Tecnologia pessoal
Artigo: Nome, traço, título
Dagomir Marquezi Sexta-feira, 18 de março de 2011 - 12h06Divulgação |
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O segredo de uma boa biblioteca musical é a padronização.
"Informação não é conhecimento.
Conhecimento não é verdade.
Verdade não é beleza.
Beleza não é amor
Amor não é música.
Música é o melhor."
Frank zappa
A música rege minha vida. Marca meus passos. Acerta meu ritmo. Ficaria demente sem ela. Desde criança aprendi a possuir música para ter acesso a ela sem depender de ninguém. Com meu pai guardei discos 78 RPM de música caribenha. Depois fiz reservas de rock, clássico e jazz. Reuni a obra de Frank Zappa, Joseph Haydn, Moreira da Silva e James Brown.
Essa “posse” já teve a cara de LPs de vinil, fitas cassete, CDs, SACDs, minidiscs e DVD-As. Hoje, ouço música em formato MP3, que me acompanha aonde vou como um remédio tarja preta, a solução para qualquer crise. Passei quase todas as minhas coleções de vinil, cassete e CD para MP3. É só o começo da devoção.
Copiar CDs no PC ou baixar músicas todo mundo faz. Tento ir além. Transformo a administração desse tesouro em arte e meditação. Trato minhas músicas como preciosos remédios para a alma, a mente e o corpo. Só uso a maior definição possível: 320 Kbps. Ocupa espaço, eu sei. Qual é o problema se você tem um HD de 1 TB? Ou pode carregar um pen drive de 64 GB no pescoço?
Nomeio cada faixa com o nome do intérprete, espaço, traço, espaço, título da música. Se necessário, corrijo tags no Winamp. É um dos segredos da meditação musical: a padronização. É como separar grãos de areia, montar miniaturas de avião ou cultivar bonsais. Esvazia a mente. Nome, espaço, traço, espaço, título.
Mas padronizar não é misturar tudo na pasta Minhas Músicas. Uso três tipos de organização:
1) Dependendo do caso, mantenho o formato do CD. Quando ele é marcante, não mudo nada. Deixo (e geralmente ouço) na ordem. Uso também para artistas que criaram discos conceituais, como os Beatles. E, claro, para música clássica.
2) Crio coletâneas para artistas que não precisam estar em álbuns. Gosto das músicas, não importa o disco: Kurtis Blow, Gerson King etc.
3) Faço o mesmo com gêneros. Tenho uma pasta de funk music, outra de bossa-nova, blues, não interessa quem os interprete. Organizadas e identificadas, chega o momento de transferir milhares de músicas para o iPhone e o iPad.
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jonathan • 21/03/2011 - 17:45
@Eduardo também uso o modo ramdomico no media player, ou até no aimp, mas lá prefiro usar para ouvir a mesma música várias e várias vezes. NA verdade, com a tecnologia, eu só para de ouvir música quando vou assisti algo(apesar que lá temas trilhas sonoras que trazem muita nostalgia). Porque lendo, fazendo trabalho, estudando, assistindo aulas, tomando banho, comendo, e todo o resto só com um radio ligado ou um fone no ouvido. Música é tudo. E como disse, viver sem um trilha sonora de fundo, é como não viver.(Cara, adorei o seu comentário \o\, artigo foda esse, guardei no favoritos.)
