Pesquisando sobre relatórios de horas e o sistema de horas bilhetáveis e taxas-hora, cheguei ao site da VeraSage. Não tenho idéia de quem são, mas seus argumentos e linha de pensamento são idênticas às minhas. Mais, eles complementaram tudo que me afligia há anos sobre o assunto. Resolvi traduzir dois de seus artigos (há mais em seu site). O primeiro “traduzi no artigo anterior” e aqui traduzo o segundo, entitulado “No Timesheets vs. Utopia”, de 02/09/2007, por Ron Baker, que começa abaixo.

Imagine que sua casa está pegando fogo. Você conseguiu tirar sua família de lá a tempo, até conseguiu pegar algumas fotos preciosas pelo caminho. Agora sua unidade familiar abalada está de pé no meio da rua observando o Sonho Americano ir embora em brasas.
Os bombeiros chegam, eles pegam todas as mangueiras e tão logo estão se preparando para apagar o inferno, você corre até o líder dos bombeiros e grita: “ESPEREM! ESPEREM! COM O QUE VOCÊS VÃO SUBSTITUIR ISSO?”
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sábado, 30 de abril de 2011 -
3:00
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Pesquisando sobre relatórios de horas e o sistema de horas bilhetáveis e taxas-hora, cheguei ao site da VeraSage. Não tenho idéia de quem são, mas seus argumentos e linha de pensamento são idênticas às minhas. Mais, eles complementaram tudo que me afligia há anos sobre o assunto. Resolvi traduzir dois de seus artigos (há mais em seu site). O primeiro é o texto “Hourly Billing is the Opium of the Profession”, de 30/03/2006, por Ronald J. Baker, Founder VeraSage Institute, que começa abaixo.

Nós chegamos, portanto, a esta conclusão. Um commodity tem um valor, porque é a cristalização do trabalho social. A grandeza de seu valor, ou seu valor relativo, depende da quantidade maior ou menor dessa substância social contida nela; isso quer dizer, na massa relativa de trabalho necessário para sua produção. Os valores relativos de commodities são, portanto, determinados pelas quantidades respectivas ou porções de trabalho, implementadas, realizadas, fixadas nelas. As quantidades correlativas dos commodities que podem ser produziadas no mesmo tempo de trabalho são iguais. Ou o valor de um commodity é para o valor de outra commodity assim como a quantidade de trabalho fixo no primeiro é para a quantidade de trabalho fixo no outro.
- Karl Marx, Valor, Preço e Lucro, 1865
Trabalhadores do mundo … me perdoem.
Karl Marx
–Graffiti num estatuto, Moscow 1991
Leia mais »O único lugar onde o Marxismo não foi desacreditado – fora das universidades americanas – são as empresas profissionais de serviço.
–Ronald J. Baker
sábado, 30 de abril de 2011 -
2:39
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sergio da silva rodrigues -
@Leandro Severino
Pelo que entendi do texto todos, vc não deve atrelar o preço dos teus projetos proporcional ao esforço em ... |
O texto a seguir é uma tradução do excelente artigo Standards: excellence vs mediocrity, escrito por Jason Yip, consultor da Thoughtworks, que tive o prazer de conhecer pessoalmente ano passado.
Antes de iniciar o texto traduzido, uma pequena introdução: todos sabemos como muitos conceitos que temos como fundação no mundo ocidental podem ser radicalmente diferentes no mundo oriental. Um desses conceitos difíceis de transpor do mundo oriental para o ocidental é justamente o de “padrões”. No mundo ocidental “padrão” é um denominador comum, estático, rígido, difícil de mudar, o status quo. No mundo oriental, a idéia de “padrão” é “o melhor”. Se amanhã aparece outro “melhor”, este deve ser considerado o novo padrão. Não é algo inatingível, que admiramos de baixo para cima sabendo que dificilmente vamos alcançar, como um “recorde”.
Imagine um mundo onde o “recorde” é o “padrão”. Eu falei sobre isso em outro artigo chamado Padrões, Commodities e Inovação, recomendo ler. Agora sim, segue a tradução do artigo do Jason:
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domingo, 24 de abril de 2011 -
20:49
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Último comentário por:
A Língua Portuguesa-Brasileira é Péssima: Standard vs Pattern - Gestão 2.0 -
[...] último artigo de tradução sobre “Padrões: Excelência vs. Mediocridade” gerou uma discussão separada interessante especificamente sobre “Design [...] |
Apesar de ter trabalhado em produtos e projetos internos como funcionário de empresas, a maior parte da minha carreira sempre foi como freelancer ou consultor. Em outro artigo vou explicar porque gosto muito mais de consultorias do que ser funcionário.
