Investimento-Anjo

segunda-feira, 25 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (VII)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

7 – “Seremos multibilionários se você investir em mim”

Apesar de ser importante mostrar que seu negócio vale a pena, não se pode demonstrar arrogância em suas palavras. Seja humilde e baseie-se em dados para convencê-lo de que vocês podem chegar ao sucesso juntos.

Lembre-se de que os investidores, na grande maioria dos casos, são muito experientes nesse tipo de negócio. Por isso, sabem avaliar com precisão quais serão as oportunidades boas ou ruins através de dados, bem como reconhecer discursos que não condizem à realizada. Caso o seu negócio não encontre um investir, reavalie as variáveis e faça um replanejamento!

Agora que você já conhece os 7 erros mais comuns aos empreendedores em apresentações de seu negócio para investidores, reavalie o seu pitch e leve em consideração as dicas aqui encontradas. Com o direcionamento adequado e um negócio realmente promissor, a sua proposta se tornará atraente!

E você, conhece algum outro erro comum nestas situações? Já passou por alguma experiência que lhe gerou aprendizado? Aproveite os comentários abaixo para compartilhá-las!

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (VI)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

6 – “Meu negócio é o melhor do mundo”

A frase acima, na verdade, deve ser apenas servir como reflexão. Quando o empreendedor não confia no seu negócio, certamente seu discurso e até sua postura serão diferentes. É preciso convencer o investidor de que ele realmente pode confiar em você, e elevar as expectativas quanto ao negócio. Contudo, dizer que a sua empresa é ou será a melhor não é um argumento válido. Demonstre a ele o seu potencial e de sua empresa, ganhe a confiança dele e, certamente, você terá um negócio promissor com o aporte conquistado.

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segunda-feira, 11 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (V)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

5 – Contestar feedbacks sem embasamento para argumentação

O mais comum em uma reunião entre investidores e empreendedores são os constantes feedbacks passados. Afinal, é preciso levantar todas as informações possíveis e questionar aquelas que soam estranhas. Contudo, em alguns casos, é comum que não haja um acordo sobre estas argumentações entre as partes e, nestas situações, conflitos de interesses devem ser evitados – lembre-se que o seu interesse em tê-lo como investidor é, em geral, consideravelmente maior do que o inverso.

Quando isso acontece, é preciso mostrar ao investidor que você tem razão através de números e fatos, e não através de argumentos especulativos. Esta é uma relação de negócios, em que interesses compartilhados de sucesso é o que determina uma negociação. Por isso, se você não utiliza de embasamento real para estas argumentações, será muito difícil mudar a visão dos investidores, que podem ter outras empresas também sobre sua análise com dados comprobatórios que valide ser a melhor opção de negócio.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (IV)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

4 – “Já temos clientes prontos para fechar, dependendo apenas do investimento”

Se o empreendedor já possui clientes ou negociações em fase final, o investimento definitivamente não seria um fator tão determinante e, por isso, o argumento é invalidado. Na maioria dos casos, infelizmente, esse tipo de discurso passa como um “blefe” para o investidor, já que eles possuem amplo conhecimento sobre o funcionamento do mercado. Além disso, há a possibilidade deste potencial financiador de sua ideia ainda interpretar que o empreendedor é inexperiente, o que dificulta ainda mais a geração de confiança na relação e, consequentemente, pode minar a empreitada.

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segunda-feira, 28 de julho de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (III)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

3 – “Preciso de pelo menos 1 hora para explicar meu negócio”

É muito comum encontrarmos empreendedores que buscam apresentar os projetos e as próprias atividades já realizadas pela empresa em uma única apresentação. É preciso atenção, já que nem sempre o investidor terá tempo para ouvir tudo. Por isso, antes mesmo de elaborar o seu pitch ou slides, verifique qual tempo disponível ele terá para ouvir a sua proposta. O foco deve ser na qualidade das informações transmitidas e não na quantidade, por isso, saber quanto tempo você terá o auxiliará a definir o que, de fato, é indispensável para conquistar estes investidores a apostarem no seu negócio!

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segunda-feira, 21 de julho de 2014 - 17:33

7 Frases Imperdoáveis (II)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

2 – “Minhas projeções são conservadoras”

Pode soar como um discurso transparente e honesto para você, mas a verdade é que o investidor tem completa noção de que todo o negócio é muito difícil de ser construído. Desta forma, falar em projeções conservadoras pode, na maioria dos casos, ser interpretado por eles como um tentativa de mascarar a real situação ou, ainda, mostrar que o empreendedor subestime o desafio de construir um grande negócio.

