TI
Testes de recuperação falham 30% das vezes
Paula Rothman, de INFO Online Quarta-feira, 01 de julho de 2009 - 19h15Getty Images |
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São Paulo- Em pesquisa realizada com 1 650 empresas do mundo inteiro, a Symantec constatou que 30% dos testes de recuperação de desastres falham.
O estudo levou em conta companhias com mais de cinco mil funcionários e constatou que 60% dos aplicativos são considerados de extrema importância. Justamente por isso, no ano passado, 93% das empresas implementaram planos de recuperação de desastres, sendo que a média para acionar o back-up e voltar a funcionar foi de quatro horas depois das falhas.
Apesar de importantes, os testes para recuperação de desastres ainda têm uma imagem negativa nas empresas. Quando perguntados a respeito dos impedimentos de realizar testes completos envolvendo todo o cenário, 40% dos entrevistados alegaram medo de causar distúrbios aos clientes e um número ainda maior, 44%, disse que poderia causar problemas aos funcionários.
A “Disaster Recovery Global Data”, pesquisa anual de recuperação de desastres realizada pela Symantec, ouviu, em sua maioria, CIOs ou CTOs de empresas (um terço dos participantes). Gerentes de TI correspondem a 29% do grupo questionado e o restante está dividido entre VPs e SVPs(13%), trabalhadores de TI (12%) e gerentes e diretores de data centers (11%).
Os entrevistados responderam também sobre a verba destinada aos planos de recuperação de desastres. Para 2010, 52% deles acredita que o valor será o mesmo de 2009, enquanto 42% acham que ele será maior.
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Não é novidade que a informática no Brasil é tratada como uma área amadora, muitas empresas não dão o devido valor ao ambiente de TI e poucas costumam criar um plano de contingência de desastres realmente eficiente, isto se deve talvez ao fato de que nossa cultura é uma cultura que prefere remediar ao previnir um desastre especialmente no ambiente tecnológico. A ignorância dos diretores e administradores quanto ao grau de importância do departamento tecnológico para empresa geram esta lamentavel falha na recuperação de desastres tornando a empresa vulnerável a eventos que podem trazer consequências cruéis a longo prazo para a vida da organização.
enviado por: Murilo Andrade Ramos em 04/07/2009 - 17:20





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