Desempregados são alvo de games online

Reuters 2 de fevereiro de 2009
Desempregados são alvo de games online
Os jogos baseados em web, que permitem a milhares de internautas competirem simultaneamente, dominam o mercado de videogames da China, da Coréia do Sul e de outras partes da Ásia

Leia também:
SEUL/SÃO FRANCISCO - Empresas asiáticas de jogos online acreditam que a crise resultará na expansão dos seus negócios.

A opinião dessas companhias se baseia na tendência de pessoas desempregadas procurarem algo com o que se entreter no tempo livre e que não lhes custe muito dinheiro.

Os jogos baseados em web, que permitem a milhares de internautas competirem simultaneamente, dominam o mercado de videogames da China, da Coréia do Sul e de outras partes da Ásia.

Blockbusters como “World of Warcraft (WOW)”, da Blizzard Entertainment, unidade da francesa Vivendi, e a série “Lineage”, da sul-coreana NCSoft, já atraíram milhões de jogadores no mundo todo.

Analistas estimam que o mercado de games online equivale a uma quinta parte do mercado de games para console. Esse segmento que se beneficia da internet movimentará 19 bilhões de dólares em 2013, de acordo com a DFC Intelligence.

O fácil acesso à banda larga e a “cultura dos games” que ganhou força em cyber cafés ajudaram o segmento de jogos online a conquistar inúmeros adeptos na Ásia.

Na América do Norte e na Europa, entretanto, games baseados na internet não chegaram nem aos pés do sucesso observado no oriente, principalmente por causa da menor penetração da banda larga e das diferenças culturais.

Agora, a turbulência financeira pode fazer o que anos de investimentos em marketing não alcançou, segundo desenvolvedores e publicitários.

“Durante épocas difíceis, as pessoas exigem o máximo de retorno de cada centavo que gastam. Os jogos online permitem que os internautas se divirtam e esqueçam da realidade pelo tempo que quiserem e não cobra por isso”, explicou Lan Hoang, CEO da Aeria Games & Entertainment, que distribui jogos de empresas asiáticas nos EUA e na Europa.
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Desempregados são alvo de games online

Reuters

2 de fevereiro de 2009


SEUL/SÃO FRANCISCO - Empresas asiáticas de jogos online acreditam que a crise resultará na expansão dos seus negócios.

A opinião dessas companhias se baseia na tendência de pessoas desempregadas procurarem algo com o que se entreter no tempo livre e que não lhes custe muito dinheiro.

Os jogos baseados em web, que permitem a milhares de internautas competirem simultaneamente, dominam o mercado de videogames da China, da Coréia do Sul e de outras partes da Ásia.

Blockbusters como “World of Warcraft (WOW)”, da Blizzard Entertainment, unidade da francesa Vivendi, e a série “Lineage”, da sul-coreana NCSoft, já atraíram milhões de jogadores no mundo todo.

Analistas estimam que o mercado de games online equivale a uma quinta parte do mercado de games para console. Esse segmento que se beneficia da internet movimentará 19 bilhões de dólares em 2013, de acordo com a DFC Intelligence.

O fácil acesso à banda larga e a “cultura dos games” que ganhou força em cyber cafés ajudaram o segmento de jogos online a conquistar inúmeros adeptos na Ásia.

Na América do Norte e na Europa, entretanto, games baseados na internet não chegaram nem aos pés do sucesso observado no oriente, principalmente por causa da menor penetração da banda larga e das diferenças culturais.

Agora, a turbulência financeira pode fazer o que anos de investimentos em marketing não alcançou, segundo desenvolvedores e publicitários.

“Durante épocas difíceis, as pessoas exigem o máximo de retorno de cada centavo que gastam. Os jogos online permitem que os internautas se divirtam e esqueçam da realidade pelo tempo que quiserem e não cobra por isso”, explicou Lan Hoang, CEO da Aeria Games & Entertainment, que distribui jogos de empresas asiáticas nos EUA e na Europa.