Segurança
Operação tira sites de gravadoras do ar
Monica Campi, de INFO Online Terça-feira, 30 de novembro de 2010 - 15h30Operation: Payback/Divulgação |
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SÃO PAULO – Logo após a condenação dos fundadores do The Pirate Bay, na Suécia, na sexta-feira passada (26), um grupo anônimo de operações na internet resolveu contra-atacar e tirou do ar os sites das principais gravadoras.
Chamada de “Operation: Payback” (Operação: O Troco, em português), a campanha tirou do ar durante todo o final de semana sites de empresas como Warner Bros., EMI e a Federação Internacional da Indústria Fonográfica.
Os massivos ataques DoS (Negação de Serviço), que derruba os servidores de um site quando o mesmo recebe muitos acessos de uma só vez, devem continuar.
De acordo com o grupo anônimo, eles irão continuar lutando contra a censura e defendendo a liberdade de sites de compartilhamento como o The Pirate Bay.
“Na madrugada de terça (30/11) para quarta (01/12), nós iremos passar por uma série de pesadas instabilidades em nosso serviço. Iremos fazer bem feito para melhorar nossa infraestrutura e nos proteger contra ataques DoS e outras opções cabulosas que o governo possa vir a usar”, diz um comunicado no site do grupo anônimo.
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Marcos Mathias • 03/12/2010 - 19:55
Quando é que as grandes empresas vão entender??? A pirataria continuará crescendo, da mesma forma que a fama de sites como o The Pirate Bay, até que os preços caiam. Os preços de ABSOLUTAMENTE TUDO DIGITAL (programas, SO's, músicas, etc...) estão cada vez mais altos!!! Como as gravadoras e grandes empresas acham que a massa mais pobre poderá ter acesso aos seus produtos? Roubando?
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Ricardo Andre Varnier • 02/12/2010 - 11:58
Playback até poderia ser REPRODUÇÃO, mas não Payback (sem L)
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Rogerio Ferreira Marchetti • 02/12/2010 - 05:29
A industria fonografica tem um problema enorme nas mãos e no meu humilde ponto de vista uma grande oportunidade de inovar, ou seja, contratar pessoas novas que pense a frente, ouvir seu clientes (que somos nós e não os artistas)e criar uma nova maneira de vender filmes e músicas se é que já não existe. Ao invés de ficar tentando processar os outros o que no caso vai manchar ainda mais a imagem da industria fonografica. Veja o exemplo da Banda Radiohead. Se parassemos para pensar, agora fanlando de Brasil, se não existisse pirataria e todos fossem honestos a ponto de não comprar produto pirata. Será que industrias tão famosas iriam ser tão famosas assim. já que um console de video game só iria ficar na mão de uma pequena parcela da população? Isso sem entrar nos méritos dos impostos que tambem são altissimos.
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Nao Digo • 01/12/2010 - 21:38
E viva o Pirate Bay!!! Morte as gravadoras!!! Morte aos "artistas" mercenários!!
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Monica Campi • 01/12/2010 - 18:56
Prezado @Solon, não utilizamos o Google Translate justamente por isso. A tradução (livre, pois não é oficial) permite interpretar um termo em inglês da forma mais fiel possível. No caso, "Operation: Payback", pode ser entendida como "O Troco", "Vingança", pois assim está no contexto da informação. Já se utilizar "Reprodução", não tem o mesmo significado visto que se trata de uma operação que pretendeu passar uma mensagem, uma resposta às autoridades. Por conta disso, é sempre melhor confiar na interpretação do que no "cérebro eletrônico" do Google.
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Solon M. Soares • 01/12/2010 - 14:53
Por favor, paguem um curso de inglês para quem escreveu a noticia. Favor alterarem o artigo.... Chamada de “Operation: Payback” (Operação: Reprodução, tradução livre), a campanha tirou do ar... Google Translate também funciona caso tenha dúvidas sobre termos ele pode auxiliar! Sobre a notícia: Acho o modelo das gravadoras musicais um modelo falido, tocado por dinossauros empresariais que precisam sentar na cadeira de uma universidade e fazer um curso de atualização profissional... Dêem sangue novo ao negócio ou os músicos continuaram a usar produtoras independentes, youtube, agencias publicitárias..... façam o serviço direito... não vendam a informação, vendam serviços!
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luis almeida • 01/12/2010 - 01:24
sou camelô e estou bem feliz !!!
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josé euclides de melo leite • 30/11/2010 - 18:05
e quem ganhará essa batalha , eu mesmo não compro cd´s ha anos , compro as vezes dvd´s de shows de cantores regionais , que é mais barato,porem os dos medalhões eu pego tudo na loja do google.
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Iuri • 30/11/2010 - 18:02
Eu acho bem feito pras gravadoras. Por tantos anos ela vêm sugando o dinheiro suado dos músicos e agora com essa crise fica mais complicado para novos artistas gravarem seus discos e fazerem edições, por que elas estão acostumadas a cobrar rios de dinheiro para simples edições. Se existe uma nova maneira de se distribuir músicas e filmes, que as gravadoras arranjem otra maneira de ganhar dinheiro fácil.






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