Não contrato fumante
Ana Lúcia Moura Fé, da INFO 18 de maio de 2009|
Plainpicture/ Grupo Keystone
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De uma pilha de currículos, sobram dois candidatos com a mesma experiência e formação. Um é fumante, o outro tem antecedentes criminais. Qual deles tem mais chances de conseguir o emprego? O fumante, certo? Não, necessariamente. Para muitos empregadores, o hábito de fumar é pior do que ter sido fichado na polícia. Foi o que revelou um estudo feito pelo Sebrae com 505 pequenas empresas há cerca de um ano e meio.A maior restrição na hora da admissão, com cerca de 41%, foi o alcoolismo. Logo atrás vieram os fumantes (18,2%), seguidos de pessoas com antecedentes criminais (14,7%).
“Ninguém fala explicitamente sobre isso. Mas é visível o cerco ao fumo nas empresas”, diz Luiz Alberto Panelli, headhunter da Panelli Motta, Cabrera e Associados. O assunto é delicado. As empresas não querem ver suas imagens arranhadas por acusações de discriminação, nem se envolver em questões trabalhistas, embora haja legislação no país que proíba o uso de cigarro em recintos coletivos — a menos que haja um local reservado para isso, o fumódromo.
- Gilberto Strapazon, suas palavras dizem tudo!
enviado por: em 22/05/2009 - 16:57 - Não entendo este tratamento de marginal dada aos fumantes nos últimos anos. Preferem contratar alguém com antecedentes criminais a um fumante? Boa sorte! Preferem contratar alguém que bebe todos os dias após o expediente e chega no trabalho dia seguinte com ressaca? Boa sorte! Claro que a questão depende do tipo de trabalho e se o funcionário precisa sair para fumar de meia em meia hora, porque aí a coisa complica. Mas condenar o funcionário que se retira 2 ou 3 vezes por dia para tomar um café e fumar um cigarro num local privado? É uma questão de bem-estar dele! Alegar que isso atrapalha seu rendimento é uma besteira sem tamanho! E quanto ao mau-caratismo? À falta de educação? Às fofocas? À falta de competência? À quem peida ou não usa desodorante? Às mulheres que vestem pouco ou quase nada e aos homens que assediam? Citando o Osmar, "o preconceito contra fumantes é só mais uma babaquice moderna. Outra ecochatisse".
enviado por: em 22/05/2009 - 16:37 - Por isso mesmo que você não presidente de empresa nenhuma. O que vale é a competência e não os hábitos PESSOAIS.
enviado por: Bruno Ferreira Porto em 21/05/2009 - 01:16 - aff ceis tao falando é lorota! vcs estao olhando para o individuo fumante que agora se passa ser o coitadinhoe nao pra geral nao fumante que tem que aturar esse mau elemento! sou contra o cigarro, cigarro faz mau e todos ja estao cheio de saber disso... se eu fosse presidente de qualquer empresa eu tbm teria essa medida contra fumantes.
enviado por: bruno augusto em 20/05/2009 - 20:20 - Olhei esta notícia e não pode deixar de comentar. Existem dois tipos de fumantes, o fumante compulsivo que não expressa educação ao convívio humano e o fumante consciente que fuma em locais apropriados e demonstra respeito às pessoas que estão ao seu redor. Acho que este primeiro caso um problema mais voltado ao psicológico do que um simples vicio, falo isso porque eu e minha família já fomos vitimas da incapacidade de convivência dentro de lugares onde vamos para nos divertimos e comermos, não engolir fumaça e estressar-mos, minha filha com 1 ano também foi vítima da ignorância alheia. Um aviso para os que acham que fumar não é crime, talvez não seja penalmente, mas se tratando de uma mulher grávida fumando ou respirando fumaça de cigarro é um crime a vida, alias quem fuma se mata aos pouco, mas não vou criticar de maneira geral onde são poucos os corrompidos. Tenho amigos fumantes, meu pai ex-fumante que quase fraquejou mas parou de fumar a anos, mas todos se enquadrão no segundo tipo de fumante aos quais o convívio é passível de discussão. Mas a real preocupação da empresas é se elas arriscariam saber com qual tipo de fumante esta lhe dando? Por isso os resultados desta matéria prefere os que tem antecedentes criminais.
