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Gasto com TI deve atingir US$ 293 bi em 2013
James Della Valle, de INFO Online Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 - 09h18Reprodução |
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SÃO PAULO – Dados divulgados pelo Gartner apontaram que os investimentos com TI na América Latina devem aumentar e atingir a marca de US$ 293 bilhões até 2013.
A empresa de em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia afirma que o número eleva a região à condição de segundo maior mercado emergente em TI nos próximos quatro anos, atrás apenas da Ásia.
Somando as quatro regiões consideradas como mercados emergentes (América Latina, Ásia/Pacífico, Oriente Médio/África e Leste Europeu), a previsão para os gastos até 2013 apontam para, aproximadamente, US$ 1,34 trilhão, valor equivalente a 36,4% do total de gastos com TI em todo o mundo, estimado em US$ 3,67 trilhões.
"Os CIOs da América Latina passarão por processos críticos de decisão que influenciarão e direcionarão os principais segmentos do mercado de TI nos próximos anos", afirma o VP analista emérito do Gartner e chairman da Conferência Futuro da TI, Donald Feinberg.
BI como prioridade
De acordo com o Gartner Executive Programs CIO Survey 2009, pesquisa realizada com mais de 1500 CIOs em todo o mundo, a prioridade dos diretores de TI na América Latina continua sendo as aplicações de Business Intelligence. Esta é a quinta vez consecutiva que a tecnologia está entre as duas primeiras posições da lista.
"Durante os últimos anos, os interesses dos diretores de TI na América Latina se aproximaram das prioridades dos CIOs no mundo. Hoje, mesmo com algumas diferenças na ordem, os dez temas prioritários são os mesmos nas duas listagens", aponta Feinberg.
As três primeiras tecnologias prioritárias na América Latina são, respectivamente, BI - que inclui análise e mineração de dados (mining) -, aplicações de negócios (ERP, CRM e SCM) e virtualização de servidores e storage. Esta ordem das tecnologias é idêntica às opiniões dos diretores de TI de todo o mundo.
"Apesar do interesse das companhias, ainda há falta de expertise em BI na América Latina, levando à procura pelas ofertas de outsourcing dessa tecnologia. Este cenário, no entanto, deve mudar entre três e cinco anos", explica Feinberg.
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