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Banda larga via rede elétrica é segura?
Daniela Moreira, de INFO Online Quinta-feira, 09 de abril de 2009 - 18h20Divulgação |
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SÃO PAULO - Com as regras para prestação dos serviços de BPL (Broadband over Power Line) aprovadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil pode ter em breve ofertas de internet que chegarão à casa dos consumidores pela rede elétrica.
Em São Paulo, a AES Telecom, braço da AES Eletropaulo, já faz testes avançados com a tecnologia e pretende estrear ofertas comerciais em parceria com provedores de banda larga em pouco tempo. Outras companhias de energia elétrica como Copel e Cemig também experimentam com o BPL.
Mas o aval da agência pode não ser suficiente para tranqüilizar os usuários sobre os possíveis riscos da tecnologia. Quando noticiamos que a banda elétrica via rede elétrica poderia estrear em 2009, choveram comentários de leitores da INFO questionando a segurança do sistema. A principal preocupação é que a tecnologia possa interferir em freqüências de outras aplicações, como rádios amadoras e até instalações militares.
Eles não estão sozinhos. Nos Estados Unidos, a tecnologia enfrenta pressão da Associação de Rádios Amadoras, que processou a Federal Communications Commission (FCC) – a Anatel norte-americana – por ter liberado o BPL para uso no país sem prova suficiente de que a tecnologia não interferia em outras freqüências.
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Hertz Martins Caldas • 07/01/2011 - 13:41
Radioamador verdadeironão se preocupa com interferência; ele sabe Telegrafia. O resto é radioamador de araque. Eu já trabalhei em rádio recebendo os sinais nas piores condições meteorológicas possíveis e não seria uma interferenciazinha de banda larga via rede elétrica que iria me impedir de trabalhar. Que venha a banda larga para todos!
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Anônimo • 06/05/2009 - 14:38
Se realmente funcionar pode ser uma boa alternativa para quem pussui somente a Brasitelecom, a qual não tem competencia suficiente para atender aos que necessitam do serviço, ou como eu que no momento em que envio esta, estou utilizando o serviço 3G da Vivo, que cada entre nos, parece um modem de linha discada e vive caindo.
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Anônimo • 13/04/2009 - 15:47
Primeiramente, lamento tamanha "ignorância" de certas pessoas quando se referem aos "radioamadores". Primeiro porque "radioamador" não é o equipamento e sim o "operador de rádio". Segundo, porque só lembrarão dos "radioamadores" quando estiverem morrendo em uma enchente ou outra catástrofe qualquer e necessitarem de ajuda e a porcaria do seu celular não funcionar. E porque não funcionará? simplesmente porque quando todos querem acesso simultaneamente o sistema celular fica sobrecarregado. Lembram o que acontece próximo das "zero horas" de todo ano novo como fica? Além disso, o celular depende de alguma torre e de uma central para fechar o "enlace de comunicação" e poderão estar pifadas no momento mais importante de suas vidas. Lembrem-se que muitas das tecnologias existentes no mundo de hoje foram "radioamadores" que as desenvolveram. Vocês, em suas "ignorâncias tecnológicas", nem tinham ouvido falar em celular quando nós "os radioamadores" já utilizáva-mos "serviço de comunicação" móvel por telefone via rádio. Mas não tem problema, não. Quando os proprietários de rádios broadcast do Brasil e outros países nas imediações souberem que suas emissoras não estão sendo captadas por causa da internet brasileira pela rede elétrica e eles deixarem de arrecadar o "dim-dim" de suas publicidades, aí sim, tomarão providências para acabar com estas interferências. Quanto a tecnologia sobre rede elétrica eu sou a favor mas não poderá interferir em nenhum tipo de serviço, seja qual for. Meu conhecimento me diz que a rede elétrica da casa, por não ser blindada, será uma antena irradiando interferência para todos os lados. Se provarem ao contrário, ficarei calado e baterei palmas, caso contrário, serei mais um "radioamador" que lutará contra esta "arbitrariedade". Em outros países como Estados Unidos, nós, "os radioamadores", somos convidados a fazer parte da "equipe de segurança nacional". E que valor nos dão no Brasil? e ainda temos que ler comentário do tipo: "interferencia com radios amadores??? quem ainda usa isso? quem se importa? os caras que migrem para uma solucao voip e nao barrem o avanco tecnologico." ou ainda "Ah, tô pouco me lixando para rádio amadora. Até hoje, só me impediu de ouvir as grandes rádios, pq "roubam" frequencia." Lamento tamanha ignorância e falta de respeito com nossa classe. Ataliba Zandomenego Filho Radioamador (PP5AZF) e PX (PX5B-8091)
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Anônimo • 12/04/2009 - 19:41
Radioamadorismo em países como Japão, USA, Inglaterra entre outros que detem tecnologias muito mais avançadas que o Brasil, estimulam e mantem este hobbie científico até os dias de hoje. Seu uso quando tudo falha na area comuniocações, principalmente em situações de emergencia é inegável. Nesta hora haverá sempre um radioamador. E para quem não sabe, enchentes, furacões (vide o Catarina)com queda de cabos de energia e telefone, vira um caos. Nem telefone, nem celular, nem internet e nem satélites. Por isso a importância, entre outras, do radioamadorismo. Alem disso, até quando vamos comprar o que exatamente os países desenvolvidos não querem? Vamos ser sempre um laboratório do que não serve aos desenvolvidos? Modernizar sim. Desenvolver sim. Preservar sim. Correr riscos não. Alberto Goetze
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Anônimo • 12/04/2009 - 17:39
Não entendo a persistencia do Brasil em adotar esta tecnologia. Acho que não é a questão de interferencia ou perigo. No Japão, por exemplo, os sinais de Banda Larga transitam 100% em fibra otica, dezenas de vezes mais rapido que no Brasil e 400 vezes mais barata. Deve ter interesse de lobistas querendo ganhar rios de dinheiro enganando trouxas, pois o sistema atenderia a maioria da população palpérrima.
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Leonardo Ferreira • 11/04/2009 - 09:36
Se achamos que seria um independência das Companhias Telefônicas, me digam quantas Companhias Elétricas existem na sua cidade? Seré mais do mesmo. O problema não é só dos radioamadores. Imaginem esta radiofrequência toda, que interfere em bilhões de equipamentos, quais danos trarão à nossa saúde??? Você tem lâmpada fluorescente em casa? troque ou desligue. Você tem liquidificador? não use. Você tem secador de Cabelos, Microondas, batedeira, ventilador, impressora, aspirador de pó, enceradeira, geladeira velha, etc. etc. etc.??? esqueça. Ou usa um ou outro. Você gosta de ouvir Rádio AM? esqueça. Temos que pensar muito nos benefícios, mas principalmente nos malefícios. Esta tecnologia foi banida da Europa... por que será??? Mas como no Brasil não queremos saber de nada, só de levar "vantagem", dá nisto. Abraços à todos.
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Pri • 11/04/2009 - 00:14
Ah, tô pouco me lixando para rádio amadora. Até hoje, só me impediu de ouvir as grandes rádios, pq "roubam" frequencia. Me sinto segura, desde que o vírus não seja um curto-circuito! rs Sem mais delongas. Bye!
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Antonio Augusto de Arajo • 10/04/2009 - 22:42
Não me sinto nem um pouco incomodado com isso, se somente menos de 3% deram problemas por que não testar. Afinal, grandes invenções nascem a partir de testes e experiências.
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Andre Azevedo Guimaraes • 10/04/2009 - 21:28
Para uma localidade como fortaleza em que você so tem praticamente uma opção para internet banda larga (velox), seria interessante uma concorrência para amenizar o preço.
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Anônimo • 10/04/2009 - 19:20
Que bom!Assim pode democratizar a banda larga numa maior escala...
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Antonio Augusto de Arajo • 10/04/2009 - 18:51
Não me sinto nem um pouco incomodado com isso, se somente menos de 3% deram problemas por que não testar. Afinal, grandes invenções nascem a partir de testes e experiências.
