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Lei proibirá games ´ofensivos´ no Brasil

Felipe Zmoginski, de INFO Online Quarta-feira, 02 de dezembro de 2009 - 18h10


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Lei proibirá games ´ofensivos´ no Brasil
Cena de Rapelay: até onde vai a proteção ao consumidor e quando começa a censura?
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  • Abram bem os olhos com isso. Este senhor procurar justificar sua lei com um exemplo absurdo onde todos são a favor da proibição. Mas da forma como foi colocado muita coisa pode ser enquadrada em uma moldura "subversiva" como foi na época da ditadura. Dizer que um jogo viola os costumes e tradições é algo muito subjetivo. Este senhor poderia fazer algo muito mais útil para o povo brasileiro com leis duras para combate aos verdadeiros criminosos que vemos todos os dias nos jornais. Bandidos de chinelo, de farda e de colarinho branco. Enfiando dinheiro do povo em todos os lugares possíveis. Façam-me o favor, criem vergonha na cara e deixem que eu escolho o que é bom ou ruim para mim. Na Venezuela o sr. Hugo Chaves quer banir jogos por ser contra a violência mas quer instalar uma fábrica de fuzis. E o Brasil doido para ir pelo mesmo caminho. Quer banir os jogos de quem paga por eles mas admite o poder paralelo nas favelas cariocas. PALHAÇADA! Tem muito politico, mas muito mesmo que quer fazer daqui uma China.
    enviado por: Otacílio em 29/12/2009 - 16:15
  • Só uma perguntinha básica: alguém deixou de comprar/baixar o CS ou qualquer outro jogo por causa da "proibição"? Essa gente (políticos) só pensa em encher os bolsos. Ao criar leis inócuas, passam a idéia (para a plebe ignara, mas votante)de que estão fazendo algo bom para o país. Qualquer tipo de proibição tem que ser analisada individualmente. Jogos violentos servem, muitas vezes, para aliviar as tensões do dia-a-dia. Sempre joguei, meu filho joga, os amigos dele jogam e nenhum de nós sai por aí se envolvendo em brigas. É uma questão de escolha. Agora, realmente um jogo de estupro é barra pesada, mesmo. Como ele já foi proibido no país de origem, creio que seja quase um consenso a sua proibição por aqui, ainda que deva ser fácil conseguí-lo na grande rede. De resto, let the people play!!
    enviado por: Kíldare Augusto Dias Lemos em 08/12/2009 - 15:55
  • Aff Até que ponto chegamos no Brasil ! Meel deels ! Ta certo esse Rapelay eeh um absurdo meesmo, mas censurar jogos considerados violentos ?? Eu como jogador acho isso um absurdo, se pais compram jogos com faixa etaria de 16-18 anos para crianças a culpa naum eh minha ! To errado ?? Agora eu que gosto de jogos de ação/FPS vou ser prejudicado !? Fala sério, tá na hora de ir morar nos EUA VSF !
    enviado por: Lucas Vicente em 05/12/2009 - 14:01
  • Quem não tem nada a acrescentar e quer se reeleger só pode mesmo criar essas leis bizarras para se manter em evidência. Quem já esqueceu de quando agente não podia ler alguns livros por serem considerados perigosos ou subversivos? Ou se declarar socialista era o mesmo que ser comunista ou devorador de criancinhas? Querem saber? Tentem montar uma empresa ou mesmo um pequeno negócio legalmente e verão quantos obstáculos baseados em leis como essa irão encontrar para tornar tudo mais difícil ou mesmo impossível. Temos falta de legisladores comprometidos com nossa realidade, como a falta de empregos, segurança, educação e saúde.
    enviado por: Gilvan Alves de Mendonça em 05/12/2009 - 11:25
  • O avanço da censura sempre vem disfaçado de boas intençoes.
