Investimento-Anjo

quarta-feira, 22 de abril de 2015 - 17:00

Estratégias de desinvestimento: entenda o que é e a importância para sua startup

Planejar o futuro de uma startup não representa apenas a busca por um modelo de negócios escalável, decidir quando a sua equipe ficará maior ou se a empresa precisa mudar de escritório. Ao longo do crescimento, assim como uma startup precisa de investimento, ela precisa de desinvestimento. Neste contexto, cabe ao empreendedor entender isso e se organizar para quando esse dia chegar.

O assunto desinvestimento ainda é incomum no Brasil, muito por conta das poucas saídas já vistas no mercado. Por outro lado, planejar esse momento pode ajudá-lo a conseguir investimento e também se proteger numa eventual saída. Neste artigo iremos detalhar a importância de se planejar estratégias de saída e apresentar um mecanismo fundamental para empreendedores: a cláusula de drag/ tag along. Acompanhe:

A importância do pensamento no longo prazo

Uma startup de sucesso é construída dia após dia, através do trabalho dos seus fundadores e colaboradores. Contudo, um bom planejamento de médio e longo prazo também são fundamentais para saber onde se quer chegar e encontrar meios para isto.

Empreendedores que se planejam para o futuro costumam enfrentar os problemas de uma nova empresa de maneira mais consciente do que aqueles outros que esperam as dificuldades surgirem. Isso se aplica também aos investimentos: boa parte dos investidores costuma utilizar a estratégia de planejar uma saída logo na entrada do negócio. Ou seja, a startup terá um determinado tempo para se mostrar viável para uma venda ou para outro investidor. Caso isso não aconteça, o empreendedor precisa estar preparado para as opções que virão.

Opções de saída

O sonho de um empreendedor é levar sua empresa a um IPO (Initial Public Offering ou, em português, oferta pública inicial), que consiste quando as suas ações são colocadas à venda na bolsa. Porém, além de ser um processo lento, é reservado para poucas startup de sucesso. No Brasil, as chances são ainda menores. Dessa forma, é preciso se voltar à realidade e entender quais realmente são as opções de saída mais acessíveis para a sua startup.

Ser vendida para um concorrente é uma das opções mais comuns. Em geral, esse concorrente será uma empresa muito maior. Esse comprador também pode ser uma empresa que veja na startup algo complementar ao que ela já oferece. Fundos de private equity e até outros investidores também podem se tornar opções, comprando apenas a parte do investidor ou toda a operação da empresa. Por fim, pode haver um compra interna, quando os investidores retomam a parte do investidor ou o contrário.

Cláusulas de drag along/ tag along

Independentemente da opção de saída, que muitas vezes dependerá da situação momentânea da empresa, estar preparado para ela é dever do empreendedor – tanto para não ser surpreendido, quanto para não ser prejudicado.Neste sentido, há duas cláusulas que podem fazer parte do contrato de investimento: drag along e tag along.

Na cláusula de drag along, os acionistas são forçados a vender suas ações quando o majoritário vender também, pelas mesmas condições. Já na cláusula tag along ocorre o oposto, com a proteção dos minoritários que podem vender as suas ações pelas mesmas condições do majoritário. Isso evita que se façam acordos paralelos, favorecendo uma das partes.

Estar atento a estes pequenos detalhes jurídicos dará mais tranquilidade aos empreendedores sobre a operação do negócio, garantindo que, no futuro, seus direitos estarão protegidos.

 

Você já planejou suas estratégias de desinvestimento? Incluiu as cláusulas de drag/ tag along? Aproveite os comentários abaixo para esclarecer as suas dúvidas!.

 

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quarta-feira, 8 de abril de 2015 - 17:00

Sua startup precisa de mais investimento? Veja como se preparar para uma nova rodada

Muitos empreendedores buscam descobrir um caminho ideal para a criação de uma startup de sucesso. Desenvolver um protótipo, conquistar o primeiro cliente, encontrar o product/market fit, levantar dinheiro através investidores, entre outras questões. Por isso, é comum também que acabem esquecendo que precisam se preparar para estágios futuros.

Ainda que seja impossível determinar claramente os estágios pelo qual cada startup passará – já que cada negócio tem suas próprias particularidades -, é possível imaginarmos que após a primeira rodada de investimentos os fundadores precisem buscar mais dinheiro para dar continuidade ao crescimento. Neste momento, muitas startups não estão preparadas por não terem se planejado anteriormente para essa nova demanda de capital.

