupa em críticar algo que "despreza"?
Por que será que se incomodam com algo "tão sem utilidade"?
Já li cada crítica absurda a Apple, a Info.
Daqui a pouco o povo vai xingar Deus ou os doadores por Steve Jobs ainda estar vivo!
Não gosta?
Ignora.
Simples assim... enviado por: Fernando Mauro Pereira Barbosa
em 09/04/2010 - 07:45
Insisto: iPad Bom é iPad substituindo TabletPC. O resto é "mais do mesmo". enviado por: Paulo Munir
em 09/04/2010 - 02:09
Avaliacao Tecnica 8,9 ????
Por que?
INFO = MARKETING
Essa publicacao de fundo de quintal nao trata de Tecnologia, ninguem la dentro entende sequer o basico do assunto, e so um bando de estagiario e gente que nao arruma emprego de verdade na area. Nao sabem NADA de mercado.
Ou alguem aqui acredita mesmo que esse povinho da INFO nao preferiria estar numa multi fazendo carreira de verdade em vez de ter que mentir e se passar por idiota babando ovo pra apple..... enviado por: Gustavo Borghi
em 09/04/2010 - 01:14
Até agora nada me convence de que o iPad serve pra alguma coisa que meu iPhone não faz além de ser eReader.
Nem 3g essa porcaria tem. enviado por: Leandro
em 08/04/2010 - 22:36
E jornais, revistas e o Kindle (ou outros e-books readers com e-ink) podem ser lidos confortavelmente no sol intenso de uma praia ou em outras áreas intensamente iluminadas. Eu duvido que se consiga isso no iPad. enviado por: Carlos Alberto
em 08/04/2010 - 19:53
Pra mim continua sendo uma bost*. Acabar com os jornais vai melhorar o mundo? Papel é reciclável. E a bateria dos produtos tecnológicos? E os demais componentes de hardware? Já viram o tanto de lixo eletrônico que é produzido por dia no mundo?
E quanto à multitarefa ser mais uma questão de software, porque a Apple não implementou isso então? Simples, depois de um tempo ela lança um "novo" iPad com essa característica para que as pessoas comprem. É um consumismo besta esse.
Alguns falaram de smatphones. Eu até gostaria de ter um smartphone, mas antes, gostaria que meu celular ao menos fizesse ligações ou as recebesse. O que mais obtenho dele é "o número discado encontra-se indisponível ou fora de área".
Agora, entre ler um livro ou um jornal em papel e usar um eReader ou Tablet eu ainda prefiro o papel. Não preciso me preocupar com a bateria do livro nem do jornal pois eles não tem isso. enviado por: João Henrique
em 08/04/2010 - 17:43
Estou vendo um monte de "as uvas estão verdes", conhecem a história? Eu não dei bola para o iPhone quando vi as descrições, não vi novidade nenhuma. Só quando peguei na mão e mexi vi a superioridade da experiência. Specs técnicos são uma coisa, outra é você interagir e sentir uma obra de arte em suas mãos. Creio que com o iPAD será o mesmo. Os Tablets que vi no passado - não multi-touch e usando canetinha - não se comparam. Alguém mais atualizado pode me informar uma alternativa de Tablet com a mesma qualidade de experiência multi-touch? enviado por: rkalmeida
em 08/04/2010 - 17:40
Mesmo com adição de suporte a multitarefa, continua não valendo a pena. Ser multitarefa era o MÍNIMO esperado, serviço básico hoje em dia em qualquer sistema operacional que se preze. Não sou contra a Apple, muito pelo contrário: planejo comprar um MacBook em breve. E vou fazê-lo porque é interessante, tem diferenciais e me será útil, ao contrário do iPad. enviado por: Leonardo Rodrigues
em 08/04/2010 - 16:25
