BlackBerry abre caminho a desenvolvedores

Bruno Ferrari, de INFO Online 6 de janeiro de 2009
A brasileira Navita abandonou as plataformas Symbian e Windows Mobile e viu sua carteira de clientes BlackBerry subir de 10 para 90

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Quando os BlackBerrys começaram a se tornar uma ferramenta de trabalho, a facilidade de sua consagrada ferramenta de sincronização de e-mails contrastava com um design feio e grandalhão. A interface não era das melhores e a tela tinha uma resolução que deixava a desejar. Enfim, pode-se dizer que os BlackBerrys estavam mais para arcaicos minigames do que para smartphones hi-tech.

Mas essa época passou e, antes que fabricantes, como Nokia, Samsumg e Motorola, pudessem varrer o mercado corporativo de celulares inteligentes, a RIM tratou de aprimorar o design, a interface e principalmente a plataforma de seus aparelhos. Junto a modelos como o Pearl, Curve e, mais recentemente, o Bold, a o BlackBerry OS ganhou algumas empresas dedicadas a desenvolverem aplicações à plataforma da RIM. Entre elas, a brasileira Navita.

Com seis anos de atuação, a Navita começou desenvolvendo soluções de portais corporativos para grandes companhias como bancos, operadoras e varejistas. Em 2006, a empresa criou uma unidade de negócios focada exclusivamente em aplicações móveis, fazendo a convergência entre dispositivos e os portais que ela desenvolvia.
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