    enviado por: Antonio Martins em 04/12/2009 - 22:10
  • Gustavo, sei q proibir naum adianta, minha revolta são contra certas mentes pra lá de malignas, e talvez por pessoas q naum tem bom senso e compram um lixo desses. Eu nunk viria aki me indignar por um counter strike da vida, sei lá o q é isso, games naum é minha praia, amo pc's, mas parodiando o q diz minha cunhada "kem tiver seus jogos para pc e console q naum escondam d mim" pq eu odeio, mas naum sou contra kem goste e jogue, naum sou contra filmes e séries, isso eu adoro, mas Gustavo, eu me recuso a ser conivente com esse tipo de jogo, isso não!!! Sabe o q eu axo, q todos deveriam se unir, somos uma nação!! Formar comissões e ir pelo consenso popular. Qual é!!! A maioria naum gosta de certas coisas sem sentido! Mas eu me recuso a acreditar q teria mais de 5 ou 10% de pessoas a favor da venda deste jogo imundo no brasil!!! O q o povo opinar isso entra no Brasil: jogo, filme, q seja! Mas se o jogo q entrasse fosse considerado violento, aí entra em ação a consciencia das pessoas e dos pais de menores, pra filtrar certos jogos. Mas um jogo como esse naum precisa de votação, meu Deus do céu!!! eu num keria nem cruzando as nossas fronteiras!!! Me recuso a ver essa porcaria vendendo por aki!!!!!!!!!
    enviado por: Cristina Nascimento em 04/12/2009 - 18:40
  • Rasico, até entendo que um jogo possa influenciar mais que um filme, mas ambos influenciam, e o problema é justamente definir até que ponto uma coisa é tica ou não, até que ponto uma coisa é aceitável ? eu prefiro poder escolher do que deixa que o governo escolha pra mim... quando eu tiver filhos, quero poder escolher até que horas eles vão poder ficar na rua, e não o governo escolher pra mim, como parece que está acontecendo em alguns estados... não podemos transferir a responsabilidade da educação dos filhos para o governo... o governo tem que se limitar a combater a criminalidade, as drogas, etc...
    enviado por: GUSTAVO LIRA em 04/12/2009 - 16:07
  • Gustavo e Danilo, um filme é passivo, você não comanda/conduz o personagem a nenhuma ação. E é claro que cada criança pode ser mais ou menos influenciada por jogos e filmes, mas se apenas uma no mundo inteiro for salva de ser psicopata, já valeu o esforço do, meu ponto de vista.
    enviado por: Rasico em 04/12/2009 - 15:43
  • Cristina, até entendo que algumas coisas podem passar do limite etico... mas não existe uma forma de definir claramente o que passa ou não dos limites considerados eticos... e também não podemos ficar dependendo do bom senso dos políticos e acabarmos numa ditadura... então, o melhor a fazer é cada um orientar e educar seus filhos... além do que, proibir um jogo, é na verdade uma forma de divulgação do jogo... e no mês seguinte vai estar vendendo em todos os camelôs... qualquer um, pelo menos aqui no RJ, pode ir em um camelô perto de casa ou na Uruguaiana que é o "shopping dos camelôs" e comprar quantos produtos piratas quiser, sem a menor dificuldade", de cds de música a jogos e programas de computador... então se o governo realmente se preocupa com isso, deveria começar por deixar de ser hipócrita e proibir essas pessoas de venderem pirataria...
    enviado por: GUSTAVO LIRA em 04/12/2009 - 15:13
  • Rasico, se for seguir essa linha, muitas coisas vão ser proibidas... a começar por todos os filmes de terror, e boa parte dos filmes de ação, que tratam de vingança por exemplo... filmes pornográficos também ferem os bons cosmumes... então pode botar na lista de proibidos... não é bem assim que as coisas funcionam... a ditadura já acabou... a criança acima de tudo segue o exemplo de seus pais! se ela tem uma boa educação, com os pais presentes, estudam e tudo mais... é muito dificil mesmo elas irem pro mundo do crime... agora, se ela desde pequena vê os pais jogando lixo no chão, por exemplo, provavelmente vai crescer e jogar lixo no chão também... não é um jogo, ou um filme que vai fazer ela se revoltar, comprar uma arma e sair roubando e matando todo mundo por aí...
    enviado por: GUSTAVO LIRA em 04/12/2009 - 14:54
  • Caso Rasico, Quem joga counter strike então sai por ai matando pessoas(?). Quem joga um RPG anda de cavalo na rua(?). Então imagino os bandidos passem os dias jogando para preparar seus roubos durante a noite. Que ótimo pensamento eim.
