Segurança
Ciberguerra é realidade, diz McAfee
James Della Valle, de INFO Online Quarta-feira, 18 de novembro de 2009 - 14h01Getty Images |
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SÃO PAULO – O 5º Relatório Anual sobre Criminologia Virtual da McAfee apontou que países como Estados Unidos, Rússia, França, Israel e China estão na corrida por armas virtuais.
De acordo com o documento, os ataques que os ataques com motivação política aumentaram nos cinco países, o que a empresa chega a chamar de uma ciberguerra.
"Agora, várias nações estão ativamente engajadas em ataques e preparativos ligados à ciberguerra. As armas atuais não são nucleares, mas virtuais, e todos devem se adaptar a essas ameaças", afirma Dave DeWalt, presidente e CEO da McAfee.
O executivo disse que a McAfee já abordou o assunto há mais de dois anos, e que mais evidências de uma guerra virtual começaram a surgir nos últimos meses.
A empresa acredita que ao encobertar táticas, descobertas e informações obtidas, os governos podem prejudicar o setor público e privado. Como elas não são divulgadas, muitas empresas estratégicas podem ficar vulneráveis a ataques e roubo de dados.
Especialistas acreditam que as Teles devem auxiliar a definir a origem de ataque, mas que as mesmas não devem ser interpretadas como responsáveis pelo conteúdo. “Outros países já adotaram medidas semelhantes que exigem ações das empresas de telecomunicações para assegurar que determinados dados estejam disponíveis no caso de futuras investigações criminais”, comenta Vanda Scartezini, sócia da POLO Consultores Associados.
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Vamos lá: Teoria da Conspiração. Será que nosso recente Apagão ou Black-Out, como queiram, não foi porque um Cracker (seja ele público ou privado) resolveu fazer Lab?
enviado por: Flavio Ferraz em 21/11/2009 - 21:59 -
Concordo com ambos, mas quero acrescentar algo.
Independente de nossas opiniões com grande conhecimento técnico e de causa ou leigas sobre o assunto, hoje temos em nossos computadores domésticos ou empresariais verdadeiros faroestes com seus Xerifes e os Bandidos; alguns xerifes são xerifes de mentirinha.
Creio sinceramente que as motivações para as pessoas, organizações e governos que patrocinam ou apóiam o uso da tecnologia de comunicação e seus meandros para ataques virtuais continuarão. Eles não se importam com nossas opiniões.
Não duvido que apagões seja obra de grupos posicionistas ou oposicionistas que usarão tais armas para se elegerem ou se manterem no poder.
A desinformação e outra arma poderosa usada nesta época de noticias em tempo real.
Os jogadores farão de tudo para nos confundir e a_trair-nos para suas causas.
enviado por: Silvio Pontes em 21/11/2009 - 04:09 -
Bem pelo contrário José. Enquanto tem 5 para resolver um problema, tem outros 15 para encontrar outros novos problemas.
enviado por: Cristiane Bellenzier Piaia em 19/11/2009 - 13:38 -
Para mim, a tendência é o poder dos ciberataques diminuirem. A cada dia, a preocupação com segurança aumenta e as técnicas de proteção melhoram seu ritmo de evolução em comparação com as de ataque. Além de que os políticos da próxima geração serão mais conectados.
O que precisa/pode ser digitalizado já o foi em algum lugar. A tendência é que a segurança desses aumente e a conexão fique mais restritiva.
O poder do ciberataque é grande, mas técnicas criativas e simples de segurança podem assegurar que um sistema como o de energia elétrica fique seguro.
enviado por: José Henrique Lício do Nascimento em 18/11/2009 - 20:24






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