Tecnologias verdes
Usina dentro de casa
Maurício Moraes, da INFO Quarta-feira, 25 de novembro de 2009 - 10h15Germano Luders |
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Centro de São Paulo: a cidade que mais gasta energia no país. |
SÃO PAULO - O smart grid permitirá que qualquer pessoa produza e venda eletricidade. O que isso muda na sua vida?
Quando o Brasil adotar o smart grid, a rede elétrica inteligente, qualquer um poderá gerar energia em casa e usá-la ou vendê-la para as empresas concessionárias. Isso vai estimular a adoção de tecnologias verdes ainda pouco populares, como turbinas eólicas e placas solares fotovoltaicas, que passarão a ocupar os telhados e quintais de casas e edifícios. As tarifas cobradas pelas companhias fornecedoras terão preços diferenciados, variando de acordo com o volume de consumo em um determinado período do dia. Panes ou blecautes poderão ser detectados online e corrigidos em tempo recorde.
Esse cenário pode parecer um sonho futurista, mas é mais real do que você imagina. Os equipamentos que vão permitir uma revolução no setor elétrico já existem. Parte deles está inclusive em funcionamento em algumas cidades do mundo, como as americanas Austin e Boulder — China e Itália também vêm conduzindo experiências. Seu uso só não decolou ainda por causa do preço, mais alto que o dos obsoletos aparelhos usados há anos. Dois fatores, no entanto, estão começando a fazer isso mudar.
O primeiro deles é o aquecimento global, que tem exigido a busca por novas formas de reduzir as emissões de carbono. O problema é bem maior nos países mais ricos, responsáveis pela produção de boa parte dos gases causadores do efeito estufa. Grande parcela da energia consumida por essas nações vem de usinas termelétricas, que queimam combustíveis fósseis. Como o smart grid facilitará o uso de fontes renováveis, esse impacto poderá ser reduzido.
O segundo fator é o aumento do consumo de eletricidade em todo o planeta, previsto para ocorrer nas próximas duas décadas. De acordo com uma projeção divulgada no fi m do ano passado pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), a demanda mundial por watts deve dobrar até 2030. Por isso, é vital ter um sistema elétrico mais confiável, capaz de reduzir as perdas na transmissão e de fornecer informações bem detalhadas sobre gastos.
| O que isso muda na sua vida? |
| A eletricidade copia a web |
| Deu pau na energia |
| Vêm aí os carros-usina |
| Mil e uma tarifas |
| O preço da mudança |
| Bem-vindo a smart grid city |
| Espiões de energia |
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Novamente o excesso de população é responsável por muitos problemas no planeta. A falta de recursos elétricos é uma delas. Nós estamos destruindo paisagens naturais para criarmos usinas hidráulicas e precisamos cada vez mais de energia. Isto é uma bola de neve. Para que encher o mundo de gente? Isto representa um desgaste maior do planeta, com uma extinção prematura da humanidade. Isto já aconteceu na ilha de páscoa. Com a redução da população, a falta de petróleo pode ser adiada, não faltará água para a população, a extinção de animais poderá não acontecer, etc.
enviado por: Alberto Carvalhal Campos em 26/11/2009 - 23:02 -
Fiquei até desanimado pra ler o restante depois de ler o comentário do Fernando...
enviado por: Fábio Horbach Garcia em 26/11/2009 - 17:12 -
Realmente... excelente reportagem! O que me deixa muito triste é a lentidão em que as coisas são feitas. No Brasil entao, sem comentários...
enviado por: Daniel Paiva Ribeiro em 26/11/2009 - 15:43 -
Boa postagem... Hoje está parabéns Mauricio!!!
enviado por: Fernando Bruno Moreira em 25/11/2009 - 11:44





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