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sexta-feira, 18 de julho de 2014 - 13:29

7 Frases Imperdoáveis

Expandir a empresa, investir em novos projetos, explorar novos mercados. Esses são os objetivos mais comuns entre a grande parte dos empreendedores. Para fazer o negócio crescer, no entanto, é fundamental garantir os recursos financeiros, que podem vir por meio de financiamentos, empréstimos bancários ou do próprio aporte de capital da empresa. Existe, ainda, a possibilidade de atrair a atenção de investidores para financiar essa nova empreitada, o que é mais frequente às startups promissoras.

Nesse caso, no entanto, é preciso apresentar um ótimo discurso de venda, além de pautar toda a relação com exímia transparência. É muito comum encontrarmos empreendedores ansiosos para receber investimentos de terceiros. Muitas vezes, inclusive, com boas propostas, porém, por desconhecimento, acabam cometendo erros na hora de apresentar o negócio para estes investidores potenciais. Por esse motivo, vou apresentar os 7 principais frases imperdoáveis que devem ser evitadas por qualquer empreendedor na apresentação a quem pode mudar o rumo de seu negócio . Confira neste post a primeira e acompanhe os próximos!

1 – “Com apenas 1% de Market Share, meu negócio já será bilionário”

Esse discurso pode parecer bonito, mas muitos investidores interpretam que um negócio com 1% do Market Share é irrelevante. Assim, ficamos entre duas possibilidades: ou o empreendedor errou na análise do seu mercado endereçável; ou subestima o seu próprio negócio.

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segunda-feira, 16 de junho de 2014 - 17:00

A importância do Protótipo/MVP

Na hora de selecionar as startups que irão apoiar, os investidores-anjo se atentam a uma série de fatores que os assegurem de que seu investimento não será em vão. Para isso, apenas uma ideia que aparenta ser genial não é suficiente! Neste contexto, agora pelo lado do empreendedor, é comum a insergurança em relação ao que precisa ser apresentado para instigar este investidor-anjo a escolher pela sua startup.

Uma das grandes dúvidas, neste sentido, está relacionada à obrigatoriedade de a empresa ter ou não um Produto Mínimo Viável (MVP, Minimum Viable Product no original, em inglês). Não há uma resposta fechada para o fato de este item ser essencial, mas, em linhas gerais, a maior parte dos investidores prefere apostar em algo que vá além de uma ideia e demonstre o real potencial da empresa a ser investida.

MVP: a prova de que, às vezes, uma boa ideia não basta

O Produto Mínimo Viável, em uma explicação bem sucinta, é uma versão simplificada da solução proposta por uma startup a determinado mercado. Quando o MVP vem como uma versão inicial do seu produto, muitas vezes ele não tem certas features e melhorias que estão previstas para a versão final, focando apenas nas funcionalidades consideradas centrais para conquistar clientes.

Para o investidor-anjo, o MVP é importante porque, a partir dele, pode-se ter uma ideia da essência da startup a ser investida, bem como uma resposta antecipada do mercado sobre a solução proposta e o potencial que ela apresenta. Além disso, um bom MVP é uma prova da sua capacidade executiva, item essencial na avaliação dos investidores-anjo para a tomada de decisão se eles investirão ou não em sua startup.

Proposição de valor

Não há como falar em MVP sem mencionar proposição de valor da startup. Se a empresa a ser investida tem um Produto Mínimo Viável é porque já teve sucesso em um ponto: formular hipóteses a serem testadas para definir o seu cliente, além de outros aspectos relativos à proposição de valor.  Este é um ponto essencial porque é o que vai efetivamente  definir o que a companhia quer ser.  Não adianta uma empresa ter como inspiração aquilo que ela não pode alcançar.

Indicativo do que precisa ser melhorado

Quando a startup a ser investida tem um MVP, a companhia também consegue saber com mais clareza o que precisa ser melhorado em sua solução, já que os próprios usuários ajudam a analisar quais características funcionam e quais devem ser aprimoradas para que a empresa consiga alcançar sucesso.  Estes dados são importantes, pois o investidor-anjo consegue ter uma ideia mais concreta se a solução proposta– e a startup em si, claro – tem efetivas chances de prosperar e dar lucro.

