Um assunto que eventualmente toda empresa discute é sobre restringir a internet dentro da empresa para os funcionários. Existem várias razões para se fazer isso.

Empresas que lidam com dados sensíveis de clientes, digamos bancos, tem um problema grande de impedir o vazamento de dados dos clientes, especialmente dados financeiros. Normalmente eles precisam realmente de políticas bastante restritivas, incluindo sei que alguns setores restringem a entrada com pendrives, smartphones e outros dispositivos que podem carregar dados. Mas não é delas que quero falar hoje.
A maioria das empresas, especialmente as de serviço, ainda tem departamentos de TI bastante retrógrados. Eu mesmo trabalhei em várias empresas onde tudo tinha que passar por proxies que deixavam navegar em apenas alguns sites e se você precisasse de mais precisava fazer um requerimento, preencher formulários, passar por autorização e tudo mais.
Um dos fatores para isso é a chamada “Produtividade”. A conta é simples: digamos que um funcionário médio dessas empresas receba R$ 4.000,00. Digamos que ele trabalhe 40 horas por semana, 4 semanas por mês. Isso dá aproximadamente R$ 25,00 por hora. Agora digamos que na média esse funcionário gaste 1 hora todos os dias navegando em Orkut, falando em MSN, pagando suas contas pessoais no internet banking. Isso significa R$ 500 por mês, ou 12,5% do seu salário.
Numa empresa com 50 funcionários, em um ano isso significa R$ 300.000,00. Pior ainda, digamos que cada hora de um funcionário seja equivalente a uma média R$ 50 de produção. Ou seja, estamos falando de mais de meio milhão em perda de produtividade mais custo aqui.
Parece óbvio que a decisão mais racional seja limitar o uso da internet para que esse dinheiro seja realmente realizado.
Eu já vi vários relatórios como esse, inclusive artigos em revistas especializadas com contas similares. Mas não se enganem: essa conta é uma grande falácia. O que acontece é o seguinte: quando estamos falando de trabalho repetitível, que não exige habilidades cognitivas, por exemplo, um funcionário de uma linha de produção que faz 10 peças por hora. Esse tipo de trabalho pode de fato ser otimizado, a produtividade pode ser aumentada e horas de trabalho extra fazem muita diferença.
Porém, em empresas de serviço, onde o núcleo do trabalho envolve muito mais habilidades cognitivas, seja em marketing, seja em trabalhos de criação ou, no nosso caso, em desenvolvimento de software, essa conta não vale.
Já discuti isso antes em outros artigos mas desenvolvimento de software não é linha de produção, desenvolvedores de software não são similares a operários e uma empresa de software jamais será uma “Fábrica de Software”. Aliás, o termo “Fábrica de Software” deve ser o termo mais infeliz já inventado na nossa indústria, porque leva executivos que não são letrados na área e usar a metáfora de fábrica industrial para software, e isso leva a toneladas de decisões erradas.
Uma dessas decisões erradas é justamente achar que limitar tempo na internet vai aumentar a produtividade, como se essas coisas fossem correlacionadas. Quem trabalha com software sabe disso: às vezes leva horas para escrever uma única linha de código. Às vezes em minutos sai dezenas de linhas de código. Significa que no primeiro caso o desenvolvedor fez corpo mole? Não, significa que no primeiro caso descobrir como resolver o problema exigiu mais raciocínio e o resultado foi uma linha de código. No segundo caso pode significar que o problema era trivial e conhecido e por isso saíram mais linhas de código.
Desenvolver software não é nem de longe similar a empilhar tijolos. É um trabalho que exige técnica, prática, raciocínio e criatividade. O mesmo problema pode ser resolvido de dezenas de maneiras diferentes, em tempos muito diferentes, variando de acordo com a experiência e criatividade do profissional envolvido.
Portanto, quando um profissional desses faz uma pausa para pagar uma conta, atualizar seu perfil no Facebook, ou mesmo jogar Farmville, não adianta cortar isso achando que ele vai “produzir mais”. Se um profissional cognitivo precisa de uma pausa ele fará essa pausa. Se a internet estiver bloqueada ele vai se levantar e ir tomar um café. Ele vai bater papo com o colega do lado. Ele vai ler uma revista. Ele usará a internet via 3G do seu smartphone para fazer o que precisa.
