Exército usará antivírus brasileiro

Por Rafael Ferrer, de INFO Online
• Quarta-feira, 01 de fevereiro de 2012 - 09h15
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General Antonino Santos Guerra trocou o software estrangeiro pelo nacional

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    • Tecnicamente e financeiramente esta informação é muito pertubadora e leva a duas conclusões: ou a mesma está errada ou o Exército está cometendo um grande erro e precisa rever os seus conceitos de segurança da TI. Tecnicamente pela complexidade de implementação e manutenção do projeto. Apenas como exemplo, a Microsoft até hoje não consegui desenvolver uma solução para competir igualmente com as principais empresas da área, como ESET, Kaspersky, McAfee, Symantec, etc. Se tem produtos consolidados no mercado, por que desenvolver outro? Não duvido da capacidade da BluePex e de nenhuma outra empresa do Brasil, mas por que reinventar a roda? E enquanto o produto não for concluido, qual solução será adotada? Financeiramente pelos textos anteriores e qual a diferença de custo com produtos disponiveis no mercado?

      Juliano Morona • 06/02/2012 - 16:25
    • O que será mantido em sigilo é o código fonte do programa, e não a linguagem de programação, como foi dito no artigo. Também achei bem estranho esse valor de R$ 720.000 para 2 anos.

      Guilherme M. Stiebler • 01/02/2012 - 10:15
    • R$ 720 mil para desenvolver, treinar, construir laboratório e suporte técnico especializado por dois anos? R$30 mil por mes para distribuir para uma equipe inteira e ainda tirar o lucro? Valor um pouco baixo, vamos ver se será coisa boa...

      Adriano de Oliveira Colenghi Baptista • 01/02/2012 - 10:06

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