Entrei no orkut porque o chefe mandou

Maurício Moraes, da INFO 4 de abril de 2009
Entrei no orkut porque o chefe mandou
ERWIN JULIUS: Twitter para acompanhar concorrentes e trocar ideias
Como aproveitar o potencial das redes sociais para as atividades do trabalho e a colaboração

Leia também:
Nem sempre é preciso fechar rapidinho apágina do orkut ou do Facebook quando o chefe vem chegando à sua mesa. Você pode reverter a situação se estiver usando as redes sociais como ferramenta de trabalho. Claro que muita gente dá uma escapadinha durante o expediente só para xeretar perfis alheios ou comentar a foto da viagem de férias da amiga daquela prima distante. Mas os funcionários mais antenados já perceberam que há vários modos de aproveitar a conectividade e as ferramentas que esses serviços oferecem para melhorar o desempenho na profissão.

Basta pensar que o cotidiano profissional de muita gente envolve troca de ideias, colaboração em projetos, resolução de problemas e a constante necessidade de conhecer as tendências de mercado. Tudo isso pressupõe o contato direto entre pessoas. E isso as redes sociais tiram de letra.
Comentários
  • Opa, se tiver um bot que discuta que nem eu me apresenta. quero comprar um igual! Você me acha teimoso, mas na real eu te acho mais temoso que eu. Você me acha sem fundamento e eu acho você sem fundamento... e por ai vamos... Só cuidado pra essa impotância pessoal que eu tenho não virar amor.
    enviado por: André Gomes em 09/04/2009 - 13:10
  • Caramba, André! Você existe mesmo! Agora podemos tomar uma cerveja no bar e jogar futebol. Muito bom! Cara, deixe de ser teimoso. Não adianta eu falar que a parede é branca. Você continua a dizer que é vermelha. Olhe a edição impressa e verá que o que falei é a pura verdade. Eu realmente não sei o que você ganha com essas críticas sem fundamento, sem base e sem conhecimento técnico ou jornalístico. Popularidade? Duvido. É bom pro ego? Não acredito. É puro sadismo? Hum... Necessidade de auto-afirmação? Talvez! Mas olha só: como já te disse, me divirto muito com suas tentativas de me atacar. Acho que você adquiriu uma implicância pessoal. Tudo bem. Não fique triste. Eu te perdoo.
    enviado por: Mauricio Moraes em 08/04/2009 - 23:27
  • Eu já disse que não compro mais a revista da info não é? O título dessa matéria aqui no site diz: "Como aproveitar o potencial das redes sociais para as atividades do trabalho e a colaboração". Logo, o remember the milk, que está na matéria foi tratado como rede social. Se você não sabe diferenciar o conteúdo online do offline, e nem os leitores, a culpa não é minha. Eu faço sim comentários tecnicos, pode reler o que eu escrevi nos links que eu mencionei. Você que nunca voltou pra contra argumentar. E não sei como você poderia , visto que ainda acha que o browser vai tornar o SO irrelevante no futuro... BTW, Você nunca tinha perguntado antes o que eu faço no mundo offline. não sei qual a nescessidade de falar que eu não vou ter coragem de sair do anonimato. Provocar pra eu ficar irritado e me mostrar? talvez... De qualquer forma, segue o, um pouco incompleto e resumido, link do meu CV de pesquisa. Me liga qualquer hora. A gente pode até marcar um almoço qualquer dia desses. http://lattes.cnpq.br/1232993468966626
    enviado por: André Gomes em 08/04/2009 - 20:13
  • Caríssimo André Gomes: eu não disse, em nenhum momento, que o Remember the Milk é uma rede social. Mas tem, sim, características de colaboração e compartilhamento - por isso aparece no texto. A matéria, aliás, foi publicada na revista, e esse trecho ficou em uma coluna falsa (procure nos seus manuais de jornalismo e verá a pertinência dessa solução). Quanto aos três posts que mencionou, respondi aos seus comentários em todos eles. Mas, como disse antes, você insiste em ter a última palavra sempre e eu, sinceramente, não acho que quem fala por último tem razão. Pior ainda é perder tempo com quem usa como argumento um texto de 1998, sem assinatura, e uma medição errada de audiência para desbancar uma pesquisa legítima. Nem vale a pena responder, né? Fora que você não fez nenhum comentário técnico, convenhamos. Já sabe o que é um blog? Aliás, que tal você dizer quem realmente é, o que faz, onde trabalha e qual a sua ampla experiência? Aposto que não terá coragem de sair do anonimato. Vamos lá, abra a caixa de surpresas.
