Tecnologia pessoal
Google não cobrará pelo Android, diz Schmidt
Débora Fortes, da INFO Terça-feira, 07 de setembro de 2010 - 10h09Débora Fortes |
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Schmidt, na IFA: |
BERLIM - Os smartphones dominaram boa parte da palestra de Eric Schmidt, CEO do Google, nesta terça-feira na IFA.
"As oportunidades mais interessantes da computação estão acontecendo justamente nos smartphones", disse Schmidt na abertura do discurso. Ele destacou que as vendas de smartphones passarão as de PCs em breve e que grandes companhias de tecnologia têm concentrado seus lançamentos na área móvel. "Mas o smartphone sozinho, não faz nada", disse. "É a combinação com a rede que o torna realmente poderoso. Tudo o que um smartphone precisa é de poder de processamento para enviar os comandos para os supercomputadores e para a nuvem ".
Um componente central para a estratégia móvel do Google é o Android. Segundo Schmidt, 200 mil ativações de Android vêm sendo feitas por dia. Smartphones com a plataforma vem sendo vendidos por 24 operadoras no mundo, em 24 países. Mas não será com o sistema propriamente dito que o Google vai ganhar dinheiro. "Não vamos cobrar pelo Android", afirmou, mais uma vez. As receitas virão indiretamente, por exemplo nas buscas feitas com o Google nos telefones. Nessa área, um dos desafios da empresa está em tornar as buscas cada vez mais autônomas.
Schmidt reafirmou ainda que o Google não vai se transformar num provedor de conteúdo. "Definitivamente, não queremos ser um", disse. A ideia é continuar a trabalhar em parceria com as empresas de conteúdo.
O CEO do Google também abriu espaço para demonstrações durante a palestra. Chamou ao palco especialistas do Google para mostrar os novos recursos do Google Translate, do Google Street View e do esperado Google TV.
Segundo Schmidt, a internet acabou com a chamada economia da escassez: tudo pode chegar, rapidamente, a milhões de pessoas. "Hoje, ninguém precisa lembrar de nada, o computador faz isso por você. O computador é bom em coisas que nós humanos não somos, por exemplo, na memória", afirmou.
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Se realmente a google não libera o código como estão dizendo, ainda Bem!!! Imagine só se todo mundo pudesse alterar a vontade o Android? Aconteceria a mesma coisa que aconteceu com o Linux, várias versões, várias marcas e com isso acabou perdendo a força no mercado, pois cada grupo de desenvolvedores queria divulgar a sua versão ao invés de trabalhar para fortificar uma marca única. Com certeza, se a google liberar totalmente o código, irão aparecer várias versões do Android e logo logo ele deixaria de se chamar Android e isso abriria novamente o mercado para a microsoft. Quer programar? Então faça os aplicativos! Deixe para quem tem poder, e dinheiro, para continuar a divulgar e fortificar a marca.
enviado por: ney sales em 08/09/2010 - 10:20 -
Saibam a verdade sobre o Android. http://www.guiadohardware.net/artigos/android-guerras-unix/
--- Para começar, colocando as coisas de maneira bem simples, o Android ainda não é gerenciado como um projeto de software livre. O trabalho é realizado a portas fechadas no Google, e o código vez ou outra é "largado" no repositório público. É comum o código pintar um tempo depois do software começar a aparecer nos telefones. Quem não for da equipe do Google vai saber e opinar muito pouco nos rumos do desenvolvimento do Android; não há uma maneira prática e nem qualquer tipo de incentivo para se colaborar com o projeto.
Quando os fabricantes contribuem, geralmente é em níveis mais baixos, como no kernel. Algumas dessas contribuições seguem direto para os encarregados pelo kernel, o que é o mais correto. Outras ficam no repositório do Android. Mas independente de onde vão parar, as contribuições não costumam ser focadas em níveis altos, nem constituir o tipo de código visível ao usuário do qual o artigo trata. Os fabricantes preferem manter esse código para eles mesmos.
E eles podem fazer isso. Em nível de sistema, por escolha do Google, as licenças são permissivas. Se mais partes do Android fossem licenciadas sob a GPL, os fabricantes teriam que contribuir com suas alterações - ao menos com as alterações que fossem derivadas do código licenciado pela GPL. A decisão do Google de evitar a GPL pode até não ter sido boa, mas é motivada por um medo fácil de entender: o de que os fabricantes se recusassem a usar um sistema Android licenciado sob a GPL. Se o Google tiver que escolher entre licenças permissivas e a obscuridade (e a escolha é vista assim por muita gente), é mais do que óbvio o caminho que ele vai trilhar.
enviado por: André Ricardo em 07/09/2010 - 19:42 -
Sim como Windows mobile, mas a cobrança seria feita das fabricantes e não dos usuários.
enviado por: Sonivaldo joventino da Silva em 07/09/2010 - 19:34 -
Acho q pode sim... Tem q dar uma lida na licença pra ver como tudo funciona...
enviado por: Vitor Pereira de Freitas em 07/09/2010 - 16:08 -
É mesmo, cobrar pelo Android não sei se seria possível. Ele não roda sobre o núcleo de Linux??? e a licença GPL???
enviado por: Tiago da Gama Alvarenga em 07/09/2010 - 15:05 -
Legal! Mas ele poderia cobrar pelo Android?
enviado por: dOg em 07/09/2010 - 11:02





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