TI
Intel vai clonar aparelhos móveis na nuvem
Paula Rothman, de INFO Online Sexta-feira, 19 de junho de 2009 - 10h10Getty Images |
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Intel estuda clonar dados de dispositivos móveis na nuvem |
SÃO PAULO- A fabricante de processadores Intel anunciou que pretende dar aos smartphones e netbooks a mesma capacidade de um PC com a “clone cloud”.
A tecnologia está sendo desenvolvida nos laboratórios da empresa e foi anunciada ontem pela manhã, na sétima edição do Research@Intel, evento anual da companhia realizado na Califórnia.
A ideia é bastante simples: copiar, ou “clonar”, os dados e aplicativos do seu dispositivo móvel na nuvem e sincronizá-los, de forma que o usuário tenha acesso a processadores mais potentes. Isso permitiria, por exemplo, assistir a vídeos enquanto se faz o update de um antivírus.
A tecnologia “clone cloud” teria a capacidade de tornar a performance dos devices bastante similar à de um PC, dispensando a necessidade de constantes updates.
Os estudos da empresa agora se voltam para a área do design, com o objetivo de manter a mesma interface dos dispositivos, poupando também a bateria dos aparelhos. Ainda sem data divulgada de lançamento, a “clone cloud” também está sendo testado para garantir a segurança dos usuários.
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Apenas para adicionar mais um comentário em relação à computação em nuvem: além de evitar pirataria e concentrar o mercado, é mais uma forma de obter um bom lucro. Ao invés de você comprar um produto, seja hardware e software, e poder utilizar à vontade, terá que pagar uma mensalidade por isto. E isto implica também em outras coisas: sempre que a nuvem sofrer um upgrade de hardware e software você vai ter que pagar, querendo ou não. Mesmo que você tenha aquele velho PC rodando software de 10 anos atrás e que satisfaz suas necessidades, terá que pagar - e mais - para continuar usando já que vai ter disponível algo "melhor".
E como fazer se uma empresa não está sendo mais do seu interesse? Seus dados estarão todos com ela. Como fará para mudar para outro fornecedor? E quando der algum problema e dados forem perdidos?
O Google já opera muita coisa neste sentido. Muitos acham que é maravilhoso. Mas pensam só no fato de ser de graça. E se o Google resolver cobrar ou quebrar? Se surgir concorrência forte (Bing?) e eles começarem a decair, será que não vão começar a cobrar? Quanto é séria a expressão "don´t be evil?".
Não sou contra a tecnologia, muito pelo contrário. Mas não dá para apenas elogiar ou achar que vai ser assim e pronto. Para tudo na vida sempre deve haver o questionamento, olhar o lado bom e o ruim. Não existe nada que seja 100%.
enviado por: em 22/06/2009 - 17:07 -
lamentavel mesmo! esse negocio de falar dessas coisas que já estão mais que "mastigadas" como se fosse uma grande revolução, enche o saco! mas gostei da reportagem, e sei que podem melhorar.
enviado por: em 19/06/2009 - 17:56 -
A Info está perdendo credibilidade ao promover irritantemente essa tal "Nuvem" que nada mais é uma maneira de se combater a pirataria e concentrar mercado nas mãos de poucos.
Ao meu ver, a tal "nuvem" irá criar monopólios piores que os da Microsoft.
A Info promove essa tencnologia de maneria altamente exagerada e até certo ponto lamentável.
Já está ficando visível que não há confiabilidade tanto de hardware quanto de software para que coloquemos todos nossos arquivos e aplicativo nas mão de tal tecnologia.
enviado por: em 19/06/2009 - 17:07 -
Muitas vezes estas reportagens da INFO, parecem ter saido das mãos de um estágiário com péssima remuneração.
enviado por: em 19/06/2009 - 14:44 -
"Isso permitiria, por exemplo, assistir a vídeos enquanto se faz o update de um antivírus."
Não entendi. Pra mim update de antivirus gasta banda, não o processador.
enviado por: Otávio Müller em 19/06/2009 - 10:38





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