Gestão 2.0 / Empreendedorismo

Sem Relatório de Horas vs. Utopia

por Fabio Akita
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Pesquisando sobre relatórios de horas e o sistema de horas bilhetáveis e taxas-hora, cheguei ao site da VeraSage. Não tenho idéia de quem são, mas seus argumentos e linha de pensamento são idênticas às minhas. Mais, eles complementaram tudo que me afligia há anos sobre o assunto. Resolvi traduzir dois de seus artigos (há mais em seu site). O primeiro “traduzi no artigo anterior” e aqui traduzo o segundo, entitulado “No Timesheets vs. Utopia”, de 02/09/2007, por Ron Baker, que começa abaixo.

Imagine que sua casa está pegando fogo. Você conseguiu tirar sua família de lá a tempo, até conseguiu pegar algumas fotos preciosas pelo caminho. Agora sua unidade familiar abalada está de pé no meio da rua observando o Sonho Americano ir embora em brasas.

Os bombeiros chegam, eles pegam todas as mangueiras e tão logo estão se preparando para apagar o inferno, você corre até o líder dos bombeiros e grita: “ESPEREM! ESPEREM! COM O QUE VOCÊS VÃO SUBSTITUIR ISSO?”

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Horas Bilhetáveis é o Ópio das Profissões

por Fabio Akita
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Pesquisando sobre relatórios de horas e o sistema de horas bilhetáveis e taxas-hora, cheguei ao site da VeraSage. Não tenho idéia de quem são, mas seus argumentos e linha de pensamento são idênticas às minhas. Mais, eles complementaram tudo que me afligia há anos sobre o assunto. Resolvi traduzir dois de seus artigos (há mais em seu site). O primeiro é o texto “Hourly Billing is the Opium of the Profession”, de 30/03/2006, por Ronald J. Baker, Founder VeraSage Institute, que começa abaixo.

Nós chegamos, portanto, a esta conclusão. Um commodity tem um valor, porque é a cristalização do trabalho social. A grandeza de seu valor, ou seu valor relativo, depende da quantidade maior ou menor dessa substância social contida nela; isso quer dizer, na massa relativa de trabalho necessário para sua produção. Os valores relativos de commodities são, portanto, determinados pelas quantidades respectivas ou porções de trabalho, implementadas, realizadas, fixadas nelas. As quantidades correlativas dos commodities que podem ser produziadas no mesmo tempo de trabalho são iguais. Ou o valor de um commodity é para o valor de outra commodity assim como a quantidade de trabalho fixo no primeiro é para a quantidade de trabalho fixo no outro.
- Karl Marx, Valor, Preço e Lucro, 1865

Trabalhadores do mundo … me perdoem.
Karl Marx
–Graffiti num estatuto, Moscow 1991

O único lugar onde o Marxismo não foi desacreditado – fora das universidades americanas – são as empresas profissionais de serviço.
–Ronald J. Baker

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Minha Primeira Visita à Semco

por Fabio Akita
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Quem me conhece há algum tempo sabe que um dos cases que mais me interessa é o grupo brasileiro Semco. É difícil definir essa empresa que existe desde a década de 50 e passou as últimas décadas se reinventando, passando desde fornecedor da indústria naval, passando por serviços imobiliários com a Cushman & Wakefield, serviços e consultoria ambiental com a ERM, informatização de inventário com a RGIS, investimentos com a Tarpon, soluções de gerenciamento postal de documentos com a Pitney Bowes. Ela acredita em diversificação de negócios, fez diversas joint ventures, já revendeu várias delas. Em seu pico chegou a ter mais de 5 mil colaboradores.

Hoje, fiz minha primeira visita à sede da Semco, em Santo Amaro. O vídeo abaixo foi feito durante o horário do almoço, por isso parece tão vazio :-) Espero poder retornar e inclusive visitar as outras filiais e fábricas.

(clique na imagem abaixo para assistir o vídeo)

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37signals

por Fabio Akita
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No artigo anterior eu falei sobre a 37signals. É uma empresa bastante conhecida para quem está atualizado com startups, empreendedorismo, aplicações Web 2.0 e pela criação e manutenção do famoso framework web Ruby on Rails. Existe um video de uns 3 anos atrás produzido pela Apple que mostra um pouco mais sobre ela. Como eu legendei em português acho que vale a pena colocar aqui para vocês assistirem:

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De Getting Real a REWORK

por Fabio Akita
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Se você ainda não conhece a 37signals, não sabe o que está perdendo. Eles são uma das startups mais badaladas da Era Web 2.0. Seu fundador, Jason Fried e David Heinemeir Hansson evangelizam diversos conceitos em termos de como criar produtos, como gerenciar empresas, como lidar com investimentos. Uma de suas frases favoritas é “Less is More”, e eles levam isso ao pé da letra.

Eles se esforçam para manter sua empresa o mais enxuta possível, com menos de 20 funcionários até agora. Ao mesmo tempo sem ir desesperadamente atrás de Venture Capitalists ou doentemente procurando IPOs. Eles acreditam que um bom produto não pode ser de graça e que ele deve ser rentável. Além disso, os produtos devem sempre oferecer menos, não mais, como é o costume. Muitos acham que para um produto ser renovado, ou poder custar mais caro ano após ano, ele deve ganhar novas funcionalidades.

A 37signals acredita que o mais importante é a experiência do usuário, e que muitas funcionalidades que quase ninguém usa apenas atrapalha essa experiência. Essa idéias deram origem a excelentes produtos como o famoso Basecamp (gerenciador de projetos), Highrise (CRM), Basecamp (salas de reunião online) e outros.

Suas experiências iniciais sobre todos esses aspectos foram relatados no livro “Getting Real”, que a comunidade brasileira de Ruby on Rails traduziu inteiramente para português, tornando-se a primeira tradução de muitas.

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