Segurança
Redes do governo têm 48 mil ataques por dia
Fabiano Candido, de INFO Online Domingo, 23 de agosto de 2009 - 13h54Rafael Branquinho/SECOM |
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Deputados foram comunicados que redes do governo têm problemas de segurança |
SÃO PAULO - Em uma audiência sobre terrorismo, há mais de um mês, cinco deputados federais ouviram de uma comissão os problemas graves de segurança nas 320 principais redes do governo.
As informações da notas taquigráficas da audiência, publicadas hoje pelo colunista Josias de Souza, da Folha de S. Paulo, revelam que crackers fazem 2 mil ataques por hora às redes do governo, entre elas a do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) e a do Banco do Brasil.
Raphael Mandarino Junior, diretor de segurança da informação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), é quem apresenta os dados que constam na taquigráfia. Durante a audiência aos deputados, ele explicou que a maioria dos ataques, ou seja, 70% deles, visam informações bancárias. Já 10% deles são direcionados aos INFOSEG, uma rede do Ministério da Justiça, com o intuito de capturar dados sobre inquéritos policiais e processos.
Mandarino revelou que os dados pessoais dos funcionários públicos também são cobiçados pelos crackers. Os ataques para capturar esse tipo de informação representam 15% do total das ocorrências.
Milhões de problemas
Os problemas de segurança, informa a Folha, ocasionam milhões de incidentes nas 320 redes do governo. Em uma delas, os especialistas da GSI contaram 3.8 milhões de problemas como falhas técnicas, tentativas de invasão, vírus, spams e outros tipos de pragas digitais. Mandarino disse aos deputados que ele e seus técnicos analisam cerca de 200 novos malware por mês.
Mandarino revelou, durante a audiência, que nem todos os problemas de segurança são simples e fáceis de resolver. Contou ainda aos deputados que um órgão público teve um computador invadido por crackers do Leste Europeu. Eles modificaram as configurações do equipamento, mudaram a senha e o tornaram inacessível. Para "libertar o servidor", pediam 350 mil dólares. O governo não pagou o resgate, contudo, precisou de ajuda de técnicos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e de especialistas em segurança digital.
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Geralmente os mais exaltados são justamente aqueles que são empregados em algum orgão do governo. Trabalham pouco, ganham muito e acham que semprem estão certos. E seria inocência de alguns acreditarem que política não interfere nesse setor. Como vimos a pouco, até a receita federal (considerado um centro de avanço tecnológico) sofre com as pressões políticas para deixar de lado algumas investigações. Imagine se alguém pagar pelos nossos dados a algum desses "funcionários competentes" do governo.
enviado por: Juan Jambert Dias em 27/08/2009 - 23:16 -
viajou! brasileiro não perde tempo em craquear rede daqui de dentro não, aqui não da diversão ... os playgrounds "bão" estão lá fora!
enviado por: Wryel Covo em 26/08/2009 - 00:31 -
Basta seu computador estar conectado na internet para ser alvo de tentativas de invasão através de programas automáticos. No tempo da conexão discada, não se percebia tanto, mas quando começou a banda-larga, o log do firewal de repente deu um pulo na quantidade de tentativas de acesso de toda parte.
Sites de empresas e instituições governamentais com toda certeza serão alvo de maior interesse. E não se trata de meramente invadir sites para fazer pixações, isto é coisa de criança desocupada. Invadir servidores tornou-se um ótimo negócio e chantagem e terrorismo são apenas um dos pontos. Outros pontos que são muito lucrativos, são por exemplo, conseguir informações contábeis e documentos que indiquem linhas de negócio para ter vantagem em lucrativas negociações na bolsa de valores. Isto já ocorre e tem grupos europeus oferecendo este tipo de informação, numa área em que qualquer mínima informação pode significar milhões de lucro da noite para o dia, sem nenhum alarde quanto a invasão. Grupos indiretamente ligados a governos também atuam na obtenção de informações estratégicas, grandes companhias vasculham a rede para saber quem faz o quê, aonde está uma nova fonte de minério, ou descobrir detalhes picantes de algum dirigente, para usar esta informação quando preciso.
