A revolução dos moleques
Juliano Barreto, da INFO 15 de maio de 2009|
Scott Audette/ Associated Press
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Foi num movimento tão cotidiano quanto subir as escadas de casa e observar o comportamento dos filhos que o canadense Don Tapscott extraiu as bases de seu livro mais recente, “Grown Up Digital: How the Net Generation is Changing Your World” (ainda sem versão brasileira). Os dois adolescentes, hoje com 23 e 26 anos, são legítimos representantes da geração net, gente que fica mais tempo na frente do computador do que da TV e que está mudando o jeito como trabalhamos, consumimos e nos relacionamentos. O consultor e autor de Wikinomics estará no Brasil em agosto para o INFO CIO Meeting. Veja o que ele contou:
INFO Como a geração net está mudando o mundo?
DON TAPSCOTT Essa geração de jovens cresceu com acesso farto à internet. Eu me considero um imigrante digital, eles são nativos. Pensam de forma diferente e agem de um jeito colaborativo naturalmente. Vivem em função de inovação, criatividade e customização. Estou convencido de que dentro dessa nova cultura está um novo jeito de trabalhar. Se ouvirmos esse pessoal, eles nos mostrarão como mudarmos nossas empresas — e para melhor.
- a mais de 10 anos q vivo na informatica... e sempre vi o mundo dos games (garotos, adolescentes...) sendo a alavanca para o desenvolvimento de hardware a fim de suportar as qualidades vivenciais dos jogos... interessante q esse tipo visao esteja se expandindo para varias outras areas da informatica mas mais ainda na sua metodologia... interessante... alguem ha 2 milenios disse q se nao nos tornassemos como as criancas nao.............
enviado por: Cesar Pradela em 19/05/2009 - 00:23 - A indústria de mídia PRECISA se adaptara nova realidade de mercado. Precisam encontrar formas justas de distribuição e cobrança. No mundo da música acredito que essa evolução é positiva, realmente tirou o mítico poder das gravadoras, devolvendo aos verdadeiros donos, vejam o caso da Moveis Coloniais de Acaju, Bonde do Rolê, etc. Já a indústria cinematográfica é mais complicado, o número de pessoas envolvidas é muito grande e não tem como distribuir gratuitamente... Nesse caso só iniciativas como da Saraiva Digital (que se não diminuir os preços vai morrer, rápido) ou de diversos seriados que disponibilizam seus episódios on-line logo após a exibição, com publicidade no site e integrada ao programa. Não adianta prender "downloaders" ou tentar coibir o download, é impossível!!
enviado por: Bruno Ferreira Porto em 15/05/2009 - 18:11



