MundoTec

quarta-feira, 11 de setembro de 2013 - 17:08

Atores da nova corrida espacial. Porque você vai ao espaço antes do que imagina

A exploração espacial e eventual construção de colônias em marte (ou outro planeta) é destino inevitável da humanidade, assim como a singularidade tecnológica. Naturalmente ainda é preciso muita evolução da tecnologia para chegar a Marte, mesmo já existindo uma expedição para Marte planejada para 2022, ainda existem desafios de toda natureza, tanto técnicas quanto humanas, como, por exemplo, garantir que o ‘viajante’ não vai entrar em depressão ou tédio em uma viagem de 6 meses em um cubículo?

 

Durante a guerra fria, a conquista espacial era essencialmente impulsionada pelos governos. Nessa época, a NASA chegou a ter 4,4% do orçamento do EUA valor que foi caindo consideravelmente junto com a o interesse governamental pelo tema. Atualmente, a NASA recebe 0,4% do orçamento americano e uma fração desse recurso é alocado para pesquisa e exploração espacial. Essa mudança de prioridade acabou diminuindo velocidade de novas conquistas na corrida espacial. Para incentivar esse avanço em empresas privadas, em 1995, Peter Diamandis fundou o XPrize, iniciativa que premiaria com 10 milhões de dólares a primeira aeronave desenvolvida exclusivamente com investimentos privados que chegasse a uma altura de 100 KM com três passageiros a bordo. A 100 KM de altitude é onde começa a chamada linha de Karmam, que é considerado o início do espaço e o fim da atmosfera terrestre. Nessa altitude praticamente não existe mais ar, sendo impossível para a aviação usual alcançá-la.

 

O vencedor do prêmio só surgiu com 2004, quase dez anos depois, com desenvolvimento do AirShipOne. Ver Peter Diamandis contando ao vivo os detalhes do projeto foi uma das milhares de coisas incríveis que presenciei na Singularity University e o vídeo abaixo passa um pouco da emoção desse importante momento na conquista espacial!

 

 

Peter Diamandis é também co-fundador da Singularity University e da Zero-G e esteve no Brasil pela primeira recentemente, em palestra promovida pela Fiap, a faculdade parceira da SU no país.

 

Atualmente, uma das empresas que lideram a corrida espacial é a SpaceX fundada pelo impressionante Elon Musk (PayPal, Tesla Motors). SpaceX é uma das empresas mais fascinantes da atualidade. Os melhores foguetes do mundo são produzidos pela companhia, produziram a primeira espaçonave privada a se acoplar na estação espacial e o incrível GrassHoper, o primeiro foguete reutilizável do mundo! Ele consegue decolar e pousar de volta. Como??? Confira no vídeo abaixo:

Esse tipo de tecnologia em empresas privadas abriu os precedentes para o turismo espacial. Por “módicos” 20 milhões de dólares é possível comprar um ticket para ir ao espaço pela Space Adventures ou pela Virgin Galatic.

 

Claro que esse valor está muito distante da realidade de qualquer mortal. Mas se você quiser sentir a emoção de gravidade zero por um preço que (talvez) caiba no seu bolso, a Zero-G tem voos quinzenais nos quais é possível sentir gravidade zero por apenas 5000 dólares! No voo é possível sentir a ausência de gravidade por cerca de 3 minutos. Parece pouco, mas é cada vez mais a ficção científica se tornando realidade e acessível. Dando esperança assim que uma viagem espacial seja tanto acessível quanto uma viagem de avião é hoje. Você já está se preparando para o seu primeiro voo em gravidade zero?

 

 

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quarta-feira, 7 de agosto de 2013 - 14:12

O que torna alguns empreendedores mais criativos?