Capacidade técnica o nosso pessoal tem. A questão, é que devemos todos pensar e ponderar, principalmente os dirigentes de todas áreas, em nossa atitude em relação as pessoas e seu uso da internet. A rede faz parte da sociedade do século XXI. Simplesmente barrar seu acesso, estimula as pessoas ao descuido. Regras simplesmente não terão resultado sem bom senso na sua aplicação. É necessário que a participação seja estimulada e voluntária. É como querer esconder algo de uma criança pequena. Ela ficará mais curiosa ainda e será descuidada em seus atos. Pergunte a pais que aprenderam que pode-se falar naturalmente sobre sexo com as crianças desde pequenas, respeitando-se é claro, seu nível de entendimento... Na internet é o mesmo... Pregar que a cegonha traz seu e-mail, enquanto tranca as janelas da empresa sem vidro achando que as pessoas não conversam e descobrem a verdade é tão temerário quanto achar ques pessoas podem fazer algo errado sómente após as 22hs. É precisa estar realmente aberto à diálogos (ambos poderem falar e ser ouvidos), e assim estimular o acesso consciente e responsável, que é a maior arma contra invasores.
enviado por: Gilberto Strapazon em 24/08/2009 - 17:09 -
talve"s" com "S" foi o fim do mundo....rsrsr
enviado por: Rodrigo em 24/08/2009 - 17:02 -
Aeee Caio Yuri não sou nervoso nao pow, talves o modo que escrevi é que aparentou isso....rs
relax...de boa :)
enviado por: Rodrigo em 24/08/2009 - 17:01 -
Caro Juan , apolítica brasileira e a TI são coisas totalmente distintas, TI é coisa séria e como alguém por aqui já disse o Brasil está entre os melhores em quase todos os quesitos de informática.
enviado por: Gë em 24/08/2009 - 13:35 -
Concordo com quem disse que é preciso educar o usuário. Há coisas que não se pode evitar, mas vale ser cuidadoso.
enviado por: Gë em 24/08/2009 - 13:33 -
Rodrigo, foi uma piada. Cara nervoso! rs.
enviado por: Caio Yuri da Silva Costa em 24/08/2009 - 07:23 -
Não adianta ter a melhor segurança do mundo e sair bloqueando tudo. Uma das melhores coisas a se fazer é educar o usuário, ter consciencia e mostrar como usar com prudencia um computador.
enviado por: Rodrigo em 23/08/2009 - 23:31 -
Como o caro Juan disse: No Brasil tudo é possivel... sim !!! Mas em questão de segurança digital, estamos muito bem capacitados e somos considerados como um dos melhores do mundo nesse quesito.
enviado por: Rodrigo em 23/08/2009 - 23:28 -
Como se o UNIX/Linux fosse um poço de segurança e estabilidade. Vira e mexe tem atualizações em sistemas que botam tudo que foi feito em segurança a perder. Independente de sistema operacional. É como digo. Se um hacker habilidoso sismar que vai invadir um sistema, ele invadirá. Se houvesse realmente um sistema 100% a prova de falhas, não teriam roubado 130 milhões (há fontes que dizem que foram 170 milhões) de números de cartões de crédito um dia destes. E isso não foi aqui no Brasil não!!!!
enviado por: Rodrigo Melo em 23/08/2009 - 19:50 -
Pela proteção de tela de um dos laptops a gente entende de onde vêm as falhas de segurança.
enviado por: Caio Yuri da Silva Costa em 23/08/2009 - 17:07 -
Ola Juan.. antes de voce criticar o Brasil e o nosso governo, aprende a escrever correto, ok?
Os governos de diversos paises do mundo estao sofrendo ataques. No Brasil os especialistas em seguranca digital estao capacitados para essa Guerra Virtual. ;)
enviado por: Luiz em 23/08/2009 - 16:45 -
Nesses momentos percebemos o perigo que nossos dados, em orgãos do governo, estão em perigo. Se estivessemos um um país sério não teria medo, mas no Brasil tudo é possivél.
enviado por: Juan Jambert Dias em 23/08/2009 - 16:16





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