Todos sabem como sou contra certificações com o objetivo primário de segurar o canudo. Ja disse isso em artigos anteriores. E para fortalecer essa posição, achei interessante que o Uncle Bob Martin - conhecido agilista da Object Mentor e um dos signatários do Manifesto Ágil - tenha se manifestado com a mesma opinião.
Sempre que vejo recomendações a jovens profissionais sobre como embelezar seu currículo – o “SEO” de currículos e outras grandes bobagens do gênero – fico pasmo com a ingenuidade que as pessoas tem sobre trabalho profissional. Enganar para entrar numa empresa, se enganar achando que sabe o que está dizendo, ser enganado contratando tais aberrações, isso não faz nenhum sentido.

A seguir segue a tradução do seu artigo.
Como eu já disse antes, não há nada particularmente errado com a mania recente por certificações. Se você quiser se certificar ao custo de 2 dias de curso, por favor se certifique. Se você quiser certificar pessoas participando do seu curso de 2 dias, por favor mantenha o curso e distribua certificados. Está tudo certo. Ganhe dinheiro! Seja fértil e multiplique!
Mas tenha cuidado para não desperdiçar seu tempo.
Mas como poderia uma certificação ser uma perda de tempo? Isso depende da sua motivação.
Qual parte da certificação não é uma perda de tempo?
O beneficio primário que você recebe é a instrução; mas seja cuidadoso: existem muitos instrutores bem medíocres por ai. Alguns dos instrutores ensinam cursos bons, mas outros estão apenas torcendo para que a única coisa com que você se importe seja a certificação.
Portanto pesquise um pouco e encontre os melhores instrutores. Você pode, de fato, descobrir que alguns dos melhores instrutores e cursos não oferecem certificados. Isso não deve impedí-los de considerá-los.
Mas espere um pouco, os instrutores não são certificados como treinadores?
Claro. Eles pagaram e fizeram o curso para se tornarem treinadores certificados. Mas isso não significa necessariamente que eles:
Ok, mas não existe algum beneficio na certificação em si?
Claro. Um pedaço de papel bonito.
domingo, 30 de maio de 2010 -
21:26
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Concordo, a um tempo iniciei meus estudos para certificações, desde então tenho estidado a fundo e com afinco, mas decidi não comprar o VOUCHE, pois do que eu precisava mesmo eu já possía, o conhecimento.
A certificação não é importante para quem sabe, ele não é garantia de nada. Assim como a faculdade não é garantia de nada.
@Marcio olha, também não é bem assim, dizer que certificação e faculdade não valem de nada…
Trabalho em uma multinacional de TI que está entre as maiores do mundo, e lá dentro, certificação e faculdade têm sim seus valores.
É claro que eu também concordo no ponto em que disseram que por ter uma certificação você prova que sabe mais do que não tem, isso não faz sentido algum, mas dizer que não te valor no mercado de trabalho é outra coisa.
Bom cada um tem usa opinião, no meu caso acho a certificação um ponto importante, pois mostra o esforço e disciplina do candidato, fiz faculdade e no momento tenho duas certificações, e posso afirmar no meu caso que aprendi muito mesmo com elas. Todos nos sabemos que as faculdades de informática, diferente da de Medicina não capacitam o profissional, não existe uma “Residência” que no caso seria especificamente uma certificação. Agora tudo depende do profissional. O bom profissional se certifica no proprio emprego. Agora a certificação vai aumentar o conhecimento dele sem dúvida.
Essa discussão é bem interessante. Também concordo com o Akita, pelo menos em parte. Aí vai um outro artigo muito interessante sobre o assunto do Roberto Cohen: http://bit.ly/8YB8TB
Se o papel não for bonito bota uma moldura que compensa… rs
E pensar que eu quase entrei neste barco de certificação pelas empresas, deixando meu desenvolvimento que realmente importa de lado…
Akita, um ponto que eu acrescentaria é que a grande maioria é treinada desde a infância enquadrar-se a uma caixa fechada, limitada e reducionista de busca de conhecimento, experimentação.