    enviado por: Danilo Gomes em 04/12/2009 - 14:00
  • É, pelo q estou lendo aki tá todo mundo a favor do filtro, mas tem certas coisas, minha gente, q nem precisa de filtro naum, é proibição mesmo!!! Como alguns aki disseram, alguns games, filmes, músicas e etc. já passam do limite do absurdo!! Gente, filmes e jogos com matança de gente, por drogas ou outro motivo qqr, tem seu fundamento na vida real, e na vida real gente q é contra a violência no rio, ou outras cidades e países, são as mesmas q a financiam, como viciados e outros tipos, a violência até os atingem, mas eles procuram por isso comprando drogas. Esse tipo de coisa tem um forte fundamento como já disse, kem gosta, ama financia, ou é fã de filmes com mocinho e bandido em diversos cenários, q use o filtro, naum presisa de proibição, mas o forte desta matéria é esse jogo imbecil e pelo tom d vcs parecem q kerem q este jogo xegue ao brasil e aki seja usado filtro nele, será q é isso q estou lendo nestes comentários??? Pelo amor de Deus, pessoal, ninguém financia estupro pq isso é pra lá de hediondo!! Sei q se trata tb d jogos de guerra e tal, mas jogos, filmes, séries, revistas e outros veículos de comunicação com este tipo de conteúdo, naum deviam nem aterrisar aki no brasil e em nenhum outro lugar, q castrem a pessoa q criou este lixo!! Pensem em filtro qndo alguem próximo de vcs sofrer este tipo violência.
    enviado por: Cristina Nascimento em 04/12/2009 - 13:58
  • Caro Carlos Gaspareto: A American Airlines está com promoção para viagens internacionais. Boa viagem... e vê se não volta.
    enviado por: Rasico em 04/12/2009 - 13:22
  • Todo mundo quer liberdade para jogar um jogo violento, mas depois ninguém vai querer pagar o imposto para equipar polícia, atender feridos a bala e a manutenção de criminosos na cadeia. Tem que proibir mesmo esse lixo!
    enviado por: Rasico em 04/12/2009 - 13:18
  • Q m**** de jogo é esse q incentiva o estupro, a coisa mais hedionda e imunda q existe? Naum é por eu ser mulher, axo q qqr ser humano q tenha amor no coração (e se tiver coração, emocionalmente falando) nem aceita uma porcaria dessas, pelo amor de Deus né gente, mulher naum se bate nem com uma flor, q dirá fazer uma barbárie dessas, pode até ser de mentira e pode ser q o jogador nunk irá fazer isso, mas axo q kem o joga já está violentando e está a favor desse crime.
    enviado por: Cristina Nascimento em 04/12/2009 - 12:23
  • Uma coisa é proibir um jogo de estupro, outra é jogos violentos. Equiparar os dois é ridículo.
    enviado por: Leandro em 04/12/2009 - 11:00
  • Não à censura!
    enviado por: João Paulo Mafra em 04/12/2009 - 10:17
  • Sei lá... Parece que andam confundindo LIBERDADE com LIBERTINAGEM. Outro dia vi um debate na TV sobre a questão da descriminalização das drogas. A apresentadora defendeu a tese de que nada deve ser proibido neste país, pois cada um (adulto) deve ser livre pra fazer o que quiser. Ora... Vivemos em sociedade e não como eremitas. Toda sociedade precisa de regras. Podem falar à vontade, mas eu vejo de perto a influência dos games no comportamento dos adolescentes. Eles transferem para a realidade tudo que passam no jogo. Mas vamos à matéria em si: "equipa ao crime de preconceito". Vejamos um exemplo: Se um jogo tratar ofensivamente os negros, as mulheres, os indígenas, os judeus, os muçulmanos, os idosos, as crianças, ou qualquer grupo que seja já não estaria infringindo a lei de qualquer forma? Entendo eu, e aí gostaria de ser respeitado no meu direito de expressão, que tudo que faz parte de uma sociedade deve obedecer às regras dessa sociedade. Só pra levantar a polêmica: imagine um game que incite ódio racial (nos moldes da Ku Klux Klam) - esse jogo deveria ser permitido?