De qualquer forma uma coisa que sempre vai existir é a terceirização. Existem dezenas de motivos para isso. Vamos entender neste artigo como é a figura do gerente de projetos da empresa que quer terceirizar serviços para consultorias, agências ou outros.
A grande maioria das empresas e gerentes peca estupidamente na hora de terceirizar. Depois de anos atendendo todo tipo de indústria, dá para contar nos dedos a quantidade de vezes que recebi uma requisição de proposta (RFP) realmente decente.
O problema: você que é gerente de projetos da empresa não é o dono do dinheiro e não é quem será beneficiado pelo produto desenvolvido pelo terceiro. Economicamente falando, você é a pessoa que tem o menor interesse no projeto e mesmo assim é o principal responsável em fazer com que ele aconteça. Não estou dizendo que todos agem conscientemente dessa forma, mas sim que inconscientemente é onde a situação naturalmente os leva.
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sábado, 9 de abril de 2011 -
16:17
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Ricardo Fernandes Luiz -
Infelizmente a grande maioria das pessoas que procuram por terceirização de TI ainda são do 2º tipo, só querem um ... |
Depois de tanto tempo falando de metodologias, processos, procedimentos, existe uma coisa que já deveria ser óbvia mas que a maioria das empresas ignora: metodologias nunca vão substituir bons profissionais.
Se eu disser isso a qualquer um, todos vão dizer: “mas isso é óbvio”. E minha vontade é retrucar: “então porque diabos você está tentando implantar essa metodologia?”
Antes de mais nada, vamos a algumas definições:
domingo, 3 de abril de 2011 -
15:21
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Fabio Akita -
Ricardo: é isso mesmo. O título é destinado a quem defino no começo do artigo: a quem acha que "basta ... |
O cérebro humano é uma máquina fantástica, e dizer isso é basicamente uma redundância do termo. Porém existem muitas anedotas e misticismo quando se fala sobre ela.
Todos já discutiram alguma vez a separação da “Emoção” do “Raciocínio”. Desde os tempos de Platão, as emoções são vistas como algo que atrapalha o pensamento lógico. Pior ainda: a maioria das pessoas realmente acredita que, pelo menos nas decisões mais importantes, nós somos capazes de deixar as emoções de lado e pensar de acordo com o pensamento de economia clássica: baseados em fatos, evidências e custo-benefício.
Porém, a verdade é que na grande maioria das vezes não é assim que nos comportamos. Em uma situação cotidiana, quando vamos a um supermercado, dificilmente ficamos fazendo aritmética, considerando os ingredientes de cada produto, o valor nutricional. Normalmente olhamos para um produto e decidimos se compramos ou não baseados no que sentimos. No meio de dezenas de marcas diferentes para um mesmo tipo de produto, escolhemos baseado em experiências passadas, em algum acontecimento marcante, nas lembranças e assim por diante, e tudo em frações de segundos. Nós preferimos levar um produto “80% light” do que levar um “20% gorduroso”, apesar de ambas as frases dizerem a mesma coisa.
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quinta-feira, 24 de junho de 2010 -
5:54
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Nícolas Iensen -
Brilhante artigo Akita!
Outro dia estava conversando com um amigo sobre a grande quantidade de "superstições" existentes na área da Usabilidade.
Usabilidade ... |
Eu retornei no último fim de semana de uma viagem à Baltimore, Maryland, onde palestrei na RailsConf. Neste evento tivemos grandes palestras e algumas delas voltadas não somente a Ruby on Rails mas à carreira de programação em geral. Uma dessas palestras foi de ninguém menos que Robert Martin, da Object Mentor. Eu traduzi um artigo seu no meu post anterior.
Recomendo assistir à palestra na íntegra.
Desde que comecei este blog, tento explicar as condições e dificuldades que um Gestor de Projetos enfrenta. Porém também estava tomando cuidado para não mencionar o termos “Agile” muitas vezes. Atualmente estamos sofrendo uma febre de “agilidade”. Todo CIO, CTO, Gerente, Consultor, para parecer “moderno” diz que sabe “Scrum”, que é “ágil”. Isso é por um lado bom, porque finalmente algumas empresas talvez consigam adotar da forma correta, mas por outro lado é muito ruim, porque estamos queimando o nome “Agile” por causa de consultorias ruins implementando isso errado no cliente. Daí a percepção que muitos desavisados ficam é que “Agile não funciona”.