MVP é fator de eliminação?

Ter um Produto Mínimo Viável ajuda a partir do momento em que a empresa investida tirou sua ideia do papel e demonstrou seu real valor. No entanto, este não deve ser considerado um fator de eliminação por si só. Existem empreendedores com histórias de sucesso que optam por  investir em um negócio diferente, em uma área diversa. Bom senso é sempre útil. Existem casos em que a startup não tem um MVP, mas conta em sua linha de frente com um empreendedor que já teve sucesso em outros negócios, independentemente do setor. Este é um indício de que o gestor tem capacidade gerencial e um bom indicativo de que este profissional tem um bom olho para negócios.

E você, já desenvolveu um MVP para a sua startup? Tem alguma dúvida sobre como fazê-lo? Compartilhe-as conosco através dos comentário. Podemos ajudá-lo com dicas preciosas que facilitarão o seu objetivo: conseguir investimento e fazer da sua ideia, um grande negócio!

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domingo, 8 de junho de 2014 - 17:19

Dizendo um “Não” para o seu investidor!

O objetivo de um investidor é viabilizar a execução de ideias promissoras, a fim de ter retorno financeiro no momento do sucesso delas. Diante a isso, podemos dizer que, assim como o empreendedor, ele um dos maiores interessados em fazer as coisas darem certo. Afinal, é o dinheiro dele que está em risco. Mas nem tudo são flores. Na tentativa de fazer a sua startup decolar, é comum aos investidores querer concretizar algumas ideias na crença de que elas são as ações ideais para o seu negócio. Contudo, nem sempre elas estão adequadas aos objetivos que você possui, mas negar o que foi proposto se torna uma tarefa árdua diante a s estas situações.

Para se sair bem, é preciso uma boa argumentação e muito trato! Isso significa que você terá que usar o mesmo poder de persuasão utilizado ao convencê-lo a investir no projeto para poder “derrubar” a sugestão feita por ele agora, sem estremecer a relação. O que você deve ter em mente é: jamais use o “não” somente pelo não! Para ajudá-lo nessa difícil tarefa, selecionamos algumas dicas sobre como negar algo ao seu investidor se causar uma má impressão. Confira!

1.       Apresente o contexto geral para embasar sua decisão

Uma boa saída para dizer “não” é contextualizar a situação tendenciando ao ponto em que a ideia seria um mau negócio. Demonstrar para ele através de dados reais o porquê daquela ideia não ser a ideal naquele momento, fatores como custo para desenvolvimento, complexidade técnica e até mesmo o cenário econômico devem ser apresentados. Isso fará com que ele repense no que foi sugerido e aceite melhor a ideia de aquilo não colocado em prática -pelo menos não naquele momento.

2.       Exemplifique com projetos similares que fracassaram

Este é um outro bom argumento. Fazer um levantamento de mercado e descobrir se existem ou já existiram projetos similares no mercado que fracassaram é uma excelente forma de deixar a situação mais confortável. Além disso, você pode ainda ganhar pontos com o seu investidor, já que demonstrará sua preocupação com a saúde financeira do negócio. Assim, ele possivelmente entenderá que não vale a pena arriscar em algo que não foi bem absorvido pelo mercado.

3.       Defenda o foco de sua startup

Caso a ideia apresentada fuja do foco inicial da startup e não se enquadre em uma mudança válida, utilize isso como argumento. O discurso deve correr no sentido  de que manter o foco para as validações é o que fará com que o produto ou serviço inicial evolua e ganhe cada vez mais mercado.

4.       Faça uma “sabatina” para encontrar justificativas plausíveis para o “não”

Outra estratégia que pode funcionar bem é o da “sabatina”. Elenque questionamentos direcionados em relação ao proposto de modo que as respostas o leve a repensar tal sugestão. Uma análise SWOT (avaliação de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do mercado)  pode ser o caminho certo para encontrar as melhores questões a serem abordadas.

5.       Democratize a decisão

Este talvez seja o melhor caminho para tornar a negação mais simples. Desde o início da parceria com um investidor é importante prever situações de desacordo. Portanto, esse é o melhor momento para criar regras precavendo os direitos e deveres de cada um na tomada de decisão.