    enviado por: Marcos Luiz Rezende de Melo em 04/12/2009 - 09:23
  • Não adianta nada uma lei dessa num país onde pelo menos 70% do material desse tipo é baixado da internet e distribuido por aí de forma pirata....>=3
    enviado por: Monique Christine do Nascimento em 03/12/2009 - 21:47
  • Ah o lado obscuro do ser humano... Tão mal entendido... Dentre nós há pessoas que tem desejos sombrios, vontade de matar, de imputar sofrimento, etc. Assassinar, estuprar, trair, etc, são fantasias que passam pelas cabeças de muitas pessoas que consideramos "normais" e "de bem". São tais "desvios" de comportamento considerados absurdos e inaceitáveis por muita gente. Mas quem é normal afinal? Você que adora filmes de terror com muito sangue e vítimas agonizando? Você, que inconscientemente devora o noticiário quando acontece algum desastre acontece? Ou talvez você, que satisfeito(a) quando alguém se ferra? Freud explica. Muitas pessoas tem esses desejos ocultos, mesmo que na vida real jamais queiram causar o mal a alguém. O jogo, para elas, é só uma forma de realizarem tais fantasias e de saciarem desejos reprimidos. Se isso é bom ou ruim, só um estudo científico bem amplo poderá dizer. Mas bem que poderiam criar um jogo onde pudéssemos torturar e matar políticos corruptos. Esse eu jogaria com muito prazer!
    enviado por: Edemilson Lima em 03/12/2009 - 19:49
  • falar mais oq? concordo com todos contra leis ridiculas como essa enquanto isso deputado guarda proprina na meia pq nos bolsos nao cabem mais....
    enviado por: Teo Venier em 03/12/2009 - 18:54
  • "Quem decide o que quer ver, vestir (ou jogar) ou não, são as pessoas e no caso de menores, seus responsáveis. O Estado deve se limitar a tentar ficar com as mãos longe doo dinheiro sujo." Assino embaixo das palavras do leitor Dauro Moura. Enquanto isso, o projeto de lei que baixaria a absurda carga tributária de 72% sobre jogos, está engavetando, amarelando na gaveta do queridíssimo Antônio Palocci, outro anjo da nossa política. ODEIO ESSE PAÍS!!!!!
    enviado por: Carlos Gasparetto em 03/12/2009 - 17:24
  • tem que ter uma lei para quebrar a nossa tradição de ter tantos políticos corruptos ,ladrão , safado, aproveitadores, ordinário ,filhos de uma put*, e isso não é uma ofença é a lista de chamada do congresso
    enviado por: Sandro Pereira Silva em 03/12/2009 - 16:41
  • Obaa, nem sei do que estão reclamando, ja que os jogos permitidos seram os que tem haver com os padrões brasileiros, será permitidos apenas jogos com muita violencia, roubo, corrupção etc etc etc todos na linha de GTA pra cima... Gostei desse mané.
    enviado por: Jean Carlos brighenti em 03/12/2009 - 13:40
  • Galera, relaxa, é Brasil, esse tipo de lei nunca pega ... só um babaca querendo se mostrar 1 ano antes da eleição.
    enviado por: Fernando Pereira de Moraes em 03/12/2009 - 12:08
  • O grande problema desse tipo de lei é a falta de definição. O que é uma "ofensa" aos "costumes e tradições" brasileiros ? Existe por acaso a definição do que são esses costumes e tradições ? E os filmes e novelas que passam na televisão aberta ? Um game é comprado, se os pais permitem que o filho jogue, é da responsabilidade destes e essa responsabilidade já consta do estatuto da criança e do adolescente. E se um adulto quer jogar um game desses, é problema dele. Esse tipo de lei não leva a nada além de criar um mercado paralelo para a venda "ilegal" daquilo que deveria ser legal. Aliás, a imoralidade e corrupção que aparece todos os dias nos jornais, justamente dos políticos do país induzem muito mais as crianças e adolescentes do que os games violentos.
    enviado por: Mauricio Fonseca Beltran em 03/12/2009 - 12:03
  • Olha o Taliban ai gente! Daqui a pouco vamos proibir mini saias e obrigar o uso da burca! Quem decide o que quer ver, vestir (ou jogar) ou não, são as pessoas e no caso de menores, seus responsáveis. O Estado deve se limitar a tentar ficar com as mãos longe doo dinheiro sujo.
    enviado por: Dauro S. Moura em 03/12/2009 - 11:53
  • Nossa parabens senado e parlamento brasileiro Se devem de estar brincandeira, não possivel controlar venda de jogos, sao velhos sem noção das coisa e nen sabe o que jogo. Isso vai gerar mais pirataria muito bem. Acho que não tem o que fazer la em brasilia ou sei la onde minas gerais tbm ficam criando essas leis sem noção. Temos liberdade e democracia ou é uma ditadura ?
