Tecnologias verdes
Países mantêm metas módicas em corte de CO2
Reuters Sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 - 16h48Reuters |
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China, Índia, África do Sul e Brasil vão se reunir em Nova Délhi no domingo |
OSLO - O mundo vem demonstrando entusiasmo apenas morno por um "acordo de Copenhague" para frear as mudanças climáticas, sem dar sinal até agora de cortes maiores que os previstos anteriormente para até 2020 nas emissões de gases-estufa, antes do prazo final fixado para 31 de janeiro.
Em Bruxelas, um esboço de uma carta da União Europeia visto hoje trazia planos para o bloco de 27 países reiterar sua oferta mínima de corte de 20% nas emissões até 2020 em relação aos níveis de 1990, agradando à indústria, e de 30% se outros países agirem comparavelmente.
Outros países provavelmente também farão o mesmo. A cúpula de Copenhague, em dezembro, terminou com um acordo pouco ambicioso. Desde então, nenhum país anunciou planos de ações muito mais ousadas.
"Acho que os países vão se ater a suas metas anteriores", disse Nick Mabey, diretor do instituto de estudos E3G, em Londres. Para ele, ainda é cedo para uma revisão de metas nacionais.
"É quase como o começo de uma nova negociação", disse Gordon Shepherd, diretor de política internacional do grupo ambiental WWF.
Muitos países ainda estão divididos entre exibir "uma explosão de entusiasmo" para reativar o impulso após Copenhague ou, por outro lado, "cautela absoluta", tomando tempo para estudar seus próximos passos, disse Shepherd.
Até agora, poucos países enviaram cartas ao Secretariado de Mudanças Climáticas da ONU antes do prazo final de 31 de janeiro para a definição de metas para 2020, fixado pelo Acordo de Copenhague, redigido por grandes emissores liderados pela China e os Estados Unidos.





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