Tecnologia Pessoal
´Anatel demorou para agir´, diz Pro Teste
Felipe Zmoginski, de INFO Online Segunda-feira, 22 de junho de 2009 - 15h05![]() |
SÃO PAULO - A organização de defesa dos consumidores Pro Teste elogiou a decisão da Anatel em proibir novas vendas do Speedy, mas fez a ressalva de que a atitude só foi tomada depois de graves prejuízos ao consumidor.
Na opinião da coordenadora institucional da Pro Teste, Maria Inês Dolci, a agência reguladora demorou demais para tomar uma atitude e apontou falhas na estrutura de fiscalização da Anatel.
“Havia muitos indícios de que os serviços da Telefônica não vinham funcionando bem e isso deveria ter sido investigado desde as primeiras dificuldades. Não precisaríamos chegar ao ponto de deixar usuários domésticos e serviços públicos essenciais serem prejudicados pela má qualidade do Speedy da forma que foram”, explica Maria Inês.
Na opinião da coordenadora da Pro Teste, o Speedy só deverá voltar a ser vendido quando a Telefônica puder assegurar que há condições técnicas de manter todos seus clientes conectados com qualidade.
“Esperamos que a Anatel monitore a conexão dos clientes que já usam o Speedy e fiscalize se a Telefônica está cumprindo corretamente as regras de concessão do serviço”, afirma Maria Inês.
Entre os pedidos que a Anatel fará à tele espanhola está a formulação de planos de contingência e redundância para manter seus serviços funcionando mesmo em situações adversas.
-
A propósito: onde eu disse que quem venderia o Wimax seria a Telefônica você pode incluir a Oi, NET, etc. Estava subentendido, mas não custa ressaltar. A diferença é que ao invés de vir pelo cabo do telefone virá pelo ar. Só isto. O resto....
enviado por: em 23/06/2009 - 17:33 -
Alexandre Fernandes de Lima: cai na real. Sabe quem vai vender Wimax? Preciso dizer? Tem certezxa? Então tá: a Telefônica. A forma como isto está sendo conduzido, aliás como tudo tem sido conduzido em relação à Internet no Brasl pelo governo e ANATEL - e você pode incluir aí até a Internet pela rede elétrica, que é uma porcaria - favorece apenas as grandes operadoras. Então não adianta chorar por outra tecnologia. O que precisa ser feito é criar concorrência. Só isto traz preços melhores e melhor qualidade. Não necessariamente nesta ordem. Afinal as pessoas ficam querendo só coisas baratas ou de graça. Nada é de graça. Alguém paga. O bom mesmo é ter qualidade. Recebe-se um serviço condizente com o que é pago. Comprou uma Ferrari pagou o preço de uma Ferrari e tem uma Ferrari. Comprou um fusca.... (nada contra ele, é claro). Acredito que a maioria dos usuários até não se importam tanto com o que estão pagando. O que torna as coisas "caras" são resultados muito abaixo do que deveria ser pelo que se paga. Mas aí precisa de concorrência. É neste ponto que deve se concentrar a luta. O preço vai cair naturalmente. Mas se continuar o monopólio, teremos serviços ruins e preços absurdos.
enviado por: em 23/06/2009 - 17:31 -
Eu quero Wimax... o medo da Anatel é a liberação do Wimax.. isso vai quebrar de vez o Speedy. E ó... o mesmo tem que fazer aqui no Rio com a Oi... não dá mole não!
enviado por: Alexandre Fernandes de Lima em 23/06/2009 - 11:25 -
Ontem mesmo, num jornal televisionado, foi dito que a telefonica ainda está sim, registrando novos usuários do speedy. Do que adianta proibir, mas não ficar em cima monitorando?
enviado por: João Paulo em 23/06/2009 - 10:19 -
e depois a tal taxa basica de telefonia é para manutenção da rede... Se a rede não cumpriu, abaixo a taxa fixa.
enviado por: Sandro Feliciano em 23/06/2009 - 07:34 -
Infelizmente a nossa angência reguladora tem medo de punir as operadoras, é lenta e muito burocrática até para aprovar as novas técnologias. Mais lamentável ainda é que essa atitude não foi legitima e foi inspirada na atitude do MP de Goiás que proibiu a Oi de habilitar novas linhas por 10 dias devido a qualidade. E o MP de SP esta movendo ação de 1 bilhão conta a telefonica.. é o m.publico fazendo o serviço da agência. E o pior disse tudo é que a regulada não cumpre a determinação e a reguladora não se pronuncia em um país onde a impunidade reina e ex-governantes se tornam presidentes de empresas para driblar as próprios orgãos e leis do país.
pensemos... queremos um orgão ineficaz e um governo que não toma atitudes?
enviado por: Gledson em 22/06/2009 - 17:58





30
