O QI da segurança na web
Bruno Ferrari, de INFO Online 13 de fevereiro de 2009|
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Qual dessas opções não é um tipo de ameaça virtual: worm, pishing, espartano, cavalo-de-troia ou bot? De bate-pronto, qualquer profissional de TI, ou pessoa que tenha conhecimento sobre informática, vai tirar da lista o espartano. Até porque não passa de um habitante da bélica cidade-estado grega de Esparta ou um adjetivo para algo que é tosco, mas eficiente. Certo? Certíssimo.
No, entanto, para muita gente, identificar os diferentes tipos de pragas virtuais não é tão simples assim. Um estudo realizado pela F-Secure em diferentes países mostrou que apenas 4% das pessoas entrevistadas sabiam que “Spartans” (espartanos, em inglês), não era um termo para algum tipo de ameaça virtual. Os mais informados foram os alemães – mais da metade deles soube dizer a expressão servia apenas para identificar os seguidores do rei Leônidas.
Chamado de Anual Online Wellbeing, o estudo identificou um número positivo - mais de 90% das pessoas possuem software de segurança instalado em seus computadores. Por outro lado, somente 21% de todos os respondentes sabiam que definições de antivírus precisam ser atualizadas diariamente. Isto indica que uma importante parcela dos usuários tem uma falsa sensação de segurança ao não se preocuparem com a atualização da licença de seus programas – sejam eles pagos ou gratuitos.
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