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Eduardo Alexander Fedozzi • 20/03/2011 - 05:08
Um dos melhores artigos que já vi sobre música na info, e o melhor de tudo é que os comentários o tornam mais completo e vibrante. Eu particularmente tenho uma coleção com mais de 40 mil músicas separadas inícialmente com a formula "Artista - Música" só que também tive problemas para reproduzir meus alguns favoritos na órdem em que foi gravado. Para resolver isso tive que adotar o formato "Artista - Nº Faixa - Música". Também uso o Winamp e na minha opinião não há nada melhor para organizar minhas músicas e editar as tags em massa. Tenho uma pasta temporária com músicas para organizar onde assim como o Thiago utilizo as famosas pastas "Músicas de Fulano, Músicas de Ciclado", e por ai vai. Ouço a música para ver se o arquivo está perfeito, edito a Tag, verifico se o bitrate está com pelo menos 192 Kbps e coloco na pasta definitiva, subdividida em "Artista> Ano Album - Album>" As que tenho que possuem um bitrate baixo ficam na pasta temporária aguardando serem substituídas por versões com bitrate maior. Uma das coisas que mais gosto é de carregar todas as músicas no Winamp e colocar no Random, e esperar ser surpreendido por algum clássico dos anos 80 ou 70 que não ouço a muito tempo. As vezes estou na minha, ouvindo uma música qualquer e começa a tocar Bush - Machinered, ou Freeez - I.O.U. Isso é muito bom, fico frenético, fico a mil.
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jonathan • 19/03/2011 - 01:30
Nossa! tive uma grande empatia com esse texto. Faço exatamente isso. Só baixo ou converto, para mp3, em 320 Kbps. Nomeio: "nome, espaço, traço, espaço, título."<-- esse sou eu. Eu uso o Media player mesmo, não me acostumei com o Winamp, nele coloco todos os generos, artista, compositor, ano, album, nome do arquivo, numero, nome da música. Faço playlist baseado nessa organização. É tão comodo depois do trabalho feito. Busco às vezes só com 3 letras e já consigo um playlist que eu quero. E isso é o principal, música é momento, é humor, é o clima, é o que descreve mais do que qualquer outra forma de comunicação o que nos sentimos no momento. Se não estiver a três clique, o humor muda e o que iria ouvir se perde , parece que na verdaeo momento nem existiu sem a música adequada ao momento. Last Fm, me ajudara conhecer novas bandas e me motiva a organiza-las com rótulos melhores. Sem tenho playlists com bandas bem parecidas que faz parece que várias bandas e artistas são um só por causa das suas influencias. Às vezes vou no http://www.stereomood.com/ e ouço algo aleatório baseado no meu humor. Mas coisas que viciei usando foi a extensão para Google Chromer https://chrome.google.com/webstore/detail/ehohhddamheegbbkabfgegbaeminghlb que pega todos os arquivos em mp3 pelos sites que passo, muito útil depois de alguns reblogs no tumblr. Tem tanto arquivo desconhecido ou "esquecida" lá que é lindo descobrir música novas e velhas aleatóriamente. Virou minha radio particular. O legal é outra extesão: https://chrome.google.com/webstore/detail/bbncpldmanoknoahidbgmkgobgmhnafh que dá para ouvir todo o acervo da Last Fm a um clique. Não perco tempo, banda parecida com as que sou fã? Clico, ouço, vejo se gosto, baixo. Para mim não há nada melhor do que gostar de música com o conhecimento, básico, Geek.
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Fábio Alves Corrêa • 18/03/2011 - 14:19
Eu sempre tive minhas músicas razoavelmente organizadas, também com "artista - título", mas existe um problema com os álbuns completos: se você joga as músicas num pendrive/SdCard e põe prá rodar em qualquer player vagabundo, a ordem das músicas vive alterando, um player toca em ordem alfabética, outro em ordem do número que tá na tag, e no meu maledeto celular Sony Ericsson não dá prá saber o critério da ordem, e o pior, não dá prá reordenar, o player do celular simplesmente não tem esse recurso essencial... eu ultimamente, em alguns álbuns, estou adotando colocar número - artista - título, sendo o número 01, 02, etc.
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Thiago Alberto de Souza • 18/03/2011 - 12:26
É dedicado quanto às musicas, mas para eu conseguir esse nivel de organização, teria que começar do zero. Tenho hoje uns 70Gb de musicas, uma mistureira sem noção. Costumo copiar as musicas dos outros quando vejo que tens uma coletanea legal ou as musicas me agradam e vou mandando para a pasta, tem de quase tudo! Normalmente como, Musicas do Ricardo, Musicas do Pitagoras, Musicas do Eudes... As vezes só encontro as coisas mandando o windows pesquisar.





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