Tecnologias verdes
Vale do Silício reinventa o humilde tijolo
Reuters Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 - 06h58Reuters |
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Processo de produção dos novos tijolos requer de 80% a 90% menos energia e emite 85% menos gases causadores do efeito estufa. |
NEWARK - Esqueça os microchips. O Vale do Silício vê um futuro lucrativo nos humildes tijolos, graças a um processo de produção de baixo consumo de energia.
A Calstar Products, fabricante de tijolos, conta com muitos doutores em tecnologia, além do apoio de profissionais de investimento de risco cuja visão é a de criar edificações com custo mais baixo e economizando energia.
"Acreditamos que tenha chegado a hora de uma segunda revolução industrial", disse Paul Holland, sócio da Foundation Capital, que investiu 7 milhões de dólares na Calstar. A EnerTech Capital liderou uma segunda rodada de capitalização que levantou 8 milhões de dólares para a empreitada.
O Vale do Silício está encontrando formas mais tecnológicas de produzir materiais tradicionais e pretende desenvolver concreto capaz de absorver dióxido de carbono, janelas que ofereçam isolamento melhor do que o das paredes e materiais para substituir a madeira.
O campo ainda é novo. Os investimentos do setor de capital de risco voltados a edificações ecológicas oscilaram ao longo da recessão, mas envolveram cerca de 45 transações, ao valor de 350 milhões de dólares, no ano passado, de acordo com o Cleantech Group.
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Ou seja, ainda nem se sabe se o "tijolo verde" dura tanto quanto o modelo atual e já planejam vendê-lo ao planeta inteiro.
Que coisa, não?!
enviado por: Luis Hora em 29/09/2009 - 16:58 -
A associação ja ta vendo a batata assar e vem dizer que tijolo nao é tijolo.
enviado por: Saulo Pinto em 25/09/2009 - 14:55





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