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Arroz do quilombo também é Free Soft
Juliano Barreto, da INFO Quarta-feira, 24 de junho de 2009 - 22h59Juliano Barreto/INFO |
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Os resultados de uma colheita livre: milho com código aberto |
PORTO ALEGRE – Projeto quer resgatar grão do tempo dos escravos para ajudar a produção rural de comunidades rurais carentes.
O projeto do Banco Sementes Livres, que expõe suas espigas no décimo Fórum Internacional de Software Livre, tem como intenção combater a prática das multinacionais que criaram sementes que geram plantas estéreis, com vantagens práticas para o produtor, como a resistência aos agrotóxicos.
Segundo a entidade, “essas plantas não geram descendentes e o produtor rural precisa a cada colheita comprar novamente as sementes desses fornecedores”.
Para contornar esse problema, a ideia é reproduzir o arroz Oryza glaberrima que veio da África para América no século XVII e era cultivado nos quilombos e assim ajudar pequenos produtores e famílias indígenas.
Uma parcela do dinheiro arrecadado com as inscrições do FISL 10 é destinada ao projeto do Banco Sementes Livres. Para saber mais sobre o projeto, visite o site oficial das sementes livres.





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