Dessa forma, para tentar ajudá-lo a criar um planejamento de médio e longo prazo coerente, principalmente quando se trata de conquistar novos investidores, elaboramos alguns tópicos importantes sobre como se preparar para uma nova rodada de investimento. Acompanhe a seguir:

Do que preciso para uma nova rodada?

Em geral, ainda que não seja regra, há duas situações em que uma startup busca novos investimentos: a primeira é que o dinheiro anterior está acabando. Por isso, é preciso uma nova rodada para manter a empresa crescendo até atingir o break even e, consequentemente, caminhar com as “próprias pernas”. A segunda é para escalar  o negócio realizando investimentos mais agressivos que compreendam um novo patamar no mercado. Em ambas o requisito básico é que os investimentos sejam justificáveis.

Neste contexto, é fundamental que o empreendedor entenda que em uma nova rodada, os investidores, sejam eles os mesmos ou novos, não apostarão mais apenas na ideia da startup ou nas previsões de crescimentos apontadas por um MVP (Minimum Product Viable), como geralmente ocorre para um primeiro investimento. Eles querem números que demonstrem claramente o que foi conquistado até então, seja pelo crescimento do faturamento ou do número de usuários. Por isso, se o seu objetivo é captar mais recursos, esteja atento a este fator, compile e compare os dados e tenha informações pontuais que possam esclarecer quaisquer possíveis questionamentos destes potenciais investidores.

O papel dos atuais investidores

Nesta jornada, os investidores atuais terão um papel fundamental na captação de novos recursos. É preciso, antes de tudo, dar direito de preferência a eles, já que foram os responsáveis por dar a primeira oportunidade à sua startup no início, mesmo com um mercado ainda incerto.

Além disso, é muito comum que os novos investidores venham de contatos feitos pelos atuais, reforçando a importância do networking nessas relações. Os atuais investidores também participarão das decisões de valutation, já que o equity deles também será afetado.

Como conseguir mais investimento

Para conseguir uma nova rodada de investimentos, algumas questões devem ser evitadas para diminuir os problemas e aumentar as chances de se conseguir a nova rodada.

O empreendedor precisa ter em mente que esse mercado de funding é muito pequeno, logo não deve mentir ou mascarar os resultados da sua startup. Assim como na primeira rodada, uma boa apresentação, mostrando os números de crescimento e as habilidades do seu time ajudarão a conseguir mais dinheiro. Lembre-se de que um novo investidor precisa perceber claramente para onde o negócio está indo e quais oportunidades de saída ele terá. Dessa forma, crie cenários onde sua startup será adquirida por uma empresa maior ou conseguirá a entrada de novos investidores.

A última dica do processo é nunca desistir. É muito provável que você receba vários “nãos” até encontrar alguém disposto a investir. Isso é normal, mesmo em empresas que apontam crescimento surpreendentes. Contudo, mesmo que seja esta a sua situação, lembre-se que muitas startups de sucesso foram criadas através de bootstraping, onde apenas o dinheiro dos clientes financiou todo o projeto.

 

E a sua startup, quantas rodadas de investimento já conseguiu? Quais foram os grandes desafios? Conte-nos a sua experiência com investidores nos comentários abaixo. Vamos construir uma discussão rica para envolver ainda mais empreendedores e investidores com estes objetivos!

 

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quarta-feira, 25 de março de 2015 - 17:00

Tudo que você precisa saber sobre fontes de financiamento

Financiamento é um dos pontos mais importantes na vida do empreendedor. A capacidade de conseguir captar dinheiro é o que pode separar o que é apenas uma boa ideia de um negócio de sucesso. Também é o que permite que uma startup se torne uma grande companhia que desperte interesse de outras empresas ou, até mesmo, tenha a possibilidade de abrir seu capital. Confira no post a seguir quais são as principais formas de financiamento para as startups.

Dinheiro próprio

Esta é a primeira e mais comum forma de financiamento, quando o empreendedor aplica um capital próprio na startup. Investir grandes quantias desta forma é uma realidade distante para a maioria dos empreendedores, mas pode ser o ideal quando há dificuldade em vender a ideia para os investidores na fase nascente. Neste caso, é interessante dar uma forma maior ao projeto, inclusive buscando alguma consultoria externa, e o dinheiro do próprio empreendedor pode ser importante neste momento.