Seja por sistemas de ensino apostilados ou focados em material didático, todos recortes limitados da realidade, das imperfeições mundo de verdade… das pessoas de verdade…
A certificação é um elemento a mais desse contexto…
Como as pessoas crescem dependentes de um aprendizado de sentido único, “professor”na frente e alunos sentados ouvindo e discutindo teorias, elas acham que dependem destes cursos e certificados para aprenderem, ou terem uma chancela de que aprenderam… Na real, apenas alguns mais disciplinados usam bem este caminho…
Talvez os mesmos disciplinados que com auto-disciplina teriam ido mais além… muito mais além.
Hoje com a Internet, o espírito auto-didata (ou de busca autônoma de conhecimento – autônoma DIFERENTE de solitária) interagindo com o mundo e as pessoas ao redor do mundo são cruciais…
É uma nova realidade.
Conhecimento certificado, conhecimento apostilado, conhecimento impresso cada dia mais torna-se obsoleto
Não quero generalizar, existem referências ideológicas e filosóficas de séculos atrás que se mantém mais que verdadeiras – mas não podemos esquecer da produção contínua e fluída de conhecimento que acontece a todo instante, mesmo em troca de opiniões e idéias como em blogs como este…
Talvez o início de uma mudança de modelo educacional…
Menos voltado para o diploma e mais voltado para aprender o realmente útil…
@Thiago está escrito não ser GARANTIA de nada.
http://melhorandoti.wordpress.com/2009/10/10/capacitacao-do-profissional/
Tb concordo com o Sr.Akita, vejo que o mercado vende “certificação” em detrimento do conhecimento, mas gostataria de resaltar um ponto saudável na certificação que é o enriquecimento do conhecimento de quem se certifica, visto que com a experiência e prática em determinada área, o interessado em uma certificação poderá buscar sempre uma melhor opção, os melhores cursos visando sempre o aumento do conhecimento. Certificação apenas para ter um status, de nada vale !!!
Caro Fabio Akira.
A Certificação nada mais é do que a comprovação de suas habilidades em uma tecnologia, metodologia ou área de conhecimento, para aqueles que não julgam tal comprovação importante realmente não valorizarão tal certificação. Lembrando que o aprendizado é um processo fisiológico, convido o autor a pensar olhando o cenário abaixo.
Sou jovem, tenho 29 anos, meus músculos são fortes, aos sábados jogo futebol com os amigos e na academia levanto pesos que a maioria das pessoas não são capazes de levantar. Pergunto, sou capaz de correr uma maia maratona e chegar em primeiro lugar? Sou capaz de corre uma maratona de 40 Km e chegar a linha final? Com base no cenário apresentado a resposta lógica é: Com essa preparação física eu posso tentar chegar a linha final, mas nada garante que conseguirei.
Se adicionarmos ao cenário apresentado a seguinte variável, além das atividades físicas corriqueiras me preparo para correr maratonas e participei de 6 competições nas quais cheguei entre os 100 primeiros, como comprovante tenho minhas medalhas de honra.
Sou capaz de correr uma maratona de 40 Km e chegar a linha final? SIM, posso comprovar através dos meus feitos anteriores e conquistei bagagem e experiência para tentar chegar entre os primeiros.
Com pequena paródia acima quero mostrar a importância do processo de preparação para uma Certificação, o conhecimento obtido é comprovado e monta uma base teórica sólida para conquistar novos “C”.
Se do ponto de vista do autor a Certificação não é importante, o convido a correr essa “maratona”.