    enviado por: Carlos Eduardo em 03/12/2009 - 11:49
  • Mais uma lei idiota. Só que mais idiota que essas leis é quem vota em pessoas que as criam. Este tipo de "censura" não deve ser feita através de lei, mas de educação. Educação que tem que começar em casa e aprimorada na escola. Quem possui uma boa educação dada pelos pais e um cérebro que pensa, dificilmente compra um jogo desses, como o jogo japonês usado no exemplo. E quem desenvolve algo assim deve sofrer de algum distúrbio mental.
    enviado por: João Henrique em 03/12/2009 - 11:38
  • Dezenas de pessoas e atores famosos foram as ruas no passado, protestar contra a censura da tv, rádio, cinema...anos depois acontece o mesmo tipo de censura,dessa vez contra os games, e quem diria, muitas vezes são as mesmas pessoas que no passado defendiam a liberdade de expressão, agora culpam os jogos como a degradação da adolescencia.Está na hora de nós, jovens, nos unirmos e protestarmos contra todo esse idealismo de que somos um caso perdido, que só fazemos coisas erradas e que não temos um pingo de cultura.Afinal games são cultura...a nova arte desse mundo comtemporâneo.Levante esse traseiro do sofá e desligue a tv, lutemos pelo nossos direitos.E não importa o que a censura diz, eu continuo jogando Conter Strike.
    enviado por: Jeferson de Faria Moura em 03/12/2009 - 11:10
  • Isso, isso mesmo... Parabéns ao Senador Valdir Raupp! Acho que FOME, EDUCAÇÃO, SAÚDE, EMPREGO E MEIOS para os Cidadãos Brasileiros viverem com dignidade estão em segundo, terceiro, quarto PLANO. O caro SENADOR está esquecendo que aprendemos VALORES, tá certo que alguns não os usam no seu dia a dia, mas temos ou tínhamos a OPÇÃO de COMPRAR ou NÃO um desses JOGOS. POR QUE não aplicar uma PUNIÇÃO ou MULTA para EMPRESA que fabricar? GARANTO ao SENADOR que tem Tópicos mais importantes pra ele se PREOCUPAR... VÁ MOSTRAR SERVIÇO PRA QUEM TE ELEGEU!!! RESPEITE NOSSA LIBERDADE DE ESCOLHA!
    enviado por: José Andrade da Silva Flauzino em 03/12/2009 - 11:08
  • É, agora me lembrei que no SimCity você pode decretar "Toque de recolher juvenil".
    enviado por: José Henrique Lício do Nascimento em 03/12/2009 - 11:06
  • Tem estado que já tem "toque de recolher" para menores de idade... se continuar nesse ritmo, daqui a uns 30 anos não sei não... a revolta das pessoas só vai aumentando, e paciência tem limite...
    enviado por: GUSTAVO LIRA em 03/12/2009 - 10:28
  • Vão proibir novelas também? Seriados? Filmes e todo o resto? Hoje em dia com certeza uma novela influencia muito mais do que qualquer jogo. A censura deve partir sempre dos pais, responsáveis pela educação do filho e não da escola, do governo ou de qualquer outra pessoa. Eu censuro meu filho e explico o motivo e sei que com isso o ajudo a se desenvolver, pois ele entende o motivo de algo ser censurado e não procura por isso. Colocar uma proibição federal é transferir uma responsabilidade dos pais para outro órgão. Dizer para um filho que um jogo é proibido por que o governo proibiu e pronto só o faz ficar mais curioso para conhecer o jogo, então não concordo. Acredito que esses jogos possam ser comercializados com informações aos pais sobre censura, sobre recomendação e moderação no seu uso.
    enviado por: João Aloysio da Costa Schneider em 03/12/2009 - 09:44
  • Eu entendo que a ideia seja de proibir que crianças tenham acesso a esse tipo de conteúdo, mas proibir um adulto que paga seus impostos de adquirir seja o que for, é ditadura. Ferir custumes e religiões entendo que seja mais facil proibir a cormecialização do jogo, porém se temos classificação para jogos por idade não seria o correto fiscalizar, pq em qualquer site você pode baixar o jogo. para mim esse projeto de lei é enrolaçao!
    enviado por: Leonardo Jaques em 03/12/2009 - 02:23
  • Os senadores tentando proteger quem do quê? Pense comigo: quantas pessoas morreram por conta da comercialização de jogos violentos no Brasil? Agora quantas pessoas já morreram pela violência das torcidas organizadas do futebol? Perceba que mais pessoas morreram no Brasil por conta do futebol do que por conta dos jogos violentos. Deviamos proibir qual então?
