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Telefônica diz que terá redundância para 190
Felipe Zmoginski, de INFO Online Terça-feira, 29 de setembro de 2009 - 17h11Divulgação |
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Telefones da polícia ficaram mudos em dia de crise |
SÃO PAULO - A Telefônica anunciou um plano para criar infraestrutura redundante para o sistema telefônico responsável pelas linhas de serviços essenciais, como 190, 192 e 193.
Os telefones da polícia militar (190), bombeiros (193) e ambulâncias (192) ficaram indisponíveis por mais de uma hora durante o dia 8 de setembro, quando uma forte tempestade danificou equipamentos da Trópico Sistemas, empresa que presta serviços para a Telefônica.
Na ocasião, a Trópico explicou que descargas elétricas provocadas pela chuva danificaram “equipamentos de sinalização”, responsáveis por “dar o tom de chamada” nas linhas fixas.
A falha foi duramente criticada pelo secretário de Justiça paulista, Luiz Antonio Marrey, que disse avaliar até ter um fornecedor alternativo para esse tipo de serviço, a fim de assegurar que na falha da Telefônica, outra empresa possa manter as linhas da polícia e bombeiros em funcionamento.
Agora, a Telefônica exibiu um plano para criar uma infraestrutura redundante de “equipamentos de sinalização”, a fim de garantir que na queda de uma parte de sua estrutura, outra possa assumir os serviços.
“A rede de sinalização adicional, implementada gradualmente na cidade de São Paulo, área metropolitana e interior do Estado, estará totalmente concluída até meados de 2010”, diz a empresa, por meio de nota divulgada à imprensa.
Segundo a Telefônica, sua estrutura para transferir ligações e gerenciar a demanda de chamadas será ampliada. Atualmente, há três pontos de gestão de chamadas em todo o Estado de São Paulo, número que será elevado para cinco até o final deste ano.
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Há cinco anos, mais ou menos, conversei com um técnico antigo da Telefonica, do tempo da Telesp, um dos ultimos que tinha restado. Ele contou que quando era estatal, eles, técnicos, para entrarem no DG (local se concentram todas as linhas de uma localidade) tinham que praticamente tirar os sapatos e vestir uma pantufa, de tão bem cuidado que era. Logo depois da privatização e dos cortes de pessoal, ele disse que tomou um susto. Foi fazer um reparo e encontrou o portão do DG aberto, dentro uma multidão de "técnicos" de terceirizadas - quando era Telesp o máximo era um técnico por vez, e tinha que deixar todos os objetos de metal do lado de fora - tinha cachorro e até um vendedor de amendoim.
enviado por: FABIO RODRIGUES DA SILVA em 30/09/2009 - 09:05 -
É por isso que os estrangeiros adoram o Brasil...O Brasil é uma festa! Quando surge um problema em algum setor público ou privado, existe um alarde, investigações, um imenso bla bla bla, mas depois de alguns meses (ou semanas), acaba tudo em pizza. Ninguém ouve mais falar no problema, e fica tudo por isso mesmo. Nós brasileiros temos a memória muito curta, além disso somos muito mansos. Aceitamos tudo. Eita povo bonzinho hein! Nem dá para comentar essa vergonha que é ver setores privados e públicos do Estado de São Paulo, ficarem na mão de uma operadora que não quer saber de investir em infra-estrutura básica, como disponibilidade e redundância, mas sim só quer enxergar os lucros, sugando uma estrutura antiga e saturada de telefonia, antes pública, oferecendo por exemplo, uma internet banda larga cara (comparando com outros países, pagamos sim muito caro por muito pouco) e de qualidade discutível. O que acho mais lindo em tudo isso é ligar a TV e ver aqueles comerciais bacanas e coloridos, com uma música alegre e gente bonita sorrindo, onde tudo é lindo, tudo funciona... Ah! Que maravilha, não? Pois é... Do que eu estava falando mesmo?
enviado por: Alvi Lourenço de Almeida Junior em 29/09/2009 - 23:34 -
na boa: redundancia e alta disponibilidade é coisa super básica... como a ANATEL DE MERDA não discaliza essa TELEFONICA LIXO pra ter os itens de segurança mais básicos do universo? APosto que nem nobreaks a telefonica deve ter... LIXO LIXO LIXO LIXO
enviado por: André Gomes em 29/09/2009 - 17:35





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