Willian Herreira Lima
Você mesmo respondeu: você consegue correr a maratona, porque você treinou, seus “feiros anteriores e bagagem conquistada e experiência” levam a isso. Agora, se você fizer um curso teórico, uma prova escrita de 50 min e ganhar um papel dizendo “capaz de correr a maratona”, quer dizer alguma coisa? Nada. Agora, voltando ao mundo de programação, o equivalente a “atividades físicas corriqueiras, participar de 6 competições chegando entre os 100 primeiros, preparo” isso sim é comprovante: participar de projetos open source, participar de projetos de verdade, exercitar a codificação frequentemente, isso não é certificação, é experiência. E sim, do “ponto de vista do autor” e de qualquer profissional sério, certificado não é importante. Eu corro essa “maratona” com você quando quiser
Concordo em partes. Estou me preparando para tirar minha segunda certificação (Asp.Net Framework 3.5) e estou lendo o livro de cabo a rabo.
Já trabalho com desenvolvimento utilizando o .Net Framework fazem 5 anos e meio e, ao ler o livro e fazer os exercícios, aprendo muito mais a fundo sobre como funciona e como utilizar melhor as classes dentro do Framework.
Experiência? 5 anos de projetos, já tenho certa bagagem!
Tirar uma certificação e ler o livro e me motivam mais a aprender e conhecer mais a fundo.
Fora que a Microsoft beneficia as empresas que têm desenvolvedores certificados. Não vejo a certificação, de modo algum, como desperdício de tempo.
Eis o dilema: quer dizer que se não fosse pelo objetivo de se certificar no final do estudo então você não estudaria? Se a resposta for positiva, você não é um bom programador. Se a resposta for negativa, ou seja, você estudaria porque gosta do que faz e quer aprender mais, então confirma meu ponto: o certificado no final é irrelevante.
Com certeza estaria lendo, tanto que se fosse só pelo sentido de tirar uma certificação existem aqueles livros com as respostas de testes.
Mas não tiro sua razão, a certificação é um motivador para muitas pessoas… Só acho que é exagerar muito dizer que é um total desperdício de tempo.
Uma coisa que percebi é como que se ganha dinheiro oferecendo certificados. Além dos candidatos, muitas empresas usam esses documentos como filtro para ingressar em sua equipe, e muitas vezes, para receber muito pouco pelo trabalho. Será que compensaria tirar certificações, gastar rios de dinheiro com cursos e provas para receber R$ 1.500,00? Acho que não né. O importante é o conhecimento, sem dúvida.
nunca vi tamanha bobagem
Me desculpe, mas isso parece dor de cotovelo. Se você é um excelente gerente de projestos pq não ter a certificação PMI? Se você sabe tudo de ITIL, pq nao tirar a certificação? Ficar sentado na sua cadeira dizendo que sabe isso e aquilo não ajuda muito. A certificação não substitui experiência, só agrega valor ao currículo. Me espanta esse artigo ser redigido pelo akita, pois sou fã de seu trabalho. Só pra fechar: Você vai contratar um administrador de redes linux. Ambos tem currículos muito semelhantes. O primeiro candidato é o “João”, este tem ótima experiência e diz que sabe tudo de linux. Já o segundo candidato, o “Akita” tem a mesma experiencia que o Joao, porém, tem LPI3. E aí? Esse papo é o mesmo de ter diploma ou não. É questão de tempo. Tenta entrar em qualquer grande empresa tendo só o segundo grau completo. O mercado pede, ele manda.
Henrique:
1) eu nunca afirmei ser um “excelente” gerente de projetos. Mesmo porque não sou e não é falsa modéstia. Também tenho vários projetos que deram errado no meu currículo.
2) repito: certificação e competência prática não tem nada a ver. Sobre o cenário hipotético que você mencionou, não dá pra saber. Primeiro “dizer que sabe tudo” e nada é a mesma coisa. Segundo, avaliaria o currículo de trabalhos que ele diz que já fez. Terceiro: como você sabe que ambos tem “a mesma experiência”? A premissa já começou errada. E mesmo se fossem cópia xerox um do outro e a única linha diferente fosse a certificação, ainda assim ficaria em dúvida igual. Só testando pra saber.