    enviado por: Mauricio Moraes em 08/04/2009 - 19:27
  • Então vamos fazer assim. Eu vou fazer duas afirmações. Depois delas você vai fazer como de costume: Vai sumir e não vai mais comentar essa matéria. Afirmação 1: O Remember the Milk não é uma rede social. Só isso já mostra como realmente você manja da definição de uma rede social. Afirmação 2: Eu dei respostas técnicas nos seguintes artigos, e depois das respostas tecnicas você não apareceu mais. Coincidência? * http://info.abril.com.br//blog/nalinhadogoogle/chrome-esta-passo-implodir-firefo x-154903_comentarios.shtml * http://info.abril.com.br//blog/nalinhadogoogle/brasileiros-acham-sim-orkut-dono- google-153325_comentarios.shtml * http://info.abril.com.br//blog/nalinhadogoogle/google-ja-domina-maior-parte-plan eta-152372_comentarios.shtml
    enviado por: André Gomes em 08/04/2009 - 17:22
  • Sinceramente não compreendi as críticas... Gostei da matéria, longa, mas interessante. Há algum tempo venho notanto a vocação profisional das redes sociais e acho interessante que isso seja colocado em discussão.
    enviado por: Vinicius Andrade em 08/04/2009 - 13:03
  • André e Chefe de Cozinha. Está claro, para mim e para os outros leitores, que vocês se recusam a construir uma argumentação convincente. Às vezes vocês lembram o meu sobrinho de 5 anos que vive dizendo: "Não gosto, não gosto e não gosto". Fazer críticas gratuitas é muito fácil para quem está atrás de um computador e de um pseudônimo. Por que vocês não vão direto ao ponto e indicam o que não gostaram neste e nos outros textos? Vamos lá, não é tão difícil. Eu não fujo das discussões, vejam bem. Mas acho complicado debater com quem não reconhece que está errado e quer sempre ter a última palavra. Tenho mais o que fazer, né? Com esse ódio todo, vocês vão acabar tendo uma úlcera. Relaxem, rapazes.
    enviado por: Mauricio Moraes em 08/04/2009 - 12:01
  • Na verdade das ultimas vezes que você me pediu isso, você sumiu. Só conferir os comentários dos seus últimos 5 posts. Não vou fazer comentários dessa vez pelo mesmo motive do chefe de cozinha. A diferença é que eu li a primeira página e já achei intragável.
    enviado por: André Gomes em 07/04/2009 - 16:49
  • Pois eu, gostei muito da matéria.
    enviado por: em 07/04/2009 - 12:31
  • Maurício, você acha mesmo que eu vou perder meu tempo lendo o que você escreveu aí em cima? Mesmo? Céus. Se em 10~12 linhas você consegue falar tanta baboseira, tanta merda, imagine em 5 páginas. Você já perdeu toda e qualquer credibilidade e seriedade que os nomes "INFO", "Abril", passavam por você. Abril que me vem decepcionando muito, mantendo uma coluna igual a sua. Parece que não visitam o "Leia os comentários" dos teus posts.
    enviado por: Chefe de Cozinha Geek em 07/04/2009 - 02:49
  • Oi, André. Repito para você o que disse para o Chefe de Cozinha. Vamos lá, compartilhe os seus conhecimentos e mostre para todos o que há de errado no texto. Da última vez que te pedi isso, você sumiu. Não se acanhe! Um abraço!
    enviado por: Mauricio Moraes em 06/04/2009 - 14:17
  • Muito, muito triste. O pior foi ter chegado aqui sem querer. Se eu soubesse que era dele não teria lido... (parei de visitar o blog dele, cansei de brincar, ele não melhora a qualidade e já perdeu a graça a ignorância técnica dele...)
    enviado por: André Gomes em 06/04/2009 - 13:55
  • Olá, Chefe de Cozinha Geek. Que tal levantar os pontos da matéria que considera equivocados? Vamos lá, você tem muito a ensinar. Abração!
    enviado por: Mauricio Moraes em 06/04/2009 - 10:39
  • Muito longa a matéria.
    enviado por: Mario Lago em 04/04/2009 - 21:56
  • "Maurício Moraes, de INFO Online". Maurício Moraes? 5 páginas? Foi triste.
    enviado por: Chefe de Cozinha Geek em 04/04/2009 - 20:32

