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Projeto Banda Larga atrai empresas privadas

Agência Brasil Sábado, 20 de fevereiro de 2010 - 08h49


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Projeto Banda Larga atrai empresas privadas
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  • Gente, concordo com quase todos os pessimistas, e lamento aos otimistas. Mas não adianta ter fé ou esperança de um Plana Nacional de Banda Larga quando único interesse do governo, ou melhor, dos governantes, é dinheiro no bolso. Parece que ninguém aqui viu a matéria da Veja desta semana, sobre os esquema de 15 BILHÕES deste PNBL, de como foi planejado e executado durante 6 anos. Daí porque não se consegue autorizar outros tipos de distribuição de banda no país. E Leandro, lamento, mas tenho dó de você. A um porque não acha a carga tribuOtária pesada no Brasil, e a dois, porque ainda acredita no governo lulla. Segue o link da matéria completa da VEJA, felizmente, ABERTA A TODOS! Abcs http://veja.abril.com.br/030310/maior-lobista-pais-p-062.shtml
    enviado por: Hercilio Fassoni Jr em 01/03/2010 - 21:07
  • Só não vai entrar quem não quer.... E é a mais pura verdade. O Zé Dirceu já entrou. Falta o resto da "turma", se é que me entenderam.
    enviado por: Slavis Kalento em 25/02/2010 - 17:02
  • aqui em sergipe por exemplo, a unica operadora com internet banda larga via capo, é a oi, infelzmente! e acredito também, que ela participando, nao fará muita mudança! aqui existem conexões de 300kpbs a 1mb, só isso! sendo que 1mb custa R$169,90, um absurdo! sendo que em capitais como rio de janeiro, 1mb custa R$49,90... e ainda é obrigado a assinar a linha fixa, sendo que nao necessita disso!
    enviado por: Marcelo Santos Leite da Silva em 25/02/2010 - 15:25
  • Pois é, concordo plenamente com vocês, na minha cidade se eu ganhar IP 187 a internet fica boa, se ganhar 189, 200 ou 201 fica um lixo, 187 era somente empresas, agora usuarios ,entao tudo indica que ha um certo controle bem limitado, sem falar no trafficshapping. Temos uma das melhores empresas de fornecimento de energia do Brasil, a CELESC, conversei com uma gerente e ela me informou que a CELESC nao foi licenciada para fazer a internet via rede eletrica, um absurdo!!! Na realidade o governo só esta inventando essas ideias pra camuflar as grande empresas, pois elas simplesmente deveriam nao ter direito, pois possuem uma rede propria, cobram taxas absurdas, o que mais falta ?
    enviado por: Giovan Carlo em 24/02/2010 - 14:01
  • 60% do território nacional = 90% da população brasileira = Amazonas fora deste percentual = internet "ultra-veloz" de 200 kbps.
    enviado por: Thiago Araujo de Assis em 23/02/2010 - 15:09
  • Já que a Embratel não libera o WiMax para o uso residêncial, e nem o 156 Kbps aqui no RJ, porque não cede para as outras empresas interessadar em prover internet a baixo custo?
    enviado por: Márcio Kelly em 23/02/2010 - 13:27
  • Acordem, meus caros. Acham que um punhado de estatais - algumas já com suspeitas de ligações com o governo - vai resolver o problema? Santa ingenuidade...
    enviado por: João Marcus Christ em 23/02/2010 - 09:43
  • Leandro, vc é o primeiro brasileiro que conheço que acha que pagamos poucos impostos. Acorda!
    enviado por: Ricardo Valle Aleixo em 23/02/2010 - 07:12
  • Só tem testamento nestes comments, desisto de ler!
    enviado por: Cristina Nascimento em 22/02/2010 - 21:13
  • @ Rodrigo Melo: É revoltante mesmo a atuação da Oi no Nordeste. Moro em Teresina, Capital do Piauí, e a situação é bem parecida com a que você descreveu. Moro a menos de 500 metros da central da Oi, mas eles dizem que não há disponibilidade em minha casa. Porém, o estande da construtora do meu bairro,que fica duas ruas abaixo, tem Velox. Hoje, um técnico e colega meu, que mora num local mais afastado do bairro, inclusive sem calçamento e com poucas casas, contou-me que há o serviço Velox próximo da casa dele! Também já soube de casos de pessoas que só conseguiram Velox por meios "não oficiais". Faz mais de 2 anos que eu e muitas pessoas tentamos contratar o serviço Velox, mas eles não têm interesse em nos atender!Enfim, só no Brasil mesmo ocorrem esses absurdos...