Pra mim isso é só fogo de palha. No Brasil não vinga. Com 83% dos softwares pra IPad pagos, quero ver essa brazucada acostumada a piratex fazer alguma coisa. Male-mal tem um ou outro com windows autêntico. Aí vem as versões free dos softwares populares. Cheias de add ons de propaganda, spyware ou limitação de funcionalidade. Aí ninguem quer, óbvio. IPad é legal? Sim, é. Mas quantos estão dispostos a pagar novamente por sistemas que ja pagam pra usar no PC? enviado por: freddy
em 08/04/2010 - 15:14
No Kindle não dá para ter imagens e vídeos coloridos dentro do livro, muito menos uma tabela periódica dos elementos em 3D com informações multimídia... Jardel, o problema que eu trago não é sobre o tablet ser da maçã ou da Microsoft, HTP... Tanto faz, o negócio é que um tablet (conceito de computador) fornece muito mais possibilidades do que um eReader comum. E o multitarefas já era como contra do iPad até o fim do ano. enviado por: GUSTAVO BONATO ABRAO
em 08/04/2010 - 15:13
Fique a vontade... enviado por: Diego Da Silva Rocha
em 08/04/2010 - 14:58
iPhoneOS 4: Mail aprimorado. Caixa postal universal. E mais de uma conta Exchange Mail ao mesmo tempo. Querem que eu continue postando as novidades? enviado por: Alexandre Mello
em 08/04/2010 - 14:40
iPhoneOS 4: Pastas para organizar ícones na home screen. Melhorias no serviço de Push. Tem mais 5 novidades ainda por vir, diz o Steve Jobs na apresentação. enviado por: Alexandre Mello
em 08/04/2010 - 14:39
iPhone OS 4, acaba de cair o problema da multitarefa. O povo da Apple está apresentando agora.
Próóóóximooooo... enviado por: Alexandre Mello
em 08/04/2010 - 14:21
Prefiro fechar os olhos pra qualquer mimo do iPad e perguntar apenas uma coisa: "-Ele é bom substituto para os TabletPC (vide google)" enviado por: Paulo Munir
em 08/04/2010 - 13:47
É só parar de tentar entender pra que serve e utilizar, somente se encaixar no seu dia dia, senão parte pra outro aparelho enviado por: Rangel Joseph dos Anjos Santos
em 08/04/2010 - 13:18
O ipad é pra Apple ganhar dinheiro, se ela vender água em uma caixa branca todo mundo vai babar mesmo.
E todos esses gadgets não devem ser usados ao mesmo tempo né Alexandre, até por que se você gosta do ipad você vai ter que se acustumar a só ouvir música, ou só navegar na web, ou só ler, um de cada vez, se quiser fazer tudo ao mesmo, vai ter que comprar um ipod, um kindle, e um smartphone. enviado por: Diego Da Silva Rocha
em 08/04/2010 - 13:08
Alexandre, acho que VOCÊ ainda não entendeu para que serve o iPad. enviado por: Joao Paulo
em 08/04/2010 - 12:49
Ah, e quanto ao preço: faça separado, um Kindle mais um iPod mais um netbook pra ver emails, surfar e usar o Office. Custa mais que US$600... Fora que vc vai precisar de uma mesinha pra usar tudo ao mesmo tempo. enviado por: Alexandre Mello
em 08/04/2010 - 12:17
As pessoas americanas do norte que não botavam muita fé no iPad mudaram de opinião quando esfregaram seus dedinhos no vidro escorregadio do iPad. Basta ver as resenhas nos jornais e revistas internacionais.
Quem fala que não serve, é uma porcaria, é monotarefa, é esnobe etc talvez seja porque ainda não entenderam pra que serve um iPad. E nem babaram em frente a uma vitrine onde ele estivesse exposto.
Eu tô doido pra ter um iPad pra chamar de meu e ver emails, usar o iWork, surfar no Safari sem Flash (nos meus Macs uso o ClickToFlash, pra brecar essa praga, fica a dica pros MacUsers) e ler livros, com o benefício paralelo de matar de inveja os usuários de netbooks toscos.
http://www.ilovemymacthesong.com/ É antiguinho mas ainda vale. ;-) enviado por: Alexandre Mello
em 08/04/2010 - 12:14
Gustavo Bonato Abrão, se é pra ler, um e-Reader é mais eficaz que você pode ficar horas olhando e a bateria dura.
