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Por P2P, provedor vence Holywood na Justiça

Paula Rothman, de INFO Online Quinta-feira, 04 de fevereiro de 2010 - 11h50
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  • Fabin, texto corrigido! Obrigado pela mensagem. Abraços,
    enviado por: Virgilio Sousa, Gestor de Comunidades INFO em 06/02/2010 - 18:44
  • Rowdroy ou Cowdroy?
    enviado por: Fabin em 06/02/2010 - 14:58
  • O problema Helvio Marinho, é baixar 4GB de MKV com uma internet porca como a brasileira. Com excessão da GVT, todas as demais operadoras cobram uma tarifa absurda por uma conexão de péssima qualidade. E eu sinceramente não acho que as mídias "morreram", muito pelo contrário: se os grandes estúdios de cinema melhorassem o preço de um filme em Blu-ray, com certeza a pirataria de filmes iria se reduzir, porque a mídia contém até 50GB de qualidade total em imagem. Converter um disco de Blu-ray para um simples arquivo mkv dá muito mais trabalho do que transformar DVD em Xvid ou Divx. Ou seja, não compensa. Quem quer qualidade de verdade compra um Blu-ray original. Agora os consumidores que se satisfazem com o padrão Standard simplesmente baixam Xvid/Divx ou compram um DVD comum.
    enviado por: Lucas César Mourão em 05/02/2010 - 16:34
  • Os mesmos que cobram ações contra pirataria são aqueles que sempre negaram numerar as copias com medo do fisco. O modelo de negócio mudou, não existem mais mídias (essa discussão entre blu-ray e hd dvd foi besteira), com 4 gb em mkv já se tem um filme a 1080 (full hd).
    enviado por: Helvio Marinho em 05/02/2010 - 14:52
  • A grande questão do P2P, do torrent ou de qualquer outra forma de compartilhamento não é ser de graça e sim ser na hora em que você quer. Veja o sucesso que fazem tanto a AppStore e a loja iTunes da Apple por exemplo. O que quase todos pensam é que os usuários apenas não querem pagar pelo conteúdo, quando na verdade a maioria não se importaria muito, o que usuário quer é acesso ao conteúdo quando der vontade e pronto. Eu não me importaria em comprar conteúdo online. Se ao invés de uma punição pura e simples por utilizar-se do P2P, os estúdios se preocupassem em oferecer uma melhor experiência oa usuário, proporcionando-lhes formas diversas de consumir este conteúdo(inclusive a internet), tenho certeza de que ficariam muito satisfeitos com os resultados.
    enviado por: Leonardo Castilhos Thibes em 05/02/2010 - 11:23
  • P2P não é um protocolo de comunicação, é uma terminologia usada para definir uma arquitetura de sistemas distribuídos e descentralizados. Protocolo de comunicação no caso seria TCP/IP ;/.
    enviado por: Leonardo da Silva Santos em 04/02/2010 - 16:01
  • P2P não é formato, é protocolo de comunicação.
    enviado por: Michel V. Ramos em 04/02/2010 - 15:31
  • Realmente, baixar um vídeo de alta qualidade com a banda 'larga' do Brasil seria insuportável. No entanto, creio que isso seria um problema só daqui a algum tempo, pois filmes e TVs com suporte Full HD ainda não pegaram (totalmente) no Brasil... Assim como leitores de blu-ray também não. Também acho terrível a posição desses estúdios/gravadoras que querem lutar contra o advento da Internet e compartilhamento de arquivos. Estão cavando o próprio buraco se não passarem a usar a Internet a seu favor.
    enviado por: Leonardo Rodrigues em 04/02/2010 - 13:56
  • Concordo contigo Leandro! Realmente é tremendo desaforo com os telespectadores esse lance de se esperar por meses até a data de estréia do filme nos cinemas. Agora um ponto interssante nesse assunto é o seguinte: os espectadores mais ávidos por qualidade de imagem e som, sabem que o P2P não é uma boa alternativa aqui no Brasil, a começar pelo fato de que nossa qualidade de internet é muito baixa em relação a outros países e filmes no formato Blu-ray pesam demais para serem baixados por compartilhamento. Contudo, se o espectador quer só dar uma olhadinha num filme sem se importar muito com a qualidade, tudo bem; o P2P quebra um galho. Mas se o espectador quiser assistir em Full HD vai ter que pagar CARO pela mídia aqui no Brasil...
    enviado por: Lucas César Mourão em 04/02/2010 - 13:24
  • O estúdios hollywoodianos estão desesperados demais para acusar um provedor pelo simples fato de permitir o P2P. Os provedores não tem como identificar e impedir esse tipo de distribuição. Eu gosto de ir ao cinema assistir a filmes. Mas para que os estúdios possam continuar atraindo espectadores, eles terão de repensar sua logística. Afinal qual o motivo de esperar até 6 meses para o lançamento nacional de um filme, se eu posso baixá-lo de graça?
    enviado por: Leandro Chaves em 04/02/2010 - 12:50

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