De onde surgem as ideias? E o que torna alguns empreendedores mais criativos que outros? Estas são algumas das perguntas que Tina Seelig, professora de empreendedorismo de Standford e palestrante da Singularity University, procura respostas. Em seus estudos sobre o tema, Tina desenvolveu um modelo para justificar a presença de criatividade que, segundo ela, aborda a questão de uma forma mais ampla, ao invés da ‘estreita’ mentalidade de se entender criatividade como um insight, momento Eureka ou mero acaso. Segundo Tina, a criatividade é um reflexo de outros seis componentes: Atitude, Conhecimento, Imaginação, Habitat, Cultura, Recursos. Ela explica o que você precisa para liberar sua criatividade no vídeo abaixo (Clique no botão CC para ativar legendas em português):

Dentre os experimentos que Tina realiza com os estudantes no vídeo, tive a oportunidade de participar de um deles aqui na Singularity University, onde estou cursando o programa especial de verão, oportunidade concedida através da parceria com a faculdade FIAP. O seguinte desafio é proposto: Quanto dinheiro eu conseguiria gerar em 1 hora, recebendo como ‘investimento anjo’ um aporte de 5 reais? A dinâmica foi tão inesperada, quanto divertida. Eu e mais três amigos tivemos a ideia, inicialmente, de vender abraços na rua por 1 Dólar. Em algum tempo, descobrimos que a maioria das pessoas não estavam dispostas a ‘fazer negócio’ conosco, por outro lado as poucas pessoas que estavam interessadas em ‘paid hugs’ não se importavam de pagar bem mais que 1 dólar por abraço. Depois tivemos outra ideia, vender morangos na rua! Compramos uma caixa de morango por 2 dólares e começamos a vender a unidade do morango por 1 dólar. Bom, a venda de morango também não foi exatamente um sucesso. Mas, passada uma hora, fechamos o caixa com 25 dólares! Cinco vezes o nosso valor inicial. Nada mal.

Vendendo abraços e morangos

Vendendo abraços e morangos

 

Durante a dinâmica percebemos que tínhamos que seguir o ciclo construir-medir-aprender, tão difundido no modelo Lean Startup. Depois de realizar o experimento fui pesquisar qual era a melhor estratégia para conseguir dinheiro. Procurava saber quais ideias costumam dar certo, quais dão errado e quais são completamente fora da caixa. Está curioso para saber qual foi a ideia que deu retorno mais impressionante durante os diversos anos que em esse experimento foi realizado?

Confira no vídeo abaixo:

 

 

 

 

 

 

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terça-feira, 23 de julho de 2013 - 16:54

Seu Futuro já está impresso!

Qual área da humanidade terá a maior disrupção nas próximas décadas? Essa foi a questão central do debate com Reese Jones, um dos co-founders da Singularity University. O consenso chegou rápido: transportes! E por transportes entendemos a forma como mercadorias, alimentos, e até mesmo pessoas se locomovem e como os (atuais) processos de logística são realizados.

Um carro chefe para essa mudança de paradigma é a popularização das impressoras 3D. Tecnologia que existe há mais de 30 anos, mas só recentemente está se tornando economicamente acessível. A grande vantagem da impressão 3D é que pela primeira vez a complexidade é gratuita, ou seja, não importa quanto uma peça seja complexa, uma vez que ela já tenha sido modelada (e imaginada) os custos são proporcionais apenas na quantidade de resina (plástico, metal, madeira etc) usada para a impressão, o que permite que qualquer um possa construir peças complexas a preços baixos. A outra grande disrupção da impressão 3D é que com a digitalização alguns custos associados a transportes são próximos de zero!

Hoje já existem carros e casas impressos em 3D. Ameaçando algumas das indústrias mais estabelecidas, e a um passo de mudar mercados. Você consegue imaginar como será o mundo no dia que puder baixar o modelo de um carro pela internet? Ou ainda fazer uma personalização (eventualmente com o rosto da sua namorada no capô do carro) no arquivo e ir para uma “gráfica-concessionária” imprimir? Claro que antes de chegarmos nesse patamar outros mercados já terão sido afetados. Na minha pequena contribuição nessa disrupção, criei em conjunto com o brasileiro Roberto Alvarez um projeto chamado openlego.com (já registramos o domínio e o site estará no ar em algumas semanas com os primeiros modelos).  A ideia é que peças de brinquedos sejam modeladas colaborativamente e imprensas na gráfica da esquina, o que pode ameaçar indústrias milionárias.

Impressão de matéria inorgânica é apenas o começo, na Nasa já estão sendo feitas pesquisas com impressão de comida, o objetivo principal da pesquisa é enviar comidas a astronautas, mas há quem diga que essa tecnologia poderá acabar com a fome do mundo. O princípio de funcionamento é o mesmo, um arquivo digital contendo a descrição completa do alimento (forma, sabor, textura), que eventualmente poderemos baixar na internet, é enviado para um hardware. Nesse futuro não haverá espaços para entregadores de pizzas!