enviado por: Renato Matheus Simião em 20/05/2009 - 17:43 - Nao fumo e nunca fumei. Tirando os extremismos e embora, hajam opinioes divergentes, concordo com todos. Tambem faço minhas as palavras do Gilberto Strapazon. Acho que a diferença entre o remedio e o veneno, muitas das vezes pode ser a dose. Cor, raça, sexo, religiao, classe social, nacionalidade, naturalidade, padrões esteticos ou de beleza, fumante ou não, nao podem ser usados como parametros para seleçao. Isso é intolerancia mascarada, discriminacao, em um pais como o nosso, em que nao da para se dizer que brasileiro tem o perfil, biotipo, assim ou assado, nos vamos para aonde? Daqui a pouco, vamos estar nos perseguindo pelas ruas? Que barbarie é essa? O matéria infeliz! Já não temos tantos exemplos de intolerância pelo mundo a fora?
enviado por: Flavio Ferraz em 20/05/2009 - 17:15 - Deveras tendenciosa a matéria, e deveras ridícula a atitude das empresas. Isto é interferir na vida pessoal de cada um. Daqui a pouco começaram a não contratar gente que come carne, pois é mais difícil de ser digerida e a probabilidade de causar problemas estomacais é maior. Ou não contratarão albinos, pois podem morrer de câncer de pele. Cada GRIPE vai virar motivo pra demissão, pois pode "interferir na saúde dos outros funcionários". É ridículo isso, mesmo não sendo fumante, não envio currículo quando vejo uma vaga pedindo profissional não fumante, pois acho discriminatório. E se eu algum dia for indagado sobre isso em alguma entrevista, e constatar que é fator classificatório, faço questão de denunciar ao ministério do trabalho como prática discriminatória.
enviado por: Bruno de Oliva Bemfica em 20/05/2009 - 17:08 - Pior que fumar, é o cheiro que fica.
Já trabalhei em empresa onde não era permitido fumar dentro do ambiente de trabalho mas isso não amenizava o cheiro ruim ficava nas roupas e hálito dos meu colegas fumantes.
Hoje em dia felizmente na empresa em que trabalho não tem fumante.
enviado por: Everton Mendes em 20/05/2009 - 13:48 - Mas que barbaridade. Estamos no século XXI? Cadê aquela balela toda sobre direitos humanos e tudo o mais? Alguns grupos se achando uma raça superior, que são a fonte da única e verdadeira palavra divina e que por causa disto estão acima de todos os outros? Não chegaram algumas grandes guerras mundiais, holocausto, apartheid e tudo o mais?
Desculpem mas vou dar MINHA opinião. Isto não quer dizer que as pessoas sejam obrigadas a concordar comigo, mas também não vou perseguir ninguém por causa disto.
Vejamos: Produtividade? Tão brincando né? Ou é mais uma daquelas sessões de “moral de cuecas”? (risos)
Acho a matéria sensacionalista, claramente discriminatória, preconceituosa e de quebra, dá espaço para que algum desavisado pense que tem direito a interferir na vida dos outros, em qualquer aspecto. E ainda, ao começar dizendo que um criminoso será melhor visto então, deixa bem claro o teor sensacionalista e claramente tendencioso, além de poder ser considerado como apologia ao crime.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:24 - Primeiro, fumar não é crime. Dirigir embriagado e matando gente é. Racismo é crime. Vender produtos maquiados é imoral e até criminoso. Mercadoria vencida, remédios adulterados, mentir para clientes, fazer falcatruas para tirar dinheiro dos outros o que é então??? Gente que está prontinha a puxar o tapete de alguém para se promover as custas dos outros então, é o que não falta.
Acho gozado que não leio matérias do tipo: “Não contrato fofoqueiros”, “Não contrato puxa-sacos”, “Não contrato gente frustrada”, “Não contrato quem come carne”, “Não contrato vegetarianos”, “Não contrato pagodeiros”, “Não contrato roqueiros”, “Não contrato mulher feia”... (risos)
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:22 - Quem é que está censurando? E com qual intenção? Este assunto é como o de alguns grupos que apregoam que qualquer um que não seja da mesma religião é devoto do diabo ou o próprio! (não estou falando dos americanos, nem dos evangélicos, nem dos sacerdotes hindus, ok? É geral!) É como os que gritam que sexo é pecado, mas fazem todo tipo de coisa escondidos. Gritam que dinheiro é pecado enquanto faturam milhões e exploram de forma vil seus empregados.
