Mercado
Telmex desacelera América Móvil
Reuters Terça-feira, 08 de fevereiro de 2011 - 11h28Reuters |
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A Telmex, responsável por um quinto das receitas da América Móvil, registrou na semana passada queda de 32% no lucro trimestral
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CIDADE DO MÉXICO - A fusão da América Móvil com a operadora fixa Telmex criou uma gigante latino-americana em telecom, mas investidores se preocupam que união das empresas esteja afetando o lucro.
A América Móvil, maior operadora celular da América Latina, vai divulgar seus resultados nesta terça-feira, após o fechamento dos mercados, e analistas esperam que o amadurecimento do mercado móvel latino e a consolidação da Telmex em seus números acabem por reduzir suas taxas de crescimento.
A Telmex, que é responsável por um quinto das receitas da América Móvil, divulgou uma queda de 32 por cento no lucro trimestral na semana passada, atingida por impostos maiores e perdas com clientes de telefonia fixa.
A fusão ocorrida no ano passado criou um dos maiores grupos de telecomunicação do mundo, mas ainda não está claro quando potenciais sinergias começarão a se fazer sentir, parcialmente por causa de restrições regulatórias nos mercados de TV paga do Brasil e do México.
"Nós realmente não gostamos da fusão. É uma negócio móvel saudável com uma série de boas perspectivas e agora está sendo arrastado por uma operação de telefonia fixa que enfrenta muitos desafios", disse Richard Dineen, analista do HSBC.
Os gestores da América Móvil afirmam que a fusão, que também incorporou ativos de telefonia fixa em outras partes da América Latina, vai ajudar a companhia a agrupar serviços para clientes e a enfrentar melhor competidores.
As empresas são controladas pelo bilionário mexicano Carlos Slim, que de maneira confiante elevou os planos de investimentos deste ano enquanto a maior parte dos rivais globais da América Móvil estão cautelosamente mantendo investimentos baixos após a recessão.
Analistas acreditam que a América Móvil está trabalhando para sustentar uma vantagem em infraestrutura sobre a rival Telefónica, construindo uma rede de banda larga móvel capaz de atender a crescente demanda por smartphones e tablets como o iPad, da Apple.
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Joao Artur Lopes Freire • 08/02/2011 - 15:12
Será que essa fusão irá influenciar aqui no Brasil também? Pois já de praxe que as duas operadoras são donas da Claro e da Embratel. e sem esquecer que essas duas filiais brasileiras estão sempre no azul. Mas irei observar isso com mais calma.





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