Ah esqueci, o Kindle não é da maçã. enviado por: Diego Da Silva Rocha
em 08/04/2010 - 12:06
A finalidade do iPad e o conteudo. E Photoshop custa $1799 ! enviado por: Marcelo Yonamine
em 08/04/2010 - 11:16
Ainda sem entender como isso ganhou 8,9 mesmo tendo "Contras: Não é multitarefa, nem tem suporte a Flash." Só essas duas informações já valeriam 5 pontos a menos. enviado por: Joao Paulo
em 08/04/2010 - 11:10
Ops, Apple <> tecnologia, Apple = Marketing, errei rs rs rs. enviado por: JARDEL FELIPE ROCHA
em 08/04/2010 - 10:25
Gustavo Bonato Abrão todos nós compreendemos para que serve um tablet equal a sua função prioritaria. O que nao conseguimos entender o por que de um objeto simples ao extremo ser caro. E outra, a idolatria que o aficcionados pela tecnolgia tem por uma marca que não tem a pretensão nenhuma de diminuir os custos ou mesmo montar uma loja deles aqui no Brasil. Esnobando o Brasil e os idiotas correndo atras. Parece 'rapariga' ruim que apanha do macho e ainda volta para ele, aff ¬¬" só aqui mesmo enviado por: JARDEL FELIPE ROCHA
em 08/04/2010 - 10:20
Concordo totalmente com Leonardo Rodrigues. Esse produto só esta em alta por causa da marca, francamente a marca é bem maior que o prouto. Venhamos e convenhamos que isso não interessa a quase ninguem a não ser o doentes e zumbis seguidores da marca. Não troco meu Mini Dell por nada, leio como no Ipad numa qualidade e velocidade mais rapido com as mesmas 10 polegadas. enviado por: JARDEL FELIPE ROCHA
em 08/04/2010 - 10:09
Para os defensores do "olhem para a frente", "não resistam a novidades", "vejam o futuro", fica a dica: NENHUMA função do iPad é nova, todas já existiam antes. Pra completar, muitas são mal executadas. Podem comprar à vontade, mas eu (e várias outras pessoas) nunca gastaria meu dinheiro nisso. enviado por: Leonardo Rodrigues
em 08/04/2010 - 08:45
Bem, seguinte.... Serve para ler livros, gibis, jornal, no ônibus, no banco da praça, na fila do inss, na fila do banco?
Entao é um dos inventos mais sensacionais de todos os tempos. O resto é conversa pra boi dormir. Pena que esse é mais um da séria "Jamais colocarei a mão". Tchuss. enviado por: Paulo Cezar Ferreira Machado
em 08/04/2010 - 08:26
Pessoal, santa ignorância. Não consigo compreender como alguns não entendem a proposta de um tablet. Ele é uma plataforma de CONSUMO e não de CRIAÇÃO poxa, quando isso vai entrar na cabeça de vocês?
Primeiro, comparações com iPhone e smartphones são desnecessárias, alguém que se preze já tentou ficar mais de 10 minutos navegando em um site ou lendo algum artigo em um smartphone? Fala que é a mesma coisa quem nunca mexeu muito em um celular de nova geração ou não lê muito. É IMPOSSÍVEL ter uma navegação prolongada num smartphone, é coisa para jogo rápido porque fica desconfortável e incômodo ficar com o dedo para cá e para lá toda hora (e olha que são poucos touchscreen por enquanto, imagina no botão).
Segundo, multitarefas por multitarefas, os netbooks básicos não são lá grandes coisas (sem mencionar que o iPhone OS 4 apresentado amanhã quem sabe trará esta função). Muitas das reclamações são questão de software, não de hardware, portanto podem ser adicionadas com o tempo.
Terceiro, tenta ficar mais de 4 ou 5 horas com um netbook com muita coisa ligada, a bateria acaba rápido... E partindo do pressuposto que já brinquei com vários tablets com Windows, posso afirmar que POR ENQUANTO nenhum processadorzinho existente nestes aparelhos é capaz de abrir muitos programas e navegar de forma adequada.
