Tecnologia pessoal

Google não cobrará pelo Android, diz Schmidt

Débora Fortes, da INFO Terça-feira, 07 de setembro de 2010 - 10h09


Débora Fortes
Google não cobrará pelo Android, diz Schmidt
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  • Se realmente a google não libera o código como estão dizendo, ainda Bem!!! Imagine só se todo mundo pudesse alterar a vontade o Android? Aconteceria a mesma coisa que aconteceu com o Linux, várias versões, várias marcas e com isso acabou perdendo a força no mercado, pois cada grupo de desenvolvedores queria divulgar a sua versão ao invés de trabalhar para fortificar uma marca única. Com certeza, se a google liberar totalmente o código, irão aparecer várias versões do Android e logo logo ele deixaria de se chamar Android e isso abriria novamente o mercado para a microsoft. Quer programar? Então faça os aplicativos! Deixe para quem tem poder, e dinheiro, para continuar a divulgar e fortificar a marca.
    enviado por: ney sales em 08/09/2010 - 10:20
  • Saibam a verdade sobre o Android. http://www.guiadohardware.net/artigos/android-guerras-unix/ --- Para começar, colocando as coisas de maneira bem simples, o Android ainda não é gerenciado como um projeto de software livre. O trabalho é realizado a portas fechadas no Google, e o código vez ou outra é "largado" no repositório público. É comum o código pintar um tempo depois do software começar a aparecer nos telefones. Quem não for da equipe do Google vai saber e opinar muito pouco nos rumos do desenvolvimento do Android; não há uma maneira prática e nem qualquer tipo de incentivo para se colaborar com o projeto. Quando os fabricantes contribuem, geralmente é em níveis mais baixos, como no kernel. Algumas dessas contribuições seguem direto para os encarregados pelo kernel, o que é o mais correto. Outras ficam no repositório do Android. Mas independente de onde vão parar, as contribuições não costumam ser focadas em níveis altos, nem constituir o tipo de código visível ao usuário do qual o artigo trata. Os fabricantes preferem manter esse código para eles mesmos. E eles podem fazer isso. Em nível de sistema, por escolha do Google, as licenças são permissivas. Se mais partes do Android fossem licenciadas sob a GPL, os fabricantes teriam que contribuir com suas alterações - ao menos com as alterações que fossem derivadas do código licenciado pela GPL. A decisão do Google de evitar a GPL pode até não ter sido boa, mas é motivada por um medo fácil de entender: o de que os fabricantes se recusassem a usar um sistema Android licenciado sob a GPL. Se o Google tiver que escolher entre licenças permissivas e a obscuridade (e a escolha é vista assim por muita gente), é mais do que óbvio o caminho que ele vai trilhar.
    enviado por: André Ricardo em 07/09/2010 - 19:42
  • Sim como Windows mobile, mas a cobrança seria feita das fabricantes e não dos usuários.
    enviado por: Sonivaldo joventino da Silva em 07/09/2010 - 19:34
  • Acho q pode sim... Tem q dar uma lida na licença pra ver como tudo funciona...
    enviado por: Vitor Pereira de Freitas em 07/09/2010 - 16:08
  • É mesmo, cobrar pelo Android não sei se seria possível. Ele não roda sobre o núcleo de Linux??? e a licença GPL???
    enviado por: Tiago da Gama Alvarenga em 07/09/2010 - 15:05
  • Legal! Mas ele poderia cobrar pelo Android?
    enviado por: dOg em 07/09/2010 - 11:02

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