Se ele precisa de uma pausa, ele fará essa pausa. E não adianta colocar um capataz com um chicote do lado observando o que ele faz minuto-a-minuto. Como se trata de um trabalho criativo, mesmo que ele fique parado olhando para a tela, a resposta não vai aparecer automaticamente, especialmente se ele estiver estressado.

Em trabalhos que envolvem habilidades cognitivas, a velocidade para se chegar a um resultado de qualidade é inversamente proporcional à pressão diretamente posta sobre ele.
Muitos gerentes encaram isso chamando de “frescura de programador”. Digo que em muitos casos é mesmo, especialmente se estamos falando de codificadores júniores. Mas estou considerando apenas desenvolvedores sêniors, aliás, para quê você, gerente, quer tanto júnior na sua empresa? E mais uma vez, a metáfora com operários não funciona. Um operário que ganha o dobro do que outro operário pode ser porque ele consiga empilhar duas vezes mais tijolos. Mas um desenvolvedor que ganha o dobro de outro, normalmente produz 5 a 10 vezes mais código de qualidade. Um gerente que acha que trocar um desenvolvedor que custa R$ 6.000,00 por dois de R$ 3.000,00 não está trocando “6 por meia dúzia”, está trocando “5 por 1″ pagando a mesma coisa.
Portanto, esqueçam as metáforas industriais ao tratar de trabalhos não repetitíveis. No mundo ideal, o gerente de uma equipe de desenvolvedores sabe como é o ofício de desenvolver software e provavelmente já foi um bom desenvolvedor antes. Se o gerente não é, ele não tem contexto para decidir, por isso precisa ter uma equipe técnica sênior competente embaixo e delegar todas as decisões técnicas a eles.
Finalmente, outra razão para se limitar a Internet é uma questão de imagem de empresa. Uma única pessoa pode ferir gravemente a reputação de uma empresa nos dias de hoje, de mídias sociais e tudo mais e isso deve ser levado a sério. O mais óbvio é o de sempre: trate as pessoas como adultos. Uma política de boa conduta online é tão válida como uma política de boa conduta pessoal. É o básico: boa educação, boas maneiras, ninguém arrotando em mesa de reunião e coisas do tipo que são óbvias mas não custa reforçar.
Tratar como criança é restringir as ferramentas de trabalho. Isso não funciona: se o funcionário é mal intencionado ele já não iria usar as ferramentas da empresa de qualquer jeito, basta usar qualquer hotspot wifi em qualquer café moderno de hoje. Esse tipo de restrição só atrapalha justamente quem está trabalhando direito e não afeta quem era para afetar, é o bom e velho “tiro que sai pela culatra” e, isso sim, destrói a produtividade de uma empresa.
quarta-feira, 31 de março de 2010 -
14:41
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concordo…
Maneiro..
agora se seu chefe reclamar que vc passa o dia no twitter, orkut, site da info, etc… vc já tem uma base fundamentada pra argumentar!
Se você passa “o dia inteiro” no twitter, etc com certeza tem que ser demitido. Como eu disse no artigo, não estou me referindo a “júniores” nesse caso
[WORDPRESS HASHCASH] The poster sent us ’0 which is not a hashcash value.
Legal Akita… mas acho que tudo depende da motivação… as vezes o fato de ter internet limitada pelo nivel mais alto pode trazer novos desafios para os niveis mais baixos… o que eu acho quase impossivel de acontecer… mas um gestor que motive o funcionario conta mais que apenas o fato de ter ou nao ter a internet sem restriçoes… alias.. a restricao motivacional na minha opiniao é a pior de todas… mata a criatividade… mata o profissional…
abraços akita… otima materia
Também concordo.
Ótimo texto. Geração Y, já ouviram falar? Uma certa geração que consegue inclusive fazer várias coisas ao mesmo tempo sem perder o foco (significativamente) em uma delas.
Conheço vários assim, que inclusive são frustrados em ambientes de trabalho super controlados.
Vejam que não estou dizendo para a coisa ser uma baderna geral. Mas vide Google e afins, onde há videogames, puffes de descanso, comida a vontade… Faz sucesso? Com certeza!
