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Se fosse jovem, Stan Lee apostaria em games
Fabiano Candido, de INFO Online Sábado, 03 de outubro de 2009 - 14h25Reprodução |
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Stan Lee (criador do Wolverine, personagem acima) afirma que o videogame oferece mais possibilidade de roteiros |
SÃO PAULO – Stan Lee, o criador da Marvel Comics e de heróis como Homem-Aranha, Capitão América e X-Men, disse que se fosse jovem apostaria na criação de games.
Empolgado com o lançamento de “Marvel Ultimate Alliance 2”, jogo da Marvel para o console Xbox 360 e Playstation 3, Stan Lee disse que somente nos games é possível criar histórias com mais tramas e diversos finais.
E, que por causa dessa característica dos games, um roteirista (como ele é) não precisa ficar preso ao tradicional “começo, meio e fim” dos enredos dos quadrinhos e filmes. “Descobri que o videogame é instrumento poderoso, com inúmeras possibilidades para se colocar em prática ideias e criações. Na verdade, um milagre”. A declaração foi dada ao jornal inglês The Guardian.
Com 86 anos, Lee demonstra tanta empolgação assim com os games porque participou, pela primeira vez, da elaboração de um jogo, no caso “Marvel Ultimate Alliance 2”. Lee ajudou no roteiro e atuou como personagem.
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Nossa, depois reclamam que não precisa mais de diploma para ser jornalista, podia pelo menos ter pesquisado no google quais foram os personagens criados pelo velho Stan.
enviado por: Carlos Eduardo da Cruz Cunha em 06/10/2009 - 14:51 -
Bom, o Wolverine não foi criado pelo Stan, mas sim por Len Wein e John Romita...
enviado por: Sinval Alexandre do Prado Freires em 06/10/2009 - 13:34 -
Os jogos são a oitava arte! Antigamente para se contar uma história o público era uma peça passiva. Com os video games se torna um elemento ativo na história, sentindo de forma mais profunda toda a emoção da situação que se encontra. Vale lembrar que os jogos são a forma da natureza de ensinar, um pequeno leão ao brincar de caçar uma borboleta está em um jogo, treinando para sua futura caça. OS jogos ainda vão revolucionar o ensino, e é por isso mesmo que devem ser responsáveis. Ainda bem que tem muita coisa boa! E como nos livros e cinema, também tem muita porcaria, vai do público escolher o que presta ou não.
enviado por: Bruno Ferreira Porto em 04/10/2009 - 16:56





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