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Entrei no orkut porque o chefe mandou

Maurício Moraes, da INFO

4 de abril de 2009


Nem sempre é preciso fechar rapidinho apágina do orkut ou do Facebook quando o chefe vem chegando à sua mesa. Você pode reverter a situação se estiver usando as redes sociais como ferramenta de trabalho. Claro que muita gente dá uma escapadinha durante o expediente só para xeretar perfis alheios ou comentar a foto da viagem de férias da amiga daquela prima distante. Mas os funcionários mais antenados já perceberam que há vários modos de aproveitar a conectividade e as ferramentas que esses serviços oferecem para melhorar o desempenho na profissão.

Basta pensar que o cotidiano profissional de muita gente envolve troca de ideias, colaboração em projetos, resolução de problemas e a constante necessidade de conhecer as tendências de mercado. Tudo isso pressupõe o contato direto entre pessoas. E isso as redes sociais tiram de letra.
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Uma pesquisa divulgada no fim do ano passado pela consultoria britânica Demos concluiu que os empregadores não deveriam bloquear o acesso a esses serviços. O estudo analisou seis organizações de diferentes perfis. Os pesquisadores Peter Bradwell e Richard Reeves descobriram que as redes sociais podem ser fundamentais para estimular a inovação, a produtividade e a democracia em uma companhia.

Muita gente já entrou nessa onda. O empresário Erwin Julius, de 32 anos, sócio da empresa Summer,+i, está entre os profissionais que adotaram as redes sociais no dia-a-dia do trabalho. “O que mais uso, por causa do modelo dinâmico, é o Twitter”, diz. “Ele me permite acompanhar profissionais que atuam em outras empresas do nosso mercado e facilita a troca de ideias.” Ele também não deixa de visitar orkut, Facebook, LinkedIn, Plaxo e MySpace, entre outros. Qualquer um pode fazer o mesmo. Confira, a seguir, o que alguns dos principais serviços oferecem — profissionalmente, é claro.
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Orkut é da comunidade


A associação do orkut com o lazer é tão grande que parece que não há espaço para atividades profissionais lá dentro. Engano. Embora os aplicativos disponíveis sejam realmente focados em diversão, são as comunidades que podem ser aproveitadas paratrocar informações e conhecimentos sobre assuntos específicos. Os grupos permitem aos administradores aprovar a admissão de novos membros caso a caso. E o acesso ao conteúdo pode ficar restrito apenas aos associados da comunidade. Com todo esse controle, é fácil barrar os engraçadinhos e manter espaços de discussão respeitáveis dentro da maior rede social do Brasil. Exemplos não faltam. Pense em uma linguagem de programação e descobrirá uma comunidade relacionada: há muita gente discutindo pra valer de Java a Ruby on Rails. Além disso, a rede pode ser uma vitrine para mostrar a cara para eventuais recrutadores.