Que o profissional julgue se deve estar na quadra jogando bola ou finalizando o software mais crítico da empresa. Se o profissional tem responsabilidade, duvido que escolha a primeira opção…
Acho que o pior do termo ‘Fabrica de Software’ é o fato das pessoas acharem que colocando mais 1 programador na ‘linha de montagem’ o tempo de desenvolvimento cai pela metade.
Ja tive que explicar isso pra cliente diversas vezes… não consigo reduzir o tempo de algo simplesmente colocando mais gente, pq não tenho como paralelizar certos trabalhos.
Muito boa a matéria!
O texto aborda assuntos interessantes mas acaba misturando alhos com bugalhos. Restrição da Net em empresas é uma coisa e em empresas de TI é outra. De um modo geral a restrição visa segurança, impedindo downloads de arquivos maliciosos e visitação de páginas potencialmente perigosas. Como sabemos, computador de empresa é como carro alugado, usamos sem preocupações. Já em empresas ou departamentos de TI, muitas vezes a restrição ocorre porque esse meio é quem mais frequenta as redes sociais. Sinceramente não veria muita graça em ver um empregado meu atualizando o currículo no Linkedin para sair fora da empresa durante o horário de expediente. Aí entra a questão ética, mas isso é complicado. Não sou a favor mas entendo que o limite existe porque há o abuso, infelizmente.
Concordo, com limitações e insatisfações, a produtividade só tende a cair, ao invés de aumentar. Funcionários satisfeitos trabalham melhor, e se o funcionário, está se desviando repetidamente e também não produz, então é porque não serve.
Excelente artigo!
Também acredito que restringir uma das ferramentas mais poderoas não seja conveniente.
Extendendo a abordagem, acho que restrição de conteúdo na web prejudica quem mais precisa dela, e não causa impáctos à quem faz dela apenas um meio de relacionamento e repositório de certas futilidades.
Isso também acontece muito em faculdades:
Por exemplo, muitos sites que oferecem conteudo pornográfico, humor, sites de relacionamentos, possuem nomes pouco sugestivos, justamente para não ficarem na mira do proxies, enquanto não há quase nenhum site para download de softwares e ferramentas de TI que não tenham a palavra ‘download’ (Que muitas das vezes é bloqueada pelo proxy).
Também são poucos os sites de video-aulas na área de TI que não carreguem a palavra vídeo (Também bloqueada pela maioria dos próxies) na URL.
E pra terminar, quem utiliza sabe o quanto YouTube, orkut, Twitter, etc, fazem a maior diferença na formação daqueles que buscam conteúdo profissional na Web.
Eu sou a favor do bloqueio. Youtube, Orkut, facebook e essas coisas veja em casa. Se o cara quer se levantar da mesa, ir tomar um cafe, fumar um, dar uma volta, bater papo, isso é problema dele. Sou administrador de uma rede de mais ou menos 200 computadores. Inicialmente eu permitia acesso livre a todos os funcionários. Resultado: 70% do trafego de internet com coisas inúteis para a empresa, orkut, youtube, facebook e bla… bla…, gerando um aumento de consumo de banda e como um link dedicado é super barato no Brasil, tive que pedir um aumento de banda para a operadora. Resultado, tive que dar satifacoes para o ser superior da empresa. O baixinho deu pulo de 3 metros de altura quando eu pedi aumento da banda. Mas como não tinha jeito ele saiu bufando e não muito contente mas engoliu essa. Passam-se 6 meses e o minha net volta a ficar lenta. O que acontece? O ser superior da empresa vem com jambra dele apontada pro meu fiofozinho… Querendo saber o porque a internet estava lenta e sendo que eu aumentei a banda a pouco tempo. E como eu quero deixar o meu fiofozinho virgem, joguei a bomba pra ele. Dizendo que a culpa era dele por deixar tudo livre e sugeri colocar um proxy aberto, sem restrições, somente logando o trafego para sabermos onde estava sendo gasto o consumo de banda. Ele aceitou. Hehehe… Comprei um servidor Dell, instalei o Linux, Squid, MRTG e mais algumas ferramentas e deixei rodando… Passado 1 mês, apresentei o relatório pro Boss. Ele P da vida com o consumo desnecessário, me disse somente uma coisa. PODE CORTAR TUDO. Foi a palavra magica. Criei as regras e