Dinheiro de conhecidos

Buscar investimentos de conhecidos é um certo tabu, mas não pode ser descartado como fonte de financiamento. É controverso buscar dinheiro de pessoas próximas porque, muitas vezes, quem está disposto a investir não tem o perfil do seu negócio. Este problema é especialmente crítico quando envolve familiares ou amigos muito próximos, quando as discussões sobre os rumos da empresa podem se misturar às pessoais.

De qualquer maneira, é uma alternativa de financiamento, que pode ser fundamental principalmente antes das primeiras rodadas de investimento, quando ainda está se dando forma à startup, validando a ideia, o mercado e o empreendedor não possui dinheiro próprio para aplicar.

Financiamentos bancários

A forma de financiamento mais comum vem dos empréstimos a juros das instituições bancárias. O empreendedor terá que recorrer a esta modalidade inevitavelmente em alguma fase do desenvolvimento de sua startup. O problema é a dificuldade de se conseguir um empréstimo com juros pequenos quando ainda se está na fase inicial do projeto e não é possível apresentar um histórico ou liquidez ao banco.

Neste caso, a alternativa é buscar agências ou bancos de fomento, como o BNDES e a Finep. Estas instituições oferecem empréstimos a partir de editais, muitas vezes para empresas ainda em estágio nascente. Os juros são baixos ou, no caso da Finep, existem até modalidades de juro zero. A Finep, assim como outras agências de fomento, ainda oferecem editais para financiamento a fundo perdido, desde que sejam cumpridas as exigências..

Capital de risco

O capital de risco, também chamado de venture capital e capital empreendedor, é uma das principais opções para empresas que operam num cenário de muito risco e pouca liquidez, e que têm, geralmente, dificuldades de conseguir financiamento por bancos. O investimento nelas é baseado na sua inovação e no potencial de crescer no curto ou médio prazo e consiste na aplicação de recursos em troca de uma participação acionária. Por esse motivo, ele é classificado como Investimento em Participação.

O capital de risco é dividido em quatro fases, tomando como base o estágio em que acontece o investimento. O angel money tem como origem o chamado investidor-anjo. Ele busca startups na sua fase inicial de desenvolvimento, muitas vezes quando ainda estão no campo das ideias. Sua aplicação financeira, normalmente, é relativamente pequena (entre R$ 50 mil e R$ 500 mil), mas não se limita isso. Muitas vezes o investidor-anjo também investe sua expertise no negócio. Também é muito comum que, após alcançar uma fase mais avançada de desenvolvimento, o investidor-anjo venda a sua participação para fundos ou investidores maiores.

Numa fase um pouco mais avançada da startup – quando já existe uma definição da empresa, do seu produto e até mesmo de clientes – entra o seed capital. Apesar de já estarem um pouco mais consolidadas, as empresas que buscam este tipo de investimento ainda estão numa fase nascente, de muita incerteza, e necessitam de recursos para se estabelecerem no mercado. O investimento médio na fase de seed capital fica entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões. Este tipo de capital (juntamente ao angel money) é o que empreendedores que estão iniciando suas startups devem buscar.

A etapa seguinte costuma ser chamada de venture capital (VC), apesar deste termo também ser usado para descrever todo tipo de capital de risco. Nesta etapa, as empresas já estão bem mais consolidadas e, provavelmente, já até apresentam um bom faturamento. A ideia é prepará-la para uma grande venda, fusão ou abertura de capital e o investimento fica entre R$ 2 milhões e R$ 10 milhões.

Por fim aparecem os fundos de private equity. Aqui, o investimento aparece normalmente na fase imediatamente anterior a uma grande venda (ou fusão) ou pouco antes da abertura de capital (IPO). Os fundos buscam empresas que já faturam dezenas ou até centenas de milhões anuais, por isso os valores são bem superiores a R$ 10 milhões. O objetivo mais comum destes fundos é preparar o negócio para o IPO e vender suas ações neste momento.

O “financiamento das massas”

Uma modalidade de financiamento para startups que ganha bastante força nos últimos anos é o crowdfunding. Ele é normalmente usado na fase nascente da empresa, quando ela ainda está no campo das ideias, o que, neste sentido, guarda algumas semelhanças com o angel money. O conceito é bastante simples: ao invés de buscar um fundo de investimentos para o aporte inicial de recursos, o empreendedor os receberá de um conjunto de investidores que podem aplicar a partir de R$ 100 em alguns casos.