    enviado por: Augusto Marreiros em 22/02/2010 - 19:11
  • De novo essa bobagem de a culpa é dos impostos. A culpa é de 50% do lucro da telefônica ir pra espanha e nada ser reinvestido na infraestrutura. Se essas companhias tivessem vergonha na cara e reinvestissem os lucros, nós teriamos um serviço de telefonia decente. Finalmente o governo Lula deu uma dentro na questão das telecomunicações.
    enviado por: Leandro em 21/02/2010 - 14:39
  • @Augusto Marreiros: Eu também moro no nordeste, interior da Bahia pra ser mais exato. A cidade onde moro tem 100 mil habitantes e neste momento posso me considerar um privilegiado por ter Velox em casa, pois não há mais "vagas" para novos usuários em alguns dos poucos bairros atendidos. E não são apenas bairros pobres que não dispõem do serviço. Aqui tem um bairro de classe média/alta, inclusive onde se localiza o fórum e a câmara municipal e nele ninguém consegue Velox por vias legais. Só pagando por fora. É uma vergonha. Só não é maior do que o exemplo que eu dei do custo de 300 kbps em Manaus. Aquilo sim, é um assalto a mão armada. E eu tenho certeza que a parceria operadoras-políticos não é só entre Lula e OI. Os administradores não são burros e sabem que aqui no Brasil as coisas podem ficar bem mais fáceis se colocar uns trocados nas cuecas e nas meias de uns políticos aqui e ali. Parece aquela velha cena, onde os clientes põem dinheiro na lingerie das prostitutas.
    enviado por: Rodrigo Melo em 21/02/2010 - 13:57
  • Se o governo permitir que grandes empresas de telecom façam o serviço de última milha, o projeto será um fiasco. Elas já fornecem serviço de conexão à internet e não o fazem com qualidade. Permitir que provedores menores entrem na "jogada" é o melhor caminho. Com mais competição, melhora o serviço para o consumidor.
    enviado por: Felipe da Silva Carballo em 21/02/2010 - 02:08
  • Se o governo entender que existem centenas de pequenas empresas que já prestam o serviço de banda larga no interior de nosso país e que só precisam de insumo (Backhaul IP) a custos de primeiro mundo para praticar preços de primeiro mundo, o PNBL será um sucesso. Mas se privilegiar as grandes operadoras, irá fomentar o dumping e o desaparecimento dessas pequenas operadoras. Aí estamos fritos, no futuro as grande operadoras vão praticar o preço que quizerem.
    enviado por: Eduardo Ferraz em 20/02/2010 - 23:20
  • @ Rodrigo Melo: Concordo com você quanto à Oi. Moro no Nordeste e também passo muita raiva com esta operadora. Somos reféns dela aqui. Não há outra operadora em banda larga fixa. Certamente, isso acontece porque, como já foi revelado pela imprensa, o filho de Lula tem negócios antigos e suspeitos com a Oi. Não bastasse isso, esta operadora foi a empresa que mais doou recursos para a eleição de Lula. Tudo isso foi comprovado pela imprensa que ainda investiga algo neste país. Deprimente...
    enviado por: Augusto Marreiros em 20/02/2010 - 17:12
  • Se a frase "Só não vai entrar quem não quiser" significar a possibilidade das malditas teles entrarem no bolo, estamos ferrados. Se estas pragas não investiram até agora para alcançar os usuários que este plano pretende alcançar, por que o fariam agora? Imaginem só: A maldita OI vendendo Velox 300 Kbps em Manaus a R$ 220 (isso mesmo, DUZENTOS E VINTE REAIS), por levaria acesso de 1 Mbps (como prevê o plano) à Manicoré (46 mil habitantes) por míseros R$ 10 (dez reais) como já se especulou que será a taxa básica de acesso? O que ela ganha com isso? NADA. Essa DESGRAÇA chamada OI só entraria para atrapalhar. Ia ficar inventando estudos, levantamentos, licitações, dificuldades técnicas, o escambau e nada seria feito. Desculpem os termos, mas a OI me tira do sério.
    enviado por: Rodrigo Melo em 20/02/2010 - 15:47
  • Torço muito para o sucesso deste Plano Nacional de Banda Larga, pois ainda sou obrigado a usar a lenta, cara e "jurássica" internet discada. Porém, se o Governo reativar mesmo a Telebrás, será necessário um forte controle e uma administração que se assemelhe às grandes empresas privadas: busca da qualidade, eficiência e estabelecimento de metas ambiciosas. Por fim, como as atuais operadoras deverão participar nesse Plano, a fiscalização sobre elas deve ser a mais rígida possível, com aplicaçãoes de multas vultosas e outras sanções cabíveis, caso não cumpram suas metas. Vamos torcer pelo sucesso deste Plano e fiscalizar sua execução, exercendo nosso papel de cidadãos e contribuintes.
