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Quinta-feira será dia do protesto contra DRM
James Della Valle, de INFO Online Segunda-feira, 01 de março de 2010 - 11h25Wikimedia Commons |
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SÃO PAULO – A Free Softawre Foundation quer promover no próximo dia 4 de março o dia internacional contra o DRM (Digital Restrictions Management).
De acordo com a fundação, a data deve unir representantes de diversos projetos, organizações e indivíduos para protestar contra as tecnologias que restringem acesso à música, filmes, livros e programas.
O esforço faz parte da campanha contra DRM da FSF, a Defective by Design. “O DRM ataca nossa liberdade em dois níveis. Seu propósito é restringir o uso das cópias de seu trabalho publicado. Obriga você a utilizar software proprietário, o que significa que você não controla o que ele faz. Quando as companhias se organizam para desenvolver produtos que nos restringem, devemos nos organizar para derrotá-las”, afirma Richard Stallman, presidente da fundação.
O diretor executivo do open Right Group, Jim Killock, chegou a afirmar que as restrições limitam o usuário a programas e dispositivos específicos, deixando-o a mercê dos vendedores.
A Free Software Foundation informou que novidades serão anunciadas até a data do evento. Os interessados em participar podem enviar e-mails para o projeto Defective by Design no endereço info@defectivebydesign.org ou entrar diretamente no site www.defectivebydesign.org.
O DRM é tido como uma classe de tecnologias de acesso responsáveis por restringir o uso de conteúdo digital. O objetivo das empresas, como gravadoras e estúdios, é evitar que seu conteúdo seja copiado, infringindo leis de direitos autorais.
Em muitos casos, esse gerenciamento é considerado controverso. Por exemplo, dependendo da técnica utilizada, muitos arquivos adquiridos não podem ser reproduzidos em dispositivos diferentes, como celulares, MP3 players e computadores. O que limita as opções do consumidor.
No caso de programas, pode haver barreiras como quantidades específicas de instalações. Jogos como Mass Effect, da Bioware, e Spore, da EA, utilizam recursos parecidos. O problema é que alterações de hardware podem ativar o sistema de proteção, fazendo com que o software entenda que está em processo de instalação em outra máquina.
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"dependendo da técnica utilizada, muitos arquivos adquiridos não podem ser reproduzidos em dispositivos diferentes, como celulares, MP3 players e computadores ao mesmo tempo." Na realidade, não podem ser reproduzidos nem ao mesmo tempo nem em tempos diferentes. Não posso mover (sem cópia, mover mesmo) um arquivo de meu celular para o computador, e ouvi-lo no computador. Ou gravá-lo em um dvd e ouvi-lo no dvd... Posso movê-lo para o computador para libera espaço no celular, e futuramente voltar o arquivo para o MESMO celular sem problemas. Se trocar o celular, não há nenhuma garantia de que não perderei meu investimento na compra da midia com DRM...
enviado por: Alexandre Drummond em 01/03/2010 - 15:34 -
DRM... fala sério... Gravadoras e estúdios de cinema e música realmente tremem diante do poder da internet e o compartilhamento de arquivos (P2P). Em seu desespero, acabam prejudicando o consumidor que paga, restringindo-o a utilizar determinado arquivo em sistemas específicos e blábláblá. Estão dando um tiro no próprio pé. THE PIRATE BAY FOREVER !!
enviado por: Lucas César Mourão em 01/03/2010 - 15:16





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