Essa conversa vai ficar (temporariamente) por aqui. Mas temos muito para discutir sobre isso ainda nesta viagem extraordinária que ganhei, para passar alguns meses aqui na SU, logo após vencer o concurso Call to Innovation da FIAP.

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segunda-feira, 8 de julho de 2013 - 11:21

Discutindo tecnologias exponenciais na SU

A miniaturização tecnológica teve uma evolução incrível na segunda metade do século passado. Basta tomarmos como exemplo a telefonia celular. O primeiro celular criado foi o Ericson MTA em 1956. Na prática o modelo era uma evolução dos sistemas de comunicação via Rádio, que funcionava bidirecionalmente, sem necessidade de humanos gerenciando os metadados (cambio) da comunicação. A invenção não era nada portável, pesando 40 quilos sem bateria, devendo ser usada dentro de veículos militares.

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A indústria de celulares continuou evoluindo em mercados restritos nas décadas seguintes até que em 1983 a Motorola revolucionou o mercado com celulares mais parecidos com o que conhecemos hoje, um exemplo foi o lançamento do Dynacom 800X, consagrado no filme Wall Street pelo personagem de Michel Douglas, Gordon Gekko.

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A partir daí, certamente, você se lembra da história de como os celulares foram encolhendo e ganhando novos recursos, e em 2007 a Apple lança o primeiro iPhone que mudou a  principal função do celular, telefonar. O resto é história, celulares viram “smartphones”, acesso a rede de telefonia deixou de ser o recurso mais importante, a internet é o que conta. Assim, smartphones são completos computadores com os quais eu poderia, eventualmente, estar escrevendo esse texto. Ainda por cima, os mais modernos possuem, certamente, poder de processamento maior do que um computador da década de 70 (que tinha o tamanho de uma geladeira).

O fenômeno particular da telefonia móvel faz parte de uma lógica maior, conhecida como Lei de Moore, onde prevê que o número de transistores (componentes eletrônicos) dobra a cada 18 meses enquanto o preço se mantem constante. A lei tem esse nome devido a previsão do então presidente da Intel, Gordon Moore, que anunciou a regra empírica em 1965. Até hoje a regra continua sendo válida. Como pode ser visto no gráfico abaixo:

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A coisa mais importante sobre a lei de Moore é a previsão do crescimento EXPONENCIAL, que apresenta taxas de crescimento muito maior do que a taxa linear que nosso cérebro esta acostumado. Um exemplo, em 1992 não se acreditava que um computador pudesse superar o ser humano no jogo de Xadrez. Em 1997, apenas 5 anos depois, o computador Deep Blue derrotou o então campeão mundial Garry Kasparov. Com o crescimento exponencial o computador ficou 10 vezes mais poderoso entre 1992 e 1997. Quanto mais poderoso seria um computador atual em relação ao que derrotou Kasparov em 1997? Bem, aplicando a Lei de Moore seria 1024 vezes mais poderoso (lembre-se o crescimento é exponencial, não linear), logo, jogando Xadrez o computador seria 1024 vezes melhor em relação ao modelo de 1997! Hoje é impensável que um humano possa vencer o melhor dos computadores em um jogo de Xadrez.

A mensagem que fica é: nos próximos 5 anos qual atividade intelectual humana poderá ser substituída pela tecnologia? Diagnóstico médico? Criação de peças Jurídicas? Parece difícil aceitar algumas delas hoje. Mas como o crescimento tecnológico é exponencial essas coisas acontecerão antes do que imaginamos (linearmente).

Essa investigação é um dos principais temas que estamos discutindo aqui na Singularity University, no curso Graduate Studies Program 2013 que ganhei após participar do concurso Call to Innovation da FIAP, como vocês devem ter lido no meu primeiro post. Mas uma das coisas mais importantes em nossa discussão é como poderemos usar essa tecnologia para criar uma humanidade mais justa através das tecnologias exponenciais? Bom, estarei comentando sobre isso nos próximos posts. Temos muito a conversar!

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terça-feira, 25 de junho de 2013 - 17:58

As primeiras lições de dentro da SU

Expectativas Frustadas? Definitivamente esse não foi o sentimento nos primeiros dias na Singularity University, a universidade voltada para preparar a humanidade para tecnologias do Futuro, sediada em um dos campi da NASA.

