A internet e sua infinita conectividade está modificando o cenário de como os jovens adquirem conhecimento, indo mais longe, de como os jovens produzem, transformam e compartilham conhecimento. Se num primeiro momento a ênfase do universo digital estava em disponibilizar ferramentas de comunicação síncronas (chat, video chat, etc) e assíncronas (email, fóruns), o momento agora é o de prover ferramentas de construção de conteúdo texto, vídeo e áudio, apoiadas em plataformas e APIs programáveis.
Faz sentido pensar no virtual como espaço de aprendizagem, a infinita biblioteca de Babel de Borges, onde cada objeto digital pode ser transformado numa peça no jogo de quebra-cabeças do conhecimento. Aprende-se os princípios da eletricidade construindo-se um robô com partes de um celular, assistindo-se a um vídeo sobre tempestades tropicais e conversando online com um especialista indiano, tudo ao mesmo tempo agora. Ao contrário do espaço organizado, regular, controlado e estruturado da escola, as redes sociais promovem o auto-aprendizado, a capacidade crítica, a discussão em grupo, a colaboração e a associatividade.
Nas redes sociais, professores/mestres são aqueles capazes de apontar os caminhos dentro do universo virtual capazes de levar o aluno/aprendiz ao conhecimento. Nada de respostas prontas ou padronizadas. Aprender no virtual é uma jornada infinita, não um livro com um número exato de páginas.
A combinação das ferramentas de comunicação digitais, as bases de informação e os relacionamentos das redes sociais transformam o ciberespaço na nova escola, sem paredes, sem carteiras, sem conceitos pré-estabelecidos. Tudo está interconectado numa rede de conhecimento sem limites.
Apesar das redes sociais ainda estarem longe de explorar todo o seu potencial para educação, vale conhecer a ferramenta de e-learning Odijoo.