A partir da apresentação da ideia, faça uma votação. Você e seus sócios, em conjunto com o investidor, devem tomar a decisão de forma democrática. Por isso a votação pode ser a saída para evitar atritos.

O segredo de uma relação saudável entre investidores e empreendedores está no diálogo aberto entre eles. É absolutamente importante que todos tenham o direito de expressar suas ideias, críticas e sugerir sem nenhum tipo de repressão por parte dos demais. Portanto, criar reuniões periódicas que abram voz para os envolvidos é um ótimo caminho para manter a harmonia entre todos. Faça isso desde o começo da relação para evitar crises!

E você, já precisou dizer “não” ao seu investidor alguma vez? Como lidou com essa questão? Comente suas experiências e ajude outros empreendedores a se sairem bem nesse desafio!

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sábado, 31 de maio de 2014 - 10:03

Como Contratar Outsourcing

Nem todas as empresas lançam mão de grandes quantias para investir em áreas específicas dentro do seu negócio e, por este motivo, acabam buscando o outsourcing como solução – principalmente em startups, em que o budget é sempre restrito. Basicamente isso significa contratar uma empresa especializada em determinado assunto e transferir a ela a responsabilidade sobre o mesmo, dentro da empresa. Esta pode ser uma ótima solução. No entanto, cuidados são necessários. Entenda melhor:

Core business e o outsourcing

Qual o seu negócio? O que sua empresa resolve? Qual a sua atividade-fim? Estas perguntas são cruciais e devem estar presentes a todo momento em qualquer corporação. Isso porque muitos empresários possuem uma forte tendência à centralização de tarefas e atividades e em muitos casos acabam desfocando do seu negócio ao tentar suprir determinada necessidade interna alheia à sua atividade principal.

Por outro lado existem empresários que veem no outsourcing uma oportunidade tão fantástica de terceirizar demandas e acabam perdendo controle sobre aquilo que é o seu core business. Por estas e outras vale esclarecer que o outsourcing é a solução ideal para o suprimento de demandas relacionadas às atividades secundárias de uma empresa e nunca de sua atividade principal.

5 dicas infalíveis para escolher o parceiro certo de outsourcing

Após decidir-se pelo outsourcing, a empresa deve dedicar tempo para selecionar o parceiro ideal. Alguns pontos são cruciais para esta decisão. Vamos destacar aqui 5 deles:

1.       Diagnóstico da demanda

O primeiro passo de todos é entender qual a real demanda presente na empresa. Pontuar cada necessidade e expectativa. É a partir deste levantamento inicial que se dará inicio ao processo de escolha do parceiro ideal. Eliminado assim aqueles que não estão aptos a atender tal demanda.

2.       Lista de clientes

Nada melhor do que saber quais empresas compõem a carteira de clientes daquele fornecedor. Observe o porte, segmento, localização e tempo de parceria das mesmas. Portanto, esta é uma das principais dicas a ser levada em consideração durante o processo seletivo.

3.       Casos de sucesso

Tão importante quanto saber quais os clientes da empresa é conhecer casos de sucesso da mesma. Para tanto, vale à pena solicitar aos mesmos que agendem um contato direto com clientes ativos para que possa ouvir diretamente deles a real percepção, críticas e elogios, em relação ao candidato.

4.       Normas e certificados

Saber que o fornecedor é profundo conhecedor e cumpridor das normas pertinentes ao seu negócio é fundamental. Afinal, ele estará diretamente envolvido com a sua empresa. Além disso, procure saber se possui algum certificado de qualidade em processos.

5.       Cláusulas contratuais

Em muitos casos por se tratar de um modelo de parceria um tanto quanto intangível, fornecedores utilizam de má fé e colocam nas entrelinhas algumas cláusulas e condições que protegem somente a eles e, muitas vezes, podem deixar o cliente em uma péssima situação.

São muitos os casos que acabaram em processos judiciais. A maioria deles relativos à entrega do que fora contratado, portanto, é necessário especificar da forma mais clara possível o que está sendo contratado e como deverá ser entregue.

O outsourcing é uma incrível solução principalmente para pequenas e médias empresas. No entanto, vale ressaltar a necessidade de uma avaliação profunda e detalhada das demandas a serem repassadas de modo a evitar contratempos futuros. Afinal, o outsourcing deve ser um reforço não só para a redução de custos, mas também para garantir a excelência no cumprimento de atividades secundárias.

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