As expectativas sempre foram elevadas, desde o primeiro contato com este universo durante o concurso Call to Innovation da FIAP, e é possível dizer que foi tudo exatamente como imaginava! Até um pouco melhor, na verdade. Por exemplo:  geladeira e micro-ondas dentro dos quartos dos alunos, isso foi inesperado!

Quarto dos Alunos

Quarto dos Alunos

O programa do curso é bem intenso, os ex-alunos chamam a SU de Sleepless University (Universidade que não dorme), as atividades iniciam as 8 horas da manhã, no café coletivo, e não tem hora para acabar, nunca!

Normalmente todos ficam na ativa  até as 2 da manhã com workshops opcionais produzidos pelos alunos ou aulas de laboratórios que começam a meia noite!

Para quem quiser acompanhar os detalhes e o cotidiano da Universidade, alguns detalhes estão sendo postados em jpso.tumblr.com

Naturalmente, para se entrar em um  ritmo tão puxado, os alunos passaram por um pequeno programa de preparação que durou 3 dias, onde todos os participantes foram orientados sobre o funcionamento da SU, procedimentos de segurança dentro da NASA e até treinamentos sobre como se comportar no ambiente com culturas diferentes, pois são 80 pessoas de mais de 36 países, todos juntos por 10 semanas.

Uma das dinâmicas realizada durante a preparação para o início oficial do curso foi o Marshmallow Challenge, um desafio onde times de cinco pessoas precisam construir a maior torre possível com espaguetes e um metro de fita colante, e a estrutura deve suportar um marshmallow no topo! O desafio é difícil e muito divertido.

Entenda como funciona no vídeo abaixo:

http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/tom_wujec_build_a_tower.

O vídeo ilustra os conceitos mais atuais para a construção de startups e a filosofia lean, que é também ensinada aqui na trilha de empreendedorismo por Eric Ries, o autor do livro mais importante sobre assunto.

Algumas imagens do desafio:

em execução

em execução

torre montada

torre montada

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quinta-feira, 20 de junho de 2013 - 15:30

Mistura e diversidade para criar um mundo melhor

A Singularity University (universidade da singularidade – SU) foge do modelo padrão de universidade, preparando seus alunos para o futuro, por meio do empreendedorismo e das tecnologias exponenciais. O que é muito parecido com o que a FIAP busca fazer aqui no Brasil, trazendo o dia a dia do mercado para a sala de aula e incentivando o empreendedorismo em suas atividades com os alunos, prova disso é o concurso Call to Innovation que anualmente leva um brasileiro para estudar na SU.

A universidade da singularidade, instalada dentro de um dos campi da NASA, recebe 80 alunos por ano no Graduate Studies Program (GSP), de diversos lugares do mundo com formações e experiências bem diversificadas, mas com um único objetivo: criar uma tecnologia (exponencial) que afete a vida de 1 bilhão de pessoas em 5 anos. Como a tarefa não é nada fácil de executar a turma é extremamente selecionada. É possível ver a lista dos alunos do GSP 2013 por aqui. A diversidade de especialidades é grande e conta com a presença de cientistas sociais, biólogos, químicos, engenheiros e muitos outros. Tem aluno de tudo quanto é perfil e até um matemático, orientando de Stephen Hawking, e recordista mundial do algoritmo para calcular uma das mais importantes teorias dos números, a constante de Khinchin.

Do resultado desta imersão e mistura é possível ver pessoa de todo tipo que quer mudar o mundo de diversas formas. Só para ter uma ideia, um dos gênios que saiu da SU, insiste que as lâmpadas elétricas não são tão boas e necessárias, poderiam ser substituídas dentro de nossas casas por plantas fluorescentes. Já pensou? Ter que regar a planta de dia para garantir a energia de noite?

Veja mais sobre o projeto no vídeo:

Imagem de Amostra do You Tube

Ah, você pode fazer uma doação à pesquisa, e ganhar umas mudinhas de plantas fluorescentes. Já pensou uma dessas no lugar do lustre da sala?

Imagine a mistura destes alunos espetaculares com conferencistas brilhantes e professores de altíssimo nível, como Eric Ries (professor na minha turma). A imersão será total, são 10 semanas e 13 horas por dia criando e aprendendo mais e mais.