O empreendedor se cadastra no site de equity crowdfunding, posta sua ideia e apresenta um projeto explicando como será o negócio, para que o dinheiro será necessário e quanto precisa para fazer a ideia decolar. É importante buscar um serviço de qualidade, porque nesta fase muitas vezes é necessário aconselhamento sobre a definição do valor a ser captado e do volume de participação que será vendida aos sócios.

Em seguida, os investidores, que estão em busca de boas ideias no site de equity crowdfunding, fazem a aplicação de dinheiro. Caso a empresa prospere, eles poderão ser remunerados por dividendos, quando o capital for aberto ou se houver a compra por parte de outra empresa.

Para obter sucesso nesta modalidade de financiamento é interessante que a empresa busque um lead investor.  É a figura de um investidor, disposto a correr os riscos de levar recursos para um empresa nascente, que também atrairá outros investidores dispostos a aplicar dinheiro numa ideia. Nos Estados Unidos, por exemplo, é comum que investidores conhecidos atraiam centenas de investidores individuais simplesmente por embarcarem em um projeto.

Além do equity crowdfunding, ainda existem três outras formas: donation, reward e debt. Os dois primeiros são mais comuns no financiamento de obras artísticas (filmes, shows e discos, por exemplo). No donation crowdfundind, não se espera nenhum retorno material, enquanto no reward, há a promessa de alguma recompensa, como uma cópia do filme ou ingressos para o show, por exemplo. Já no debt crowdfunding, que ainda é muito obscuro no Brasil, os investidores aplicam dinheiro para recebê-lo com juros no futuro.

Vimos neste post quais são as principais formas de financiamento para startups, que vão desde o dinheiro do próprio empreendedor até os poderosos fundos de private equity. É importante considerar cada uma das alternativas que foram apresentadas, entender em que fase está o seu negócio e qual destas modalidades é a mais adequada para a startup.

Você possui alguma experiência com estas modalidades de investimento? Gostaria de acrescentar mais alguma? Possui alguma dúvida? Deixe seu comentário!

 

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segunda-feira, 9 de março de 2015 - 17:00

Entenda as questões societárias entre fundadores e colaboradores

Dizem que o relacionamento entre sócio-fundadores e colaboradores pode ser mais complicado que um casamento. A convivência nem sempre é fácil. Os problemas surgem desde a escolha da pessoa certa, passa pela divisão de responsabilidades e lucros e chega ao momento de separação. Como lidar com isso tudo ? A seguir vamos analisar alguns pontos fundamentais para garantir o sucesso dessa parceria.

1. Como escolher a pessoa certa para ser um co-fundador de sua startup

A primeira coisa a fazer é definir “o que” e “quem” você precisa. Não adianta ter alguém ao seu lado que saiba fazer as mesmas coisas que você. É preciso que você e o seu sócio tenham objetivos comuns, mas habilidades complementares. Defina quais os seus pontos a desenvolver (as habilidades que te faltam, mas que são importantes para o negócio): na administração, na contabilidade, na parte tecnológica, no marketing? Busque por alguém que seja forte nessas áreas.

2. Onde encontrar esse sócio

O primeiro impulso é, geralmente, recorrer à sua rede pessoal. Mas será que fazer negócio com um amigo ou parente vai ser uma boa? O recomendável é que haja um nível de distanciamento, apesar de, mesmo com contratos, ser também considerada uma relação de confiança.

Ao contrário de uma empresa tradicional, startups passam por mudanças de forma muito rápida. Isso, por sua vez, gera um estresse elevado. Uma carga emocional ainda maior, como escolher familiares e amigos próximos para a empreitada, pode prejudicar a tomada de decisões. Escolha com cautela, pois o bom relacionamento é essencial. Existem várias redes sociais que fazem network entre profissionais de determinadas áreas. Faça seu cadastro e veja se encontra empreendedores com o perfil almejado, propósitos e valores semelhantes aos seus. Participe de eventos do setor (workshops, palestras, meetups) e, principalmente, peça indicações, avalie antigos colegas de trabalho. Onde você menos espera pode surgir um potencial sócio.