Sugestão de filme: “Tempos Modernos” de Charlie Chaplin. Começa numa fábrica em que o operário tem que apertar parafusos sem parar todo dia. É tratado feito máquina e enlouquece. “Não sois máquina, homens é o que sois!”
É isto que as empresas querem de seus funcionários? Em pleno século XXI ainda temos que ouvir discursos míopes e cerceadores das liberdades individuais ao estilo vitoriano? Tempo da escravidão (teoricamente) já acabou né? Ou será que a visão de humanos como bichos numa gaiola (para seu próprio bem) tornou-se politicamente correta?
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:22 - Olha, área de produção tem serviço que depende realmente de atividades mensuráveis pelo tempo, além da quantidade e qualidade.
Mas área de conhecimento, começa pela qualidade e produtividade.
Produtividade não se avalia pelo tempo que a pessoa fica grudada na cadeira, pelo contrário! O bom lenhador não é aquele que golpeia com seu machado o tempo todo. O BOM lenhador é aquele que para, afia o machado e SABE escolher as melhores árvores.
Se uma pessoa não tem capacidade (ou gente no mínimo decente e competente) para avaliar alguém da área pelo seu serviço, mensurável por qualidade, quantidade, continuidade, rentabilidade e segurança do resultado, não merece estar nesta posição porque está provando ser insegura, inapta, despreparada, desatualizada e até mesmo incompetente conforme o caso. Claro que você pode perder uma promoção porque não faz fofocas dos colegas para o chefe ou porque alguém acha a sua gravata h-o-r-r-o-r-o-s-a, ou porque tem mais experiência que todos estagiários novatos da empresa juntos, mas isto parece não ser tão importante.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:21 - Continuando, (enquanto os ecochatos gritam), as pessoas tem DIREITO a fazer intervalo no seu turno de trabalho. Seja da área de produção ou não. Antes de enfiarem o dedo na cara dos outros, é bom pensar.
Claro que a pessoa que fuma, ou que come chocolate em serviço, ou usa perfume, etc, tem que ter um pingo de bom senso (lamento, mas acho que falta em alguns pontos da matéria).
Falando sério, geralmente faço meu serviço de três a cinco vezes mais rápido que os demais, com um nível de detalhamento e qualidade muito elevados. Eu paro para fumar eventualmente, vou no banheiro, bebo um café, estudo muito, troco idéias e ajudo colegas. Faço outras coisas sim, e sempre converso sobre isto deste a contratação. E ainda pode sobrar bastante tempo porque trabalho para fazer bem o meu serviço e não para ficara tapando o sol com peneira. Se vier um idiota me encher o saco porque fumo vai ouvir bem alto para cuidar da vida própria se não tem capacidade para administrar. Meu serviço está normalmente bem adiantado e muito bem feito. Passo menos tempo fora da mesa do que muitos fofocando ou refazendo serviço mal feito.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:21 - Alguém citou sobre higiene? NOSSA que horror. Vocês devem conviver com gente relaxada que não sabe nem lavar as mãos. Se o problema é esse, com certeza também tem problema de não puxar a descarga (coisa comum também em banheiro feminino), ou não tomam banho, ou comem muita comida que provoca gases, ou não sabem usar uma lata de lixo. Então, a TAL de higiene, é um problema de educação dos seus colegas, não do cigarro. Conheço gente que bebe em lugares elegantes, aprecia boas bebidas e literalmente FEDE, mas não fumam. Quer dizer que o colega pode ser seboso, mau caráter e fedorento? Se for ladrão melhor ainda, mas fumante não? (risos) Acho que suas empresas precisam urgentemente de uma reciclagem em valores humanos e também, em princípios básicos de higiene, como por exemplo, usar o banheiro, ou a cozinha do setor sem deixar um rastro de destruição e imundície.
Cheiro do cigarro? Puxa, que nariz sensível. E o que dizer do cheiro do banheiro das mulheres? Ou colegas com mau hálito? E aquela música horrorosa tocando porque alguém da chefia acha l-i-n-d-a, obrigando as pessoas a colocar fones de ouvido para fugir do martírio?