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terça-feira, 18 de junho de 2013 - 16:13

O que esperar da Singularity?

O concurso Call to Innovation, promovido pela FIAP, me colocou em uma das situações mais inesperadas e emocionantes da minha vida – participar do Graduate Studies Program da Singulary University!

E agora, já no início do programa, que terá 10 semanas de duração, fico pensando no que esperar da Singularity, do aprendizado e do networking  que vou viver, e principalmente se estou apto a aproveitar plenamente o programa (confesso que já estou com um friozinho na barriga J).

Pesquisando sobre o GSP do ano passado, acabei descobrindo no blog da Karla Lopez, a vencedora do Call to Innovation em 2012, esse vídeo do Brasileiro Tiago Matos. O desafio: Em determinado momento do GSP todos os 80 alunos deveriam palestrar sobre tecnologias ‘exponenciais’ realizando apresentações Ignite – apresentações de 5 minutos com 20 slides que avançam sozinhos a cada 15 segundos! Como se não fosse desafio bastante, o nosso amigo resolveu fazer a apresentação completamente vendado e sobre um tema pouco usual: o abraço. O resultado foi uma apresentação sensacional!

Confiram:

Imagem de Amostra do You Tube

 

Genial né? Ele teve uma excelente sacada e conduziu a apresentação de forma brilhante, com dinamismo, argumentos e criatividade!

E ai será que consigo fazer igual? #preocupado

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segunda-feira, 10 de junho de 2013 - 18:04

Um sonho se realizando

Olá, sou João Paulo Oliveira, e estou aqui para conversar um pouco sobre Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo. E, mais especificamente, da oportunidade que, há um tempo, não passaria de um sonho. Durante 10 Semanas estarei na Singularity University (SU), que fica dentro de um dos campi da NASA, na Califórnia (EUA). Lá vou fazer uns dos programas de inovação e empreendedorismo mais prestigiados do Vale do silício, o Graduate Studies Program 2013.

Essa oportunidade foi concedida pela FIAP (www.fiap.com.br) por meio do projeto CALL TO INNOVATION, onde o desafio era apresentar um projeto de inovação tecnológica que poderia melhorar a vida de um milhão de brasileiros. Submeti no concurso o ProDeaf, que é um aplicativo de tradução do português para Língua de Sinais (LIBRAS), que ajuda na comunicação com Surdos. A ferramenta reconhece voz, e um bonequinho animado interpreta o que foi falado para LIBRAS, a língua brasileira de sinais. O programa foi desenvolvido pela startup que fundei, junto com colegas de faculdade, e pode ser baixado gratuitamente.

Cerca de 130 pessoas aplicaram para o CALL TO INNOVATION, dos quais apenas 5 foram selecionadas para apresentar seu projeto na FIAP para uma banca formada por investidores, empreendedores e ex-alunos da Singularity University. Outros projetos sensacionais estavam entre os finalistas, como o desempenhopolitico.com.br, do Breno de Assis, e o DoeSaude, da Eliana Yamaguchi. Mas tive a felicidade de ser selecionado o vencedor do CALL TO INNOVATION e ganhar a viagem para a Singularity!

com o aplicativo do Prodeaf

 

Eu, de camisa listrada, Eliana Yamaguchi, Breno Asssis, e Carolina Catache, da equipe do Prodeaf, de blusa preta, junto com os outros participantes do CALL To INNOVATION.

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 - 23:26

Agora começa a Academia Wayra

Junto com a Campus Party, ficamos sabendo que o Carlos Pessoa Filho vai ser o diretor da Academia Wayra e que nas próximas semanas tudo começa, eba! Agora vai!

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 - 23:18

Ansiedade em alta

Os últimos meses foram seguidos de um pouco de frustração e muita expectativa por parte dos empreendedores, pois a academia Wayra ainda não começou e ficamos sem muita informação precisa de como tudo está sendo organizado.

A Telefônica sempre se mostrou a atenta a nos posicionar tudo que perguntavos, estavam próximos, porém, faltava novidades. E sabe como é, empreendedor respira novidades.

Na aaTag, a minha startup, estamos  seguindo com os nossos trabalhos, o impacto da academia não ter começado foi médio, agora, para algumas startups está sendo complicado, pois a falta de dinheiro e de algumas definições básicas está levando a ansiedade a niveis bem altos.

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