3. Estabeleça as regras desde o início

Direitos e deveres de cada parte devem ser estabelecidos logo no início da relação. Algumas cláusulas inseridas no contrato social podem ajudar a impor limites e direcionar as responsabilidades. O conceito de Vesting é um exemplo e significa conceder participação societária na startup após um determinado período de tempo, se respeitadas certas condições. Exemplo: as ações da empresa serão adquiridas no decorrer de 4 anos. Isso quer dizer que a totalidade das ações só será conquistada ao final desse período, desde que haja o cumprimento das obrigações. É comum também que se estabeleça 25% do acordado ao final dos primeiros 12 meses e 75% das ações parceladas mensalmente até completar o total do tempo previsto (que, geralmente, é destes 4 anos exemplificados).

Outro conceito relevante para o estabelecimento de regras é o de Lock up, que impede a entrada de terceiros na empresa sem um acordo comum dos sócios, além do Non Compete, uma cláusula proibindo que o sócio ou funcionário se torne um concorrente da noite para o dia.

4. Definindo quotas de participação e salários

Todo risco deve ser compensado. O sócio que se dedica full time arrisca mais do que aquele que não abandonou o emprego. É justo que a discrepância seja equilibrada com um salário maior ou com maior participação nas quotas societárias.

Uma coisa é certa: se você almeja um salário próximo ao valor de mercado, vai ter que diminuir sua “fatia no bolo”. Para chegar a esses números (salários) ou porcentagem (participação), contudo, não existe uma fórmula exata. O cálculo é subjetivo e dependerá de fatores como o valor da empresa, o grau de comprometimento ou do tipo de sócio. Investidores-anjo, por exemplo, costumam esperar de 15% a 30% do investimento realizado no negócio. Colaboradores, por vezes, aceitam 10% quando não trabalham sobre a atividade fim da empresa. Tudo é uma questão de negociação: uma boa ideia x uma boa proposta, isto ajudará, inclusive, a atrair bons profissionais para compor o quadro de funcionários de sua startup engajados em vencer este desafio!

 

São vários os mecanismos para tornar esse relacionamento mais fácil. Não esqueça que o mais importante é a satisfação de todos os envolvidos!

E você, já utiliza destas questões societárias na relação com seus co-fundadores e colaboradores? Aproveite os comentários abaixo para esclarecer as suas dúvidas!

 

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 - 17:00

6 Mitos sobre Investidores-Anjo

O mundo dos negócios é repleto de discursos sobre o que se deve fazer para obter o sucesso ou mesmo o que não se deve executar para evitar falhas e fracassos. No universo das startups isso é ainda mais evidente, justamente por ser uma área relativamente nova no Brasil – ou por ter ganho mais destaque nos últimos anos.
Nesse sentido, é comum ouvir mitos diversos sobre a área, tanto no que diz respeito à construção da empresa ao que tange aos investimentos. Quando o assunto é investimento-anjo, é ainda mais fácil ouvir falar sobre ações inexistentes ou que não condizem com a realidade. Conheça seis mitos:
1- Investidor-anjo investe em ideias
Todo investidor, seja ele anjo ou parte de uma grande empresa de investimentos, investe em ideias. Afinal, o início de uma startup é justamente ter uma ideia que resolva determinado problema, de um público específico. Contudo, apenas falar a grande sacada que você teve não fará com que eles invistam em você. É indispensável que você tenha, pelo menos, um MVP (Minimum Viable Product) para comprovar a capacidade de execução e escalabilidade do negócio no mercado.
2- Investidores-anjo só investem em empresas de internet
Não caia nessa! Justamente por utilizar do próprio capital para o investimento, os investidores-anjo optam por investir em empresas do setor em que eles possuem mais conhecimento para analisar melhor a viabilidade do negócio – e isso pode não ser necessariamente na internet.
3- Investidor-anjo ajuda a quitar dívidas
O investidor-anjo não tem o papel de resolver seus problemas, especialmente os passados, assim, o capital que ele aportar nunca poderá ser utilizado para quitar dívidas pré-existentes. O investimento tem como papel somar ao negócio, ou seja, fomentar a expansão. Se você pretende ir em busca de um investidor-anjo para resolver os problemas que você não souber lidar, é melhor ter um plano b em mente.
4- O investidor-anjo mandará em seu negócio
Outro grande mito! O investidor é sempre minoritário, o que não dá a ele o poder de decisão. A participação dele virá como mentoria, direcionamento e participação das decisões estratégicas, mas como parte do board, não como quem decide o rumo dos negócios.
5- O investidor que tem “anjo” em sua denominação, aceita qualquer tipo e forma de negócio
Engana-se quem associa a palavra “anjo” deste tipo de investidor a alguém bonzinho, que apoiará qualquer tipo de negócio, da forma que ele for. O investidor-anjo, assim como qualquer outro investidor, almeja o retorno sobre o investimento realizado e, por isso, avaliará minuciosamente a sua proposta de negócio antes de optar pela sua startup em relação às demais.
6- Investidores anjo na realidade são diabos, pois só querem saber de ganhar dinheiro em cima dos empreendedores
Não é porque ele não é um “anjo” que será um diabo. Os investidores querem ter tanto retorno quanto os empreendedores, mas da mesma forma que estes, também querem ter o prazer de ajudar a construir empresas transformando startups em grandes negócios!