politicas, bloquiei mais de 10000 enderecos. E quando subi esse servidor proxy, meu ramal parecia o telefone do PROCON recebendo queixa da telecomica. Foi uma zona total… Mas em 1 semana estava resolvida. Ta certo que por um tempo virei o inimigo número 1 da empresa, mas faz parte. Apos toda essa brincadeira, estavamos com banda sobrando, nosso consumo estava menor que o contratado, todo mundo navegando feliz e sem problemas. Mas como eu sou um cara legal, e vendo a cara de tristeza do pessoal, resolvi mudar algumas coisas. Pensei!!! Vou abrir o trafego das 12:00 as 14:00 no horário de almoço pro pessoal. Fiz a regrinha para permitir, todos os sites nesse horário. Quando subi essa regra, de vilao, passei a salvador. Todo mundo feliz, com sorriso enorme, eu tranquilo, harmonia completa. Até se passarem 2 meses. Quando o baixinho vem na minha sala com uma 12 dando tiro pra todo lado. Pedi pra ele relaxar, mas ele me mandou para aquele lugar, mais uma vez. Foi quando consegui entender. O pessoal não estava fazendo 1 hora de almoço, mas sim 2 horas e meia. A maioria saia para almoçar as 11:30, ao meio-dia estavam sentado em frente ao computador e só voltavam a trabalhar as 14:00. Resumindo, voltei ser o vilão. Não sou radical a ponto de bloquear tudo. Mas tem certas coisas que temos que ter limites.
Teu texto é maravilhoso, ótimo mesmo. Mas, me senti um lixo quando você fala dos desenvolvedores júnior, como se você já tivesse nascido sênior ou como se os “júniors” não tivessem capacidade de tornarem sêniors. O pior preconceito é o mais sutil. Eu me considero júnior e estudo todos os dias para me tornar um programador cada vez melhor.
@Antônio Carlos: Cara… não existe “bloquiei”, é bloqueei. Eu, realmente, não acredito que um profissional de TI que não saiba o português possa saber alguma coisa sobre ser um profissional de TI…
Bah, Michel. Me desculpe mas reclamar de erro de portugues é realmente o “fim da picada”. Isso aqui é um blog e comentarios. Nao adianta ficar analizando erros de portugues. O que interessa é o conteudo. Vai ver que o cara que comentou é estrangeiro e cometeu esse pequeno erro. O comentario nao ficou melhor ou pior por causa disso.
Antonio Carlos, sou a favor da internet liberada mas acho que tu fez aqui que devia ser feito na tua empresa. Quem sabe deveria antes avisar o pessoal para manerar um pouco o uso da internet pois senao seria necessario o bloqueio total mas normalmente é assim mesmo. A maioria nao sabe usar a internet e acaba abusando.
Como já disseram, o trabalho de desenvolvimento não é como construir. A quantidade de pessoas, as vezes ajuda, as vezes atrapalha. 9 grávidas não fazem uma criança em 1 mes. Mas, ainda assim sou a favor de bloqueios em sites de redes sociais (Em horários como almoço, talvez possa ser liberado). Muitas vezes funcionários exedem um pouco demais em redes sociais. A conversa com o colega ao lado, o pagamento de contas, leituras de notícias e etc ou são informativas, ou são importântes ao funcionário. Mas rede social só causa perda de produtividade mesmo, mesmo que não possa ser calculada.
Você tem razão, é mesmo uma forma de “provocação”
Mas fique tranquilo, a idéia não é que “todo júnior é ruim”. O que é ruim são os que são chamados “sênior” mas não tem mais capacidade do que um “júnior”. Os bons “júniors” deixam de ser júniors muito rápido. Vou dar dois exemplos dessa nova geração. Na comunidade temos o José Valim, que sequer saiu da faculdade ainda e hoje ganhou o direito de fazer parte da equipe Rails Core pela sua enorme contribuição ao código do Ruby on Rails. Ele é de longe um dos melhores desenvolvedores que existem. Outro grande exemplo é o Fabio Kung, que tem só 25 anos e além de ser um desenvolvedor excepcional é Gerente de Projetos da área de Cloud da Locaweb. Como pode ver, um bom desenvolvedor normalmente já deixou de ser júnior logo que sai da faculdade porque já tem experiência anterior, especialmente em projetos open source. O pior é aquele que ainda é “júnior” anos depois de formado. Pior ainda, aquele que é carreirista, escala para cargos mais altos mas tem baixa capacidade – e todo bom desenvolvedor sabe detectar esses tipos.