Facebook esbanja aplicativos

Quando o assunto é trabalho, a rede social mais popular do planeta destaca-se pela diversidade de aplicativos que oferece. Para criar projetos envolvendo várias pessoas, uma boa dica no Facebook é o Huddle Workspaces. Ele permite, por exemplo, fazer o upload de um documento e convidar usuários para avaliarem o seu conteúdo. É possível também armazenar arquivos importantes — cada conta tem 1 GB à disposição. Na mesma linha, há o Get Stuff Done, que permite até mesmo criar listas de tarefas associadas a um determinado projeto. Já o Zoho Online Office incorpora as ferramentas de compartilhamento da suíte de escritórios à rede social. Textos, planilhas e apresentações podem ser exibidos para os amigos escolhidos, que têm a possibilidade de editá-los também. Já quem usa Google Docs e Calendar pode adicionar os gadgets de ambos à sua página do Facebook: mas eles são limitados, e é possível apenas visualizar a lista de arquivos e de compromissos. |quebra|

Twitter, o RSS Profissional

Com o Twitter, não existe espaço para enrolação. O tamanho máximo de 140 caracteres permitido em cada micropost elimina, de cara, aqueles chatos que fazem discursos intermináveis e pouco úteis. Nada melhor, portanto, do que usá-lo para acompanhar colegas de trabalho ou outros profissionais de uma determinada área de atuação. Basta seguir as pessoas que você acha que têm algo a dizer para ficar por dentro das últimas tendências do mercado e trocar ideias. Tem gente graúda por lá. O problema é que a interface do Twitter deixa tudo muito bagunçado. O Tweetdeck (http://info.abril.com.br/download/5336.shtml) permite organizar tudo por grupos de interesse, como um verdadeiro RSS social. Outra opção é o Twhirl (http://info.abril.com.br/download/5615.shtml), que tem jeitão de mensageiro instantâneo. Já a extensão Twitterfox,para Firefox (http://info.abril.com.br/download/5616.shtml), ajuda a acompanhar tudo por meio de um atalho instalado no canto direito do navegador.

LinkedIn leva o networking a sério

O LinkedIn sempre foi meio sisudo. A rede social já nasceu com foco no trabalho e na interconexão de profissionais de diferentes segmentos e países. Seus grupos são um ótimo ponto de encontro para discutir assuntos específicos, conferir as últimas notícias sobre uma determinada área e até mesmo saber das últimas vagas disponíveis. Mas o LinkedIn não fica só nisso. Desde o fim do ano passado, o serviço vem incorporando aplicativos. Há bem menos opções do que no Facebook, mas algumas delas valem a pena. O Company Buzz, por exemplo, monitora o que os integrantes da sua rede de contatos estão dizendo sobre sua empresa ou os concorrentes no Twitter. Basta cadastrar as palavras-chave. Há também o Huddle Workspaces, para criar projetos e compartilhá-los, idêntico à versão disponível para Facebook. Já o Polls permite criar pesquisas de mercado, enquanto o SlideShare facilita o compartilhamento de apresentações. |quebra|

Plaxo, a superagenda

Embora não seja tão popular aqui no Brasil, o Plaxo traz boas ferramentas para uso profissional. Um dos seus pontos fortes está na agenda de contatos. Além de agrupar as informações de cada um dos amigos cadastrados no perfil, o serviço sincroniza os contatos de Outlook, Outlook Express, Windows Live, Gmail e Yahoo! Mail, entre outros. Dá também para integrar as agendas de compromissos ao calendário do Plaxo. Na versão paga (49,95 dólares por ano), os usuários podem ainda fazer backups automáticos de todas as informações e remover dados duplicados. O Plaxo também inova ao funcionar como agregador de redes sociais. É só cadastrar os sites de que você participa, como Twitter, Flickr e Facebook, para que os seus amigos acompanhem as atualizações.

A vaquinha onipresente

Às vezes, o Remember the Milk se parece com aqueles vilões de filme de terror. Quando você menos espera, eles aparecem. A diferença é que o serviço só quer ajudá-lo a concluir todas as tarefas programadas — o que é muito útil principalmente no trabalho. Para isso, o Remember the Milk aposta na integração com serviços disponíveis na web e celulares. É possível instalá-lo dentro do Gmail ou do Google Calendar, acessá-lo no iPhone, BlackBerry ou smartphone com Windows Mobile (mediante pagamento de uma tarifa) ou cadastrar tarefas pelo Twitter e pela barra de tarefas do navegador. A lista completa pode ser encontrada no endereço www.rememberthemilk.com/services.