E você, possui mais alguma dúvida sobre investidores-anjo? Aproveite os comentários abaixo e descubra se é uma verdade ou um mito!

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 - 17:00

Como se aproximar de seus heróis

Os heróis são aquelas pessoas que admiramos, respeitamos e até mesmo seguimos. Eles têm muito a nos ensinar e, por isso, é sempre bom tê-los por perto. Infelizmente, nem sempre isso é possível. Afinal, grandes ídolos comuns a muitos empreendedores estão distantes ou com agendas lotadas.

Eles podem ser empreendedores, investidores ou mesmo colegas de profissão. O que realmente o torna um de seus heróis é a capacidade de compartilhar experiências de aprendizado válidas e que agregam muito para você, seja em questões de negócios, inovação, posicionamento ou visão de mercado. Por isso, é sempre importante tentar aproximações relevantes para estreitar o relacionamento ou mesmo absorver tudo o que eles tem a ensinar. Para ajudá-lo nesta tarefa, selecionamos algumas dicas valiosas. Confira!

Acompanhe o conteúdo que eles produzem e interaja de forma sábia

É bastante comum a empreendedores e investidores de sucesso – os seus heróis – terem um canal de promoção de imagem atrelado ao conhecimento que possuem. São blogs, perfis e páginas em redes sociais. Para iniciar esta aproximação e ainda absorver tudo o que eles têm a ensinar, o primeiro passo é acompanhar estes canais. Assine o RSS Feed dos blogs, siga os perfis e curta as páginas nas redes sociais. Sempre que possível, interaja de forma inteligente, seja com perguntas relevantes – afinal, caso contrário suas chances de receber um retorno serão imediatamente descartadas – ou mesmo compartilhando o conteúdo por eles publicado. Seja engajado, mas com moderação para não causar uma reação avessa ao seu objetivo!

Frequente eventos relevantes onde eles estarão

Seminários, palestras, webinars, cursos, entrevistas… Não importa qual seja o evento. Se puder estar lá, vá! Pessoas influentes estão sempre entre os convidados das melhores ocasiões do mercado. Garanta sua presença, absorva todo o conhecimento que puder, aproveite para fortalecer o networking e, claro, interagir com o seu herói.

Para isso você pode realizar perguntas ao final das apresentações, cumprimentá-los após o evento e até mesmo trocar cartões de visita. Mas lembre-se: independentemente da forma de contato que você faça, seja relevante! O tempo desses profissionais é curto. Por isso, tenha sempre um elevator pitch sobre o que pretende abordar, mesmo que seja apenas um agradecimento pelo conhecimento compartilhado ou uma possibilidade de troca de ideias. Objetividade fará a diferença.

Tente se aproximar através de sua rede contatos

Quando se fala sobre a importância de construir uma rede de relacionamentos sólida (network), não é em vão. Pessoas podem levá-lo a outras pessoas altamente estratégicas para você ou para o seu negócio. Podem apresentar-lhe novos heróis, parceiros, mentores e investidores que tenham a ver com a sua necessidade. Neste contexto, se um de seus contatos possui um relacionamento com alguém de seu interesse, tente a ponte através delas. Para isso, vale frisar a necessidade da objetividade e de ter o seu elevator pitch “na manga”. Ninguém o apresentará sem um propósito realmente válido, assim como ninguém o atenderá sem que você exponha um objetivo claro. Esteja preparado!

Existem diversas formas de se aproximar de seus heróis. É preciso levar em consideração as possibilidades e optar pela mais apropriada para conquistar o seu objetivo!

E você, conhece alguma outra técnica para aproximar desses heróis? Complemente nossa lista através dos comentários abaixo!

