Web 2.0 no DNA do Wal-Mart

Redação INFO 12 de dezembro de 2008
Web 2.0 no DNA do Wal-Mart
O site da rede varejista aposta em colaboração entre os clientes para garantir as vendas

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O carrinho de compras é quase um detalhe do recém-criado site de vendas pela internet do Wal-Mart. Com um investimento de 25 milhões de reais, a maior rede de varejo do mundo recheou sua página brasileira com recursos da web 2.0 como RSS e nuvem de tag, para estimular os usuários a gerar informações sobre os produtos.

O trabalho de criação começou com a definição da plataforma que serviria de base para todo o conteúdo. A opção foi a brasileira e-Plataforma. “Optamos por uma solução que pudesse ser customizada de acordo com nossos interesses”, diz Flavio Dias, diretor de e-commerce do Wal-Mart. A infra-estrutura para manter o site no ar foi toda terceirizada. Um serviço de hosting foi contratado com a DHC. Além disso, a Akamai – empresa que replica o conteúdo de sites em servidores do mundo inteiro – foi contratada para acelerar o acesso. A usabilidade também foi uma preocupação. Para ter certeza de que a navegação no site era simples, foram feitas diversas pesquisas e testes em laboratórios.

Do outro lado da loja virtual, no backoffice, foi desenvolvida uma aplicação que permitisse a integração das informações do site com o SAP do Wal-Mart. Esse trabalho foi feito pela Uniconsult. Já o estoque é totalmente independente. Os 110 mil itens disponíveis na página ficam num centro de distribuição exclusivo, administrado pela Total Express. O transporte dos itens comprados fica nas mãos de um pool de fornecedores, que além de entregas tradicionais, realiza fretes no mesmo dia
em algumas localidades.
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Web 2.0 no DNA do Wal-Mart

12 de dezembro de 2008


O carrinho de compras é quase um detalhe do recém-criado site de vendas pela internet do Wal-Mart. Com um investimento de 25 milhões de reais, a maior rede de varejo do mundo recheou sua página brasileira com recursos da web 2.0 como RSS e nuvem de tag, para estimular os usuários a gerar informações sobre os produtos.

O trabalho de criação começou com a definição da plataforma que serviria de base para todo o conteúdo. A opção foi a brasileira e-Plataforma. “Optamos por uma solução que pudesse ser customizada de acordo com nossos interesses”, diz Flavio Dias, diretor de e-commerce do Wal-Mart. A infra-estrutura para manter o site no ar foi toda terceirizada. Um serviço de hosting foi contratado com a DHC. Além disso, a Akamai – empresa que replica o conteúdo de sites em servidores do mundo inteiro – foi contratada para acelerar o acesso. A usabilidade também foi uma preocupação. Para ter certeza de que a navegação no site era simples, foram feitas diversas pesquisas e testes em laboratórios.

Do outro lado da loja virtual, no backoffice, foi desenvolvida uma aplicação que permitisse a integração das informações do site com o SAP do Wal-Mart. Esse trabalho foi feito pela Uniconsult. Já o estoque é totalmente independente. Os 110 mil itens disponíveis na página ficam num centro de distribuição exclusivo, administrado pela Total Express. O transporte dos itens comprados fica nas mãos de um pool de fornecedores, que além de entregas tradicionais, realiza fretes no mesmo dia
em algumas localidades.