
São Paulo - Durante essa semana, cerca de 4 mil supermercados da cidade de São Paulo pararam de distribuir sacolas plásticas. A iniciativa faz parte de um acordo entre o governo paulista e a Apas, associação que representa os supermercados de São Paulo.
Porém, essa novidade contra o uso das sacolas plásticas levanta uma série de questionamentos por parte dos consumidores. Os usuários, que há muitos anos também reaproveitavam as sacolas plásticas distribuídas gratuitamente nos supermercados como sacos de lixo, se perguntam quais são as alternativas plausíveis para o descarte de resíduos, bem como para o transporte de alimento do supermercado para casa, claro.
Abaixo, estão cinco alternativas viáveis para os antigos consumidores das sacolinhas plásticas:
Ecobags: confeccionadas de materiais recicláveis, as sacolas reutilizáveis são populares e já são vendidas em supermercados. Elas têm durabilidade estimada de cinco anos e podem ser lavadas;
Sacos de papel: essa alternativa já foi muito utilizada nos anos 50, antes mesmo da popularização das sacolas plásticas. Eles podem ser usados para carregar alimentos e compras pequenas. Além disso, comidas e recipientes pequenos também podem ser embrulhados. Porém, são bem mais frágeis e se decompõem com facilidade;
Carrinhos de lona: com uma estrutura resistente, eles são capazes de levar as compras com auxílio de rodinhas, o que facilita o transporte.
Sacos feitos de jornal: essa é uma boa opção pra casa. A dobradura feita de jornal é capaz de formar um saquinho, que pode ser usado para guardar o lixo do banheiro. Quando estiver cheio, pode ser descartado em um saco de lixo reciclado;
Caixas de papelão: nesse caso, o consumidor pode levar a sua própria caixa ou conseguir a sua própria peça no supermercado. Algumas empresas estão em processo de desenvolvimento de caixas de papelão dobráveis, as quais podem ser levadas até mesmo no porta-malas do carro.
A reação nos votos é o que conta contra este tipo de ação política. Mas primeiro é necessário estar informado quem fez o quê! Lembra dos kits de socorros dos carros? Outro golpe há muito esquecido.
Segundo a matéria os sacos de papel se decompõe com fácilidade. Ele realmente é biodegrádavel, mas pra isso nececita de luz, água e oxigênio. Enterrado em lixões, o papel, em sua maior parte não se decompõe totalmente. Fabricar papel gasta 4 vezes mais energia do que fabricar plástico. A produção de sacolas de papel polui 70 vezes mais o ar e 50 vezes mais a água. Não estou aqui para defender o uso do plástico como máteria prima, mas sim para o uso consciente. Eu mesmo sempre estou com minha mochila e sempre recusei as sacolas plásticas, mesmo porquê elas acabam virando lixo dentro de casa.
Na verdade, mais uma vez, os "seres inteligentes" que fazem as Leis em nosso amado país, demonstram que não entendem o impacto que suas decisões trazem para a vida do povo que deveriam representar! Não querem a sacolinha plástica, mas, gostariam de um aumento de 68% em seus salários (os vereadores de BH). #VergonhaVereadoresBH Precisamos é aprender a votar melhor!!!!!!
Na prática, caras pálidas, aqui em BH ( que proibiu há tempos as sacolinhas) funciona assim: como não tem mais as sacolinhas pro lixo você compra as sacos de lixo feitos do mesmo material das antigas sacolinhas, ou seja, não resolveu. Se precisar de uma sacolinha (afinal tem hora que você não tem como sacar do bolso uma), você compra a tal das ecológicas (R$0, 19) e rasga assim que saio da loja. Tô me sentido um idiota, alguém tá levando vantagem e esse alguém não é a natureza nem o consumidor.. aff
Na prática, caras pálidas, aqui em BH ( q
Acho que faltou a boa e velha mochila. Fácil de carregar e dá para ir de ônibus até o local da compra (polunido ainda menos).
O que tem que mudar é a cultura do pessoal. Do que adianta uma parcela da população aderir a sacola permanente ou caixas se o meu vizinho joga caixa de todynho na rua pela janela do carro como eu ví recentemente. É muito comum as pessoas jogarem lixo na rua pela janela do carro para não sujar seu carro, aí quando chove entope todos os bueiros.
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