Carreira
Quando é melhor roubar executivo de concorrente
Luciana Carvalho, de EXAME.com Quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 - 17h03Getty Images |
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Perda de executivos para a concorrência pode ser um baque |
SÃO PAULO – A contratação de Alexandre Hohagen, ex-vice-presidente do Google para a América Latina, pelo Facebook é apenas o último episódio da acirrada disputa entre as duas empresas.
Assim como as duas gigantes da tecnologia, o “roubo” de executivos da concorrência é recorrente em todos os setores. Mas esta é uma estratégia que requer cuidados – e nem sempre funciona.
No mundo perfeito, contratar um executivo do rival significa um duro golpe. Primeiro, porque esse executivo ocuparia uma posição-chave no concorrente. Ao sair, o profissional deixaria um vácuo difícil de ser preenchido – ou até mesmo impossível - , seja pela sua experiência, seja pelas habilidades de gestão ou por sua mente inovadora.
Outro benefício de “roubá-lo” seria ter acesso a informações valiosas do adversário, com as quais seria possível neutralizá-lo.
No geral, quanto mais parecidas forem as empresas, melhor será o resultado para quem está contratando. “Se há muita semelhança, o executivo contratado gera uma economia de tempo em treinamentos, porque já possui o know-how necessário”, afirma a consultora da DBM, Irene Azevedo.
Iniciantes
Economizar tempo é fundamental, sobretudo para empresas em início de vida – as chamadas start-ups. Apesar de já ser um negócio avaliado em 50 bilhões de dólares e contar com mais de 500 milhões de usuários em todo o mundo, o Facebook é considerado uma companhia start-up por Irene. E isso justificaria parte do apetite da empresa pelos profissionais do Google.
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Antonio Lima • 18/02/2011 - 10:38
nem sempre o $$ fala mais alto, mais cai entre nós um empresa melhor que proporcione um maior crecimento em nossas vidas é o que realmente influencia a troca de lados e é claro um pequeno incentivo $$$$$$
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Carlos J L Ribeiro Filho • 17/02/2011 - 18:42
Desleal! Cada vez mais o $$ fala mais alto e valores como lealdade, honra, palavra perdem o valor. Uma pena!





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