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:20 - Faz mal para a saúde? E a comida industrializada que vocês comem? Quem sabe eu também poderia acha que vocês vão se perder no abismo por causa da religião (ou falta dela) que vocês adotam, ou quem sabe, as perigosissimas roupas sintéticas que prejudicam a circulação nas partes íntimas? E as músicas alienantes que hipnotizam as pessoas para o consumo desenfreado? Achariam bom se alguém levantasse campanhas contra isso e lhe perseguissem pessoalmente? E se chegam a descobrir que o CEO/CIO de seus maiores clientes/fornecedores são fumantes? Com certeza devem ter pesadelos horríveis com monstros de sete olhos devorando mocinhas virgens entre um cigarro e outro.
Olha, cigarro, religião, seja o que for: Este tipo de matéria abre espaço para que fanáticos também venham a meter o bico nas demais áreas da sua vida.
Faz mal? PUXA VIDA que novidade!!! Beber faz mal, comer faz mal, até respirar faz mal sabiam? Falta de sexo faz mal. Sexo demais faz mal. Sexo mal feito faz mal. E daí?
Quando eu parei de fumar, o primeiro cuidado foi de evitar virar o típico ex-fumante chato, que acha que descobriu a Luz da Salvação e se mete a querer salvar o mundo todo. É uma escolha pessoal minha.
Você só pode salvar a você mesmo. Se alguém estiver interessado, vai lhe procurar, não se preocupe, estou falando sério.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:18 - Voltei a fumar depois de quinze anos sim. E daí? As vezes fumo um bom charuto também. E daí? Eu não vou na sua casa dizer como você tem que viver. Eu não vou despedir você ou seu filho porque não gosto da sua música. Eu não como pimentão (planta satânica) mas não expulso ninguém da minha vida por isto. Eu não vou despedir você porque sou um maldito racista que se acha superior por causa da minha religião, cor da pele ou porque sou de um povo eleito dos deuses, ou sou rico e bonito, ou uma empresa que (ainda) não foi devorada por outro conglomerado internacional. Muito menos vou crucificar alguém porque come pimentão que além do gosto horrível, é uma coisa comprovadamente satânica.
Faltou sensatez na matéria. Se a pessoa sair de vinte vezes por turno, com certeza isto é problema, seja qual for o motivo da saída. Agora, falar como se o cigarro fosse a causa dos males do universo, é pura miopia.
Deve ter (com certeza) estatística para provar que cigarro afeta produtividade. Sabem que existem três tipos de mentira? As pequenas mentirinhas (meu time é melhor que o seu, etc). Segundo, as grandes mentiras deslavadas. Terceiro: as estatísticas. É incrível o que uma estatística pode inventar e provar. Escolha o resultado e faça uma estatística para provar.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:18 - Se a empresa não respeita o espaço das pessoas, imagino o que mais estão controlando. Só para lembrar é comum mal educados lerem e-mails particulares dos funcionários sob a desculpa de “segurança”. Monitorar e inspecionar é uma coisa. Invadir e bisbilhotar em detalhes é assédio e coisa de fofoqueiros.
Fumar fora do prédio acho ótimo. Eu mesmo costumo fumar fora de casa. Agora, fumódromo com cerquinha, isolado, ou pior, vexatório, chega a ser uma violência e desrespeito com as pessoas. Cerceamento moral não é algo bom nunca. A perda de produtividade que alguns alegam, pode vir a ocorrer pela desmotivação e falta de respeito. Quem é mal tratado sem motivo justo, não se sente bem e vai de alguma forma dar um retorno equivalente. As pessoas tendem a tratar como são tratadas. Então se você espera ser bem tratado, no mínimo, trate bem. Isto começa pelo respeito a individualidade de cada um.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:17 - Obrigar as pessoas a parar de fumar? Então posso achar que vocês deveriam ser obrigados a ter uma vida sexual saudável, transar toda semana como gente normal e não só para procriar feito bicho. E daí? Ou quem sabe, que deveriam ser realmente celibatários (fazer sexo escondido não vale!) e meditar todos os dias comendo apenas uma porção de arroz integral com alface. O que é bom para um, nem sempre é para todos.
