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´Onda cracker prejudica software livre´

Por Felipe Zmoginski, de INFO Online
• Quarta-feira, 29 de junho de 2011 - 19h17
Felipe Zmoginski
Na avaliação de Jacques, a crise de segurança que assola o país faz as pessoas acreditarem que hacker é a mesma coisa que cracker
São Paulo - O principal coordenador da décima segunda edição da FISL (Fórum Internacional de Software Livre), que acontece esta semana em Porto Alegre, Sady Jacques, vê prejuízos à colaboração online e ao movimento do software livre em função da onda de invasões cracker no mundo.

Na avaliação de Jacques, a crise de segurança leva muitos usuários a confundir os programadores hackers, que desenvolvem tecnologias de modo colaborativo, com criminosos crackers, diminuindo a força do software livre.

Em entrevista a INFO, o coordenador da FISL rebate a ideia de que o Fórum seja dependente do governo e afirma que aplicações open source estão ganhando espaço também no setor privado e cita fenômenos como Android e Firefox como exemplos da ascensão do software livre no Brasil.

Info: Nesta edição da FISL, a exemplo dos anos anteriores, há forte presença de estatais e patrocínios de governos. O software livre não consegue conquistar o setor privado?

Sady Jacques: No mundo todo os governos são os maiores consumidores de TI e também os principais fomentadores de novas tecnologias. Então, eu digo que qualquer evento de TI para ser bem-sucedido precisa de algum apoio público. Nós temos, nos últimos oito anos, recebido forte apoio do Governo Federal, não só para realizar a FISL, mas sobretudo para disseminar o software livre nas escolas e empresas. Mas não é só isso. O movimento open source está conquistando os usuários finais e as grandes empresas privadas.

Info: De que forma isso acontece?

Sady Jacques: Eu posso citar o sucesso do Firefox e do Ubuntu, que são produtos livres muito elogiados e adotados em massa pelos usuários.  Mas há também fenômenos como o Android e grande parte das aplicações para computação em nuvem que comprovam o sucesso do software livre. O Brasil vive um processo de lenta migração para plataformas abertas. Há 10 anos, praticamente só a IBM disseminava serviços para explorar o open source, hoje há centenas de grupos importantes ganhando dinheiro e gerando negócios baseados em aplicações abertas.

Acompanhe a cobertura da FISL 11

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    comentários

    • Com ctz existe a diferença..... é pouco mas deve ser utilizado o termo correto.... q bom q alguém comentou sobre isso!!!!

      Davi Souza • 30/06/2011 - 10:02
    • Só lendo as perguntas dá para ver que a InfoExame condiciona as resposta a um patamar de inferioridade frente ao software pago! Não adianta, a pacialidade do pessoa InfoExame é notoria ...!!!!!

      Wildson Macedo Oliveira • 29/06/2011 - 21:57
    • ah esse mimimi por causa do sentido de hacker e cracker jah é a maior besteira. [ironic] vou reclamar tbm entao!! de agora em diante as pessoas nao podem mais usar uma balança para pesar, pois essa nao pesa porra nenhuma! ela mede a massa dos corpos! [/ironic]

      Rafael Machado • 29/06/2011 - 21:44
    • LOL (colocar link para a matéria “Facebook contrata GeoHox) PS: GeoHot

      Fred Passos • 29/06/2011 - 21:11

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