3) E sim, eu tenho certificação PMP. Me certifiquei em 2005.
@akita:
“ainda assim ficaria em dúvida igual”. Poxa velho… Vamos de novo:
- Se dois profissionais têm o mesmo currículo com excelente experiência, tu não acha a certificação um diferencial? Se tu não acha, eu posso afirmar que o mercado da valor.
Sou certificado ITIL e LPI2 e sei o quanto me esforcei para me certificar. Tenho curso de PMI, porém não tenho horas de projeto para me canditar a certificacao do PMI.
Tem certeza que a certificação não é um diferencial?
Eu creio que existem casos sim, que profissionais certificados são menos experinentes ou capazes de profissionais não certificados. Mas nesses casos de “diferencial” tenho certeza que sim, esses profissionais terão mais chance no mercado.
A certificação não só afirma a capacidade do profissional na área, ela também traduz o esforço, dedicação e foco por ter a certificação.
Cada prova de LPI custa e torno de R$ 290,00. Sendo que cada certificação exige 2 provas. São quase R$ 600,00 para “desperdiçar o tempo”?
Não sei como funciona na tua empresa, mas onde eu trabalho preferimos profissionais com experiência e certificados do que profissionais que dizem que sabem fazer.
Não tem nada de errado em contratar profissionais sem diploma, sem certificado, sem garantias. O problema é que o mercado colocou estes carinhas na lista de spam.
Abraço.
Um adendo:
Também já fui do tipo “to nem aí” para as certificações. Mas a frase “será um diferencial” Está na maioria dos anúncios de emprego. O diferencial pode ser um diploma, uma pós, PMI, ITIL, MCSE, TOEIC ou TOEFL. O negócio é que o “papiro” faz diferença na hora. Pelo menos pra mim, ou pra você que está lendo, pois não temos o reconhecimento que o Sr. Fabio Akita tem.
Se não quer seguir os meus conselhos, tudo bem.. Lembre o que Berek Bok disse:
“Se você acha que a educação custa caro, tente a ignorância”
Henrique: não sei se você se deu ao trabalho de ler os artigos sobre certificações que postei, então vou resumir aqui. Repito: certificações não fazem a *MENOR* diferença. Reitero minha posição. Você está partindo de várias premissas erradas:
1) que, dado ‘dois candidatos’ iguais, a certificação faria a diferença. Ledo engano. Primeiro, que nível de igualdade estamos falando? Se forem dois candidatos cujos currículos demonstram anos de *resultados práticos* em diversas empresas do setor com inegável qualidade de entrega, então qualquer um dos dois são igualmente bons pra mim, com ou sem certificados (eles já são muito maiores que quaisquer certificados). Agora se estamos falando de dois candidatos com nenhuma experiência prática na área, sinto muito, com ou sem certificado eu vou encará-los da mesma forma: como dois *AMADORES*, que é o que são. Agora, dificilmente existem candidatos tão “iguais” assim, quando são “iguais” normalmente significa “igualmente amadores” porque qualquer um que já tenha trabalhado na área já é diferente dos demais. E dentre dois candidados, um sem experiência mas com certificado, e outro com experiência mas sem certificado, adivinhe quem eu vou escolher? O com experiência não tenha dúvida. Quem tem mais qualificações para entregar resultado? Quem certificou PMP ou quem já gerenciou vários projetos? Quem tem mais condições de escrever com qualidade em inglês? Alguém que já tenha publicado artigos (em papel ou online) em inglês ou alguém que tenha tirado TOEFL? Em quem vou confiar minha infraestrutura de servidores, em alguém que já trabalhou anos em um data center de verdade ou alguém que tem ITIL?