Impor uma mesma regra de comportamento para dezenas de milhares não é o mesmo que trabalhar sózinho. Estamos falando de grupos sociais, uma sociedade.
A lei serve justamente para fornecer níveis mínimos. Criminosos, são os que estão fora destes limites, os que não são cidadãos. Quem não sabe viver em sociedade o que é? Eu estou dentro da lei, não vou constrangir ninguém ilegalmente para forçar que minha opinião seja a única.
Ao citar nominalmente, as empresas estão assumindo publicamente pratica de discriminação. É a mesma coisa recusar negros, mulheres feias, fumantes, loiras, etc.
Se deixarmos, qual vai ser a próxima perseguição? Qual vai ser a próxima coisa a que alguém “cheio de boas intenções” vai querer obrigar?
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:17 - É correto se meter na vida dos outros? Chamar alguém de “pior que” criminoso só porque não concorda com a opção da pessoa? Isto é puro racismo.
Vou ser avaliado pela empresa, porque sou branco, preto, vegetariano ou não, e não pela minha competência profissional? Estamos mesmo no século XXI mesmo? Se uma empresa me avaliar desta forma, com certeza eu não vou querer estar nesta empresa, porque não respeita nem os direitos humanos mais básicos e muito menos a minha liberdade de ser eu mesmo. Não adianta comprarem propaganda bonitinha, mentir nas revistas, pagar por prêmios de qualidade, porque com o tempo, as pessoas vão saber a verdade de qualquer maneira.
O direito de uma pessoa começa quando essa reconhece que os demais também tem direitos. Por favor pensem nisso.
Gilberto Strapazon
Desenvolvedor sênior.
* Minhas opiniões são pessoais e não refletem necessariamente a opinião de meus empregadores.
enviado por: Gilberto Strapazon em 20/05/2009 - 13:16 - O preconceito contra fumantes é só mais uma babaquice moderna . Outra ecochatisse.
Nunca nos meus 12 anos de profissão me perguntaram se eu fumava ou não, nem quanto , nem se eu fumava durante o expediente.
Cigarro não tira competencia de ninguem.
A chatice e o mau caratismo são males bem mais devastadores no ambiente de trabalho.
No mais concordo com o Bruno e com o paulo.
enviado por: osmar lazarini em 19/05/2009 - 23:35 - Thiago, parabéns por parar de fumar. Realmente isso é horrível, mesmo eles fumando do lado de fora, quando voltam trazem consigo todo o fedor, fora algumas pessoas que quando vamos cumprimentar fica o cheiro na nossa mão, ninguém merece...
Agora quando a matéria, trocar ex-presidiario por fumante, acho que eu preferiria o fumante e seu fedor...
enviado por: João Paulo em 19/05/2009 - 09:31 - Um fumante só percebe o quanto incomoda outra pessoa, quando ele para de fumar.
E 15 min. de 2 em 2 horas se tornam 1 hora.
Para alguns pode ser "bom" ir refletir, mas para outros, nao acredito nesta mesma teoria. Fora quando o fumante volta a seu posto, e aquele "ar" se espalha pelo ambiente.
Já fui fumante, agora eu sei o quanto incomodava.
enviado por: Thiago Augusto em 18/05/2009 - 16:30 - Depende do emprego não vejo razão. Eu sou pago para resolver problemas, criar soluções. Qualquer pessoa sabe que aqueles 15 minutinhos de papo com café ou fumar um cigarro enquanto se discute a questão criam soluções! Quando estou fumando não estou deixando de trabalhar. Sairia pra fora da empresa para tomar um ar mesmo que não fumasse quando precisasse pensar em um assunto com maior concentração. Fumodoromos são uma desgraça até para fumantes, agradável é só ao ar livre mesmo.
enviado por: Bruno Ferreira Porto em 18/05/2009 - 12:42 - Sempe trabalhei com tecnologia em empresa de tecnologia, já participei de inúmeros processos seletivos.
Coisas que parece que nenhuma consultoria se importa na hora da entrevista:
- Antecedente criminal;
- Tabagismo;
- Faculdade;
Coisas que realmente importam:
- Indicação de colegas;
- Certificação;
- Inglês fluente;
enviado por: Paulo Pereira em 18/05/2009 - 10:52