 

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 - 17:00

6 Acertos que os melhores empreendedores fazem para conquistar investidores

Conquistar investidores é um processo que exige não só talento e um mercado escalável validado, mas também muita dedicação por parte dos empreendedores. Entre as atitudes que ajudam a causar uma boa impressão e, quem sabe, até motivar os empresários a investirem no seu negócio está: ter sempre todo o material necessário em mãos; ter agilidade no retorno; e, principalmente, ter o pitch adequado na ponta da língua.
Você está em busca de investidores para fomentar o crescimento de sua startup? Então confira seis acertos que os melhores empreendedores fazem para conquistar investidores:
1- Perguntar se o investidor conhece o setor e se tem interesse em saber mais sobre sua empresa
Antes mesmo de começar a fazer o pitch, empreendedores de sucesso sondam ou até mesmo perguntam ao potencial investidor se eles têm interesse na área de atuação de sua startup. Além disso, é importante avaliar também o quanto ele conhece desta área.A partir das respostas, você deverá adaptar a apresentação levando-as em consideração.
Caso o investidor não esteja familiarizado com o setor, o pitch é adequado para explicar todos os pontos básicos, como principais concorrentes, público-alvo, etc. Já para o investidor que conhece e tem interesse no setor de atuação da startup, a apresentação é direcionada para pontos mais avançados, já que o profissional está contextualizado sobre o mercado.
2- Fazer follow-up periódico
Os melhores empreendedores não deixam o contato que tiveram com os investidores esmorecer com o tempo. O processo é simples: eles separam o grupo que disse ter interesse e fazem um follow-up periódico com estes profissionais.
Uma vez por semana ou a cada 15 dias, pelo menos, ligam ou enviam um e-mail para contar as novidades da empresa e fortalecer o contato. Eventualmente, eles propõem um encontro para que a conversa possa evoluir. Esta é uma forma de manter o relacionamento sem ser insistente. Lembre-se: persistência é bom e todo o investidor gosta. Porém, haja ponderadamente!
3- Ter todo o material de apresentação e planejamento pronto
O empreendedor de sucesso sabe que a imprevisibilidade faz parte do negócio. Por isso, ele está sempre preparado para um eventual encontro com investidores. Ou seja, ele tem pronto todo o material de apresentação, assim como o planejamento do seu negócio. Ao mostrar que estar preparado e fez a lição de casa corretamente, o empreendedor já sai na frente aos olhos do investidor.
4- Ser ágil nas respostas
Para conquistar os investidores, ter agilidade é preciso. Os melhores empreendedores respondem rapidamente às questões de quem pode investir em suas empresas, justamente para demonstrar que realmente possuem conhecimento sobre o assunto.
Quando os questionamentos são simples, devem ser respondidos, se possível, em até dois dias. Questões mais complexas podem levar, no máximo, uma semana. Quanto maior a agilidade demonstrada, mais confiança os investidores terão em você e, consequentemente, maiores as possibilidades de se interessarem pelo seu negócio.
5 -Escutar feedbacks
Bons empreendedores têm o costume de perguntar sobre o seu desempenho e de escutar feedbacks dos investidores, assim como avaliar o retorno que receberam. Esta atitude demonstra que você não somente sabe como aceitar críticas, como também está disposto a evoluir. Ponto para a sua startup!
6- Ter flexibilidade na negociação
Para conquistar os investidores é muito importante mostrar flexibilidade na hora da negociação. Isto quer dizer aceitar negociar condições e valores que sejam bons para ambos os lados e deixem todos satisfeitos com o fechamento do negócio.
Comece agora a aplicar estas dicas e aguarde um retorno satisfatório! Se você tem algumas outra para compartilhar, aproveite os comentários abaixo e complemente a nossa lista.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015 - 17:00

Saiba como encontrar o mentor perfeito para seu negócio

Independentemente do tipo de negócio que você está começando, em algum ponto você terá que buscar um mentor. Na verdade, mais do que isso: o mentor perfeito para a sua empresa. Alguns itens devem ser levados em consideração para você acertar em cheio na escolha do profissional. Confira algumas dicas que vão ajudá-lo nesta busca:

 

Busque alguém que tenha vivenciado tanto sucessos quanto fracassos

O mentor perfeito é aquele que vivenciou as mais diversas situações em sua vida profissional, ou seja, alcançou sucessos, mas também passou por fracassos ao longo da carreira. Falhas são oportunidades para os empreendedores fazerem uma avaliação de seus processos, por exemplo, na construção de um negócio, podendo dar dicas valiosas do que funciona e o que não dá certo. Além de experiência de mercado, o mentor ideal é aquele que domina outros itens,como distribuição, investimentos e desenvolvimento de produtos.

