Tecnologias verdes
Casca de coco reciclada é negócio
Paula Rothman, de INFO Online Sábado, 13 de fevereiro de 2010 - 09h50WIki Commons |
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SÃO PAULO – Casca de coco é reaproveitada no Espírito Santo e cerca de 60 toneladas do material deixam de ir para o lixo.
Tudo graças a um técnico de informática aposentado que, em 2007, decidiu abrir uma empresa que pudesse transformar as sobras em um negócio rentável.
Em parceria com o aterro sanitário privado Marca Ambiental, na região metropolitana de Vitória, Sebastião Martins Gomes fundou a Biococo.
Com investimento de R$180 mil para abrir a empresa, ele hoje processa toneladas de casca de coco descartadas no aterro sanitário pela prefeitura.
A primeira etapa para reaproveitar o material é a desfiagem e secagem. Depois, as fibras são trançadas, recebem látex e se transformam em biomanta. O material biodegradável funciona como um forro em áreas desmatadas e ajuda a fixar e manter a umidade da terra. Com isso, o reflorestamento de áreas degradadas é muito mais fácil.
Ao todo são produzidos 4 mil m² por mês de fibra de coco, vendidos a R$ 3 o m². O pó de casca de coco compostado também é produzido para cultivo de bromélias, samambaias e mudas em geral. A Biococo também quer produzir vasos para plantas, bolsas, bandejas e peças de artesanato.
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E a Biococo se especializou em apenas um dos vários seguimentos de utilização da fibra do coco. Ela ainda pode servir de enchimento de estofados automotivos, confecção de tapetes, capachos e artesanato em geral. Em suma, é um material riquíssimo que joga-se fora a cada segundo.
enviado por: Rodrigo Melo em 14/02/2010 - 13:51





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