Quarto, Windows XP ou 7 não é uma plataforma final para um tablet. Quem sabe a Microsoft lança algo próprio, mas o SO completo tem muita coisa desnecessária, sem falar nos vírus (imagina ter que ficar formatando ou instalando antivírus em tablet, que velocidade LEGAL que vai ficar).
O iPad peca principalmente na câmera (que deve vir numa segunda geração), porém é inegável que este é o primeiro passo para uma evolução desta categoria de computadores, agora com tecnologia MADURA para convergir vários tipos de mídia para consumir (vídeo, música, livros, quadrinhos, websites etc.)
Em suma, a intenção que tenho aqui não é sacramentar nem idealizar o iPad como um grande campeão (muitos outros aparelhos de outras companhias boas virão), mas tentar ilustrar que o conceito de TABLET ainda não entrou na cabeça de muita gente. Por sinal, o mesmo aconteceu com os computadores, celulares etc. O ser humano tem medo de novidades, vamos ser otimistas galera. enviado por: Gustavo Bonato Abrão
em 08/04/2010 - 00:26
Odiei o fato de não ser multitarefa, como um laptop, ou simplesmente um netbook... Mas adorei a interface de acesso web... eu daria nota 6,5, por causa de vários detalhes ignorados pela Apple... enviado por: Henrique dos Santos Rodriguez
em 07/04/2010 - 21:05
O Povo sem criatividade, pensem no que vocês podem fazer com ele. Parando pra pensar um pouco esse é um dos primeiros passos para acabarmos com os Jornais Impressos e as Revistas, com vários tipos de papéis, com isso melhorando o mundo. Penso que num futuro não muito distante vamos utilizar o IPad ou algum genérico como Cardápio, Fichas Médicas e etc...
Parem de criticar e comecem a pensar no que usar... enviado por: Gabriel Ribeiro
em 07/04/2010 - 19:43
Sinceramente, o iPad é uma bost* e a imprensa está babando ovo para a Apple. Só o fato de não ser multitarefa já o torna uma porcaria nos tempos atuais. enviado por: João Henrique
em 07/04/2010 - 19:30
O sr. Steve Jobs disse que a tributação do Brasil é maluca e esnobou a oferta do governador do Rio de Janeiro para estabelecer um loja da Apple na cidade. As demais empresas multinacionais que operam no nosso mercado importam e exportam nas mesmas regras, não acham nada maluco e ainda ganham dinheiro. A minha conclusão é de que há menos apllemaniacos no Brasil do que o sr. Jobs gostaria. enviado por: Carlos Alberto
em 07/04/2010 - 18:20
O iPad é um brinquedo tecnológico, nada mais que isso. Não trouxe nada de inovador. Se há dificuldade em ler e-books nele por causa da tela, nem mesmo para essa função ele servirá. enviado por: Felipe Carballo
em 07/04/2010 - 16:36
novamente - a Apple não é empresa de tecnologia, é empresa de marketing. Tablets já existiam antes e hoje iPad = Ipod Touch + big screen = iPhone + big screen - telefone enviado por: zsdo oiashndfoh oiashdf
em 07/04/2010 - 16:17
A Apple sempre faz isso. Descaradamente já fizeram isso com o suporte a 3G do iPad. enviado por: Geovane Barbosa Gomes
em 07/04/2010 - 15:29
O iPad pra mim é um navegador web, que toca musica e é touch. Assim como não preciso de um monitor de 52" para usar a web, não preciso de um iPad, talvez até compre um iPhone ou iPod Touch. Pra que carregar por ai Celular e um Ipad, se o iPhone já faz atende essas necessidades (só que com tela menor). E o pior é quem deve estar louco pra comprar ele já deve ter um iphone...
É dar dinheiro pro Jobs atoa.