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Fabio Rogerio Alves Morgado • 10/04/2009 - 09:35
Acho muito interessante, mas prefiro esperar os resultados finais após ser lançado no mercado, e ver se as tais interferências realmente ocorreram ou não. O melhor jeito de se conhecer as novas tecnologias e ver como funcionam na pratica. Só o tempo dirá!!!
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Juvenal Lopes Carnaiba • 10/04/2009 - 09:16
Esta nova tecnologia vai ajudar na expansão do uso de Internet em todas as Cidades e Estado do Brasil e consertesa irá contribuir para o crescimento profissional de pequenas e medias empresas onde a internet possibilita a igualdade ao lado de grandes nomes e o crescimento intelectual da pessoas. Em Santa Catarina já existe e é um sucesso, os primeiros testes começaram lá, agora em Cidades grandes Ex. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais só terá se alquém levar uns R$... Caso contrário Não ! Isto na Itália se chama Coisa Nostra, na China Mafia e no Brasil Politica .
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Mark Thirteen • 09/04/2009 - 23:36
interferencia com radios amadores??? quem ainda usa isso? quem se importa? os caras que migrem para uma solucao voip e nao barrem o avanco tecnologico. Com tanto que tenhamos mais uma opcao que sai do eixo das telefonicas, otimo, pois brasileiro nao aguenta mais o descaso e a baixa qualidade do servico, nao e atoa que o servico a cabo cresce no pais todo como alternativa ao acesso via telefone (xDSL e suas derivacoes); troquei meu acesso ADSL da Telemar por um a cabo e nao me arrependo, o servico e muito mais estavel e nao sou obrigado a ter linha telefonica para isso - hoje so pago internet (uso skype para ligacoes fixas) e linha celular!
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GRZ • 09/04/2009 - 21:33
A Anatel não esta nem ai para nós consumidores. Eles estão totalmente desalinhados com a vontade do povo e ficam só do lado das empresas. Veja a renovação das concessões com as teles como foi: Assinatura da linha! foi comprovado que a maioria dos brasileiros não queriam e quase virou lei mesmo assim nada. Já tentou reclamar da Telefônica na Anatel? tenta... eles não resolvem.
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Rogerio Vitiello • 09/04/2009 - 21:16
Sinceramente não vejo problema. Acho que é uma forma de termos internet com forma de instalação mais fácil. Não trazendo problemas com outros equipamentos, e existindo métodos de segurança tanto por parte das operadoras quanto por parte dos usuarios (segurança que todo PC precisa), acho que tende a ser um avanço, já que todos os lugarem tem eletricidade mas nem todos tem condições de passarem cabos novos. Mas ainda o principal é a segurança e estabilidade do serviço.
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Rogerio Vitiello • 09/04/2009 - 21:16
Sinceramente não vejo problema. Acho que é uma forma de termos internet com forma de instalação mais fácil. Não trazendo problemas com outros equipamentos, e existindo métodos de segurança tanto por parte das operadoras quanto por parte dos usuarios (segurança que todo PC precisa), acho que tende a ser um avanço, já que todos os lugarem tem eletricidade mas nem todos tem condições de passarem cabos novos. Mas ainda o principal é a segurança e estabilidade do serviço.
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Valdeir Jose Silva • 09/04/2009 - 21:08
Pode ser que funcione bem após muitas adequações por parte das consecionárias de energia, das operadoras de internet que vão explorar o sistema elétrico e dos consumidores que deverão também dar sua cota de contribuição no sentido de fazer suas instalações elétricas internas dentro das normas NBRs , principalmente a 5410, porque são muito poucas residências de todas as classes(A,B,C,D...), que têm instalações adequadas até mesmo para usar os equipamentos elétricos atuais, imagine ter que seguir um padrão ainda mais rígido e que deve exirgir muito mais segurança e robustez.
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Rodrigo Melo • 09/04/2009 - 19:53
Eu me sinto tentado com qualquer coisa que traga mais uma esperança de conexão a quem mora no interior. Ficar dependendo apenas de Oi, Telefônica e outras é o fim da picada. Além disto, a Anatel atrapalha demais e manda de menos. Será que as metas propostas na privatização já foram cumpridas? Duvido. Alguém foi punido. Ai já virou piada.





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