2) A segunda premissa mais do que errada que você tem é que quem não tem certificação não estudou e só quem é certificado é quem estudou. Sinto muito: para exercer áreas complicadas como você mesmo descreveu, digamos, administração de sistemas, você *PRECISA* estudar. Ou alguém já nasce sabendo como configurar adequadamente políticas de segurança de firewall, como fazer tuning de kernel, como otimizar a topologia da rede e tudo mais? Se estamos no mercado, todos nós tivemos que estudar, de um jeito ou de outro, não pense que não. E os que tem mais resultado entregue são os que demonstraram ter estudado mais. A diferença é que alguns de nós preferimos investir nosso tempo com a mão na massa de verdade. Alguns preferem desperdiçar seu tempo indo atrás de um canudo que não demonstra absolutamente nada de prática.
E sim, um LPI custa R$ 290? (Isso é barato, aliás) R$ 600, é barato. Vá ver quanto custa um de PMI e depois um de consultor funcional numa academia de SAP (dica: milhares de reais). E tudo isso é sim, desperdiçar seu tempo (e muito dinheiro). Realmente gosta da área e quer crescer nela? Comece por baixo, recebendo menos do que você gostaria, em cargos que muitos considerariam “ruins”. Eu, enquanto universitário, comecei mesmo num cargo de estagiário, aprendiz, e subi de acordo com minha própria velocidade de estudar, aprender, executar, errar, reaprender e assim por diante.
Não temos o reconhecimento de um Fabio Akita? Lembre-se que este Fabio Akita não está onde está (e já lhes adianto que é menos do que a maioria imagina) simplesmente tirando certificados. Foi com mão na massa, estudando constantemente – muito mais do que vocês estudam pra se certificar que também já adianto: é ridiculamente pouco. Não tem caminho mais curto, não tem atalho. Estudo, mão na massa, treinamento deliberado individual, só isso adianta. Certificação é como dieta para emagrecer: parece que dá certo nas primeiras semanas, depois a barriga volta com tudo.
Educação custa caro sim, muito mais caro do que uma ridícula certificação. Ignorância é imaginar que somente esse pouco é suficiente. Certificar é fácil demais, muito mais fácil do que vale a pena perder tempo prestando. Tente entregar projetos de verdade e acumular resultados. Isso é difícil, muito mais difícil do que se imagina. Tirar certificações desperdiça tempo que prefiro investir estudando mais novos assuntos e entregando projetos.
Outra coisa: você menciona anúncios de emprego que valorizam os tais certificados. Ignore. Eu já bati na porta desse tipo de empresa e tive o prazer de declinar uma oferta de salário menor porque eu não tinha diploma, comparado com seus outros funcionários que tinham. Adivinhem quem está melhor hoje em dia? Se uma empresa usa esse critério para escolher, sinto muito, não é a empresa onde eu quero trabalhar. Eu escolho a empresa onde quero trabalhar, não o contrário. E existem hoje muitas empresas que ignoram certificados e diplomas e valorizam méritos de conhecimento e resultados. Será que vocês conseguem entrar nelas? Sem experiência prática? Somente com papel? Sem chance.
Concordo plenamente com o Fábio. Também sou um desses micreiros do passado que foi aprendendo a duras penas. Foi sempre no meu ritmo. À medida que avançava fui melhorando meus conhecimentos e consequentemente minha carteira de clientes. Cheguei a fazer alguns cursos que achei necessário. Aí descobria que o fundamental eu já havia adquirido com o curso. Acabava por não fazer a certificação. Trabalho com suporte de redes, implanto servidores linux e windows, integro áreas gráficas/CTP, e até hoje só tive um cliente que (meses depois de contratado) resolveu me perguntar se eu tinha algum canudo. Quando disse que não tinha nada pra apresentar ele ficou meio que atordoado. Disse que não acreditava que alguém que não tinha certificados era tão bem conceituado no meio gráfico. Sempre que pensei em obter essas certificações, chegava a essa conclusão de que eu só queria “enfeitar a parede”.