    enviado por: Kurt Kraut em 03/12/2009 - 01:19
  • O Brasil passou 30 anos reclamando da censura e hoje nossos políticos parecem querer a mesma coisa. Jogos de computador são obras de ficção. Podemos compará-los aos livros. Existem jogos de terror, com sangue e violência da mesma forma que existem livros e filmes de terror e suspense. É tudo ficção ! Não conheço ninguém que tenha assistido "O Exorcista" ou "Sexta-Feira 13" e tenha cometido algum crime por isso. Só se for um louco e nesse caso cometeria o crime de qualquer forma. Sou contra esse projeto de lei. Vai permitir ao estado decidir o que eu posso ou não jogar. Quem tem que decidir isso é o usuário, não o Governo. Quem se ofende com determinados jogos não deve comprá-los, é muito simples. Compre apenas os tipos que gosta e não prejudique o resto do País com Leis absurdas como essa.
    enviado por: Marcelo Marchi Negreira em 03/12/2009 - 00:48
  • Primeiro: Essa lei, e a legislação brasileira toda, está muito mal feita. Cheia de interpretações, leis não devem ser assim. Deixam todo o trabalho de decidir o que é certo e o que é errado para o Judiciário, e não é assim. O Judiciário deve fazer a Lei ser cumprida, e não interpretar a Lei. Ora, e se com o argumento de que o Brasil é um país de maioria católica, alguém sugerir propor jogos de qualquer outra mitologia porque contraria a Bíblia? Segundo: Uma coisa é achar que o jogo é forte, imoral. Isso podemos deixar para a classificação etária, um homem de 18 anos pode escolher o que quer muito bem. Agora, tomar como princípio que todos ficariam traumatizados ou violentos com algo não pode. os jogos têm que respeitar nossas leis, ou seja, não pode aparecer no final do jogo algo como: "*Nome da Fabricante* - Isso mostra como negros são *Afirmação Preconceituosa*" e nem imagens de pedofilia. Mas criar uma lei para o que é aceitável exclusivamente no jogo? Ah, dá para impedir a venda no Steam sim. Basta mandarem que não apareçam certos jogos para IPs do Brasil e nem aceitar a compra vindo de contas bancárias/cartões nacionais, etc. Já se fosse baixar de graça só haveria a possibilidade do IP, que é facilmente burlável. Pensando bem, comprar também dá para burlar, mas é mais trabalhoso.
    enviado por: José Henrique Lício do Nascimento em 02/12/2009 - 22:00
  • DEVERIAM ENTÃO "PROIBIR O SENADO" POIS OS ATOS ALI PRATICADOS ofensivos ´aos costumes e tradições´ brasileiros. E CAUSAM MUITO MAIS DANOS QUE MEROS JOGOS. QUE FOSSEM VENDIDOS À PARTIR DA APRESENTAÇÃO DE CARTEIRA DE IDENTIDE, MAS PROIBIR JOGOS? "ESSES POLÍTICOS" NÃO FAZEM NADA QUE PRESTE. FICAM SE PREOCUPANDO COM JOGOS, ENQUANTO PESSOAS NÃO TEM O QUE COMER. MAS, JOGOS COMO ESSE "RapeLay" NÃO DEVIAM NEM SER LANÇADOS DEVERIAM É PRENDER O CRIADOR DESSE JOGO!!! TINHAM QUE SER UM MALDITO "JOAOPONES".
    enviado por: Vitor Rocha em 02/12/2009 - 21:50
  • E caminhamos a passos largos para um estado ditatorial. Logo vão nos dizer o que pode ou não ser lido, visto, ouvido. O embrião do AI-6 digital está sendo gerido a tempos, e o povo nem se dá conta. É incrivel como tem gente disposta a abrir mão da liberdade individual por... nada! Quando se derem conta, se conseguirem, será tarde, muito tarde. Sobre a matéria, ok, há games que passam limites do bom senso e do aceitavel, mas ai cabe ao consumidor fazer o filtro. Não preciso que me digam que aquilo não é bom. Se alguém precisa me dizer o que posso ou não ver ou consumir em termos de cultura, e sim, games são cultura, então estamos em um estado com censura. O Brasil dos Petralhas consegue mais uma vitória contra as liberdades individuais. Revolta civil já.