Pois bem, durante a RailsConf, eu tive a oportunidade de conversar e entrevistar o Robert Martin, cuja gravação você pode assistir no Blip.TV:
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sexta-feira, 18 de junho de 2010 -
17:35
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Antonio Roberto Grazzia -
Olá Fábio e leitores:
Muito feliz o seu artigo Fábio. Vejo muito dos modismos deturpar excelentes recomendações e práticas. Parabéns pelo ... |
Todos sabem como sou contra certificações com o objetivo primário de segurar o canudo. Ja disse isso em artigos anteriores. E para fortalecer essa posição, achei interessante que o Uncle Bob Martin - conhecido agilista da Object Mentor e um dos signatários do Manifesto Ágil - tenha se manifestado com a mesma opinião.
Sempre que vejo recomendações a jovens profissionais sobre como embelezar seu currículo – o “SEO” de currículos e outras grandes bobagens do gênero – fico pasmo com a ingenuidade que as pessoas tem sobre trabalho profissional. Enganar para entrar numa empresa, se enganar achando que sabe o que está dizendo, ser enganado contratando tais aberrações, isso não faz nenhum sentido.

A seguir segue a tradução do seu artigo.
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domingo, 30 de maio de 2010 -
21:26
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Jose Carlos Rodrigues Lima -
Concordo plenamente com o Fábio. Também sou um desses micreiros do passado que foi aprendendo a duras penas. Foi sempre ... |
Este ano participei novamente da caravana do Encontro Locaweb, o evento anual de desenvolvedores da Locaweb, que fechou este ano sua 12a edição. Palestraram nomes conhecidos como Luli Radfahrer, Gil Giardelli, Rene de Paula, Vinicius Teles e mais. Foram 6 cidades no total, começando em Salvador e terminando na minha grande São Paulo.
O tema da minha palestra foi “Desmembrando Pessoas, Pensamentos Aleatórios sobre Gestão”. Depois de quase 10 anos coordenando, gerenciando e dando coaching em projetos, resolvi pesquisar mais sobre o assunto. Foram quase 2 anos onde descobri, ou melhor, redescobri muitos temas que são ignorados pela maioria das pessoas. Digo “redescobri” porque a maioria dos assuntos tem mais de 40 anos de desenvolvimento. São campos que variam desde economia, passando por psicologia até mesmo física e biologia.
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terça-feira, 25 de maio de 2010 -
7:37
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Facebook User -
@akita atualiza o link por favor |
Se você é um gerente e fez algum curso formal, como para PMI, já deve ter ouvido falar em Gerenciamento de Riscos. Faz parte do pacote de gerir um projeto também gerir seus riscos.
Toda a idéia de mapear o escopo total de um projeto, em torno de custos, prazos e pessoas faz parte desse pensamento. Da mesma forma como o considerado normal é tentar mapear tudo que será feito num projeto, também faz parte mapear todos os possíveis riscos e oportunidades e preparar salvaguardas para elas.
Uma das tarefas é detalhar ao máximo o escopo, para entender cada detalhe, antes de começar o projeto pois dessa forma seria possível encontrar os principais pontos de risco (por exemplo, se duas equipes vão trabalhar em paralelo e uma depende do resultado da outra, você tem um caminho crítico onde se o primeiro atrasar o segundo vai atrasar também).
Porém, isso é muito difícil. Em termos de escopo leia meus artigos anteriores “O Cliente sabe o que quer?” e “Repetitível vs Imprevisível”. Resumindo, é muito difícil detalhar de antemão tudo que o projeto vai entregar ao cliente. A idéia é que poderíamos fazer como em construção de prédios: gastamos alguns meses criando uma planta baixa e planos detalhados e depois podemos passar ao mestre-de-obras e aos operários para construir o prédio, seguindo exatamente o que foi planejado.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010 -
20:50
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Então você quer terceirizar um projeto? Quem é você? - Gestão 2.0 -
[...] for o primeiro caso, peça no máximo um projeto de tempo e custo fechados – sim, inclua na requisição ... |