    enviado por: Augusto Marreiros em 20/02/2010 - 13:56
  • A minha visão sobre este assunto é baseado nas mesmas dúvidas e indecisões que está acontecendo nos EUA,com o mesmo programa. O mercado de banda larga americano não é atualmente competitivo, onde cada vez mais gente tem apenas um ou dois fornecedores por onde escolher. Os EUA pagam mais por megabit de serviço do que a maioria das outras nações industrializadas, e está em 15º lugar entre os países industrializados na adopção de banda larga. Ou seja, no Brasil não é a mesma coisa, mas se Governo Federal concorda que banda larga universal e uma maior taxa de adoção de banda larga são cruciais para a economia do Brasil, então é necessário tomar algumas medidas realmente agressivas para chegar lá. A proposta da politica americana se diferedi da brasileira no seguinte aspecto, acesso universal será definido como internet rápida disponível e com preço acessível por todo o país e se dará pela combinação de fibras, cabos, satélites, cobre e redes sem fio de alta velocidade, mas não existe nenhuma menção ao uso do PLC, uma tecnologia promissora mas que vem sendo contida pela inércia regulatória. Tecnologias como os set top boxes, que farão os televisores se parecerem mais com computadores também são críticas, especialmente para as pessoas de menor renda. A grande questão é como financiar os investimentos necessários para essa meta ambiciosa. As principais empresas da indústria de comunicações não estão interessadas em investiram vários bilhões de reais na infraestrutura de banda larga, mas parece claro que muito mais dinheiro será necessário para preencher as lacunas na cobertura e ampliar as velocidades em geral. Portanto, vamos esperar porque em ano pré eleitoral se promete tudo, mas não acontece nada.
    enviado por: Maurico Williamson em 20/02/2010 - 12:35
  • Tem duas bandas largas a se considerar, a cabeada e a wireless. A melhor (mais confiável) e mais adequada para as residências é a cabeada (falo por experiência própria). Se o governo quer mesmo fazer um plano nacional de banda larga, primeiro tem que considerar que a maior parte da área a ser atendida já o é por redes elétricas. A tecnologia para levar os sinais da net via rede elétrica já está resolvida. É só implementar sem muita complicação. E se quisermos ser competitivos mesmo, por favor ABAIXEM OS IMPOSTOS!!! São eles que matam o país, somos um país de remediados porque quase metade do que pagamos para tudo o que compramos vai para as mãos do governo que pouco nos oferece em troca a não ser escandalos financeiros infindáveis, e programas de desenvolvimento que não sairão do papel por falta de competência na governança da coisa pública e principalmente por falta de carater dos políticos. Se deixarem esse plano na mão da Telebras teremos mais gente mamando e provavelmente uma BUNDA-larga e pesada para ser usada pelos mais necessitados. Mas como o governo usa muito bem a mídia, irá dizer que é assim mesmo, que está ótimo e esses novos usuários dirão amém... por puro desconhecimento do que é bom de verdade. Sempre foi assim, andamos a reboque da modernidade, vivemos das sobras da tecnologia e a pagamos caro para sustentar governos cada vez mais ineptos. Arfh! Tô enjoado...
    enviado por: Ricardo Valle Aleixo em 20/02/2010 - 10:14
  • O grande erro desse projeto é permitir que as GRANDES empresas (Oi, TIM, Claro, Vivo, Intelig, Embratel etc.) façam parte desse projeto. No interior do Brasil já temos pequenas empresas que dão acesso a internet por redes wireless. Como o plano nacional de banda larga não impede a participação das empresas que já têm licença de telefonia, esse projeto só servirá para concentrar mercado e renda em quem já o domina nos centros urbanos. O correto seria por a Telebrás/Eletronet como backbone para o interior do Brasil e permitir que somente pequenas empresas e empreendedores façam a última milha. Isso gera mais emprego, mais renda distribuída e mais competitividade de mercado. Afinal, em uma pequena cidade, vários pequenos provedores podem atuar. Agora se uma gigante como a TIM entrar numa cidade de 10 mil habitantes, por dumping, ela quebra qualquer outro player.
    enviado por: Kurt Kraut em 20/02/2010 - 09:24

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