    enviado por: Alexandre Nascimento Freitas e Silva em 02/12/2009 - 21:35
  • Fernando Amantea Ragnoli, sim. Quem proibiu foi a 17ª Vara Federal de Minas Gerais e eles tem competência para tal. Quanto à notícia, me parece que quem propôs tem muito, muito preconceito contra games. E os filmes? E as novelas? Assim como games são entretenimento. Além do mais de maneira alguma esclarece alguma o que seria jogo ofensivo.
    enviado por: Guilherme Macedo em 02/12/2009 - 21:18
  • Olá, Fernando. A Justiça de Minas tem sim o direito de proibir as vendas em todo o país. Há várias decisões tomadas em tribunal estadual que valem em todo o país. Este foi o caso do Counter Strike, em 2008.
    enviado por: Felipe Zmoginski em 02/12/2009 - 21:11
  • Só uma coisa não entendi na matéria, o trecho "a Justiça de Minas Gerais proibiu a venda em todo o país dos games Counter Strike e EverQuest", como assim a Justiça de Minas Gerais tem o poder de proibir a venda em todo o país ?? putz que falta de cuidado ao escrever a matéria.
    enviado por: Fernando Amantea Ragnoli em 02/12/2009 - 20:44
  • Será que é difícil entender que o problema está justamente em definir o que é "aceitável" e o que não é? O que é aceitável pra um pode não ser pra outro. É um "costume/tradição" do Brasil atacar mulheres? Não? ah entao censura este jogo. É um "costume/tradição" do Brasil incorporar um personagem terrorista e plantar bombas? Lá se vai CS. É um "costume/tradição" do Brasil jogar um jogo de baralho que não seja truco? Lá se vai o Frecell e Paciência, sem contar no Pôquer. Vê? É muito fácil abdicar do bom senso e justificar qualquer ação com base nesse discursinho. E quando se trata de senadores e juízes não dá pra contar com bom senso. Pra mim o problema se resolve com classificação etária e pronto. Estes senadores desocupados, ao invés de fazer algo de útil pelo seu estado de origem (que tal colocar RONDONIA no mapa?) ficam querendo arbitrar o uso de tecnologia e consumo de mídias, quando são incompetentes em compreender que a escolha deve ser sempre do cidadão (adulto), e não do governo! Ou alguém aqui prefere que os políticos "espertos" que estão aí definam o que você pode ou não assistir/jogar/ler/ouvir?
    enviado por: ... em 02/12/2009 - 19:34
  • Leandro com essa história de "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa" podem acontecer tentativas de proibição de jogos "normais" como foi com o jogo Bully pra PS2, Wii e PC. Do meu ponto de vista é um absurdo porque briga na escola é uma coisa até normal(pelo menos onde cresci) e nem por isso me tornei uma pessoa traumatizada ou que evite falar sobre o assunto como se fosse o fim do mundo. Para isso existe censura e não a proibição. E fica uma pergunta: o que são "costumes e tradições" num país tão difersificado como o Brasil?
    enviado por: Daniel Zapata Ferreira em 02/12/2009 - 19:29
  • Here we go again!
    enviado por: carlosMessala em 02/12/2009 - 19:22
  • "...uma coisa é Assassin's Creed, onde o personagem mata com violência aceitável...". Existe um NÍVEL DE VIOLÊNCIA ACEITÁVEL Leandro? Eu não concordo com essa lei. O que separa os JOGOS VIOLENTOS dos FILMES VIOLENTOS? Porque um jogo tão ínfimo como COUNTER STRIKE é proibido e um filme como TROPA DE ELITE é permitido, sendo até mesmo tido como uma OBRA PRIMA DA CULTURA BRASILEIRA? Acredito que a questão não está no nível de violência mas no quanto um jogo (ou filme, seriado, novela, etc) incita, motiva, estimula a violência. E outra pergunta: a lei irá conseguir banir a venda de jogos via download como Steam, que é um serviço internacional?
    enviado por: Marcelo Juventino da Silva em 02/12/2009 - 19:20
  • Uma coisa é probir Counter-Strike. Outra coisa é proibir um jogo como este, em que até eu fiquei com nojo da idéia. Não gosto de censura de games, revistas e afins, mas certas coisas beiram o absurdo. Jogos que lidam com crueldade (uma coisa é Assassin's Creed, onde o personagem mata com violência aceitável, outra é um jogo sobre como matar alguém com requintes de crueldade, estupro, etc.). Neste caso, o game nem deveria sair.
    enviado por: Leandro Fiore de Oliveira em 02/12/2009 - 18:29

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