Ola Michel. Eu peco desculpas pelo meu erro básico de portugues, mas como passei a madrugada trabalhando e não havia dormido ainda essa escapou. Mas faz parte. Agradeco pelo puxao de orelha. Mas acho que voce nao deveria atirar a primeira pedra, pois em seu post se vc analisar bem ha erros bem basicos tambem: ===> Teu texto é maravilhoso, ótimo mesmo. Mas, me senti um lixo quando você fala dos desenvolvedores ===> júniorES (plural), como se você já tivesse nascido sênior ou como se os “júniorEs” não tivessem capacidade de tornarem sêniorES. ===> O adjetivo “júnior” no plural vira “juniores” (observe o deslocamento da sílaba tônica, com “o” fechado). Portanto, o certo é “advogados juniores”, “jogadores juniores”, “empresas juniores”. A mesma regra se aplica a SENIOR / SÊNIORES. Ou como vc disse: Eu, realmente, não acredito que um profissional de TI que não saiba o português possa saber alguma coisa sobre ser um profissional de TI…
Achei o texto interessante, e a opinião é parecida com a minha. Penso que internet liberada não é problema, principalmente quando se tem proxy para dizer quem acessa o que e quanto. Problema mesmo é motivação e responsabilidade: ou o cara é irresponsável e provavelmente nem deveria estar na empresa, ou ele não está motivado com o trabalho, a ponto de preferir ficar o dia todo no orkut (por exemplo). Saber identificar os dois tipos de pessoas e tratá-las adequadamente é a chave da questão. No entanto, lidar com proxies é mais fácil do que lidar com pessoas :-/ Só não é a melhor saída, na minha humilde opinião.
André Gomes, agora você foi ao âmago da questão. A maioria ainda tenta de esquivar ou justificar como pode, mas o fato é que a questão precisa ser encarada e discutida de frente. Difícil é chegar num acordo sobre o assunto…
Olá Fábio, Não sou da área tecnológica mas meu marido é programador e está sempre compartilhando comigo suas idéias (muitas, diga-se de passagem). Eu e ele estamos acompanhando o seu blog aqui na Info há uma semana e nos identificamos muito com o que você escreve. Gostei muitíssimo e gostaria de te elogiar. O fato de você expressar opiniões tão modernas e eficientes pode ajudar alguns a mudarem seus pensamentos retrógrados. Parabéns!
Parabéns pela ótima matéria Fabio. Dar tratamento de criança a profissionais, é no mínimo, perder boas oportunidades de extender os processos produtivos. Ensinar é melhor que castigar. Negociar com seus funcionários o acesso a internet. Lembrar que as redes sociais são ruas de duas mãos e que provavelmente estão sendo bem explorada pelos concorrentes bem sucedidos e pelos funcionários mais produtivos. Considerar apenas o custo da conexão chega as vezes a ser como considerar o gasto com papel higiênico. Usem o banheiro de casa!!! Olha, meus colegas de profissão, estão muito mais interessados manter contato durante o expediente do que quando estiverem em casa. Quem mora com papai e mamãe e não tem obrigações nenhuma fora do expediente, é muito diferente da imensa parcela de profissionais que mal tem tempo em casa para ligar o computador. COm certeza empresa não é local para asilar desocupados, mas para produzir com qualidade, produtividade, lucratividade e de olho na concorrência. Tem gente que até hoje acha que FAX é uma coisa muito avançada. Tem empresa que sequer tem um e-mail de contato, e quando tem, demoram tanto para responder (mais que 24 horas já é descaso), que nem se dão conta do mercado que bate a porta e vai embora.
Além de outros assuntos, para quem tiver interesse, tenho diversos artigos a respeito em linha próxima da abordagem do Fabio:
http://cwconnect.computerworld.com.br/zenta/category/redes-sociais
Noutras categorias abordo temas como liberdade no trabalho, carreira, tendências, etc.
Abraço e novamente parabéns pela matéria. Estamos no Século XXI.
Gilberto Strapazon
- Blog Zenta – A informática Esotérica para Novos Tempos:
http://cwconnect.computerworld.com.br/zenta