Tecnologias verdes
Belo Monte é crime ambiental, dizem ONGs
Agência Brasil Quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 - 18h55Agência Brasil |
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Protesto em Brasília: governo diz que obra é importante para sustentar crescimento |
BRASÍLIA - Um grupo de 60 organizações não governamentais socioambientalistas divulgou hoje (27) uma nota de repúdio à construção da usina de Belo Monte.
O grupo critica a concessão da licença de instalação parcial para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), emitida ontem (26) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e que autoriza a instalação do canteiro e outras obras preparatórias.
Para as entidades, a licença parcial é “o primeiro grande crime de responsabilidade do governo federal neste ano que nem bem começou”. Na nota, a hidrelétrica é citada como um “enorme predador” que será instalado às margens do Rio Xingu.
O grupo critica a ausência de garantias do projeto para evitar o desequilíbrio social e ambiental na região. “Denunciamos essa obra como um projeto de aceleração da miséria, do desmatamento, de doenças e da violação desmedida das leis que deveriam nos proteger”, diz o texto.
As lideranças argumentam ainda que o Ibama não levou em conta opiniões contrárias à construção da hidrelétrica antes de conceder a licença parcial. Ontem, em nota, o Ibama disse que a liberação se deu com base em critérios técnicos e que autoridades e organizações da região foram ouvidas.
“De que adiantou falarmos? Não fomos ouvidos, e ainda transvestem nossos protestos em “diálogo” para legitimar uma aberração engendrada para retribuir favores a financiadores de campanha”, questionam as entidades no protesto.
O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) também reagiu à concessão da licença parcial e deve entrar com uma nova ação na Justiça questionando o licenciamento ambiental de Belo Monte.
Em novembro de 2010, o MPF enviou ao Ibama uma recomendação para que o órgão não fragmentasse o licenciamento de Belo Monte com a concessão da licença de instalação parcial.
Formalmente, a legislação não prevê a emissão de licenças parciais. O processo regular se dá em três etapas: a licença prévia – que atesta a viabilidade da obra; a licença de instalação – que libera o início da construção; e a licença de operação – que autoriza o funcionamento do empreendimento.
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Carmelo • 30/01/2011 - 00:32
ONGs, go home! Tem muito moleque colorido que nem saiu do ensino médio querendo dar uma de ambientalista aqui. Depois de praticamente todas as florestas do mundo terem sido varridas, a amazônia sozinha é quem está segurando a onda mundial. Me poupe. Entre ONGs compradas e os analistas do Ibama, sinceramente prefiro o parecer do Ibama. Querem mudar o mundo? Desliguem as chaminés das suas fábricas e deixem seus carros em casa. Boa política para a amazônia? Pau deitado e índio educado.
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Australlopytekus laksdfjlsfkjs • 28/01/2011 - 16:14
a questão não é essa, o pior é ver interesses político econômicos passarem por cima da legislação ambiental como um rolo compressor....
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David Franco • 28/01/2011 - 14:54
Talvez eles prefiram que façamos mais usinas nucleares! Ops, vamos fazer! kkkkkk
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Anderson SM Araujo • 28/01/2011 - 11:12
Dedinho da oposição pra fazer com que haja um apagão igual ao que eles, incompetentes, fizeram.
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Bruno Oliveira Soares • 28/01/2011 - 10:03
Esse povo são todos hipócritas tão fazendo esse protesto só porque não vão ganhar uma fatia do bolo, e vocês sabem muito bem de que bolo eu falo, isso é uma vergonha para o Brasil ter gente desse tipo. O Brasil precisa de energia e precisa de emprego, não vejo o porque não fazer essa usina, se vi falar que é por causa do impacto ambiental que vai ter no Pará isso é mentira,porque ja tem mais de 5 anos só de estudo para que o impacto seja o minimo possivel, é lógico que o impacto ambiental não vai ser zero mais que vai ser muito menos isso vai.
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Marcelo Neuri Haag • 28/01/2011 - 09:53
Luciano: pois eu até hoje acho que Brasília não precisava existir: tivesse a Capital Federal ficado no RJ, teriamos uma cidade com menos violência (por causa da concentração de poderes lá), não precisariamos de milhares de imóveis funcionais, o país teria economizado (na época) bilhões de cruzeiros, etc. Isso fem falar na questão ecológica, claro!
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KAIO COSTA DE OLIVEIRA • 27/01/2011 - 22:24
Errata: onde lê-se siceramente, leia-se sinceramente...; Você acha** que há...; ...para que não** falasse...
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KAIO COSTA DE OLIVEIRA • 27/01/2011 - 22:21
Luciano Pinheiro, eu fico siceramente envergonhado depois do que vc escreveu. Você que há apenas essa forma de "desenvolvimento", usinas hidrelétricas à beira de rios, uso de combustiveis fósseis como o carvão e o petróleo?? Penso que vc deveria repensar o seu conceito de "desenvolvimento" para que falasse tanta besteira em público, não é por outra coisa q a população nortista é taxada de "burra" ou "sem cultura". Porque ainda existem muitas pessoas como vc, que não reconhecem a beleza que se encontra em nosso quintal. Advinha? Eu sou paraense!!
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Luciano Pinheiro • 27/01/2011 - 21:04
Quando o desenvolvimento é no Norte, todo mundo é contra. Aqui na Amazônia, só deve haver árvores, macacos e antas. Se todas essas questões e restrições fossem levantadas 50 anos atrás, Brasília não existiria.
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User Normal • 27/01/2011 - 20:10
Eu sou a favor da construção da usina, das queimadas, da poluição do ar e das águas, do terrorismo, das bombas nucleares e de tudo que encurta a existência da raça humana nesse planeta. Porque que quando nós não existirmos mais, o planeta vai se recuperar e em poucos milhões de anos surgiram outras milhares de espécies animais e tudo vai ser do jeito que tem que ser. E a natureza (ou Deus, pra quem acredita) não vai deixar se desenvolver uma espécie sem utilidade, como a raça humana.





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