Aposto que depois que eles venderem uns 3 milhoes eles vão preparar uma versão nova com alguma coisa a mais, e todo mundo que comprou vai comprar de novo (vide ipod e iphone) enviado por: Diego Da Silva Rocha
em 07/04/2010 - 15:27
Esse iPad é a coisa mais inútil que já inventaram, não dá pra levar no bolso com um telefone e nem sequer faz uma ligação, não faz o mínimo que um computador pode fazer por isso é bem menos que qualquer netbook que por sinal com a configuração mais básica a venda consegue rodar uma planilha e alguns melhorzinhos até rodam photoshop. É produto pra gente que não tem mais aonde gastar dinheiro, acho que a Apple contratou o cara que fez o programinha IAmRich do iPhone pra inventar algum gadget. enviado por: Geovane Barbosa Gomes
em 07/04/2010 - 15:18
Eu acho legal como todo mundo fala o tanto que o iPad é inovador e esquecem que o formato Tablet tá aí a anos já. A Apple só utilizou seu marketing infalível pra trazer esse estilo de computadores para a grande imprensa pela primeira vez. Fazendo dele sim, um iPhonão enviado por: Thiago Diniz Colás
em 07/04/2010 - 15:01
Tenho visto muitos reviews favoráveis ao iPad, que é um aparelho nitidamante bastante limitado. Estou comechando a acreditar que qqer reporter técnico que fale mal do iPad é sumariamente despedido. enviado por: Carlos Alberto
em 07/04/2010 - 14:56
O iPad é um brinquedo! É entretenimento! Você precisa tanto dele quanto de um PS3 ou Wii. Alguém (são) que não tem computador, não vai comprar um. Que não tem note/netbook, pouco provável. Que não tem iPhone/Smartphone, acho que também não. Mas se você já dispõe de tudo isso, o iPad é um ótimo centro de entretenimento. enviado por: Bruno Vinicius Dias da Silva
em 07/04/2010 - 14:44
Eu diria que, como ele não tem o telefone, é muito menos que um iPhonão! enviado por: Carlos Alberto
em 07/04/2010 - 14:40
"O iPad é muito mais que um iPhonão " pessoalmente descordo... Acho que o iphne tem mais utilidade do que este aparelho.Vejo muito mais utilidade em um PC tambem do que neste aparelho. enviado por: Jefer
em 07/04/2010 - 14:26
Assim que terminou a badalada apresentação do iPad, começaram a circular na internet montagens de Steve Jobs segurando vários iPhones, colados uns aos outros por fita adesiva. A equipe da Apple até pode ter usado esse artifício bem-humorado para visualizar sua ideia fisicamente pela primeira vez. Mas o conceito por trás do tablet passa longe dos smartphones, embora os tenha usado como inspiração. Ele ataca a velha combinação de mouse, teclado e monitor, apresentando uma nova maneira de interagir com a máquina e seu conteúdo. Só isso já vale o barulho causado – favorável ou contrário.
É prematuro dizer que um produto como esse tem condições de impor o final da era dos computadores pessoais como a conhecemos. Mesmo porque não é possível fazer simples edições de imagem no Photoshop com desenvoltura por meio dele. Mas o aparelho quebra o paradigma da mobilidade, ainda que de maneira embrionária, cheia de falhas e destinada a usuários que não precisam rodar aplicações pesadas ou planilhas imensas no Excel.
O iPad brilha mesmo é como plataforma para conteúdo digital. Tudo o que se pode ler, assistir, escutar ou jogar (ou, ainda, tudo isso junto) fica irresistível nessa tela de 9,7 polegadas. Mas convém lembrar: o produto está nas lojas há menos de uma semana e, obviamente, fica devendo uma variedade maior de aplicativos que promovam essa integração de maneira competente. Alguns programas, inclusive gratuitos como o USA Today, dão uma boa amostra do que os desenvolvedores podem preparar com o uso de widgets. O jornal de papel torna-se algo interativo e divertido de usar.
Nas clássicas atividades de escritório, a limitação de realizar uma tarefa por vez é algo muito mais grave do que no iPhone. Afinal, presume-se o uso do aparelho como computador, no qual você precisa alternar com frequência entre editor de texto, planilha e navegador, por exemplo. Obstáculos desse tipo devem ser derrubados em futuras versões. Mas outros, como a falta de suporte a Flash ou a impossibilidade de expandir a memória, têm ligação com a política e o modelo de negócios restritivos da Apple.