 

É importante que ele tenha experiência em posições de liderança. Considere ainda a história do profissional, como ele começou e o que se tornou. A relação com mentores que têm uma história similar à sua costuma ser mais proveitosa, pois eles entendem exatamente o que você está passando naquele momento, já que estiveram na mesma situação. Insights especializados são muito valiosos.

Considere a experiência na indústria

Você deve selecionar o mentor perfeito baseado na vida do profissional. Por exemplo, se você quer liderar uma grande empresa de tecnologia um dia, então é inteligente escolher uma pessoa que seja um executivo de expressão nesta área. Por outro lado, se você deseja crescer liderando uma empresa de Relações Públicas, busque um mentor que já tenha ocupado esta posição na carreira para que ele possa dar dicas e conselhos pontuais.

Procure um profissional que tenha os mesmos valores que a sua empresa prega

Existem milhares de profissionais bem-sucedidos no mundo, no entanto, são poucos aqueles que compartilham dos mesmos valores e visão de mundo que você  - consequentemente, também de sua emrpesa. Certifique-se de escolher como mentor alguém com quem você possa realmente dividir a visão tem da empresa. Se você dá uma certa importância aos aspectos sociais ou ambientais, por exemplo, verifique a preocupação que o mentor possui também com estas questões. Caso o foco seja na eficiência e no crescimento sustentável, o perfil deverá ser outro e assim sucessivamente. É meio caminho andado.

Escolha uma pessoa que tenha uma grande rede de contatos

O mentor perfeito é aquele que tem um bom networking e que pode ajudá-lo a ter acesso a potenciais parceiros e investidores. Com uma rede de contatos sólida, bastará que ele faça as devidas apresentações para sua rede de contatos para que isso aconteça. Alguns empreendedores oferecem, inclusive, uma pequena participação em seu negócio, proporcional à dedicação que o mentor poderá dar.

O mentor perfeito é aquele que está alinhado com as necessidades da sua empresa. Ele precisa entender quem você é e onde quer chegar com o seu negócio. Quando as expectativas de ambas as partes são compartilhadas e estão em sintonia não tem como este relacionamento não render bons frutos para você e para sua empresa.

 

E você, o que busca em um mentor para o seu negócio? Como faz para buscar este profissional? Conte para a gente através dos comentários.

 

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (VII)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

7 – “Seremos multibilionários se você investir em mim”

Apesar de ser importante mostrar que seu negócio vale a pena, não se pode demonstrar arrogância em suas palavras. Seja humilde e baseie-se em dados para convencê-lo de que vocês podem chegar ao sucesso juntos.

Lembre-se de que os investidores, na grande maioria dos casos, são muito experientes nesse tipo de negócio. Por isso, sabem avaliar com precisão quais serão as oportunidades boas ou ruins através de dados, bem como reconhecer discursos que não condizem à realizada. Caso o seu negócio não encontre um investir, reavalie as variáveis e faça um replanejamento!

Agora que você já conhece os 7 erros mais comuns aos empreendedores em apresentações de seu negócio para investidores, reavalie o seu pitch e leve em consideração as dicas aqui encontradas. Com o direcionamento adequado e um negócio realmente promissor, a sua proposta se tornará atraente!

E você, conhece algum outro erro comum nestas situações? Já passou por alguma experiência que lhe gerou aprendizado? Aproveite os comentários abaixo para compartilhá-las!

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014 - 17:30

7 Frases Imperdoáveis (VI)

Continuando o post anterior, segue mais uma das 7 frases imperdoáveis que não devem ser utilizadas em hipótese alguma:

6 – “Meu negócio é o melhor do mundo”

A frase acima, na verdade, deve ser apenas servir como reflexão. Quando o empreendedor não confia no seu negócio, certamente seu discurso e até sua postura serão diferentes. É preciso convencer o investidor de que ele realmente pode confiar em você, e elevar as expectativas quanto ao negócio. Contudo, dizer que a sua empresa é ou será a melhor não é um argumento válido. Demonstre a ele o seu potencial e de sua empresa, ganhe a confiança dele e, certamente, você terá um negócio promissor com o aporte conquistado.

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