Nas próximas páginas, confira nosso teste completo com o iPad e descubra o que tem feito o mundo babar pela novidade da Apple – ou detestá-la.
Com apenas 1,3 centímetro de espessura, o iPad tem área de seis iPhones juntos (como dá para visualizar no teste da TV INFO). São 18,9 por 24,2 centímetros. Na parte da frente, o acabamento é igualzinho ao do smartphone. Já a traseira é de alumínio, seguindo o estilo dos MacBooks, inclusive no padrão extremamente rígido e difícil de riscar.
Por dentro, o tablet avaliado carrega o processador Apple A4, com frequência de 1 GHz, 256 MB de memória RAM e 16 GB de espaço para armazenamento. Nessa configuração, o modelo custa 499 dólares, nos Estados Unidos. A previsão é de que ele chegue ao Brasil apenas no segundo semestre. Durante o teste, uma ótima surpresa: a bateria cumpre o que promete, com duração de 11 horas em uso contínuo, enquanto baixamos aplicativos, assistimos vídeos e lemos revistas.
A única opção de conectividade com a internet é o Wi-Fi. A versão 3G ficou para a próxima remessa e já tem preço definido: parte de 629 dólares. O tablet também tem Bluetooth, com suporte a acessórios como fones de ouvido e teclado sem fio. De resto, é até mais fraco do que um iPhone nas configurações. Primeiro, pelo motivo óbvio: ele não telefona. Também não tem câmera (ou webcam, que seria mais útil num produto desse tipo).
A experiência de navegação com o iPad é muito boa pelos motivos que você já conhece: a tela é bastante sensível aos comandos com o dedo, e a coisa fica bem divertida na hora de aplicar zoom à página usando o movimento de pinça. O mesmo vale para aplicações como o Google Maps – com uma tela grande assim, o mapa se torna mais bonito e fácil de mexer do que num smartphone ou netbook.
A própria loja de aplicativos da Apple foi repaginada para o iPad. A home tem uma espécie de estante na parte de cima, que funciona como o Cover Flow, velho conhecido do iPod e do iTunes para desktop. O programa para baixar músicas e vídeos, aliás, também está bonito, embora simples. Um carrossel de imagens na parte de cima exibe os destaques, enquanto as outras opções à venda ficam em pequenos retângulos na parte de baixo.
O conteúdo mais bem resolvido para a tela do iPad, no entanto, é qualquer transmissão em vídeo. Os clipes do YouTube nem precisam estar em resolução fantástica para caírem muito bem na posição horizontal do LCD, com 1.024 por 768 pixels. Em geral, os filmes da iTunes Store têm qualidade irrepreensível, mas não são baratos. Custam cerca de 20 dólares para comprar e 5 dólares para alugar, enquanto temporadas completas de séries saem por 50 dólares. Episódios individuais custam 3 dólares.
Mexendo um pouco nas configurações, logo se vê um layout diferente para o sistema, em relação ao iPhone. Agora ele é dividido em duas colunas. Isso facilita a visualização de todos os itens, antes de expandi-los. O mesmo acontece no player de música, com uma barra lateral exclusiva para mostrar a árvore de arquivos, tornando mais clara a divisão de artistas e álbuns.
Assim como a TV um dia imitou o rádio, a Apple e qualquer outro fabricante de tablets terá de se basear na experiência com livros, revistas, jornais e internet para tentar emplacar essa nova maneira de transmitir conteúdo digital. É exatamente isso o que se percebe ao baixar os primeiros aplicativos disponibilizados na App Store pelo mercado editorial. O tablet proporciona uma experiência inédita para leitura. Mas muito do que se vê são praticamente adaptações de arquivos em PDF com alguma interatividade.
Muitos programas gratuitos, no entanto, já satisfazem as expectativas do usuário que busca navegação multimídia. Um bom exemplo é o USA Today. O jornal mostra suas matérias em destaque ao lado de widgets com previsão do tempo, calendário e resultados esportivos, além de uma bela galeria de imagens. Cruzar reportagens em texto, vídeo e áudio no auge da capacidade do iPad parece um futuro breve.
Outra experiência de sucesso, que nos deixou com vontade de comprar um monte de revistas em quadrinhos, é o software da Marvel. Cada edição cabe certinho na tela, o que facilita essa adaptação. Mas o legal mesmo é o efeito de transição entre os quadros, lembrando o estilo do filme Sin City. As HQs custam 2 dólares, cada uma, mas existem alguns exemplares disponíveis gratuitamente, como o número 1 do Hulk, de 2008.
Como leitor de e-books, o iPad também apresenta sofisticação acima de concorrentes como o Kindle. O aplicativo iBook mostra as páginas sendo viradas e tem uma porção de recursos para facilitar a leitura, como busca de palavras no dicionário e na Wikipédia, além da possibilidade de grifar um pedaço do texto. É claro: também dá para comprar vários livros para encher a estante. Centenas de bons títulos gratuitos estão disponíveis na loja, mas os pagos custam cerca de 10 dólares.
Quanto à capacidade do iPad como console para jogos, as opiniões se dividem. Nos títulos que envolvem estratégia, como o clássico casual Worms, é garantida diversão sem irritação com os controles. Mas nos games mais complexos e que envolvem comandos na tela, ao estilo de Resident Evil 4, a jogabilidade ainda não parece muito bem resolvida. Talvez o melhor tipo de jogo para essa plataforma seja corrida ou qualquer um envolvendo acelerômetro e poucos botões virtuais, como Need for Speed Shift.
Tanto para ler revistas, como para assistir filmes ou jogar, três fatores atrapalham muito quando o assunto é usabilidade. Primeiro, o iPad é um aparelho pesado. Com 680 gramas, o equivalente a dois livros de 300 páginas, ele tem potencial para cansar o seu braço em alguns minutos de uso. O melhor é usá-lo na posição vertical e, quando possível, apoiá-lo sobre a mesa.
Os outros dois problemas estão na tela. Mesmo tendo a camada oleofóbica, como o iPhone 3GS, ela fica bastante engordurada com uso intenso. Também não dá para limpá-la facilmente. Com um lenço de papel, é preciso fazer certa força para tirar a coleção de impressões digitais. Mas o pior são os reflexos excessivos das luzes do ambiente. Isso dificulta a leitura e cansa os olhos mais do que no Kindle e nos outros leitores com tinta digital.
É claro que o iPad tem vários outros pontos negativos. O mais condenado é a falta do Flash para abrir páginas construídas com o programa e assistir vídeos na web. Neste caso, trata-se de uma tomada de partido da Apple, que usa o potencial do HTML 5 como argumento contra o Flash. Mas, na verdade, está apenas defendendo seu modelo de negócios na venda de programas. Com suporte à tecnologia da Adobe, desenvolvedores criariam um mundo à parte de aplicativos.
A falta de conectividade é outro defeito notório. Sem entrada para cartão SD, por exemplo, fica impossível expandir a memória. 16, 32 ou 64 GB são pouco espaço para guardar a quantidade de arquivos multimídia que um usuário médio está disposto a baixar. Para isso, a Apple também usa o argumento da nuvem, de que a maioria das aplicações de áudio e vídeo será baseada em streaming. Mas, para carregar um filme do YouTube em alta definição, em nossa conexão de 2 MB, foi necessário esperar pelo menos 5 minutos, o que tira boa parte da graça de assistir ao clipe.
Embora a bateria dure bastante e não precise de carga extra durante o dia (você pode deixar o iPad na tomada à noite, como faz com um celular), é difícil de engolir a restrição de não poder carregar o aparelho ligado à porta USB de um PC. Esse recurso funciona apenas em Macs. Outros problemas apontados por leitores e sites estrangeiros são questões relativas a superaquecimento e Wi-Fi intermitente. Não tivemos esses contratempos, mas prometemos ficar ligados e testando o aparelho por mais alguns dias para ver se esses e outros defeitos aparecem.